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sábado, 5 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Das brincadeiras aos enfermeiros e outras "parades" portuguesas"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Cortesia www.seancody.com



Tenho de confessar que passei toda a minha vida a brincar aos enfermeiros: umas vezes, faz-se de termómetro, outras, de boca para medir a febre.
Sou uma pessoa cheia de febres, e já rebentei vários termómetros à pala disso. Não se pense, todavia, que sou uma Bocarra Guimarães ou uma Man'ela Boca Guedes: não, há, hoje em dia, imensas cirurgias reconstrutivas, e tenho de reconhecer que muitas vezes utilizei os dinheiros do Estado para ir a São Paulo e a Nova Iorque refazer as bordas.
Uma vez, até de Falcon fui, mas voltei já no porão de um Hércules C-130, cheio de tropas de elite que, em 6 horas de alta atmosfera me destruíram o meticuloso trabalho de 2 horas de mesa de cirurgia estética...
É verdade que durante estas longas viagens, sempre aproveitei para me cultivar, sentindo aquele íntimo consolo de que havia mais vícios para além do meu. No entanto, foi-me preciso chegar ao início do séc. XXI, para descobrir que o Estado Português tinha uma forte matriz pedófila, e outra hebófila, a sustentá-lo. A primeira, que tinha feito cair o Governo do Engenheiro Guterres, posto o Cherne na alheta, enquanto a frigideira não transbordava de todo, e levado a que o Santana chegasse ao topo, no momento exacto em que a... enfim... Magna Mater poderia ter chegado ao Poder. Chegou depois, com Maioria Absoluta, e com uma gigantesca esfregona, para ver o que ainda podia limpar. Está a funcionar bem, e até limpa.
Um terço dos Portugueses é pedófilo, adora violar as próprias filhas, estrear o que é seu, ou é obrigado, por viver abaixo do limiar da pobreza, a dormir na mesma cama com mães, pais, avós, tios, filhos, enteados e madrinhas. Quando chega a hora de enfiar no buraco, é escuro, e não distingue qual. Haveria, mas isso seria pedir demais, haveria de haver um dia que um magno procurador da república desencadeasse um gigantesco Processo Casa Gerontofilia, e tentasse perceber como há, em Portugal, tantos casos de gajos que gostam de levar no cu do vovô, ou de mafiosos que assaltam e violam senhoritas de oitenta anos. Lá ficará para o próximo choque tecnológico, mas usando a bitola do Constâncio, outro terço de Portugal, mais propriamente, 33,3865% será gerontófilo.
Quantos aos hebófilos, como diria Voltaire, "ils sont partout!...": é o gorila do Bairro 2 de Maio, que pendurado com o cabo-verdiano no andaime, cobiça as tetas nascentes da repetente do 8º Ano, é o Padre que na Casa do Gaiato arruma o sardão na garagem pré-adolescente do seu pupilo, ou são os "Morangos com Açúcar" generalizados, onde, diante do écran plasma, -- baixaram de preço, no Media Market!... -- tanto se masturba o filho, como se masturba o pai e também a mãe, quando não é o avô que para ali vem.
Depois, entra-se na fase da "normalidade": a bicha democrata-cristã, pelas leis da Natureza, casa-se e passa a ser pai de três filhos, o Melão vira-se para as câmaras, e afirma com voz lânguida e socrática, "eu não sou homossexual!...", o Figueiras apresenta-se com a sua longínqua mulher austríaca, o Cláudio Ramos e o Castel'Branco vivem as suas risonhas e assumidas heterossexualidades passivas, o Diogo Infante cai na já longa senda dos Boatos de Estado, a Chupadora de Moitas vai a Ministra da Presidência, os pacatos industriais deixam a legítima em casa e mergulham nas noites avermelhadas dos quartos de alterna, os traficantes de armas comem traficadas da carne, e até há "parties" em que isto tudo se junta, se torna equiparado, e se fazem solenes missas negras, defronte do Altar da Grande Mãe Branca, a Deusa Coca.
A verdade é que o país inteiro fode com os fantasmas da sua própria clandestinidade, e o mal nem estaria aí, mas em ele ter decidido deixar-se representar, rever-se e moldar o Estado à sua própria natureza. De aí, o enigmático sorriso de Souto de Moura.

No início do séc. XXI, Portugal tornou-se, aliás, como sempre foi, na sua intimidade, uma tartufa, hipócrita e infinitamente mal assumida "gay" (alegre) parade de todas as ementas: quando para ele olhamos de frente, lá vai ele, em massa, ajoelhar a Fátima, o problema é quando lhe viramos as costas e a noite começa realmente a cair...
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sexta-feira, 4 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Hoje não me apetece ouvir Haydn"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Dedicado ao João Gonçalves do "Portugal dos Pequeninos"

Uma pessoa não pode andar em permanente estado de choque, mas tudo aponta para isso.
Hoje, de manhã, prometi que a tensão iria aumentar e vai, vai mesmo, pois.
Portanto, é assim: quando António Costa, figura número dois do execrável Governo de Sócrates, o governo ao serviço do maior número, e dos mais perigosos, interesses que já existiu em Portugal, pensei imediatamente que, num período crítico -- lá fora, já teria apanhado com um valente par de patins... -- o Vigarista de Vilar de Maçada vinha apenas fazer uma... sondagem.
Não perdia grande coisa: Lisboa tornou-se num raquítico subúrbio desabitado dos seus gigantescos subúrbios satélites, onde é mais fácil apanhar uma facada numa esquina das Avenidas Novas do que encontrar uma tia, a cair da tripeça, à porta da defunta "Versalhes".
Quando, se, como desejamos -- e tudo faremos para isso -- António Costa perder Lisboa, toda a gente, incluindo o súcubo da "Independente" se poria a assobiar para o ar, uma Câmara, ainda que de grande aldeia, não é o Governo, a Esfera Imóvel, a Cornucópia das Benesses, dos Eternos Crescimentos Virtuais, da Retoma-em-primeira-com-o-carro-permanentemente-engasgado-a-não-subir-a-rampa.
E Sócrates é Sócrates, desde a cicuta e da... mãe dele, para fazer a rima.
Todavia, a coisa é muito mais grave do que parecia: ELES, o SISTEMA, os ABADES, todos, ou quase todos os responsáveis, em todas as áreas do bloqueio do Estado Português estão aí, aliás, AQUI.
Não se espante, se encontrar um seu vizinho, um "olha-olha-cá-está-este-outra-vez", porque é mesmo verdade.
Sim, é ele, aliás, SÃO ELES.
AQUI, já lhes demos um primeiro tratamento, o segundo virá até Julho, diária, incansavelmente, como todas as armas que tivermos ao dispor, porque António Costa não é o Candidato de Lisboa, nem o Candidato de Sócrates, nem o Homem do Governo, António Costa é o mais descarado medir da tensão da COISA, do SISTEMA, do REGIME, a que já se assistiu.
Contas feitas, são os mesmos da Comissão do Manuel (de dia) Maria (de noite) Carrilho.
Você, boquiaberto, como eu, pode perguntar o que une António Serzedelo, Ana Zanatti, António Toscano, Filipe La Féria, Nuno Crespo, Manuel Luís Goucha ou Rui Vieira Nery, e eu poder-lhe-ia responder que... "um certo modo sexual de ser".
O que reuniria Inês Pedrosa, João Pinharanda, Possidónio Cachapa, Eduardo Prado Coelho ou Júlio Isidro? E eu teria de dizer: "A mesma mediocridade".
O que têm de comum Alexandre Melo, Tomás Taveira, ou Vítor de Sousa?... E eu teria de falar de "um certo gosto arquitectónico das traseiras".
Decerto o gosto do, enfim... "preto" reúne Manuel Reis, Leonor Coutinho e... uma pessoa que não posso pôr aqui (fica a dever-me essa, querida...).
Um "bacalhau já antigo", com Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta, Teodora Cardoso, ou Graça Lobo...
Mas a merda grossa vem a seguir: o eterno grupo dos "Pedros", que bloqueou a produção artística portuguesa num marasmo enconado de Américas Plagiadas, o Pedro Proença, o Pedro Portugal, José Pedro Croft, o Julião "Sarnento", o Leonel Moura, o Jorge Molder, o etc...
O Grupo dos Apreciadores de "Negócios", Vasco Franco, Carlos Monjardino, Armando Vara, António Almeida Santos, Murteira Nabo ou Horácio Roque.
Bom, eu não tenho todo o tempo do mundo para perder aqui: vamos, assim, directos à parte pior, os "sem-vergonha": Vasco Lourenço, José Sócrates, Edite Estrela, Emídio Rangel, Mário Zambujal, Freitas do Amaral, e outros que você aqui queira incluir, já que, à Umberto Eco (primeira maneira), esta Comissão de Honra é uma "Obra Aberta".
finalmente, o Limbo: Jorge Coroado, Nelo Vingada, Carlos Lopes e Manuel Maria Carrilho.
ah, sim,
e o Limbo dos Limbos: Eduardo Ferro Rodrigues, em representação de Paulo Pedroso, Hermann José e de todos os nomes que ficaram para trás, nos bons tempos em que António Costa não pretendia influenciar os eleitores de Lisboa, mas tão-só o funcionamento do Estado de Direito.
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quarta-feira, 2 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Elogio do Verde Pinho"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Eu gosto muito do Ministro da Economia: ele detém um suave milagre, que é o de conseguir manter-nos a crescer, no preciso instante em que tudo está a fechar. E isto é apenas a parte objectiva.
Depois, vem a parte subjectiva e, obviamente, a mais importante: tem bom ar, misto de nascituro de sete meses com batráquio dos novos charcos do Alqueva, e porque sabe, como ninguém, manter aquela magnífica pátina morte-em-veneza, que marca muitos dos membros deste Governo. Sente-se que a sua escolha teve, de raiz, o critério do velho baboso, que se "lêmbia" todo ao ver passar aquele adolescente promissor, que era o nosso socrático Tadzio.

Passaram os tempos, e Tadzio encaneceu, as babosas tornaram-se ainda mais babosas, foram a ministras, e tingem agora o cabelo todos os dias -- lembram-se daquele Ministro das Finanças que se foi embora, porque estava a perder dinheiro com a acumulação das reformas?... Lindo, sempre que chovia, escorria-lhe o piche do cabelo pela cara afora...

Adiante.


Disseram-me, já nos tempos do Santana, que havia uma chave secreta naquelas pulseirinhas, de pano, do Bonfim, que ambos trazem amarradinhas ao pulso: parece que, se for no pulso direito, é porque batem punhetas a si mesmos; se for no esquerdo, que passam a vida a masturbar os outros. Como sou canhoto, e, para além disso, torto e daltónico, como raramente os vejo ao vivo, e como na televisão, é como nos espelhos, o que é direito passa a esquerdo, e o que é esquerdo parece ser direito, fica para os estimados leitores a descoberta dessa chave encriptada da Retoma: punheta dele, dos outros, ou, como diz o Alexandrino, dos grilos.
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terça-feira, 1 de março de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Notícia à Mosco"



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Dedicado a Franz Kafka, que, se tivesse vivido cá, não tinha escrito um só livro, por falta de tempo entre a Escrita e a resolução da teia de problemas do seu quotidiano.
Consta-se
de
que
diminuiu o consumo privado do gás, do petróleo e de todos os familiares dessas coisas. Com o número de falências a crescer diariamente, suponho que um parente dessa penúria tenha invadido as indústrias, os farrapos da Agricultura e muitos negócios independentes. Ora, toda a gente sabe que o elevadíssimo custo dos combustíveis se deve, na sua mais grossa fatia, à escandalosa tributação dos parasitas que nos governam, escondidos à sombra dos poderes do Estado.
Logo, diminuição do consumo, diminuição de receitas.
Portanto, vai haver aumento de preços, para que se saquem impostos a quem nunca deles pode fugir.
O lado miraculoso da coisa está em que, no meio disto tudo, aquele gajo das Finanças, com ar de Pargo espalmado e boca de Charroco, vem dizer que a inflação conseguiu subir. E di-lo com ar grave, pelo que deveremos ainda poupar mais e contribuir menos para a sangria de impostos do Estado.

Receita final: compre mesmo uma vela, ande sempre a pé, e leve a máquina autofágica à falência. Quando tiver reunido uns poucos dinheiros, mude-se para Badajoz, vá para lá fazer qualquer coisa, nem que seja lamber selos: se Badajoz é boa para nascer, também deverá ser boa para viver.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Elogio dos Homens de Bigode"




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Eu gosto de homens de bigode:
1) Porque o bigode faz cócegas;
2) Porque o bigode, de acordo com uma célebre foto que circula aí pela Net, parece que tem a ver alguma coisa com antigas trepadeiras das Trompas de Falópio, salvo-seja...;
3) Porque no tempo do meu papá, um homem de bigode era um homem que precisava de ter aquele sinal bem viril, ali à vista, não fossem pensar que se tratava de mais algum Cláudio Ramos....
Posto isto, eu gosto muito de Fernando Ruas, acho que ele tem bom ar, um misto do à-vontade de Albarran com aquele sinistro comentador da Bola, irmão da Bruxa Ferreira Leite. Pensando bem, ele até poderia ser uma espécie de António Sala falhado, e, por isso, em vez de ter ido para o Mundo do Espectáculo, antes se dedicou ao Mundo dos Compadrios.
Convenhamos que o Ruas tem um furito de aspecto mais acima do que o anterior, um tal -- falha-se-me o nome -- que tinha na cabeça um telhado cheio de líquenes centenários, como aquelas modernas casinhas lusitanas do imaginário da Agustina Bessa-Luís e do Pacheco Pereira.
O meu aspirador, por acaso, até tem um aplique de ponta que se parece com um bigode, mas creio que a coincidência cessa aí.
Vem tudo isto, porque teve o bigodudo uma frase lapidar: a de que todos os fiscais não sei das quantas deviam ser... lapidados, e apanhar com pedras nos cornos, de cada vez que aparecessem em público.
Pessoalmente, acho mal. Até estou de acordo com que se apedreje um Ministro, um Deputado, um assessor, um economista daqueles célebres fóruns periódicos da salvação do Mundo Português. Agora, apedrejar a arraia-miúda, gente que vai ali só para ganhar o seu..., eu acho mal. Aliás, acho malérrimo, porque se começamos a apedrejar os fiscais, um belo dia também vamos ter de apedrejar os autarcas corruptos, e todos aqueles que recebem o mesmo par de luvas recebido pelos fiscais, e ainda acabávamos, numa dura manhã, a apedrejar a Fátima Felgueiras, o que eu também acho mal, porque numa senhora não se toca nem com uma flor, quanto mais com um paralelipípedo de calçada; e acabávamos a apedrejar o Valentim Loureiro, o que eu acho terrível, porque o homem está realmente inocente, e o Estado (nós) brevemente até irá ter de o indemnizar; e "last and the least", poderíamos ter de chegar ao extremo de apedrejar o Isaltino de Morais, de cada vez que. em Oeiras, uma obra é aceleradamente licenciada, através da oferta de mais um andar à filha do dito cujo.
Depois, nós não nos podemos esquecer de que este é um blogue profundamente cristão: apedrejar um fiscal, de acordo com a última versão do Código Penal e o Novo Testamento, é pior do que atirar calhaus à Maria Madalena.
Quem nunca pagou luvas a ninguém que apedreje o primeiro fiscal, e, mais grave do que tudo, tendo sido a Pecadora, como reza o "Código da Vinci", uma voluptuosa amante do Senhor Santo Cristo, apedrejar um fiscal, é como correr à pedrada, salvo seja, com o Menino Jesus da nossa porta.
Haja piedade.

Oremos.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "O Blogue da Fernanda Canse-o"



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Pois pesquisámos, e ele existe mesmo.
Chama-se "Glória Fácil", cof, cof, cof, obviamente não dispõe de caixa de comentários, não fosse aquilo descambar rapidamente para um espaço do deus-me-livre, jesus-credo, cruzes-canhoto, e até tem algumas hiperligações perfeitamente triviais, excepto uma para... vejam lá se adivinham... sim... não... sim.... não... frio... sim... não.... morno... não.... não... não...
Bem já vi que não vão lá sozinhos: pois, tem um "link" para a "Disfunção Eréctil".

Deus meu, os homens são os horríveis mentirosos, de sempre, e... no que estas mulheres ainda continuam a acreditar... em pleno séc. XXI...
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Prelúdio I - "O Dilema de Maddie"




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Hoje, no meio do estardalhaço que foi este blogue, visitado por fundamentalistas de todos os géneros, e gente que procurava barrigadas de riso, no meio daquela Retoma, em forma de punheta microscópica, que apenas o Vigarista de Vilar de Maçada e o Vigarista do Banco de Portugal vêem, faltava uma palavrinha para a Maddie.
A Maddie, em apenas um mês, tornou-se num fenómeno mediático e do Cálculo Combinatório. Do ponto de vista do primeiro, é difícil analisá-lo, porque a Aldeia Global está demente; do segundo, é mais fácil, porque só contempla 4 cenários: ou a Maddie e os pais estão numa muito boa; ou a Maddie está numa muito boa, e os pais, porque não sabem, estão numa muito má; ou a Maddie e os pais estão, ambos, numa péssima; ou só a Maddie é que está muito, muito, mal.
Se a Maddie fosse um rapazinho, ou estivesse de cabelo cortado, a fingir de rapazinho, dizia imediatamente que começassem as buscas AQUI, mas acho que... não.
Quanto a mim, adoro a pista por cá lançada, do Golfo Pérsico, o Bahrein, onde se situou o Paraíso do Mundo, um palácio com mil janelas veladas e cheiro a jasmim, nas costas ardentes do Mar Vermelho, um príncipe a cheirar a incenso e mirra, esperando apenas que ela tenha os 11 anos do casamento do Islão.
À pala disso, os pais lançaram um dos maiores negócios do séc. XXI, Papas, um leilão muito acima de quaisquer Van Goghs e Monets, jactos privados, uma permanente volta ao mundo, a terra inteira a acreditar numa coisa que está, isso asseguro eu, bués mal contada....

A realidade é que não me meto mais no caso. Espero que a miúda esteja bem e que os pais acabem como merecem, talvez ela só se tenha cansado de ver o "daddie" fazer de mulher dos outros, e a "mammie" nos braços de tantos homens. Cansou-me, e sumiu, naquele, como dizia Álvaro de Campos: "morrer é só deixar de ser visto..."
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Maria de Lurdes Rodrigues, sabes que, num estado civilizado, serias imediatamente acusada de homicídio (in)voluntário e afastada das tuas funções?..."



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Dedicado a Manuela Estanqueiro, executada por acto administrativo, cometido sob a tutela de Maria de Lurdes Rodrigues, ser monstruoso que 10 000 000 de Portugueses, com o seu silêncio, permitem que continue a ocupar a Pasta da Educação

Não, não era isto que me trazia aqui, mas um luto é um imponderável da escrita, e eu sou um homem da Escrita, vivo num Mundo onde as palavras têm um peso lapidar e definitivo, e onde cada sílaba contém um som que é som, e salvação, e morte, e é por isso, que, nesta noite particular, e a acreditar no que AQUI, e noutros lugares, é contado, decidi sentar-me ao teclado, para renovar, em cada um dos nosso leitores o sentimento de abominação e repugnância que o nome de Lurdes Rodrigues deve, doravante, e para todo o sempre, despertar, em todos nós.
Maria de Lurdes Rodrigues, você, e o escroque que a acompanha, Valter Lemosreconduziram hoje, no cargo de Directora da Região de Educação Norte um puro excremento humano, chamado Margarida Moreira. Toda a gente sabe que vocês não prestam, que foram escolhidos no rebotalho das licenciaturas portuguesas, Ele, Valter, numa Câmara onde não punha os pés, você, Lurdes, numa coisa chamada Sociologia, que o Salazar proibira, antes do 25 de Abril, talvez por já imaginar que produziria monstros do seu género, gente para quem as oscilações das sociedades são equivalentes a temperaturas numéricas, sístoles e diástoles de sistemas históricos, grandes curvas tridimensionais de modelos de variabilidade reduzida, e hipotética. Deixe-me, por isso, traduzi-la em três nomes, que são três constantes e três estigmas e três vectores de leitura que eu quero que, através da minha escrita, doravante, consigo se associem, à história decadente destes tempos de Era Final.
Quero aqui chamar-lhe, Lurdes, agrestemente, VÉRMINA; quero, aqui, adjectivá-la de ESCÓRIA HUMANA; quero, a partir de aqui, que, para sempre, lhe associem o epíteto de ASSASSINA, repito: VÉRMINA, ESCÓRIA HUMANA e ASSASSINA.
Releia bem, por que sou EU, a escrevê-lo, e isso tem um peso muito para lá do mais fantástico poder de qualquer arremesso, não um simples rosnar de dentes de Fernando Charrua, ou do invisual que você demitiu do cargo, a chamarem "filho da puta" à anedota política que preside ao vergonhoso Governo de Portugal.
Não, Lurdes, são palavras minhas; sou eu, Português, escritor, e, por azar, contemporâneo de um dos seres mais vis que já atravessou o panorama político do meu tempo vital, a condenar-te à pior execração, até ao Fundo mais Profundo da Eternidade.
Quero, Maria de Lurdes Rodrigues, que a Roda da Fortuna te possa conduzir às penas mais dolorosas, que nem Dante ousou prever no seu Inferno.
Quero que sejas, Lurdes, maldita, sob o nosso olhar, e para todo o sempre...
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "As "Licenciaturas" de Sócrates, deitadas no divã de Freud"







Para mim, com uma Quarta Classe das antigas, puta nas horas vagas, e mulher-a-dias do Regime a tempo inteiro, foi com enorme orgulho que recebi, no I.S.P.A., uma Pós-Graduação em Psicanálise (4 dias, de 2 horas intensivas, que bem me saíram do corpo e da carteira...).

Fiquei a saber que, para Freud, os anos mais importantes da nossa vida eram os 5 primeiros, sobre os quais -- azar -- logo tombava uma cortina de sombras, que durava a vida inteira, exceptuados os sobressaltos e as recaídas no Inconsciente.

Estou agora a terminar uma tese de doutoramento, em que defendo que, bem mais importantes do que esses 5 anos da Infância são os 5 anos da Licenciatura. Esse, sim, é o tempo da verdadeira angústia.
É, pois, com a Dor de Sócrates que eu sofro: aquela Pós-Graduação de 4 dias fez-me saber o que pode ser o sentimento de inferioridade de um cavalheiro que quer galgar a todo o custo, e sabe não ser detentor de um canudo.
Há, em José Sócrates, um pouco de Harry Potter. Ele sabe mexer a varinha -- ou o varão -- e as coisas aparecem todas feitas. "Consta-se de que", mal seja apeado involuntariamente do Governo, já se está a preparar para a Beatificação. O "Expresso" de hoje avança com o seu primeiro milagre: o de ter criado, do Nada, um Reitor.

Isso é uma coisa lindíssima, e acho que nem a Sãozinha, nem a Santa da Ladeira, nem a Irmã Lúcia, no tempo das suas melhores "performances", conseguiram tais feitos...

Nomear um Reitor é algo de bem mais profundo do que pôr um paralítico a andar, um cego a ver, ou o Mega Ferreira à frente do Centro Cultural de Belém.
Resta a matriz psicanalítica da coisa, e essa é o centro deste texto: até agora, nunca tinha percebido a raiva desmesurada contra certas classes da Sociedade Portuguesa, justamente, aquelas onde se congregam mais licenciados, Médicos, Juristas e Professores.

Era, afinal, um problema psicanalítico, não o dos 5 primeiros anos de vida, mas o dos intermináveis 5 anos da sua "Licenciatura", em irremediável forma de Quasímodo.

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

"Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "10 de junho - l'Affaire Makropoulos"



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Curiosamente, na Margem Sul, "Desert Land", o Sahel Português, onde, com uma corcova Armani, o Vigarista de Vilar de Maçada foi vergonhosamente apupado, e naquele apupo esteve, como raras vezes, neste Estado/Nação, conluiada e aplaudidora, uma plateia inteira de 10 000 000 de prejudicados, o Chefe Supremo das Forças Armadas enfiou-se num navio militar, naquela postura do remoer bovino dos maxilares, que tão bem lhe conhecemos.
Gostava de lá ter visto Mário Lino, Paulo Pedroso, 
listado (?) como candidato por Setúbal, Ferro Rodrigues, apoiante, e Comissão de Honra da execrável candidatura, a Candidatura Sénior (?) do Solnado -- verifique... eu nem sempre estou drunfado... -- de António Costa.
Consta, Cavaco, que você é um homem inseguro, que só se desloca(va) em viaturas blindadas e que tem as mãos sempre transpiradas, de terror de ser surpreendido na sua fragilidade.
Sabe que é grave termos um Comandante Supremo das Forças Armadas com essas características, não sabe?...
Decerto não ignora que as mudanças mais dramáticas de Regime, acontecidas nos últimos 100 anos, foram justamente protagonizadas pelas Forças Armadas, sempre com a mesma expectativa: terminar com um pântano, e permitir uma nova aurora.
Tinham, em comum, ter começado num pântano, e terem, ambas, acabado noutro pântano...
Cessam aqui as semelhanças, e o pântano de que aqui falamos não é nenhuma metáfora da Ota: não, a Ota é apenas um pântano dentro de um outro Pântano Global, suponho que um desenvolvimento do tecido neoplágico, de cuja amostra, em bons tempos, o Engenheiro -- escrevo engenheiro por extenso, para distinguir... -- Guterres se livrou.
Gosto muito de o ouvir dizer que "não se resigna", mas isso dos resignamentos são soluços de sacristia, e choros de esposa arrependida, aos pés da colcha do marido traído, ou merdunças vocalizadas, como, para,
penso de que,
nós podermos continuar entretidos: Sr. Presidente da República, Chefe Supremo das Forças Armadas, nós somos e estamos cada vez menos sensíveis ao entretimento, porque as contas, o atraso e o desemprego caem-nos diariamente em casa, somos obrigados a franquear as fronteiras invisíveis da União Europeia, para, como nos tempos finais do Antigo Regime, irmos buscar trabalho em outras paragens, onde somos tratados com a indignidade de um povo que não é aceite como par, na Integração Europeia, um povo a quem os Italianos, por definição, uns dos maiores acumuladores de anedotas de trapaças do Mundo, chama "gli portoghesi", como sinónimo de ALDRABÕES.
Aldrabões, cidadão Cavaco Silva, são os responsáveis pela porcaria estagnada a que chegámos, hoje, 10 de Junho, 33 Anos depois de 1974 e 81 anos depois de 1926, a mesma porcaria estagnada de sempre.
Vai resignar, ou começar, um por um, a pô-los a resignarem?...
Volto às Forças Armadas, porque gostei muito de quando falou delas, e da necessidade de reforma e de investimento, da revalorização e da colocação ao serviço da Cousa Pública do manancial intelectual e humano de que dispõem.
Como sou inteligente, suponho que esse golpe de ombros não se vá, mais uma vez, destinar aos soluços das apetências de redesenhamento das fronteiras externas da Pobre América, que, por acaso, em nada coincidem com os nossos interesses.
Você sabe onde fica o Kossovo?... Eu sabia-o, até que o decidi ignorar, desde que percebi que a par das Bósnias Muçulmanas, que -- se calhar não sabe desta, mas eu vou-lha chapar debaixo dos maxilares!... -- dessa Bósnia Muçulmana que foi motivo para que o Grande Oriente Francês lançasse um apelo através das Lojas da Europa Inteira, para se impedisse que se constituísse um estado islâmico nos Balcãs, e eles, vocês, aqueles homens quadrados, de cabeça e interior de cabeça rapada, que vão lá fora fazer umas horas, a preço de assessor ministerial -- daqueles que vão ao cu ao titular da Pasta -- para depois poderem casar com umas gajas com ar de padeira, a padeira tradicional, de bigode e rata cabeluda, celulite banha de Mac Donald's, à espera de emprenhar, ou já emprenhadas, porque, se morrer em combate, a coisa que se lhes debate nas entranhas já terá a reforma do pai -- herói, morto em combate, a jogar às cartas em cima de torpedos obsoletos, com marcas de Made in U.R.S.S., ou -- deus me livre, sabia também disto?... -- com o selo, disfarçado, deus me livre, de Made in Portugal.
Quer que vamos defender as rotas do Tráfico do Ópio, no Afeganistão, contra os talibans, e as suas mulheres de burka -- que estão exactamente na mesma -- que as tinham interrompido, com grande desgosto dos consumidores de East Upper Side, dos Néons de Los Angeles e das festas caras de Beverlly Hills, onde o Lobby Judaico enforma, deforma e transforma todo o Cinema de Propaganda que engolimos, diariamente, como um dejecto, que, pior do que a Droga, nos mutila irreversivelmente o raciocínio?...
Eu não vou.
Quer que vamos para o Iraque, que Portugal e os canalhas dos seus aliados circunstanciais, armaram até aos dentes, e agora explodiu num frenesi de Fundamentalismo, adorável fundamentalismo, uma Aldeia Global, movida, como na Idade Média, pelo esterco de Três Monoteísmos, em redor de véus, de "chárias", de penitências, de pecados, de bater-com-a-testa-no-chão, de um pobre gajo, pendurado, e sem tomar banho durante três dias, numa Cruz, que, aposto, voltaria para trás se soubesse o chavascal em que lançou Gaia, a Vingança de Gaia, esta Terra Obsoleta e Martirizada?...
Eu não vou.
Sr. Presidente da República, quer agora agir como Chefe Supremo das Forças Armadas?...
Então faça o seguinte: nós já não temos fronteiras, temos uma simples linha virtual, encimada pela nossa bandeira de conveniência, que é, diariamente, franqueada por tudo o que consumimos, roupa, comida, carros, gasolina, droga, programas de televisão, música, vícios, corpos que cá se vêm prostituir, e etc. e tal.
Desse modo, devemos, de uma vez por todas, assumir que o inimigo já não é externo mas INTERNO.
Não faça como nas revoluções militares anteriores, em que se ocuparam as sedes do Poder Político: Deixe-se de heranças entre avozinhas e de litígios de patamares de prédios arruinados e de tutelas de criancinhas deficientes, que ocupam diariamente os telejornais, e antes ponha as Forças Armadas a ocupar as sedes do Poder Judicial, transforme os infindáveis caracóis, e os compadrios, em Tribunais Marciais, e ponha em cima da mesa, com prazo de resolução, de um mês, todas as questões fulcrais que transformaram isto no Lodaçal da Europa.
Imponha Tribunais Marciais e resolva, em 30 dias, isto, e isto, e isto, e isto, e isto, e isto, e isto e isto, e isto, e isto, e isto, e isto, eisto, e isto e mais isto.
Depois, se sobrar alguma coisa atribua-lhes pelouros, sim, ah, sim e medalhas, muitas medalhas, Grã-Cruzes, a estes valerosos militares, finalmente cumpridores da sua missão de Defender a Pátria, e o Estado de Direito.

Obrigado. Agradeço eu e 10 000 000 de vítimas da podridão a que V.ª Ex.ª preside.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Pensamento da Madrugada"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Para que o topo das pirâmides apareça como topo, é necessário que as camadas abaixo sejam nitidamente inferiores, em socalcos que se estendem até à base.
Se há sítio onde o topo das pirâmides é ocupado por medíocres é a chamada Cultura Portuguesa.
Daí para baixo, não é difícil imaginar.

Por isso, Portugal se parece hoje tanto com um infinito Egipto.
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