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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - "Gisele" Duarte Lima será julgada em março

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Diário da Guerra - "Ele está bem... sim, está.... acreditem que está, e por hoje é tudo, tá?... Vão dormir, que nós também vamos, tá?..."

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

"Já dorme, sim... está mais calmo, e já está a dormir, sim, obrigado... não se preocupem, ele está muito mais calmo... Obrigado..., nós amanhã falamos, tá... Pode ser?..."

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Aníbal de Boliqueime prepara minuciosamente a sua deslocação à Madeira (a última, antes da sua demissão), e emociona-se, ao rever filmes da passagem por lá de Américo de Deus Thomaz e Marcello Caetano. Malhas que o império tece...

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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Agência Bloomberg considera que, esta semana, risco de demissão de Cavaco Silva passará para o dobro

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Fujam, vem aí o primeiro "romance" da Clara Ferreira Alves!... (o gajo lá atrás, na foto, parece o Jorge Jesus, e até podia ser, mas, por acaso, não é...):-)

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Diário da Guerra - Fujam, vem aí um ciclo do Manoel de Oliveira!...

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terça-feira, 20 de outubro de 2015

É o "Pügrèsso": metade das escolas fecharam em Portugal, e os professores partiram. Mas quem precisa de escolas, com os concursos da Teresa Guilherme?...

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Maria de Boliqueime lança um derradeiro apelo às forças políticas: "lembrem-de de que a politiquice é vossa, mas a saúde do meu Aníbal é minha, e de aqui a seis meses são as nossas reformas, e já não o Orçamento de Estado, que vão ter de pagar os comprimidos do professor Lobo Antunes, e que eu sou uma mulher que sofre, sempre de mão dada, e transpirada, com o meu esposo em cristo, não vá dar-lhe outra vez o ataque da Senhora do Ó e não queria, de tanto ter de andar de mão dada, de também ter uma solipanta e cair para o lado, morta e siamezada de mãos com o homem da minha vida, senhores, tende piedade da ceguinha, e deixai aqui uma moedinha..."

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sábado, 3 de outubro de 2015

A Cavacona de Boliqueime

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Apesar da doença, Aníbal de Boliqueime prefere as eleições em 4 de outubro, para serem ainda no verão (!)

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Correio da Lola - "Adorei ver a trasladação do Eusébio para o Panteão, e espero que brevemente haja mais. Vai haver, não vai?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Querida Lola:

Estava a escrever um conto com o mar ao fundo, quando, de repente, liguei a SIC-Notícias e fiquei pregada ao sofá... Coisa mais linda, o nosso Eusébio, de charrete, a caminho do Panteão. Acha que para a semana vai haver mais?

Manuela BaPtista, Estoril, "Histórias com Mar ao Fundo"


Querida Manela:

Passa a vida nessa coisa das histórias com mar ao fundo, devia dedicar-se mas era a coisas verdadeiramente criativas, e mais rentáveis, como comentar futebol no "Prolongamento", ou no "Dia seguinte": acredite que, em dez minutos, aquelas bacoradas são pagas a preço de ouro, ao contrário dos seus contos de ouro que são pagos ao preço das coisas do nada. Devia estar a olhar para o espelho e a comer um "Bloody Mary", que quem a conhece emagrece. Claro que a compreendo, e deve ter sido linda, a trasladação do Eusébio, mas, como sabe, eu durmo de dia, para poder assegurar o trabalho da noite. Só deus sabe se aquela esquina gasta pelas minhas costas não acaba um dia também no Panteão; eu, por mim, vou deixar em testamento vital que quero ser toda enterrada, em campa rasa, no meio de soldados rasos, que me deem, depois de morta, tudo aquilo para que quis viver em vida. Ou ser enterrada viva, com os GNRs que andaram com o preto às costas, a gente a pagar, mas parece que foram todos escolhidos a dedo, como no tempo em que a Zsa Zsa Gabor Portas, "Missa Fardas", era Ministra da Defesa. A Europa a desfazer-se e nós com os cornos enterrados naquele espetáculo decadente. Sabe, há paúis de roçarem ânsias pela minha alma em flor, e muitas noites perdidas, a aviar árbitros passivos, que já nem a FIFA consegue comprar, mas vamos já responder à sua carta, que sei que é sincera, cheia de mágoas de coração e de olhar puro de menina que a menina é, e ainda acredita nos pais natais, das manhãs do Goucha. Pois é, filha, com os cortes orçamentais, houve uma fase em que deixaram de fazer aterros no Panteão, mas, com a retoma, lá arranjaram uma folga, para enfiar lá um dos três éfes. Feitas as contas, a Amália já lá estava, entrou o Eusébio, o segundo éfe, embora ainda lá falta o terceiro, mas já lá iremos, quando acabar a minha resposta. Como sei que a minha querida adora contos de orientalidades voláteis, uma espécie de permanente canto do rouxinol stravinskiano, eu também lhe vou contar uma fábula. A menina já pensou que, quando se der o Juízo Final, nessa altura, vai haver uma "rèssurreição" geral, e todos os mortos se vão levantar e voltar a ocupar o seu espaço vital terrestre, um Califado do ISIS e do levanta-te?... Já imaginou que, como os mais importantes estão todos no Panteão, vão ser eles os primeiros a acordar?... O Pantera Negra vai-se pôr de pé e vai... -- meu deus, quanto tempo faltará para esse Juízo Final?... -- vai-se levantar e já há de estar esfomeado, com aquele corpanzil todo e aquele cérebro minúsculo, a "rèssureirar-se", cheio de vontade de apanhar uma gaja pela frente, para lhe dar um enxerto de porrada, como dava na mulher e na filha, e nas meninas do apartotel da José Malhoa. Com certeza que também vai acordar com o cio, que o moçambicano é mesmo assim, não pode estar muito tempo sem andar a rebentar balizas de meninas púberes, e há de começar aos gritos de "cadê as pitas?"... Mas não vai haver pitas, só carcaças com milhares de anos, a darem à anca, como o solzinho fez, em 1917. Até aqui é tudo lindo, minha querida, parece uma fábula de La Fontaine, mas o pior vai ser a seguir, por que não é só ele que vai "rèssureirar" naquele Panteão: também vão "rèssureirar" vários ao mesmo tempo, e muito poucas fêmeas, para tanto macho. Já viu o que é o zombie, a pôr-se de pé, nas suas perninhas arqueadas, e aparecer-lhe imediatamente à frente a Sophia de Mello Breyner, a mãe da Solha da Coca, e ele a querer pregar-lhe logo um enxerto de porrada?... Vai ser horrível, imagine uma pessoa que acabou de despertar do longo sono da morte, e aparecer-lhe aos olhos o Eusébio da Silva Ferreira, a virar-se a ela e a dizer, "anda cá, para eu te pregar um chapadão na tromba, minha mula!..." Coitada da Sophia, que tanto odiava pretos quanto adorava efebos, vai ser muito mau, já a vejo a afastar-se imediatamente para o lado, embora ela a afastar-se para o lado ainda possa ser pior, por que, com a Amália, que nasceu no tempo em que se vendia a ginja... enfim, se bem está lembrada, a Amália também vai acordar esfomeada, cheia de vontade de garrafão, e de ser lambida, ou pela mãe da Lili das Orquídeas, ou pela sua querida Maluda, o seu último amor do tempo abafado do canto do sufoco. Não estou a ver uma Amália, com o seu cio específico, do "lá lá lá lá lá", a pôr-se a jeito, para levar nas fuças, do Pantera Negra, não acha?... Creio que vai haver resistência, e, mesmo, briga feia, por que a Amália tinha pelo na venta, e isto pode acabar com intervenção da GNR, que esperemos que nessa altura ainda continue a haver dos bons... E, pensando bem, a coisa ainda se pode agravar, não vá o Fernando Pessoa vir dos Jerónimos, na forma de algum heterónimo fêmea, como a "Maria José", e entrar no Panteão, para apanhar logo uma lambada negra nas fuças. Isto pode ser muito, muito, grave, e, como sabe, como a Eternidade é tão longa como o tempo que Portugal e a Grécia vão levar para pagar a dívida contraída pelos seus BPNs, BES e BPPs, isto pode querer dizer que, probabilisticamente, já é possível que, nessa altura, também já estejam no Panteão a Clara Ferreira Alves, a Clara Pinto Correia, a Maria Cavaca e a Margarida Rebelo Pinto. A Maria Barroso espero que não, por que é uma senhora. E o Galamba também pode aparecer, mas não conta, por que não tem rata, acho.... E, mais fundo do que esses todos, já no Panteão vai finalmente estar o terceiro éfe, nas pessoas da Irmã Lúcia, da Jacintinha e do Francisco. O Francisco, coitado, não conta, por que nem vai perceber que "rèssureirou". A Jacinta é de fracos horizontes, e arrisca-se a ficar cheia de nódoas negras do Pantera, e voltar a morrer, de maus tratos. Já a Lúcia, coitada, é uma crueldade bater numa invisual, que só num país destes se pode acreditar em que uma cega e amblíope tenha visto o solzinho a dançar... Quando muito, sopraram-lhe ao ouvido que estava qualquer coisa a acontecer, e ela também não desmentiu, para não ser mal educada. Posso ser sincera?... Destas cenas de violência doméstica, a que mais me dói, ou vai doer, se ainda estiver neste Mundo, ou, quem sabe, também metida no Panteão, para acabar por levar no focinho também, mas o que mais me vai doer é mesmo a Lúcia a ser espancada pelo Eusébio, já que a mulherzinha, coitada, com o voto de silêncio que fez, nem guinchar vai poder, e isso acho mau, muito mau, por que é o silêncio da voz silenciosa que nem a dor do seu tormento pode exprimir. E assim ficamos. Não sei se respondi à sua carta, mas olhe, querida, eu bem tentei. Kisses.
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quinta-feira, 7 de maio de 2015

"The Braganza Mothers", no dia em que Portugal descobriu que a sua contribuição para a Cinematografia Mundial continuava a ser desastrosa: depois do Manoel de Oliveira, vem agora o Fábio Poças, ó, pá, por amor da santa, não!... :-\

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Fábula do Boi de Boliqueime e da sua triste rã generalizada


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem devastadoramente atual de Rafael Bordalo Pinheiro



Os fins de época são como as mortes súbitas: quando dão, já é demasiado tarde para se fazerem anunciar. A diferença é que, no caso português, a infiltração foi tão prolongada e a umidade tão extensiva que se torna hoje quase impossível distinguir parede e dano. Portugal é hoje um enorme dano, com algumas pausas para se tentar convencer de que qualquer normalidade porventura ainda fosse possível.

Começaram por ser algumas, mas, finalmente se começaram a acumular, as vozes que associam a doença nacional ao nome de Aníbal Cavaco Silva. Tenho nisso a honra de já ter passado para a História como quem, há dez anos atrás, resumiu, numa  simples sucessão de imagens, a imagem que Cavaco deixará para a História. Bem se poderão esforçar aqueles que o quiserem enfileirar ao lado dos retratos da República, que o único, o melhor, o retrato absoluto de si mesmo já foi grafado pelo próprio para a prateleira dos Anais. Não foi com  óleo, foi com fotografia, e saiu-se demasiado bem. Às vezes a História é irónica, mas, como todos sabemos, sempre triunfa aquele instante em que se descobre que o rei realmente ia nu.

Neste pântano político, Cavaco conseguiu ir nu durante 10 anos de maiorias absolutas, e mais uns 10 outros, de agonia neurológica. Se me não falham as aritméticas, 10 mais 10 faz 20, e vinte é, mais coisa menos coisa, metade do tempo em que Salazar manteve Portugal como uma coisa estagnada da Meseta Ibérica. Se somarmos a metade de Cavaco com o dobro de Salazar, ficamos, mais a soluçar uns quantos Caetanos e Eanes, com quase 80 anos de paralisia política. Ora, 80 anos em 100 é muito ano, ou muita paralisia, ou muita estupidez inveterada, o que se torna idiossincrático e incontornável.

Para algumas correntes, nas quais me incluo, Cavaco Silva constituiu a quinta essência da gangrena do Regime Português. Cavaco está para a Democracia como Manoel de Oliveira esteve para o Cinema, ou, aristotelicamente, sendo que duas coisas não podem simultaneamente ocupar o mesmo lugar, na verdade, não pudemos ter nem Democracia e muito menos Cinema: antes nos contentamos com ficar a vomitar cavacos e oliveiras, enquanto o Mundo, estarrecido, não deixava de rodar.

A situação poderia não ser grave, e estava agora mesmo a olhar para um fragmento de mastaba de Neferikaré Pepi II, que está exatamente atrás de mim, e a pensar em como o mais longo reinado da História involuntariamente conseguiu que o Império Antigo depois caísse numa confusão política, que levou os longos anos que sabemos para se restaurar numa nova ordem reconhecível. As longevidades, exceto na genialidade, são geralmente nocivas para a essência das sociedades, mas, para além da crise local, nós estamos igualmente a atravessar uma gravíssima crise cultural em que a palavra regeneração parece ter-se tornado obsoleta. A verdade é que como morreu Oliveira, Cavaco também está prestes para sair, e a doença de Balsemão, como a de Borges, é uma das nossas mais profundas esperanças, sendo que o étimo da palavra "esperança" é, realmente, o de... "esperar".

No nosso grave, e pantanoso, bellum sine bello, pensamos que, como num sonho de bela adormecida, o Tempo passaria incólume sobre este período, e voltaríamos, como passados por entre os pingos de chuva, a emergir, incólumes e intactos, para prosseguir na nossa fábula. A verdade não se quis assim, e, como após um longo período de acamamento, estamos agora, incrédulos, a descobrir que perdemos completamente a tonicidade dos músculos e a própria capacidade de andar.

Os sintomas estão aí, e confundem-se com a típica Síndrome do Fim da História: Maria Luís Albuquerque, a atual loura sebosa das Finanças, a traçar planos de previsão para um futuro governo, e quem sabe se não o está mesmo a fazer com alguma sabedoria, dado o estado de degradação da matilha que enturmou com António Costa. No final deste período decadente, até seria possível que Albuquerque sucedesse a Albuquerque, entre os rangeres de dentes e espumejares da raiva galambiana. Talvez gostassem de saber a minha opinião, e eu ponho-a já aqui: adoraria que, simultaneamente, toda esta gente perdesse as Eleições e adoraria que António Costa nunca as ganhasse, pelo que, pela sua própria natureza quântica, me é totalmente indiferente o que venha a suceder: um povo que, após Salazar, apadrinha Cavaco tem exatamente tudo aquilo que merece, e eu remeto-me ao meu papel nefelibata, e vou muito acima das nuvens, completamente embrenhado nas minhas coisas, entre as quais o maravilhoso calcáreo da gazela de Neferikaré Pepi II, e, progressivamente, insensível aos epifenómenos rançosos da nossa contemporaneidade. Lamento imenso, mas em tempo de crise, reservo-me o direito de invocar a minha condição de intelectual, e de rumar diretamente para a História. Os culpados do resto que se amanhem, e se comam uns aos outros.

De algum modo, todo o anterior é apenas introdutório para o que tenho para vos dizer e que é breve. Com o país no impossível estado de faz-de-conta em que se encontra, subitamente, as televisões e os jornais, que os balsemões deste mundo conseguiram que deixassem de ser fábricas de sonhos para se tornarem em permanentes fábricas de pesadelos, despejaram-nos em cima uma multidão de fantoches inacreditáveis, todos eles com o carimbo de "candidato a", e completa-se a frase... "candidato a Presidente da República". Sei que o raciocínio é platónico, e talvez esteja ferido de ingenuidade, nesta idade de generalizado teresaguilhermismo em que mergulhamos, mas continuo a acreditar que Presidente da República é um cargo com matizes e qualidades às quais, mas isto sou eu, que tenho uma matriz consular e romana, só se poderia aspirar em condições muito específicas e refinadas. No raciocínio patrício, o Presidente deveria incarnar um senador dos senadores, mas o problema, a doença portuguesa, é que Cavaco Silva, para além de ter degradado a Democracia, igualmente degradou o cargo presidencial. Ao fazê-lo subrepticiamente descer de nível tornou-o acessível a outros tantos iguais ou piores do que ele mesmo.

A Comunicação Social se encarregará de fazer o resto, numa espécie de chamadas de valor acrescentado que veio substituir a anterior validação dos sufrágios nacionais.

Os nomes já vocês os conhecem de sobra, e não vou repeti-los aqui, por que um nome muitas vezes repetido é uma forma de propaganda, nesta época de opacidade e cegueira crítica. Antes digamos que a qualidade da Democracia, mais uma vez, se encontra irremediavelmente afetada por fenómenos locais de vazio e vaidade, oscilando entre o patético, o piedoso e o auto complacente, os chamados manueis-alegrismos, ou, na senda continuada dos atentados à sua transparência, as sociedades secretas se engalfinham, para tentar alçar ao poleiro decaído os fracos nomes dos seus aspirantes. Na verdade, bem podem engalfinhar-se, por que o efeito se tornou verdadeiramente perverso, e, talvez numa estreia da nossa história recente, todos os candidatos são apenas candidatos aos últimos lugares, deixando a estupefação de não existir um único que tivesse pretensões a ganhar. Isto, creio, é inovador, e é uma dramática sequela do Cavaquismo, já que a Presidência da República deixou de ser um lugar cimeiro para se ter transformado num recanto de arrecadação, onde qualquer um pode sonhar arrumar o que bem entender.

Como poderão acenar-me, este discurso é precoce, e há sempre aquele concomitante sebastianismo de que, na hora verídica, alguma coisa se levantará. Quem sabe se não virá uma figura impoluta e de Estado, como o Carrilho, encarrilhar a situação?... Pela minha parte, volto a reiterá-lo, o tema tornou-se, tal como o das Legislativas, totalmente irrelevante. A minha questão é apenas a de, uma vez afundado, pelo seu coveiro, um Regime, que lugar terá a Imaginação para encontrar o que o possa vir a substituir?...



(Quarteto da linda, linda, Nódoa, que grande que é esta nódoa, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

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