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domingo, 28 de dezembro de 2014

domingo último

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Neste último domingo do ano não faço balanços, não arrumo gavetas, não deito fora o que não presta, não telefono, não envio mails, não ouço a campainha da porta.
Ligo todas as luzes da casa, ponho os óculos escuros e canto as janeiras. Está frio ainda.



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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Uma celebração da Luz

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Depois do MH 370, terrorismo informático faz novo ensaio no espaço aéreo inglês, antes do ataque global final

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

"The Braganza Mothers", no fim de semana em que o Senador da República, Mário Soares, fez 90 anos

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O analfabeto funcional neo maoista, Nuno "Enver Oxha" Crato está a dar o tudo por tudo, para conseguir uma demissão antes do Natal, para ainda poder dar uma saltadinha ao Réveillon da Ilha do Sal

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Philae

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cântico de outono, na forma da Lua Cheia

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Lendas dos Bosques de Viena, seguidas das lêndeas do Largo do Rato e do braço esquerdo do Sr. Aníbal de Boliqueime, coitadinho, que agora já se nota bem que mal se mexe


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos



Creio estar a viver uma singularidade política, aliás, uma recidiva de um certo estado de singularidades políticas, posto que já as vivi de outras formas, e passo a explicar, para não vos deixar nessa angústia de não perceberem do que estou a falar.

Sendo a minha ideologia política votar sempre CONTRA qualquer coisa que se tornou nauseante, tenho acompanhado, com especial atenção, todos os debates entre António José Seguro e António Costa, e, como não vi nenhum, estou particularmente à vontade para os marcelizar à minha maneira: acontece que o problema é vagamente ontológico, posto que, estando António José Seguro na esfera do não-Ser, seria suposto, pelo equilíbrio dos opostos, que António Costa representasse a esfera do Ser. A realidade, todavia, antecipou-se, e com a maré de lixo, que, imediatamente se lhe montou às costas, António Costas, perdão, Costa, passou as ser as costas de muitas das coisas que antes de o serem já estavam fadadas a não ser, pelo que o lugar do Ser, antes de poder ser, não chegou, à pala do Costa, a ter possibilidade de ser.

Creio que os levaram para as televisões, onde um fez de merceeiro indignado, e o outro de rancoroso mal contido. A coisa, já que uma imagem vale mil palavras, esteve naqueles patamares das gajas, que, na América que Obama fez desaparecer, para a substituir por uma ainda pior, se digladiavam em lutas de lama, ou seja, o ímpeto da porcina que tenta lançar ao esterco o chiqueiro em que ambas se atulharam.

Há quem pague para ver, e se masturbe com o olhar. Comigo, é como com o Saramago: não li, e não gostei, alço a perna, e faço como os cães, mijo, sempre que a Pilar del Rio passa e me tenta vender o "último" (the last, but not the least) "inédito", como os pares de Jeová me tentam meter nas unhas o número do mês da "Sentinela".

Voltando às costas do Costa, as costas do Costa revelaram-se subitamente largas, e mal houve um sopro, um mero soprozinho, de que a coisa se podia encaminhar para aí, imediatamente saltaram de uma fossa qualquer, que eu creio ser a pura, a verdadeira, idiossincrasia da Grécia do Feio, tudo e todas as coisas que de mau o pós 25 de abril produziu em Portugal. Ainda não li a lista completa, mas anda lá tudo o que oscila entre o péssimo e muito péssimo: o Rui Vieira Nery, creio que em nome da musicalidade dos sanitários de Lisboa - todos os que o Costa mandou fechar --, a Catarina Portas, decerto em nome do monopólio dos quiosques de Lisboa -- todos os que o Costa mandou abrir --; Almeida Santos, em nome de toda a sujidade dos negócios de Moçambique, e da sua protegida Luísa Campos, a anã pedófila, que assombrou toda a rede escolar de Lisboa, até se afundar na noite de Miraflores; Manuel Alegre, o garrafão de Águeda, duas vezes responsável pela presença de Aníbal de Boliqueime em Belém; Sá Fernandes, a quinta essência do oportunismo e da vilania política e cultural -- o tal que queria tirar os brasões da Praça do Império, para lá instalar retretes de Trotsky e réplicas berardianas da múmia de Lenine --; Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso -- que desde o célebre vídeo dispensam apresentações... --; António Victorino de Almeida, que já está na fase do Lá-lá-lá-lá da Amália Rodrigues terminal, e creio que, honestamente, apenas a pensar no futuro das filhas, a Inês -- a mulher mais estúpida de Portugal, logo, a forte aposta de Bilderberg 2014 --, e a outra de que me não lembro o nome, mas só me faz lembrar velhos babosos que lambem a rata de meninas de 15 anos, perdão, 7 anos; e, nem a propósito, Nicolau Breyner, responsável pela ruína dramatúrgica do esgoto televisivo; Lídia Jorge, um remendo mal bordado dos brutos "enxertos" dos Capitães de Abril, também conhecida pelo Saramago dos remediados; Júlio Pomar, que nunca conseguiu chegar a qualquer lugar, apesar da fábula de ter sido compagnon de cela de Soares, o velho, e de os boatos o terem declarado várias vezes "a morrer", para valorizar a obra, e o genro do Cavaco, Luís Montez, que dispensa apresentações, já que, para todos que pensam que o Cavaquismo se esgotará com a morte neurológica do cavaleiro da triste figura, se alerta deverem estar muito enganados, posto que o genro da triste figura já assegurou, em vida, o monopólio de todos os festivais do Norte, Este, Sul e Sudoeste, na forma de uma geração de "agarrados" aos ácidos, à "bolota" e à coca, tudo numa nice, que fatura para a Patrícia e para a Perpétua, ou, resumidamente, ter o apoio do genro do Cavaco é o mesmo que quando se descobriu que a eleição do Sarkozy tinha sido uma generosidade do defunto Kadafi.

Dizem as más línguas que o problema neurológico de sua excelência o "presidente" da República já lhe está a afetar a mobilidade do braço esquerdo, mas deixo-vos o trabalho de casa de o confirmarem, já que quando ele aparece, leva o mesmo trato do Futebol, do Eixo do Mal e dos Gatos Fedorentos: salto brusco de canal, e um alka-seltzer, para evitar paragens de digestão, portanto, não vi, mas asseguro que é mesmo verdade.

Como podem imaginar, é muito cansativo enumerar a tralha que se pendurou nas costas do Costa, pelo que suponho que devem ser largas, para suportar a avidez de tal maltosa. Pela minha parte, já perdi demasiado tempo a enumerá-los, mas certamente incluiriam o incontornável Figo, o Carlos Cruz, e até o cadáver do Taveira, para assegurar a solidez das retaguardas. Consta que agora já só lá vai com a língua, pelo que a candidatura do Costa não se pode dizer ser uma Guerra das Rosas, mas a  genuína candidatura do botão de rosa...

Quanto ao Seguro, aconteceu-lhe o mesmo fenómeno que ao Sócrates, quando surgiu o Relvas: passou a ser "sério", na Academia, mas não chegou a ter densidade suficiente para ter solidez, na licenciatura, o que deixa augurar, num momento em que a "Tecnoforma" finalmente vai fazer a coisa que Passos Coelho mais deseja, que é dar o fora antes de o país inteiro ser arrumado no "Bes Mau", e ir pau cabindar com a sua Lolita -- tratamento para os íntimos -- que trabalha que nem uma moura, enquanto o irmão pena na miséria, como muitos dos verdadeiros artistas deste país, que não beneficiaram, nem nunca beneficiarão, daquele truque de se pôr a jeito, no momento certo, daquele certo jeito, que só as costas do Costa ainda permitem.

Sinceramente, prefiro falar da Teresa Guilherme, que acho ser quem deveria estar à frente do Partido Socialista, neste momento antecipado de Eleições, porquanto nada nela é turvo, e, mesmo, do ponto de vista da Teoria do Caos, ela é uma genuína geradora de trajetórias estáveis: se é fácil cuidar do visual da Lolita, da Teresona ainda é mais fácil, já que, nesta "Casa dos Segredos" -- 100 000 candidatos, o mesmo que os Antónios" -- não há vencedores nem vencidos, posto que ela consegue ficar sempre... por debaixo. Curiosamente, e pensando em que, dos 100 000, metade são do sexo, e idade, de que ela gosta, pôs-se-me a questão de onde arranjaria a Teté tempo para aviar 50 000 gajos, mas a resposta também vem do lado da Mecânica Quântica: a gaja despacha-os no Tempo de Planck, ou seja, fá-los vir em 10 levantado a –43 segundos (0,00000000000000000000000000000000000000000001 segundos, se não me enganei num zero...), de onde sobre muuuuuuuuuito tempo para fazer o programa, e ainda para aviar o resto da população masculina do planeta, e até de Marte, para onde, consta, já os olhinhos brilhantes agora se lhe viram.

O Mundo, portanto, é muito mais interessante quando esquecidos os Antónios e visto na ótica da Teresa Guilherme, a única que andou à porrada com a Laura "Bouche", por causa do mesmo macho... e ganhou, coisa que o segundo nunca perdoou à primeira, sendo que a Teresa Guilherme, enquanto objeto do "Inteligent Design" é muito mais interessante do que os dois Antónios somados, e os responsáveis pelo guarda-roupa bem o sabem, conquanto, em vez de uma produção à Cleópatra, optaram, desta vez, por uma caracterização à Cleopatra Jones: umas cores de feira indiana, um colar de Amarna, das coisas maravilhosas que  Lord Carnarvon viu, ao descer as escadarias do King Tuth, e que, semioticamente, à luz da Bauhaus, e da Feira do Relógio, obrigava o olhar a desviar-se sempre na direção da rata, sendo que, no estado de descaimento (natural) das partes, se torna cada vez mais -- e excluída a hipótese de ela ser toda vulva -- por que as peças jogam cada vez pior, determinar onde se lhe situa a cona. Atrevo-me a dizer que a queda das mamas, do ponto de vista galilaico, brevemente levará a que as mesmas se tornem nos grandes lábios vaginais, o que será um tormento, para aqueles mancebos de 20 anos, de terem de se pôr na posição do hipopótamo, para a satisfazer -- como se algo a satisfizesse --. No entanto, isto são trocos, já que se torna visível que, por mais espartilhos, botox, molas, ganchos, pregas, suspensões que lhe ponham ela está como a Torre de Pisa, e há uma irreversível tendência para que tudo descaia na direção do solo. A preceito, um dia haverá -- desculpem, mas agora vem uma lição de Física... -- em que o centro de massa da Teresa Guilherme ultrapasse a sua projeção de base, e, então, hélas, toda aquela massa se espapaçará no chão. Esperemos que não durante nenhuma das galas, por que andamos, em demasia chocados com as decapitações do ISIS, e alegremo-nos, por que nesse dia em que aquele sistema dissipativo se converter num ectoplasma, também poderemos falar da "amiba Teresa Guilherme", que, como diria o outro, quando tudo se extinguir no Mundo, ainda a amiba sobreviverá.

Creio, portanto, que, independentemente da dissolução simultânea, em lama, do Governo e da Oposição, seja certo que a Teresa Guilherme ainda sobreviva ao Seguro, ao Costa, aos piolhos das costas do Costa e ao próprio Passos Coelho. Sobreviver ao Cavaco até nem é difícil, é só uma questão de semanas, pelo que o que aí vem, politicamente, pode ser muito divertido, em qualquer dos equiprováveis cenários: ou as pessoas acordam, e empurram o Costa para dentro do latão, como fizeram, na Ucrânia, e, antes do fim do ano, temos o Seguro a empatar com o Coelho, ou o Coelho, no estado em que os Antónios deixaram o PS, a ganhar o País, com terríveis consequências para a Teresa Guilherme, que já não sente nada, muito menos Eleições, ou ganhar o Costa, para perder as Legislativas para o Coelho, ou ganharem até os três, e fazerem um Bloco do Centrão, com todos os emplastros que o Seguro, o Costa e o Coelho conseguiram carregar às costas, o "Livre" incluído

Por mim, no domingo, voto inequivocamente nas expulsões da "Casa" da Guilherme, e, para os indecisos das Primárias, ainda tenho um pequeno brinde, daquelas coisas que se nos escapam, mas de que, felizmente, ainda nos lembramos no fim: creio, e não deve ter sido alucinação, ver em Gaia, uma espécie da balde de toda a merda deste país, imaginem quem... sim, imaginem.. não, acho que não chegam lá, mas eu ajudo: lembram-se da Lurdes, a Puta da Educação?... Dessa lembram, não lembram?... Não, não sei se apoia o Costa, mas, dada a densidade da trampa, até é provável que sim, embora agora esteja no defeso de ter sido enviada para a prisão..., mas quem vinha agarrado, muito agarradinho, ao Costa, ah, valente Costa, que tanto lixo conseguiste polarizar!..., pois, então, quem vinha ali, muito de palmadinhas nas costas, a apoiar também o Costa... pois era o... o... o... o Albino Almeida, o Albino, sim, lembram-se?... O Albino, o badochas, que era pago pela Lurdes cadastrada, para fazer o papel de "Pai". Pois vinham muito agarrados, o que suponho que seja mais um sólido apoio para domingo. Por mim, não quero melhor: falar do Albino Almeida é como falar daqueles 100 000 votos, que, numa inesquecível tarde -- remember -- saíram, em bloco, à rua, para dizer "NÃO!... NÃO!... NÃO!..."


Quarteto do pá, acordem, faz favor, e puxem o autoclismo, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers"

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Durão Barroso nega qualquer extensão do seu envolvimento no Caso dos Submarinos ao Caso "Tecnoforma", e alega que, se houvesse caso, ou casos, não tinham encerrado, à pressa, a Comissão Parlamentar de Investigação, e acha que é altura de os Portugueses perceberem que, para viver com dignidade, é necessário um patamar mínimo, decente, de rendimentos, apoiando nisso, totalmente, o eurodeputado Marinho Pinto

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Sim, Elizabeth, valeu a pena lançar os búzios: "The Business" aguentou-se bem, A Midletton já pode tirar a almofada da sua segunda "gravidez", o Harry pode passar da buceta escocesa para outra, e tu podes continuar a ir para Balmoral, para te entregares aos prazeres da carne e do espírito, e agora só tens é de tratar da TUA saúdinha, para durares mais uns seis anitos e impedires que a égua, Camila Parker-Bowles, alguma vez se aproxime do Trono Unido. E se ela se mexer muito, dás-lhe um tratamento à Lady Di, ó, pá, isso é tão fácil. hoje em dia :-)

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Lua cheia de setembro

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domingo, 7 de setembro de 2014

cristatus

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Num impulso, convidei-os a seguir-me. Assobiaram qualquer coisa e sentaram-se no banco traseiro. Pelo caminho fui parando em todos os lagos, lagoas e albufeiras e não fora a fome que nos deu, ainda hoje não teríamos chegado a casa.
Acordam cedo, piam, grasnam, ruidosos e exuberantes. Têm-lhes inveja as rolas adocicadas, os pombos-correio, os piscos e os tentilhões. Numa ladroagem ingénua mergulham nas banheiras e nos copos de água.
Ficam por aqui até à próxima lua cheia, depois levantarão voo, os dois, esguios e alongados, um batimento de asas rápido, ligeiramente trémulo, as patas projetadas para trás.
Estranho e abafado este fim de verão e as saudades dos caniçais.
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domingo, 31 de agosto de 2014

"The Braganza Mothers", na véspera de uma "silly rentrée" de uma "very bad season"


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Eduardo Freitas apoia Manuel António Correia à liderança do PPD/PSD-Madeira





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domingo, 20 de abril de 2014

domingo páscoa

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Almoçam tarde nesse dia. Dizem, lembras-te e riem. Brigam como sempre, não perdoam, gritam, discutem, pacificam-se. Não assam cordeiros, não atravessam mares. A mesa parece apenas um pouco mais pequena e as flores da laranjeira estonteiam o voo dos gaios, serão imensos este verão deu-lhes o sol e um golpe de vento. 
A memória é um lugar inexato. Um dia perde-se. Leve como uma pena, renasce na cabeça de um peixe estrela e ainda é páscoa neste dia.



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terça-feira, 15 de abril de 2014

Lua Cheia

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Eclipse lunar

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Atletas abandonam Jogos homófobos de Inverno de Sochi, contra putinização da Ucrânia, pela Mafia Russa

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Sucata Miró-BPN volta a leilão em junho, sempre centrada na meia dúzia de peças... possíveis e... suportáveis

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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Correio da Lola - "O meu marido foi para os Jogos de Sochi, e nunca mais voltou..."


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Querida Lola:

O meu marido foi assistir aos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, e nunca mais me disse nada. Tenho imenso medo de que a Mafia Russa o tenha apanhado. Se o vir, diga-lhe que a Ana, o Gonçalo e o Dinis estão muito preocupados com ele. Ai, eu nem dormir consigo...

Ana Galvão, Alpiarça

Querida Ana:

Percebo a preocupação com o seu marido, e não deve ser a única. Aquele lugar é único, subtropical, e deve estar cheio de putas, ávidas de receber turistas, para garantir o fluxo sexual da Rússia. Eu não queria entrar já a matar, mas falou-me na sua Ana, no seu Gonçalo e no seu Dinis... Ora, isso faz, 1, 2, e... e... e... 3... O que quer dizer que o seu marido é casado e pai de três filhos... Olhe, querida, deixe para lá, foi só um mau pensamento que me veio à cabeça... Sobre Sochi, acho que há enormes motivos de preocupação, porque aquilo é um buraco só comparável com a história dos estádios do Euro 2004, do BPN, e dos Olhó, Miró, enfim, todos, ou quase todos, os elefantes brancos do nosso quotidiano, passado, presente e futuro. Parece que investiram uma fortuna, para branquear capitais, dizendo que era para a segurança, ora, segurança para uma coisa vazia, benzó-deus... Aquilo é mas é um masturbatório putiniano, para as alegrias das ejaculações precoces. Agora, querida, o ISCTE, da "Dona Coisinha", vai ter de estudar bem o fenómeno sociológico que ali se deu, porque me constou que foi muito complicado: com aquela história da homofobia, toda a gente ficou a pensar que não entravam ali bichas. Resultado, foi um pouco como os derbies Porto-Benfica: as gulosas ficam todas cá fora, em matilha, à espera de eles virem doidos, cheios de cerveja e a transpirar, lá de dentro, para lhes vazarem os colhões nas bocas e cus da servidão, mas depois... depois... depois, é sempre maior a oferta do que a procura, e, como conta a Laura "Bouche", às vezes até acabam, bichas atrás de bichas, a fazer a dança do pássaro maravilha, às 3 da manhã, defronte do Lago do Campo Grande... Vidas. Parece que em Sochi aconteceu o mesmo: correu o boato de que não ia haver passivas, só homens, de maneira que as paneleiras compraram todas bilhetes e invadiram aquilo!...  Quer-se mijar, e há logo uma boca inglesa que se estende, pensando que é um russo, mas acaba a mamar um escocês!... Não há um só homem que se veja, é tipo aqueles cães que andam a tentar morder a própria cauda: parece o Chiado em dia de "Moda Lisboa", e as fufas, virje maria, ainda fizeram pior: nas camaratas é um abocanhar a noite toda, às vezes, é vê-las a lançar bolas de neve peso, quantas delas com a rata ainda a pingar sangue, de terem sido abocanhadas a noite toda pelas colegas... Um horror. Os homens, enfim, as bichas que lá estão a fazer-se umas às outras, vale tudo: cem homens bruços, gelados, enfiamento do dardo, e salto anal à vara. Tudo, menos Jogos Olímpicos. No fundo, eu acho que era isso mesmo que o Putin queria, um pretexto mundial para lavar branco de neve tudo o que era dinheiro sujo, e o resto... o resto?... não havia resto. Eu adoro Sochi. Tenho um general, que já foi do ex KGB, completamente passivo, que me convidou um fim de semana para lá, para ser humilhado, a olhar para o Mar Negro. Aquela zona tem tradição: é a Cólquida, e foi lá que Jasão foi com os Argonautas, enquanto se faziam uns aos outros na jangada, para roubar o Tosão de Ouro, com ele todo entalado. Desta vez, são os jogos do tesão de ouro. Há quem chame àquilo Solchi-ado, e quanto ao seu marido, enfim, para não ser muito repetitiva, conte bem o número dos seus filhos, e depois do que eu lhe disse, tente imaginar em que posição ele não estará a esta hora, fuso horário e gel incluído... Lamento, mas é a vida. Kisses, meu amor.
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