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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Portugal, 5 de outubro de 2016

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Agora já é certo: Cavaco Silva não vexará o último 5 de outubro do seu mandato

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sábado, 5 de outubro de 2013

5 de outubro de 2013: Portugal, a Nação, o País, a República, os Cidadãos, republicanos e não republicanos, são, mais uma vez vexados, humilhados e ofendidos, com a presença do Sr. Aníbal, de Boliqueime, Padrinho da Quadrilha do BPN, Mentor de décadas de desvio de dinheiros públicos de integração europeia, para bolsos privados de "amigos", Chefe do Condomínio de impunes da Quinta da Coelha, onde todos deveriam estar presos, por crimes de lesa-pátria. Hoje é dia 5 de outubro e você está aqui a mais, aliás, está aqui a mais há muitos anos: Shame on you, Cavaco Silva!...

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Comemorações da República continuam defronte da Assembleia "Nacional" :-)

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O último 5 de outubro da III República

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos


Francisco José Viegas passará para a História como o tutor do ultimo estado de degradação cultural da Lusitânia... sim... pronto..., eu sei que não estavam à espera de que eu começasse esta farpa desta forma, mas já vão perceber por quê.

O estado de aculturação português, é presentemente o mais baixo possível, embora não haja nenhuma agência internacional capaz de lhe cortar o "rating", porque ele é uma espécie de relva geneticamente modificada, que se autofagia, a si própria, e, portanto, dispensa cortes, por impossibilidade de vir mais abaixo.

para o viegas, a cultura é sempre mais uma lombada, de preferência vazia, e a adjetivação de vazio é essencial durante esta era cavacal.

somos um imensa casa dos degredos, onde cada anormal político, cada anomalia "cultural", cada desvario público tem um segredo, que é tão pouco secreto que basta deitar o nariz de fora da janela, para o descobrir.
o relvas, por exemplo, entrou para o retângulo lusitano, com a sua "valise de carto(o)n" com um segredo que toda a gente julga que sabe, mas não sabe: não é só um curso que ele não tem, é todo um analfabetismo, que o levou a não saber ler nem escrever, passe a redundância. como diria a minha empregada, porque está num nirvana cultural que só lhe permite "ver os bonecos", e, às vezes, nem isso.

borges está a morrer, de maneira que o seu segredo é acordar, de manhã, todos os dias, fazer um risco com a navalha, na mesa de cabeceira, e dizer para a boca da servidão dele, "este já cá canta, este já ninguém me o tira!...", esquecendo-se de que um conselho de ministros extraordinário até pode cortar nas horas do dia, e ele acabar por morrer a meio da tarde, embora não se deva desejar a morte a ninguém, sempre há uns que até sabe bem.

o segredo de vítor gaspar é o da empregabilidade: todas as suas teorias estão erradas, mas como crato, o cancro da educação -- agora, posto em causa, com o seu novo método do gera desemprego "ad libitum" pelo "tira e põe", com a centenária marquês de pombal, obra gloriosa da "grande loja da razão triunfante", "et pour cause", como exemplo, porque, cala-te boca, para cabrão, cabrão e meio... -- lá deverá haver uns daqueles que encornam não importa o quê, para os exames, que haverão de ter saído com brutas notas das asneiradas do gaspar. Numa grelha sociológica de análise de inserção social, devia-se fazer uma correlação entre aqueles que saíram com brutas notas da cátedra do pantomineiro das finanças e o seu sucesso no mercado de trabalho, seguido de uma correlação, em forma de corolário, de como a sua inserção no mercado de trabalho levou ao rápido colapso da entidade empregadora.

o segredo de paulo portas é aquela célebre tarde em que foi apanhado pelos seguranças do fórum picoas, depois de ter "aviado" nos sanitários do segundo piso, e é um segredo que está a render, tanto que miguel relvas já lhe sussurrou que, se isso não servir, tem os testemunhos todos dos arrumadores do "cinebolso", versão 1.0, com reformas miseráveis, mas excelente memória dos factos à meia-luz.

álvaro santos pereira tem um segredo muito mais evidente: é a cristas canadiana, com toda a sua capacidade de se manter num cargo e área de intervenção inexistentes, o que faz lembrar certos institutos, ou, mesmo, o dogma da virgindade da senhora de fátima.

poderíamos ir por aí adiante, mas vamos diretos ao cerne da questão, passos coelho, que pensa que a república é uma coisa onde se empilham os estudantes vindos de fora, para alta pielas e cenas de droga, de preferência, com o canudo garantido no fim, por meios equivalentes, sendo que a referida "república" só se considera completa com a associação de um número relevante de conas de pretas.  

(aproveito para fazer uma pequena consideração, porque, por espaços que estão completamente a leste do que é a utilização da linguagem literária, e a milhões de quilómetros da sátira dos espaços com tradição de verbalização da opinião pública, pensam que estão a ler uma croniqueta do ricardo araújo não sei das quantas, na "visão", e, então "cona de preta" é uma expressão racista. à laia de palinódia, reconheço que têm toda a razão, porque a expressão correta é "vaginas africanas", ou "vaginas afrolusitanas", ou "vaginas-palops", mas, sendo estas breves tirado polo natural, resolvi citar o vernáculo do futuro primeiro-ministro, que era menos contido, e já então dizia, nas célebres noites em que era arrastado dos bares das "docas" , pelo pessoal das, hoje, "produções fictícias", em estado de pré coma alcoólico, sempre com as mesmas palavras na boca, "que gaja tão boa, comia-lhe aquela cona toda, preta do caralho, que deus te fez tão boa, queria-te toda para mim...", e a função de cronista, do escritor, é, portanto, tentar envolver, no manto diáfano da fantasia, este reles decorrer da realidade, e assim se fez, e assim semore será).

sendo então uma "república" um antro de "estudantes", fedorentos de álcool e charros, rodeados de conas de preta por todos os lados, é natural que o aprendiz de feiticeiro, elevado à categoria de algoz da nação, se achasse com poderes plenipotenciários par extinguir um feriado, no qual nem o maior português de sempre se atreveu a tocar.

a resposta do feriado, obviamente, é extingui-lo a ele,

o que já o pôs, em 5 de outubro, a anos luz de lisboa, capital para ir chafurdar em bratislava, onde o tarentino rodou os "hostel", deixando o petisco para um tal de senhor aníbal, de boliqueime, que é o padrinho, no sentido parental e espiritual, de toda a camorra que conduziu o país para o estado em que está.

para o ano, já não estará cá.

nos últimos textos, tenho arrasado, e arrastado, pelas ruas da amargura, os muitos protagonistas desse sinistro período, que foi o primeiro cavaquismo, mas estava a esquecer-me de um, um tal de silva peneda, ministro do "trabalho", que também tinha o seu segredo, o de ter sido apanhado, no gabinete, da praça de londres, a ser cavalgado pelo chefe de gabinete.
outras eras: hoje é um distinto "conselheiro" da demência presidencial, a"loucura do rei george", versão cobertores de boliqueime.

aparentemente, e dados os altos riscos que hoje comporta qualquer saída presidencial, o aleijão de poço de boliqueime foi arrastado da praça do município para o "pátio da galé", que não sei o que seja, e também não saberei amanhã o que é, porque adoro as vaias televisonadas, já que os jornalistas conseguem transformar em espetáculo fino a elementar decadência de um pobre desgraçado, cujo único sonho era ter enterrado Portugal, sem que se desse conta disso, ao longo de quatro infindáveis mandatos.
acontece que o Povo acordou, e pede-lhe a cabeça com urgência.
brevemente, não será tão só o Povo, mas também a célebre troika, que, de cada vez que cá vem, vê que os quistos estão na mesma, e o país progressivamente mais arruinado.
"então, já dissolveram as parccerias publico-privadas, com invocação do dever de salvação nacional?..."
pois,
claro que não.

evidentemente que para os tarados que nos governam, essa realidade é inexistente, mais cona, menos cona, de preta, tanto faz. corre, mesmo, uma teoria que diz que, já que ninguém os demite, por inexistência de presidente da república, eles estão a arranjar maneira de se autoporem na rua, o que seria um exercício político com alguma graça, não estivesse ávido de protagonismo um tal de seguro, que tem cara de quem nem uma mercearia seja capaz de segurar.

tudo isto parecem trocos, mas, para a História, esta factualidade, cega e negligente, não é irrelevante: está a escrever-se, com indelével areia, na forma de manchas monumentais, umas vezes, manchas de tinta, outras, de sangue, como em muitos momentos da nossa epopeia coletiva, embora, com certos animais, e que, para bom entendedor esta meia palavra baste, até o tiro de misericórdia seja, por vezes, um... desperdício.

(quarteto do vão-se embora, ou têm de ser corridos à pedrada, seus gatunos?..., no "arrebenta-sol", no "democracia em portugal", no "klandestino" e em "the braganza mothers")
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