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terça-feira, 22 de março de 2016

O ditador Raul Castro faz "mãozinha de vaca" com Obama, o idiota

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sábado, 10 de outubro de 2015

Diário da Guerra - Spencer Stone vítima de esfaqueamento no Texas

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sexta-feira, 29 de maio de 2015
terça-feira, 9 de dezembro de 2014

ISIS, o "Estado Islâmico", como forma acabada do Cavaquismo e ante estreia dos quintais aventalados do Napoleão de Goa


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Já enjoa começar um texto com um chegámos a um estado nunca visto, por que, logo a seguir, nós ainda conseguimos chegar sempre a um estado ainda pior, pelo que hoje vou variar, e dizer que chegámos a um estado "islâmico" nunca visto, o que creio ser uma sinistra realidade.

Para os apreciadores de História Contemporânea, nos quais me não incluo, mas sou forçado a papar, na quotidianeidade, houve um pico de Fim do Mundo, lá para os idos de 75 do século passado, em que a velha ordem ocidental se pareceu afundar: é um longo ano de seis anos de partida das ditaduras peninsulares, da saída do Negus da Abissínia, da extensão da garra soviética a todos os recantos do Império Português, entregues por Mário Soares ao deus dará de Álvaro Cunhal, a derrocada americana em todas as frentes do sudeste asiático, a bancarrota e o grande apagão de Nova Iorque, e esse ano é tão longo que se estende até à invasão da Polónia, da queda da Dinastia Pahlavi e da intromissão russa no Afeganistão. Creio que pior do que isto só ter outra vez as botas nazis a pisar Paris, mas já vinha por aí um destino ligeiramente semelhante, posto que esse extenso Zodíaco lançou a sombra dos Anos 80, marcados pela criminosa tríade Reagan, Tatcher, Woytila, marinados ao molho de AIDS.

Tudo isto seria desinteressante, se não se assemelhasse muitíssimo ao fabuloso panorama em que estamos imersos, mas, desta vez, já em regime de segundas séries, pelo que, quando se pensava que o Obamismo seria o fundo do fim, já se sabe agora ser certo vir um qualquer falcão americano reinstaurar um braço férreo na desordem do Mundo. Aliás, crê-se que os muitos obamas da estupidez humana apenas servem sempre para pôr o senso comum a rezar por um qualquer novo autoritarismo, e ele está apenas à espera de que o calendário esgote as folhas, ou talvez venha mesmo antes disso. Do meu ponto de vista, já aí está, e em muitas frentes, e com muitos rostos e sem disfarces.

Para quem gosta de ir para dentro lá fora, assistimos impavidamente a uma Europa governada por um primeiro ministro, como agora se gosta, a encaixar no formato "o mais jovem primeiro ministro", etc. e tal, Matteo Renzi, que, excetuada uma passeata à palhaçada europeísta, nunca se submeteu às urnas, mas isso faz parte do sonho norte coreano: submetem-se por cooptação, já não se estranham, e entranham-se, na boa, nem que seja para dirigir seis meses a Europa. A única coisa certa é a de que o seguinte será pior. Na Alemanha, a porteira de Leste, Merkel, inconsolável com a queda do Muro de Berlim, sem a qual poderia chegar a Dona do Prédio, contenta-se com desmantelar a Europa e dizer que o continente não é uma terra de futuro para os jovens, coisa que já sabíamos, e até poderíamos acrescentar ser um excelente lugar para o passado dos velhos, não fosse ser isso uma dolorosa falácia de outra derrocada. Por fim, e tudo isto assim um pouco a modos que à vol d'oiseau, a França, do Liberdade, Igualdade, Fraternidade, acaba a recuperar a sineta medieval dos leprosos, com que hoje põe os pobres de Marselha a sinalar pelas ruas a falta de domicílio e a lista completa das doenças. No meio das permanentes árvores de Natal de Obama, apenas comensuráveis com os miseráveis presépios de Maria de Boliqueime, só o senador McCain ousa chamar a Victor Orbán qualquer coisa como "porco fascista", mas Victor Orbán não é o único porco fascista da atualidade.

Para os que preferem ir para fora cá dentro, o cenário não é melhor. Pela primeira vez, aliás, pela segunda, se incluirmos o Procurador João Guerra e a sua impotência na caça aos pedófilos, por prescrita à partida, a Democracia parece querer exercer, pelas mãos de Carlos Alexandre, o primado da Lei sobre a impunidade. A coisa imediatamente revoltou os estômagos, mas toda a gente pressente que isto não é senão a ponta do icebergue, tal como o "Casa Pia" o foi,  não tivesse sido rapidamente estrangulado, e a prova disso é a ira de caneta vermelha com que Sócrates, um "borderline", se endereçou aos Portugueses. Melhor é tê-lo lá dentro, por que não gostamos de lutas de cães de raças perigosas.

A verdade é que este pântano em fase de transbordo não é senão a fase final do anterior, quer exterior, quer interior: na verdade, o ovo da serpente são os anos sem ideologia e infinito oportunismo protagonizados por criminosos tipificados, como Cavaco Silva, cuja ação se resumiu ao desmantelamento dos esteios económicos do Estado e a consequente desintegração urbana.

Ao invés de produzir tecido urbano, o neoliberalismo apenas multiplicou tecido suburbano, enquanto padrão, subcultura e marginalidade: de aí, aos campos de treino do ISIS, foi apenas a ocasião do convite dos mais novos a emigrarem: à beira de um continente que já não estava feito para jovens, havia imensos campos de treino para as adrenalinas da frustração. Creio, pois, que quando nos perguntam por que não se bombardeiam, preventivamente, os fulcros dos fundamentalistas a resposta tenha de ser que nós não queremos ver as nossas cidades todas incendiadas.

O castigo para uma corja destas não está inscrito em nenhuma lei, e apenas uma punição exemplar de décadas de desestruturação do Ocidente, com prisão imediata para todos os seus protagonistas -- dos quais Sócrates é apenas um palhaço menor -- poderiam ser uma intervenção possível, num prazo que já transbordou para o impossível, ou, por palavras outras, de um certo ponto de vista, já se tornou demasiado tarde.

De entre os que partiram já se disse tudo: foi-se a geração mais qualificada e mais os frustrados que virão agora destruir-nos pelas suas próprias mãos. Todavia, os que ficaram dentro não são sequer melhores: tal os bernardos eremitas, enfiam-se nas conchas das organizações que estiverem mais à mão, para servirem os seus próprios desígnios. Não precisam do protagonismo dos vídeos de decapitação, mas contentam-se com se infiltrarem nos congressos dos partidos tradicionais. O cheiro é o mesmo, com pequenas variações de palato, entre galambismos, "livrismos", ruiriosmos e outros totalitarismos, que, nem cães, nos ameaçam os amanhãs que rangem.

O que aí vem é muito mau, por que, numa sociedade de recursos cada vez mais estreitos, o canibalismo passou de marginal a estrutural, e generalizou-se, numa variante da lei do mais forte, agora vertida na forma da lei forte do mais perverso. À sombra disso, qualquer debate ou defesa se tornam impossíveis, por que assentam na impossibilidade de, num cenário superpovoado, dois objetos poderem, simultaneamente, ocupar o mesmo lugar, e não podem.

Com a força toda, vendem o território, ainda antes de conquistado. Certos baluartes, como a excêntrica Madeira, demasiado tarde perceberão o que aí vem: mais do que o Napoleão de Goa, os "aventalados" querem espaço vital, e instaurar o seu império territorial. Miguel Albuquerque, um desses bernardos eremitas, tal como Sócrates, um oportunista sem ideologia, vem para rebentar o PSD por dentro, e rebentará. Na verdade, a questão assentaria em como nos defendermos de uma maré sem igual, mas não há qualquer defesa, já que tudo assenta na distinção entre saúde e maleita: uma vez todos doentes, como agora estamos, a doença imediatamente deixou de ser doença, e tornou-se num estado (anti) natural das coisas, ou, para acabar como comecei, num estado "islâmico" generalizado, de coisas nunca d'antes vistas.


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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Obama pede aos Americanos para não entrarem em "histeria" por causa do Ébola, e tem toda a razão: o termo "Histeria" já não se usa em Psicopatologia há bués...

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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Camelo Shaheen prevê que os Narcisos das Barracas sejam derrotados pelos Americanos, ou, quando muito, se o jogo for comprado, empatem

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quinta-feira, 12 de junho de 2014

O "Califado Negro" estende-se por todo o Oriente e ameaça fazer colapsar o Ocidente. Obama acha que está "zangado"

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Geert Wilders propõe reunião estratégica, à margem do Parlamento Europeu, com João Galamba e Ricardo Araújo Pereira, para encontrarem um oportunista comum, que possa ser candidato à Presidência do Conselho Europeu

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O que pode levar um caneco de merda a profanar a memória de um grande morto?... O vazio, a vaidade, e o fascínio da loura estúpida. O sinal dos nossos tempos, obviamente

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Obama consegue acordo histórico com o Irão: eles continuam a preparar ogivas nucleares e a gente finge que não sabe. Dois em um: assim, quando houver a guerra, vai haver menos gente a precisar do "Obamacare". Lindo... :-\

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Obamacare: falta de produtos letais leva a que se injete qualquer coisinha para matar, nas prisões do Quartel do Obama Tea Party

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Angela Merkel telefonou a Obama, para saber se estava a ser escutada, mas recebeu um redondo "Não. Achas que sim?... Ainda se fosses uma gaja boa, filha..."

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O outro homem da CIA, também ex Ministro dos Interesses Estrangeiros, em Portugal, vem desvalorizar as críticas ao seu atual Ministro dos Interesses Estrangeiros, e colega da CIA, Rui Machete. Filho, a única autoridade, na Europa, para desvalorizar seja o que seja, é o Banco Central Europeu, por muito que o teu escarumba da América, e a Reserva Federal tivessem tentado destruir o Euro. Se não te sentes bem, vai para lá, embora percas o subsídio de agente deslocado no estrangeiro, meu cabrão de merda


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Um dia chegará em que Portugal será governado por tudo menos por Portugueses, aliás, achamos que esse dia já chegou...
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Pronto, ainda não é o tal atentado de que a Opinião Pública precisa, para a Guerra do Sirão, mas está quase, se deus quiser :-)

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terça-feira, 10 de setembro de 2013

SIRÃO: o retrato preto de obama ao negro


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Acho que devo ser dos poucos vegetais europeus que, ainda a criatura não tinha sido eleita, e já eu lhe tinha feito o retrato futuro. Como sou generoso, em vez de Obama, sempre fui um acérrimo defensor de Sarah Palin, já que acho que não devemos guardar o bom só para nós, e era a altura certa de a América poder usufruir de uma Clara Pinto Correia, ou de uma Clara Ferreira Alves, em vez de sermos egoístas, e querermos continuar a gozar, solitariamente, de tais tesouros. A América não entendeu assim, não percebeu que Sarah Palin era a sua quinta essência, tal como Salazar foi a nossa, durante quarenta anos, e o Saloio do Aníbal cumpriu mais vinte. Cada povo tem o que merece, e a América ficou em situação de carência, no dia em que cometeu o ato mais racista de que há memória na sua história: eleger um presidente por causa de uma cor de pele.

Se isto não é o racismo, então, onde é que está o racismo?...

Sociologicamente, a coisa ainda foi pior, porque, num país cheia de raças e etnias, resolveram dar a sala oval a um tipo que pretendia ser porta voz, se não me falha o número, de 15% da população, mais ou menos, aquilo que Cavaco representa, entre nós, sinal de que até estamos avançados, vanguardistas e superpotentes. Teria sido mais complicado colocar na Casa Branca um riqueño, ou um mexicano, não fosse a enorme massa de clandestinos, desempregados, párias e excluídos, pensar que iam ter uma voz ativa, e desatar a invadir aquilo tudo, por ali dentro, estendendo a favela, que hoje é Berverly Hills, a toda a América.

Quiseram Obama, e lá tiveram Obama, sem se darem conta de uma coisa extraordinaríssima, que era a de ser a primeira vez que o Presidente Americano era eleito por escrutinadores... não americanos.

Obama foi o voto dos Senis de Sessenta e Oito, dos Utopistas da Sanita, dos Escandinavos, das feministas queima sutiãs, da paneleiragem internacional, do Fufão Global, da Grande Nação Monhé, dos blocos esquerdizados de toda a parte, das ratas úmidas de Che Guevara, das masturbações da Ana Drago, das pielas da Ana Gomes, dos feiticeiros do Quénia, da Oprah, dos solitários do charro, e dos barbas brancas da velha balada dos dentes amarelos, enfim, no fundo, uma enorme maré negra, que estava à espera de votar, desde que a Europa tinha metido na cabeça de que o supra sumo da libertação americana seria ter, em Washington, uma coisa mestiça, tipo propaganda da Benetton, dentes brancos, vaidade ótima, e vazio total.

Nos bastidores, NSA, CIA, FBI, Ultradireita, Fundamentalistas, Racistas, Ku-Klux-Klan, Goldman Sachs, Citibank, Morgan Bank e uma porrada de parentes, o enorme Tea Party Americano, esfregou as mãos, sentou-se calmamente à mesa, mandou vir o bule, e serviu a bebida de Catarina de Bragança, com um suspiro de alívio, do pronto, já está, já caíram todos...

Vou fazer um pequeno parêntesis, porque neste texto, assumidamente assertivo, há uma dúvida que ainda se me põe: a de o gajo saber que foi uma peça insignificante de uma jogada magistral, ou continua no seu coxo we can, que a plateia sombria que o apoia, can, can, aliás cancan, francês, inventou, e inclino-me mais para a segunda hipótese, a de que ele só vai acordar, quando o Mundo se vir imerso numa coisa sem paralelo. Creio que nisto tudo, só Israel, por natureza própria, um estado que sabe, que mais tarde ou mais cedo, terá de lutar contra uma ordem de extermínio global, percebeu quem era o bicho, e que bichos realmente estavam por detrás dele, e aqui tiro o chapéu ao estado judaico: lá terá de ser.

A Síria não interessa nem ao menino Jesus, tanto que, se interessasse, ele tinha nascido lá, e não mais abaixo, na Galileia, filho do adultério de uma mulher de carpinteiro, mal coberta, e de uma "pombinha", daquela que pingam leite, rija, e de pintelheira negra, e como a Síria não interessa a ninguém, deram-na à França, num texto que escrevi há uns tempos, onde os Patriarcas do Oriente, reunidos em Paris, cruamente definiram a situação: havia que destruir, para depois virem as empresas de reconstrução, e um povo arruinado ficar endividado ad aeternum, aos beneméritos do costume. Afora isso, é a capital do Califado, o Reino de Ugarit, um dos berços da Escrita, Palmyra, Émesa, a Terra dos Cruzados e de Saladino e um monte de ninharias dessas: nada que se compare às barrigas de aluguer de Cristiano Ronaldo.

Quanto às armas químicas, deve ser a primeira vez, neste cenário, em que TODA a gente tem a certeza de que existem, porque toda a gente guardou os recibos, com a agravante de que estão lá as do Assad -- um gajo simpático, nas palavras de Duarte de Bragança, o que prova que a oligofrenia não tem fronteiras, nem limites... -- mais as do Saddam Hussein, que as retirou, antes da forte encornada do Bush filho, e mais as que estão na mão dos terroristas da zona, Hamas, Ezbollah, Al Qaeda, "rebeldes" infiltrados e uma batelada de sonhadores das 11 000 virgens. A única coisa certa nisto tudo, é que não vai haver virgens para tantos que lá vão ficar, a não ser que a Pilar del Rio cosa a cona com fio de sola de sapateiro, e se ofereça, como voluntária, para acolher os milhões de esfomeados que ali vão morrer, e milhões é um número que se arrisca a aproximar da realidade.

O xadrez é muito complexo: a Turquia, ávida, sonha com a divisão da Síria, uma coisa que já devia ter sido feita, aquando da Guerra do Iraque, para resolver o problema curdo, criando um estado tampão, com retalhos do que ficar do cataclismo, e isso não é mau, já que Alepo, que nunca soube ser uma cidade síria, era a segunda cidade do assassinado Império Otomano, e, portanto, está perante uma oportunidade única, enquanto potência regional, de ver as suas fronteiras, pela primeira vez num século, alargadas. Não foi por acaso que foi lançado a 21 de agosto, o livro Manizkert, 1071, que tenho aqui na cabeceira, mas esta é apenas uma boutade para eruditos, portanto, vamos continuar.

Como toda a gente percebeu, exceto Obama, a Síria chama-se Irão, como muito bem percebeu o meu amigo de Facebook, cujo nome não convém pôr aqui, ex-Chefe dos Guardas da Imperatriz Farah Diba Pahlevi, e o Irão é uma Nação Persa, desde há milénios, indevidamente ocupada por uma religião estranha, sufocante, que lhe escolheu o território, para sede de um fundamentalismo atroz, apadrinhado pela clássica estupidez francesa, que julga que os criminosos exilados são sempre "intelectuais". São, são, e saiu-lhes cara a brincadeira, tal qual como no Egito.

Ora quem soletra Irão está a dizer, por outras palavras, Israel, o primeiro lugar onde o escarumba Obama vai perceber que não há guerrinhas do toca e foge, e vai ficar agarrado à corrente, talqualmente aqueles que metem os dedos diretamente na tomada. Sinceramente, preferia acabar o texto já aqui, porque esgotei o meu capital de humor, sobre uma coisa que não vai ter graça nenhuma, e ficaria pelas negociações que o caneco já andou a fazer pela Islândia e Escandinávia, para garantir um corredor aéreo de ataque, pelo Pólo Norte, que ponha os saloios da Base das Lajes de fora, e pelo grande atentado que deve estar aí a vir, para galvanizar a opinião pública.

Todavia, quero deixar uma palavra de carinho, para os pacifistas -- os do costume -- que decidiram sair para a rua, depois de 100 000 mortos e 7 000 000 de pessoas que perderam a casa, para não falar das gerações liquidadas, a estrebucharem nos horrores dos químicos, e da escola que perderão, para sempre. Os pacifistas, depois, vão-lhe dar aulas, como o Papa Francisquinho vai ser padrinho -- e alimentar -- todas as barrigas queridinhas, que impediu de abortar, em sessões de sexphone, para ainda aumentar mais a poluição humana no Mundo.

Há um lema da História Contemporânea que diz que os Americanos são sempre derrotados, e transformam os seus campos de batalha em enormes pântanos de irresolubilidade. Este vai ser espantoso, porque vai brilhar no escuro, como previu Arthur C. Clarke: uma grande metrópole será destruída, nuclearmente, nos primeiros anos da segunda década do séc. XXI. É melhor não entrarmos num sistema de apostas, e fazer de conta que errou, embora tenha uma vantagem: a de que já não tenhamos de ir a Fukushima para poder tirar umas fotozinhas de radioatividade.

Como já disse, estou muito longe do humor. Fizeram-lhe bem a cama, e a ratoeira foi brilhantemente montada, para todos os idealistas das "cores de pele": um primeiro mandato para destruir o Euro, e o segundo, para carregar no botão de uma guerra nuclear. Na verdade, estou seriamente incomodado por, e com, um mundo à beira da guerra, da guerra suja, da guerra total, durante um tempo sem políticos, regido por seitas, mafias, e como disse o totó do Vaticano, nas mãos mais evidentes da indústria do armamento. Talvez Obama fique "zangado", quando vir de que modo vai marcar o seu nome na História, e aqui voltamos à base: com Sarah Palin, nunca haveria guerra na Síria, porque ela nem sabe onde isso fica. Este finge que sabe, enquanto o Tea Party vai estar de costas viradas para a aurora boreal nuclear, e vai continuar a fazer girar o bule, e o açúcar na chávena, com um comentário à altura do acontecimento, realmente, nós nunca deveríamos ter deixado um preto chegar à frente dos destinos da América, não acham?... Acho que não devemos deixar que se repita, durante os próximos cem anos.
Mais uma chávena, por favor.

O cinismo absoluto, infelizmente, é capaz destas frases, e de ter estas formas, pois é, e tem mesmo.



(Quarteto do armagedão, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" em "The Braganza Mothers")
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