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quarta-feira, 13 de março de 2019

"Fake news": Mulher barbada é condenada a indemnizar os seus violadores, por terem sido enganados. Era uma machona, e um risco, deve pagar pelo logro :-/

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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O Reino Unido começou o seu "Theresexit", e vai livrar-se da mulher bichona: ciao, ciao, Theresa May, vai arranjar macho por outras bandas, e leva o Boris Johnson contigo, por que ele também anda a precisar do mesmo

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Diário do Trump - "Se me maltratas, mato-te!...", also sprach Balbina Guerra

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Diário da Tarada de Calcuteza - A neanderthal Cristas avança, diz "presente", e assegura o seu lugarzito de vereadora da Câmara Municipal de Lisboa :-)

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "Diário da "mulher-alibi""



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Pacheco Pereira, um dos rastejantes da nossa cena política, pilar do sistema, e exemplo de como se pode subir rápido (da Gare Maoísta à Gare Neo-Liberal-Conservadora, em bilhete de primeira, se faz favor), resolveu ganhar dinheiro a publicar os textos do "Abrupto", uma espécie de sótão poeirento e desactualizado do imaginário de uma tia velha desactivada, e com barbas, ainda por cima.

Esse é o papel da "Mulher-Alibi", figura da Sociologia, indispensável para o funcionamento do Sistema: ela espumeja, ela finge que se indigna, ela ataca, ela recua, ela geme e freme, ela varia de alvos, mas, no fim, alinha sempre pela mão de quem lhe paga, e que realmente sempre serviu. É no seu discurso e na sua atmosférica variação fisionómica, que se faz o grosso da catarse do tecido social, "que bem que falou", "gosto muito de ouvi-lo", "sabe sempre dizer quando as coisas estão bem, e quando estão mal"... 

Uma das características da mulher-alibi é a ubiquidade: ela tem o dom de estar sempre em todo o lado e em todo o instante em que se possa levantar alguma fervura.

Obviamente, Pacheco Perereira não é a Marcela-quer-morcela, a Mãe das Mães-Alibi, ou a "Desesperada", por antonomásia, com dons de mentira e retórica maquiavelicamente sofisticados. Berços diferentes: uma, filha do Ministro da Propaganda do Antigo Regime, a outra... não. Mas, no fim, o teclado termina sempre na mesma cadência, embora, pelos entremeios, se tenham esvaziado todas as tensões do público, que, realmente, poderiam conduzir a qualquer mudança.

Elas são as gestoras do Pântano, e o Pântano continua a pagar-lhes regiamente pelo seu papel. 
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "A Amália e o "Diário da República"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Lembro-me eu, ainda não estava naquela fase de desligar sistematicamente a televisão, e "The Voice" ainda estava viva, de assistir a uma coisa chamada "Lançamento dos Poemas da Amália".
Ora eu pus logo os corninhos em pé, porque coisa escrita pelo punho daquela mulher, ou era para fazer cair o Carmo e a Trindade, ou era feita por mão alheia, porque ela já mal se tinha de pé, quanto mais escrever uma linha direita que fosse...
Depois, aparecia ela, toda recostada numa cadeira, já bem regada, para aguentar a cena, e uma franga qualquer -- adorava ter escrito o nome dela num papel, porque são estes pequenos protagonistas secundários que realmente escrevem a História -- uma franga que cantava as virtudes daquelas Rimas do Gargalo.
Achei logo que andava por ali abutre a tentar sacar papel, à pala daquele cadáver adiado, que o álcool tão bem conservava, e a confirmação veio logo a seguir, quando a entrevistadora se virou para a Gloriosa, e lhe perguntou, "então, Dona Amália, o que tem a dizer sobre os seus poemas?...", e a outra, olhar vidrado, vira-se para ela, ainda a tentar manter-se direita, e lança-lhe, com aquela fulminante voz de carrascão: "QUAIS POEMAS!!??..."
Coitada, nem a desgraçada sabia o que estava a fazer ali, nem o que lhe estavam a cozinhar nas costas.
Enfins, de outroras, ainda os dinossauros não estavam todos em museus.

Perguntar-me-ão o que é que isto tem a ver com o Choque Tecnológico, o Período Quaternário, e a Primeira-Ministra de voz agastada e cristalina. Pois a verdade é que quando a vi ontem, a anunciar que o "Diário da República" deixava de ser papel para ser um amontoado de megabites, pensei logo na Amália: naqueles dias em que o incauto cidadão quiser ir confirmar as nomeações-sombra, os valores das remunerações, e o teor das cláusulas, em caso de despedimento compulsivo dos amiguinhos, lá irá a maldosa mão da Sonsa Primeira-Ministra arrancar a tomada da parede, provocando um apagão informático e luminoso, para poder soltar, logo a seguir, aquele seu característico guincho de bichona pastosa: "QUAIS NOMEAÇÕES!!!???..."
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Cláudio Ramos faz hoje 42 anos (está um pouco estragado...), e posta fotografias de quando já era criança perversa polimorfa: tirando as rugas e a pele marcada pelos comprimidos, mudou pouco

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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Correio da Lola - "Querida Lola, o meu pai mudou de sexo, e agora acho que tenho mesmo duas mães..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Querida Lola:

O meu pai era um machão. A minha mãe sofreu horrores, por causa das mulheres que ele tinha, e teve, e foi tendo, e só conseguiu estabilizá-lo através do estômago, fazendo-o engordar 20 quilos, e então elas deixaram de ver nele um macho latino, e passaram a ver a Porca de Murça, cerdas e tudo incluído... No fundo, até estavamos a viver agora com alguma calma, quando, suddenly last summer, ele entrou pela porta dentro, e disse que tinha uma coisa para nos comunicar. Pensamos que fosse alguma prenda, mas não era, tirou o barrete, e soltou uma longa cabeleira loura; abriu a camisa e pôs um valente par de mamas, em crescimento, em cima da terrina das cerejas. Disse que queria ser operado, mas só fisicamente, já que o seu hemisfério de macho não estava afetado, e agora ia arranjar uma mulher decente, para poder viver com ela lesbianamente. Que acha que faça: mato-me depressa, ou mato-me devagar?

Maria da Assunção Gaiato


Querida São:

Sabe que este meu correio da Internet tem sido uma escola da vida: para além de me ensinar a viver intensamente os problemas das pessoas, também me ensina que o Mundo é um problema intenso que cada vez vai tendo menos pessoas e mais problemas. Posso dizer que o seu email me trouxe um pouco mais de luz sobre o mundo, por que nunca tinha ouvido falar de um caso como o seu. Aposto que o seu pai era um machão peludo, daqueles que se passa a mão pelo peito e se tem de ir pôr um pouco de creme, para não ficar tudo assado. O horror que vai ser ter de depilar esse pelo todo... Já me parece estar a vê-lo, de cu para o ar, numa marquesa, a levar choques daquelas coisas roxas de laser, que tanto matam o pelo como as moscas à porta do talho... Deixe-me que lhe diga que, com este meu nariz sensível de traveca, o problema nem vai ser tanto visual, mas mais de odores: depilar um Neanderthal tem o mesmo cheiro daqueles viveiros de galinhas nos quais caiu um raio e arderam por completo. A sua pena são os pelos que ele vai perder, mas a minha dor é o cheiro a pena dessa queimada. Houve um verão em que a Austrália acabou toda assim..., seja positiva, e pense que é melhor ver o seu pai a arder do que bandos de coalas órfãos a fugir das matas de eucaliptos. Mas, minha querida, deixe que lhe diga que percebo todo o seu sofrimento: ter um Don Giovanni, em casa, a cheirar a cavalo, e, de repente, ele inchar, vir com a pele do leitão depois de passada pelas brasas, rosadinho, cheio de hormonas, e, brevemente, com uma neovagina talhada pela nossa querida amiga Emília, em Santa Maria. Só espero que ele não entre em casa a dançar, de tutu, como os hipopótamos, de Walt Disney, senão, isso vai ser uma versão séc. XXI, da "Fantasia". Nisto tudo, só há um pequeno problema, por que, como sabe, o meu setor é o aconselhamento do homem masculino que tem problemas de necessidade de outra masculinidade. No seu caso, querida, está-me a contar a contar a verdadeira história da mulher lesbiana, prima da mulher bichona: no seu pai, o corpo nunca condisse com a alma, e, pior, a líbido andava desgraçadamente à solta, como quando se parte a suspensão, e os porcos caem todos no meio da autoestrada... Penso que, pior do que ter um pai transsexual é ter de contar às suas amigas que tem um pai fufa... Já imaginou que elas até podem ter medo de ir lá lanchar a casa?... De estarem a tomar um chá da Manuela BaPtista, cheio de menta, e a cheirar a gerânios pela casa fora, e toda a gente a pensar que se vai levantar uma brisa musical, e, de repente, o seu pai, já transformado, salta de cima do guarda vestidos e diz "surprise!...", levanta a saia e avança para as suas amigas, com um tosão negro -- já que acho que ele deve deixar intacto aquele mato grosso que lhe ia até ao pescoço... -- e lhes pergunta "posso esfregar-me em vocês todas?..." Virgem Maria, já imagino o escândalo que isso vai ser no prédio, com toda a gente a fugir pelas janelas, a chegarem a casa a ofegar, e os pais a perguntar, que foi, meu amor, e elas a responderem, foi o pai da São, que afinal não é pai, mas mãe, que nos queria violar!... Meu deus, coisa pecaminosa, isso é uma imagem do altar do diabo, faz lembrar o último "Dança com as Estrelas", em que a Teresa Guilherme foi convidada, e se lançou imediatamente nos braços do bailarino mais novo. Também foi Walt Disney, mas mais soft. Eu sei que lhe vai parecer um pequeno desvio, mas às vezes também gosto de desabafar um pouco: há anos que a Teresinha confessa que gosta de homens mais novos..., o problema é que, com o passar dos anos, ela vai ter de corrigir nas entrevistas "mais novos" por "muito mais novos", ou "muitíssimo mais novos", ou "escandalosamente mais novos", até aquilo se parecer com a distância que separa o Sol de Plutão. No fundo, parece a história da minha vida, em que comecei a satisfazer os pais, e agora, de quando em vez, já me aparecem os filhos a pedir a mesma dose dos pais. Com o aumento da idade da reforma, e as permanentes obras de manutenção da minha esquina da Rodrigues Sampaio, um dia destes ainda acabo a fazer os netos, depois de ter comido os pais, e manchado a cuequinha dos avôs.. Creio que é isto que é o Tempo, embora eu ache que é a genética a manifestar-se em toda a sua promiscuidade. Uma coisa me distingue, porém, da Teresa Guilherme, é que eu não sou como ela, que parece que lhe faltam umas vértebras. Ela parece um Violino de Ingres ao contrário, mas eu, graças à santa, sou perfeitinha, em toda a minha deformidade estrutural... Olhe, penso que já me estiquei, e vou voltar ao seu problema. Acho bem que o seu pai faça a sua operação radical, para se sentir bem no seu corpo, já que nós, direta ou indiretamente, pagamos isso tudo pela ADSE, e que ele se encha de hormonas, para aumentar o deficit da balança comercial, já que essa porcaria vem toda da China. Também acho bem que organize chás de fufas e faça reuniões de tupperwares, para discutirem quem é mais mulher, a que o Intelligent Design fabricou, ou a que saiu da mesa de 12 horas de cirurgia de Coimbra. E até lhe vou dizer mais: já que o seu pai tem essa mente tão aberta, tão século vinte e dois, não quero ser Cassandra, mas está-me a cheirar que ele se vai cansar dessa mulher que já seduziu como fufa, e vai querer mas é voltar à sua mãe, e desejar reconquistá-la enquanto fêmea. Com um pouco de sorte, ou azar, a sua vidinha ainda se pode complicar, já que, depois de ter sido forçada a ter duas mães, ainda acaba a ter duas mães lesbianas, o que é demais para um pobre coraçãozinho frágil, como o seu, eu sei... E, como é quase verão, ainda lhe vou dar mais um pequenino carinho: imagine que o seu pai, para além de galã de fêmeas, sempre teve um secreto desejo incestuoso, e anda morto por enfiar a linguinha na boquita da servidão da sua filhota?... Esta é má, não é, querida, mas como já nada nos espanta, também não nos devemos espantar com tudo o que nos possa acontecer. Pior do que isso será mesmo o seu pai, em forma de mãe, a abocanhá-la, enquanto a menina, já sem saber o que fazer, se agarra ao que tem à mão, se aproxima do crucifixo, para... para... para aviar um valente broche ao martirizado, como a outra tarada!... E, realmente, agora já só falta mesmo o final finalizante, o conselho da amiga traveca do seu coração: não se mate depressa, vá saboreando toda essa odisseia em que se tornou a sua vida, e mate-se devagar, como aquela livraria, onde as pessoas adormecem, todas encostadas umas às outras, a folhear o Louco Antunes. Kisses desta toda sua para o que quiser.


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