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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Diário do Pedro Dias - Ana Gomes quer instalar aldeia yazidhi em Portugal, para o Pedro Dias se poder esconder em novas casas abandonadas

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Fábula dos filhos do Embaixador do Kebab



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Já o disse várias vezes, e volto a repetir, perde-se demasiado tempo a combater gajos dopados nos desertos da Síria, quando mais valia que se começasse a caça ao dopado nos muitos subúrbios do Ocidente. É certo que é sempre mais fácil andar a bombardear o horizonte da aridez do que invadir apartamentos HLM, a Quinta do Mocho ou os arredores de Dusseldorf, mas essa poupança vai-nos sair demasiado caro, aliás, o vai-nos, situado num futuro próximo, é um erro de expressão, já que este estado de coisas se tornou inerente aos próprios tempos presentes.

Eu sei que é muito complicado para a Dona Arminda, de Baguim do Monte, ter de começar a acreditar que o seu filho, um puro produto de subúrbio, ainda sem o verniz postiço da Teresa Guilherme, de cada vez que lhe desampara a loja, e vai sair, para a "night" de Baguim do Monte, é como se fosse, com os amigos, treinar para as traseiras do quintal, as táticas do cinto bomba, do extermina assim e do mata e esfola como se nada fosse. Um dia houve em que ainda estava ela a ver as novelas da TVI e o gajo tinha acabado de limpar, com uma soqueira, um dos do bando da frente, a pretexto de uma disputa de uma recém menstruada. Foi na Domingos Baião, mas podia ter sido na Calçada de São Coitado à Lama, ou nos Champs Elysées, mesmo aqui ao lado. Depois, se a coisa se desenvolver como se pensa, ele pedirá desculpa, e depois de ter emigrado para os arredores, voltará a matar a 2000 quilómetros de casa. A versão dois é mais ou menos igual à versão um, só que em pacote: agarrou em veneno dos cães, e matou três gajas, duas delas das que já andavam engalfinhadas, e a terceira por que estava a tomar o gosto à coisa, e também ia embarcar no roço e começar,em Tires, a engalfinhar-se também. O homem é macho, e não pode permitir uma coisa dessas, rezou para a Meca dele, matou as sapatonas e toca a andar. A versão três é mais ou menos mais do mesmo: eram seis da manhã e o bacano teve fome, pôs-se na esquina, com aquelas saias de xadrez baratas que eles usam, por cima das calcinhas apertadas, a esconder o raquitismo e a falta de banho, e fez um voo rasante em cima do cota, era turco, só serve para o damo comer, depois de  o damo comer, mata-se. Deu-lhe com os ténis, e ficou com um bruto bife de kebab rasgado no focinho. A quarta, que me levou a escrever este texto, é mais sofisticada, por que mete os próprios filhos do embaixador do kebab anterior, e aqui o discurso muda de registo, posto que, se os campos de treino do Daesh são todos iguais, ainda é mais verdade que há uns mais iguais do que os outros, e eu passo já a explicar.

Na ascensão da insignificância, que silenciosamente levou a que cultura urbana fosse substituída pela cultura surburbana, num silencioso, mas imparável, deslizar, que passou por anas malhoas, marizas e cristianos ronaldos, os valores das coisas foram calmamente substituídos pelos valores de outras coisas, menores e insidiosas. Quando acordamos, já eles e elas estavam instalados. Fala-se de uma democratização, mas a democratização é um mau, péssimo, nome para um abandalhamento, na direção dos piores valores proletários. Os defensores de que o socialismo fabiano anunciava o advento do Neomaoismo, com uns comunisticamente muito ricos, no topo, e os outros, completamente acartuchados e acinzentados, muito no baixo, mas felizes, de mocilha às costas e smartphone nas unhas, convencidos de que andar na EasyJet é turismo, e que Lisboa se vê em três dias, dois dos quais na forma de noites de b'jecas e mijadela, de pé, contra a esquina, ou agachada atrás dos latões de metal, para depois acabar a atafulhar o metro, no meio de malões baratos e gajos de rastas, a precisar de uma boa mangueirada, dizia eu,
de
que,
os defensores deste espécie de alegria dos valores baratos, e do politicamente correto, sempre dominados por aquela voragem do Fim da História, arriscam-se agora a acabar com a própria História. O próprio motor e dinâmica das sociedades está indissoluvelmente ligado às clivagens e às diferenças de potencial, sendo certo de que uma cultura onde a entropia está no máximo já é uma cultura das águas caldas, que é o mesmo que dizer que está morta. Ora, uma cultura que está morta, precisa de se auto estimular, de modo a que a sensação das águas mornas não seja sufocante. De aí ao homicídio por que sim, e ao esmurrar até matar, por desfastio, vai um ligeiro passo, e já o demos.

Nas sequelas da podridão nacional, com o nome local de Cavaquismo e Neocavaquismo, foi moda sair da sarjeta e imediatamente colocar nas unhas das crias carro, com ou sem carta, e barraca no subúrbio, não falando, claro está, do casamento homogéneo e simplificado, com a oxigenada de coxa de pele de laranja. Este foi só um grau de entropia de arranque, e logo se esqueceram os avós do candeeiro de petróleo e das noites passadas com as cabras. Como nunca se deve servir nem a quem pediu nem a quem serviu, este estado de coisas criou uma primeira geração de quistos sociais, movidos pela ambição do ter, sem nunca ter chegado a ser, ou ter de saber. Chegada a crise, tudo isto mergulhou no cano, mas por colossais assimetrias, já que a sociedade diabólica do neoliberalismo estava definitivamente instalada. A métrica era simples, e fácil de assimilar: como isto não chega para todos, é fundamental que eu faça parte dos que têm, e que se lixem os que não, ou nada, têm. A segunda palavra é ainda mais simples: se puder ter, então, que tenha ainda mais, não venha o Diabo vir e tecê-las. O resultado disto tudo, em crescentes guerras e guerrilhas de bairro, conduziu às franjas do poder afastado e às terríveis bainhas do enormemente excluídos. Nestas bainhas teve origem o Daesh, subproduto do fundamentalismo cristão, com os adereços e apetrechos de um falso falar corânico. Os seus melhores campos de treino estão na guerra ao pica, nos aceleras da ponte, nas salas do insucesso escolar e nas drogas e rixas de discoteca.

Na verdade, esta métrica da posse, ditada pela impossibilidade, custa muito caro, e devora todos os recursos. São hoje falados os casos dos pais que são agredidos, e dos outros que se empenham e contraem empréstimos insolúveis, para que os filhos possam ter o necessário para participar na dinâmica da "night", já que, se não andares na "night" não existes, e, se lá andares, acabarás a existir ainda menos. Esta é a terra dos cristianos ronaldos, do oco e do vazio, e do extremamente caro do nível das representações.

Quem não tem estoura, e quem se cansou, ou não tem o que estoirar, põe um cinto bomba e começa a estoirar com os outros.

Claro que tudo o que escrevi atrás é mentira, e, se não for mentira, é demasiado simplificador. Na realidade, a corrente subterrânea, imediatamente sucedida ao atrás descrito, é uma coisa ainda pior, posto que, acabada a lógica do sucesso pela cultura, pelo trabalho e pela construção do eu, substituído pelo acaso, pelo errante e pela ditadura do Ego, os valores foram ainda mais subvertidos. Pelo que consta, os pais da geração de atrás já não se contentam com dar cartas de condução, mas começaram agora a pagar aulas de aviação aos nascituros. A coisa pegou, e desenvolveu mais uma daqueles subterrâneos à portuguesa, fazendo de Ponte de Sor (isso é onde?...) uma terra, não de campónios, mas de estrangeiros, a pingar fortunas. E, se tiverem menos de 18 anos, tanto melhor, já que não podem conduzir carros, mas então que pilotem aviões, o que até é normal, no país do "Pilinhas" e do quanto mais novinho melhor...

Faço aqui uma pausa, já que este é o novo mundo dos novos monstros. Eu Sou de um tempo em que em Cannes e Saint-Tropez uma geração de ouro esbanjava dinheiro, antes de embarcar nos iates mediterrânicos. Creio que então se refugiavam por detrás de grandes nomes e das fortunas dos papás. Um pouco mais de uma década, ou duas, esta subversão das escadas da ascensão, com o medíocre a ser platinado muito precocemente, lançou ao zénite a fina flor da escória, no meio de tumultos e invejas, para não falar dos muitos gemidos de impotência: estes novos milionários, perpetuamente adolescentes, com imunidades diplomáticas e outras armas nunca de antes imaginadas, criaram o futuro Mundo das Hienas, e estão-se a entredevorar, devorando-nos a nós também com eles. Brevemente os barulhos dos aceleras vão ser substituídos pelos estrondos das avionetas que caem, por que conduzidas sem brevet, ou só por vingança. No limite, o papá paga, e, se não pagar, o bacano vem à TVI, pedír desculpa.

O reverso, ou as consequências disto tudo, é que a apropriação destes meios, cada vez mais custosos e inacessíveis, leva a que a multidão dos que nada têm se multiplique. Desenganem-se os novos marx da cabidela, que aqui vêem a tempestade perfeita da insurreição: não haverá  quaisquer revoluções, mas apenas atos continuados de extermínio, de bandos de cintos bomba, a fazerem-se explodir no meio daqueles que têm a versão mais atualizada do smartphone, o meu reino por um tablet, e o matei-o, por que ele não me fez like. No campo das relações de trabalho e do tecido económico, as coisas não são melhores: a pirâmide dos empregos far-se-á em função dos que ali estão apenas para dar serventia ao pessoal das discotecas, os empregados do restaurante de antes da "night" e o turco do kebab que tem de estar ali a servir o preto longo das noites quentes das seis da manhâ. Não conseguiu comer a dama, e tem agora de se alimentar, e, se o cota não nos serve, a gente esfola o cota. Nós, pagadores de impostos, temos doravante de saber que estamos a alimentar esta enorme e crescente corrente do ócio, onde os subsidiados do nada fazem, mas muito têm, conseguiram transformar todas os dias de trabalho dos outros na sua maratona prolongada de permanentes noites de fim de semana, com toda a comunidade a apenas existir como seu pano de fundo, e fonte de subvenção do mais absoluto nihilismo social. Na outra extremidade da Cova da Moura, os filhos do embaixador do kebab agarraram no segurança e foram desfazer a cara dos frequentadores do "Koppos Bar", de Ponte de Sor, onde se baixam as calças, se faz picanha com os pés, e só há hematomas desfigurantes, com os carros, carros, carros...

Passamos agora dos carros para os aviões, sem aviso, e, dentro de cinco anos, lá estaremos nos foguetões. Numa velha rábula da Humanidade, haverá então os que têm e os que nada têm, e os que nada têm serão cada vez mais, e os que têm cada vez mais arrogantes e liquidadores. No fim, todos eles acabarão no terreno a exterminar-se uns aos outros, grande lição do Daesh para a História. Quanto a nós, pois, nós estaremos pelo meio, para cairmos, um a um, um após outro,  do primeiro até ao último, mercê do seu fogo cruzado.




(Quarteto do kebab, no "Arrebenta-SOL" (desativado), no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers", sempre soberbo e implacável)

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Anonymous pedem ajuda aos serviços secretos, para combater os porcos suburbanos do Daesh

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sábado, 14 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Com Paris mergulhada nas trevas, Obama parece que está "zangado"

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Depois do MH 370, terrorismo informático faz novo ensaio no espaço aéreo inglês, antes do ataque global final

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terça-feira, 6 de maio de 2014

Obama continua "giro", e refere-se às pessoas que têm de fazer tudo, incluindo desaparecer num ato de guerra, como o do MH370, para aparecer na CNN. O gajo tem mesmo piada, pá, não tem?... :-)

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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Mafia Russa, à beira da bancarrota, toma televisão oficial ucraniana de Donetsk. Obama declara que está "tudo a correr como previsto (pelo "Tea Party")"

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domingo, 27 de abril de 2014

Correio da Lola - "Ando tão preocupada com o HM 370, a Ucrânia, e a santificação do nosso amado João Paulo II..."





Querida Lola:


Ando desesperadíssima com a vida, nem sei bem para onde me virar, só oiço falar de desgraças, o HM370 que nunca mais aparece, a santificação daquele que dizia para nunca usarmos camisinha, por causa dele, já levei dois primos para a Servilusa, um, de pegar de empurrão, outro de ter tido sexo desprotegido com uma Legionária do Senhor, e depois há a Ucrânia, um terra tão linda, tinha marcadas as férias da Páscoa para Chernobyl, e já nem fui, com medo da guerra...

Filomena Loureiro, Covas da Bem Lambida

Querida Filó:

Fico toda úmida, sempre que me escreve, mas manda -me umas cartas tão longas que parecem o cadastro do Pinto da Costa, mas como temos de ser umas para as outras, vou tentar responder por partes, que é das partes que a gente gosta. Olhe, querida, quanto ao MH370, espero que tenha percebido que está a ser enrolada q.b., como todos os parolos que assistem televisão. A televisão só deve ser usada para ver os relatos e os comentaristas de futebol das 2 da manhã, ou para ouvir a Marisa ganir, naqueles dias em que temos o coração cheio de ternura, e ficamos com a esperança de ter uma podenga abandonada, no terreiro das casas devolutas de Vila Real de Santo António, para agarrarmos nela e a alimentarmos, mas a verdade é que antigamente ainda se davam ao trabalho de gozar connosco, mas avisavam. Agora, vai direto, até por que a gente gosta. Olhe, querida, não acha estranho o Snowden ter revelado que o primeiro ministro mais escutado do Mundo, pelo Escarumba, era justamente o da Malásia?... Pois parece que era, e não devia ser para fazer sexphone, que a Michelle sabe bem que, a Oriente, a centimetragem é mais do estilo milimetragem..., aquilo não consola ninguém, a não ser que se adore mamar clítoris, deus me perdoe, portanto, a coisa passou-se assim, evidentemente que estamos perante um ato de guerra e basta ir ver os contadores do Braganza, para achar esquisito tanta e tantas visitas que de repente começámos a receber do Level 12, da Malaysia. Ao princípio, até pensei que era para ver dos sorteios dos Audis, daquelas faturas que as pessoas pedem em nome do Saloio de Boliqueime, mas depois percebi que estavam à espera de que fossemos os primeiros a revelar a boa nova e vamos ser. Olhe, querida, sei que não é muito dada a tecnologias, no fundo, é como eu, o máximo que sabemos é da impedância e da frequência de vibração dos nossos consoladores das horas solitárias, que também as há, de vez em quando... Então, o avião partiu de Kuala Lumpur, que, como sabe, é a terra dos koalas, e ia a caminho de Pequim, que, como sabe, é onde há a maior concentração de lojas de chineses do Mundo. Parece que o co-piloto estava a ouvir rap, quando o cota lhe disse, "olha, e se a gente, em vez de ir para aquela parvónia dos chinocas, voltasse para trás e atirasse com esta merda contra as Twin Towers de Kuala Lumpur?... Quando aquilo estivesse apontado, saltávamos de pára-quedas e sempre era um fim de semana diferente, chavalo..." No fundo, deve estar a achar estranha esta minha teoria, mas sabe que os pilotos, hoje em dia, são cada vez mais dados a desportos radicais, parece que os estou a ver a saltar de pára-quedas, agarrados um ao outro, a fazerem um "selfie", para o Instragram, enquanto as chinesinhas guinchavam, lá dentro, "hi, hi, hi!!!!", a caminho de se encancharem nas twins de koala. Parece que foi nessa altura que o outro disse, "tudo bem, good night...", desligaram aquela merda e riram-se, à oriental, tipo kung-fu dos 33000 pés. Esqueceram-se de que havia proteção militar, e quando se começaram a aprochegar muito da Malásia, levaram com um míssil e desapareceram no mar. Esta é a versão que corre no Conde Redondo, e parece que foi inventada pelo Miguel Sousa Tavares, naquelas noites em que tem brancas da "branca". A minha versão é um bocadinho pior, porque, como sabe, anda-se a preparar uma guerra terrível, uma coisa como nunca se viu antes, mas do estilo guerra limpa, em que só matam mortos e não se destroem muitos recursos, por que a Terra está à beira do esgotamento. Como sabe, a próxima guerra mundial vai ser informática, e nem vai ser preciso sair do sofá, envia-se um código e um pais inteiro fica desativado. Foi isso que fizeram ao HM370, naquela terra de ninguém que separa a Malásia do Vietname, alguém tocou num iPad, depois de ter recebido o OK de um lugar muito secreto, e tomou conta do sistema informático do avião. Como sabe, um viruzinho é uma coisa que sai baratíssima, hoje em dia, e dá muito jeito para uma emergenciazeca, o avião subiu, começou a despressurizar, as chinesinhas a fazer "hi, hi, hi!!!!!", depois desceu bruscamente, sabe que lá em cima as temperaturas são de 50 graus negativos, e a como não há pressão, as pessoas explodem de dentro para fora, pelos olhos, ouvidos e orelhas, até fico enjoada de escrever isto..., e quando o avião começou a voar baixinho, já ia tudo morto lá dentro, um drone, spé grande, bué da volumoso, da Boeing, com um alto comando secreto a manobrá-lo, a partir de terra. Eu sei que me vai perguntar por quê, mas a verdade é que algum dia tinha de ser, não é?, para se ver se funcionava... Já viu, filhota, a arma fantástica, para o futuro, poder desativar todos os aviões comerciais de um país inimigo, e pô-los a voar, tipo kamikaze, contra a Caaba Santíssima, em plena enchente de peregrinação?... Nunca haveria culpados, e choveriam Boeings da Air Qatar, em cima daquelas ridículas pedras negras que eles veneram, em redor do cubo. Foi um sucesso?... Claro que foi um sucesso, e como todas as operações de teste de novas armas de guerra, nunca saberemos que foi um sucesso, senão... muito depois. Agora, o que a vai espantar é que nós, a cauda da Europa, até tivemos um papel importante nisto, porque era fundamental desviar as atenções do que estava a acontecer, e foi então que entrou em cena um satélite alentejano. Ligaram para o satélite e perguntaram, "Ó cumpadre, viu passar um avião, um daqueles grandes?..." E o satélite, vi, sim, senhor, e então, para onde é que ele foi?... Olhe, cumpadre, cá para mim, ou foi para cima, ou foi para baixo, na sei bem dizer-lhe, mas se foi para baixo, é por que foi para o Algarve!... Claro que não era preciso mais nada, e quem consulta um satélite alentejano, preferiu a versão do ter ido para baixo, para o pagode estar entretido. Já imaginou o que custou andarem à procura de um avião num sítio onde ele nunca poderia ter ido?... Deve ter saído mais caro do que o odor de cadáver das roupas de Kate Healy McCann... E enquanto se mantinha a telenovela das rotas, do lixo a boiar, dos ultra-sons das lulas gigantes das fossas abissais do Índico, a fingirem que eram piu pius eletrónicos das caixas negras, que se iam apagando, o pessoal foi vivendo a coisa. A verdade é que, com combustível para oito horas, a manobra militar foi um sucesso: não só o conseguiram manter a voar invisível, como aterrou em terras amigas do Irão, ou algum vizinho do género, de onde voltará a reaparecer... quando necessário. Já viu o poder militar de um pais que consegue um feito destes?... Deve ser por isto, e agora respondendo a outra das suas inquietações, que toda a gente se está borrifando para os chiliques da Máfia Russa, na Ucrânia. É triste ver como, em duas décadas, um país que tinha as mafias todas a viverem à sombra de uma ideologia, tem agora uma ideologia toda feita e só feita de mafias. Fez bem em não ir para Chernobyl, deve ir no Inverno, quando eles fizerem um referendo, para integrar a República Autónoma de Chernobyl na Federação Russa, já que quem leva a Crimeia também deve levar Chernobyl, não acha?... Agora, no verão, nunca, por que corria o risco de vir de lá demasiado bronzeada, e devemos ter o máximo de cuidado com os melanomas, apesar de o tempo continuar meio invernoso. Quanto ao Woytila, querida, vai ser fantástico, voltámos à Idade Média, dois papas, em simultâneo, a cismarem sobre outros dois, um deles, um criminoso: o Diabo já montou tudo no Inferno, menos um altar, mas vai abrir uma exceção para o Woytila, que vai ter no Nono Círculo, direito a uma altarzinho, daqueles de Santo António, às escadinhas, uma coisa baratucha, até por 5€ isso se arranja hoje no IKEA, e vai passar a ser o Padroeiro dos Pedófilos. De cada vez que um daquele milionários suíços, um dos de Hollywood, ou um dos de Bilderberg -- que este ano se vão reunir na Dinamarca -- estiver para desflorar um menino ou menina de três anos, vai poder rezar, "São Woytila, fazei com que eu o encave bem, agora e na hora da nossa (costuma ser da deles...) morte..." É justo, tudo tinha um padroeiro, menos a Pedofilia, e o tantan Bergoglio vai-lhes dar agora um. É a caridade e a justiça feita, depois de séculos de desamparo e clandestinidade, e sempre que morrer um doente de Sida, também poderá a enfermeira agora dizer "que São Woytila te acompanhe!..." Mas olhe, falando de coisas divertidas, depois de tanto horror, imagine que a nossa amiga comum, a Laura "Bouche", quer agora a acreditação de longas noites de ação de formação, na Universidade Lusófona, quando lá ia à porta, e o matulão a mandava entrar, para uma das salas vazias, onde, às escuras, lhe dava brutas canzanadas, com aulas a decorrer ao lado, onde o Vasco Franco fingia que se mestrava... Parece que a nossa Laura passou lá mais tempo do que o Relvas, e só se lembra de lá o ter visto entrar uma vez, e por que estava com soltura dos intestinos... Eu acho justo: se ser vigarista, ladrão, aldrabão e traidor da pátria dá direito a diploma, com mais direito deve a nossa Laura receber um doutoramento honoris causa, pelas longas noites em que ali foi enrabada, em cima das secretarias, pelo segurança machão, enquanto o Armando Vara melhorava a sua quarta classe, em frente da Clara Pinto Correia, completamente bêbeda. É tempo de que nesta terra se faça justiça e se cumpra abril, não acha?... Kisses, desta toda, e sempre cada vez mais, mais e mais... sua :-*
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quinta-feira, 10 de abril de 2014

A viagem de Ébola a Lampedusa, by Mörike


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Imagem do Kaos



Como já devem ter percebido, estamos em guerra, e vêm aí tempos difíceis, mesmo para o meu habitual estoicismo, vertente epicurista, e a culpa não é senão nossa, enfim, minha, não propriamente, porque já vão longos os anos de aviso. A verdade é que entrámos numa nova era, a do Faz de Conta, ou, por extenso, a Era do Faz de Conta, que se divide em três partes, o antes do Faz de Conta, em que se fazia de conta a fingir, o momento do nascimento do Faz de Conta enquanto Faz de Conta, e que tenho alguma dificuldade em precisar, mas deve ter sido, mais ou menos contemporânea do tempo em que o canalha do Durão Barroso recebeu, nos Açores, os gajos que iam para o Iraque procurar as armas químicas que estavam a ser armazenadas na Síria, e, por fim, o depois da Era do Faz de Conta, ou como Pessoa diria, o Faz de Conta todas as contas, inaugurado há um mês, com a versão Maddie do MH370.

Tudo isto seria engraçado, se não fosse altamente preocupante, por que, linguisticamente, a distância que separa o emissor, a mentira e o recetor deve ser tendencialmente diferente de zero, de modo a que o circuito se mantenha na forma clássica. Acontece que, presentemente, a tendência foi para a mentira se tornar infinitesimal, e, faz agora um mês, conseguiu-se uma coisa extraordinária, que foi o recetor ser impregnado pela mentira, sem qualquer necessidade do emissor.

Como diria Carlos Moedas, um criminoso da Goldmann Sachs, estava-se a cortar nas gorduras da Mentira, o que é correto, em termos de contenção para muitos, e enriquecimentos para os das sombras.

Para os apreciadores de História, a quem recomendo a "Crónica de Theophanes", que retrata os negros séculos que vão, mais coisa, menos coisa, de Heraclius ao Período agreste dos Iconoclastas, estamos a entrar num daqueles períodos que, apesar de muitas vezes revisitados, insiste em se revisitar a si mesmo, e isso é mau, posto que, salvo alguns extermínios, culmina sempre em guerras.


Não vejo nada de mau no princípio, já que prefiro que matem a gorda do prédio do lado do que ver destruída a Catedral de Chartres, com o pequeno senão de que, para Bilderberg todos nós somos a gorda aqui do lado, e Chartres pode ser apenas um... obstáculo.

Os sinais, obviamente, só não são legíveis para quem não os queira ler, e são completamente irrelevantes para um país que consegue estar a ouvir falar de Futebol da 8 às 2 da manhã, e até acha natural, com as ligeiras interrupções em que aparece o filho da Laura, do Pau de Cabinda, soltar umas bojardas, imediatamente desmentidas, ou consentidas, ou por um subsecretário de um secretário de Estado, ou pela Zsa Zsa Gabor, num intervalo da duchinha do Estoril Health, ou pela Margarida Rebelo Pinto, a quem fizeram um filme de merda sobre a merda daquilo que ela escreve. 

(Manuel) Alegrem-se: amanhã poderá ser sobre um "best-seller" do tal filho do Tordo...

Em cima da mesa estão os condimentos todos: suponho que não valha a pena falar da Ucrânia, posto que, para quem escreva a frase "anexação dos Sudetas", no Google, se lhe dispare o filme todo: a anexação irá até onde se consentir, e termos que, em Platão eram "degenerados", como o de "plutocrata", são agora plausíveis, e "interessantes", já que a geo política desses territórios dominados pelas mafias locais, substituiu a lógica política pelos oráculos dos "plutocratas", coisa que muito enterneceria Maquiavel e o filho de Alexandre VI, Borgia. Veremos quem serão os novos protagonistas da nova partilha da Polónia, mas talvez inclua o José Mourinho, em representação do Abramovich.

A Nova Idade Média, evidentemente, não se esgota aqui, já que a fragmentação dos territórios, compulsivamente organizada em redor dos iluminismos e dos ideais maçónicos, tende agora para regredir aos sonhos da Nobreza Negra, dos Frescobaldi, encarregados da eleição papal, até aos extremos Ratzinger e à caricatura Francisquinho: os nomes disso tudo são República de Veneza, Cataluña, Crimeia, Pais Vasco, Escócia -- o que levou apressadamente a velha Betty a Roma, não fosse o Bergoglio, permanentemente entregue aos seus disparates, reconhecer na Caetana Fitz-James Stuart da Silva a herdeira do Trono católico de Glascow e Edimburgo -- e mais umas preciosidades afins.

Aqui, felizmente, parece que as eleições para a Liga estão em forma, e abriu o Canil dos Pastorinhos, em Fátima.

Coisas mais sinistras, foram a visita do dentes brancos, a Bruxelas, dizer à Europa para se amanhar com a anexação de Odessa, regresssando ao Isolacionismo de Woodrow Wilson, as manobras russas no Ártico, já que a desativação das Lajes, e o súbito interesse do Preto do Tea Party pela Escandinávia mostrou que a nova rota da guerra passará por aí: é mais perto, vem por cima, e é menos detetável, como o MH370, o ponto mais alto da intoxicação do Faz de Conta Global, que se instalou.

Adorei aquele satélite que dava uma rota que tanto podia ir para cima como para baixo, tendo-se optado pela "para baixo", já que se perdia o rasto e se ocultava a secretíssima manobra militar que ocorreu no mês passado. Um mês, aliás, até dá tempo para deitar ao mar umas caixas negras fora de prazo, para baralhar mais as pistas. Tecnicamente, o ter tornado um avião comercial "invisível", durante horas, a ser comandado, de terra, por intromissão no seu sistema informático, com toda a gente morta, a bordo, e... e... e, aqui, está a minha dúvida, saber se a sofisticação da intromissão já permitiu fazê-lo aterrar incognitamente, em terra incógnita, o que mostraria, doravante, o poder de, a partir de uma simples ordem de consola de computador, num só momento, reunir a maior força aérea de ataque de sempre: todos os aviões, de todas as rotas comerciais do Mundo, subitamente colocados, como drones, nas mãos das Sombras que reinam no Globo, para se despenharem nos lugares de maior conveniência. Ao pé disto, o 9/11 seria uma história da Carochinha, mas vamos esperar para ver, ou para nem ver, já que a coisa está a ser descaradamente ensaiada debaixo dos nossos olhos, entretidos que estamos com a "solidariedade" daqueles países todas da zona, que não se podem, nem cheirar, entre eles. Obviamente, tratando-se de um ensaio público de uma arma secreta, arriscamo-nos a nunca ficar a saber nada.

Todavia, o que mais me assusta, é a fronteira sul da Guerra, já que estou num país do Sul, e odeio o Norte, por inerência: um destes dias, e por que alguém se lembrou de voltar a brincar aos ébolas, desembarcará, numa daquelas rotas de tráfico de invasão e escravos, que passa pelo Algarve, pelas Liparii, por Malta e por tudo o que seja sarjeta europeia, um casalinho, de filho ao colo, e vírus no ventre. Será carinhosamente tratado em Lampedusa, e quero ver que estratégia terá então o Grupo Parlamentar Le Pen-Wilders para lidar com uma epidemia dessas na Europa. Creio que, como diria Obama, "yes, they can", e, em último caso, a Liga Norte passará a ouvir o "Dom Carlos", no Alla Scala, com a Princesa de Eboli a ser substituída pela Princesa de... Ebola.

Todavia, nem tudo é mau: Kim não sei quantos Jung foi reeleito Líder Supremo do Estado mais miserável do Mundo, e a Itália já vai no seu terceiro, creio, primeiro ministro que dispensou eleições. Quanto ao Ébola, parece que vem de uns cafres que o apanham, por andarem a comer macacos que foram contaminados por morcegos. É justo, e, em vez de andarem a tratar dos doentes, será melhor que cortem o mal pela raiz: dizem as más línguas que este novo surto foi devido a um descuido da Michelle com um dos seus guarda costas: a NSA que lhe controle um pouco mais os movimentos, e a feche, um mês, com um vibrador, até a doença ser erradicada.

Um toque de esperança, afinal, não é?...


(Quarteto de humor francamente pessimista, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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terça-feira, 25 de março de 2014

MH 370: entre a versão arco norte e arco sul, venceu a versão arco "Maddie"

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quinta-feira, 20 de março de 2014

Geert Wilders tem uma solução para a guerra entre a Europa e as máfias de tráfico humano subsaharianas

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sexta-feira, 14 de março de 2014

Fábula da Guerra da Crimeia, a bordo das armas secretas do Malaysia Airlines Flight 370



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Como sabem, sou incapaz de qualquer teoria da conspiração, e tenho o maior desprezo por aqueles que delas vivem, portanto, podem imaginar o amor que tenho pelo "Manifesto dos 70", que deve ser uma forma aboliqueimada da Bíblia dos Setenta. Assim, muito à cabeça, é a velha história dos incendiários, que arruinaram Portugal, a quererem renascer, travestidos de bombeiros; depois, foi uma maneira ligeirinha, inventada por algum daqueles cretinos -- que nós pagamos -- e que "aconselha" o pária algarvio, de tentar provar que o Saloio de Boliqueime ainda encontrava lugar para uma demissão alzheimerada de dois gajos que só custavam dinheiro ao Erário, para fingir que ainda estava vivo.

Não está.

Está borrado de medo, porque sabe que o transbordo disto, das Forças de Segurança, para os Militares, pode fazê-lo acabar com a cabeça espetada na ponta de um chuço, como fizeram ao Robespierre, já que, embora Chefe Supremo das Forças Armadas -- coisa que faz rir qualquer pessoa com dois dedos de testa... -- não deve ter tido acesso às filmagens do canal privado das polícias, em que o paisana subitamente sobe pelo lado das escadarias, tira o revólver de debaixo do casaco, recebe um sinal dos que protegiam o antro de putas que é a Assembleia "Nacional", volta a meter a pistola para dentro, e faz sinal, para os de cá de baixo, para que fizessem o mesmo. Com evidência, foi o sinal de que ambos os lados eram apenas um, e não iam apresentar-nos um banho de sangue de cidadãos fardados, quando, na verdade, do que nós precisamos é de uma limpeza de uns certos paisanas, que destruíram um dos mais velhos estados nação da Europa, em apenas 40 anos.

Também não não vai ser o cair nos "Tugaleaks" das horas de consultas secretas de Neurologia, do Senhor "Presidente" da República, no Hospital Júlio de Matos, ou dos resultados das análises sigilosas ao sangue, do Sr. Vice Primeiro Ministro, Zsa Zsa Gabor, no Hospital da Força Aérea, que fará vacilar o Estado.

A coisa, na verdade, está muito pior do que isso, e os cabecilhas do Polvo sabem disso, ao ponto de terem a Televisão ininterruptamente a falar de Futebol, de manhã até às duas da manhã do dia seguinte, mas eu não serei eu a Cassandra que profetize o que aí vem, tanto mais que a minha arma é apenas, é só apenas, a escrita.

Todavia, como qualquer aldeão global, Portugal são trocos, perante o que vem aí, neste fim de semana em que todos vamos passear pela Crimeia, uma coisa de uma tal gravidade que até pôs os burocratas -- e os burrocratas -- das administrações europeias e americana a tratarem o Irão como "bonzinho". Claro que é bonzinho, como a Arábia Saudita, a Coreia do Norte ou a Venezuela, esta última a cair de podre, como a Maria Cavaco Silva, e é bonzinho, porque, na iminência de uma guerra fria, morna, ou quente, com uma Rússia que reacordou para o seu "espaço vital", convém ter um aliado, ainda que do Eixo do Mal, que sustente, a Sul, aquele terrível rastilho que se está a atear inexoravelmente acima do Cáucaso, nas praias do Cáspio.

Tecnicamente, já estamos em guerra, mas o interessante da coisa foi o tornear que foi feito, até lá chegarmos: primeiro, tentou-se a Síria, o único país da zona que estava solvente, para o tornar num destroço, dependente dos abutres do FMI, Bilderberg e do Banco Mundial. Já cumpriu o seu papel e desapareceu das televisões. Depois, vieram as primaveras turcas, que ameaçavam desestabilizar as fronteiras europeias, mais a Sul e só são novidade para quem não saiba a enorme apetência que o Czar de Todas as Rússias sempre teve por Constantinopla, e as guerras que isso já deu. Por fim, o inesperado, um tal de voo Malaysia Airlines 370, que já passou por tudo, desde acidente a atentado, esquecidos que estamos de que, nesta época em que a ficção dos órgãos de intoxicação social é infinitamente mais importante do que a factualidade, e o importante é manter o MEDO, e o medo instalou-se, o pior dos medos, o medo da dúvida, e isso foi um golpe de mestre, mais um, nesta época de decadência terminal.

Dispersadas as atenções, estamos perante um novo tipo de arma, a mini bomba de neutrões, portátil, com que tanto o criminoso Reagan sonhou, capaz de destruir a vida humana, sem destruir as infraestruturas, o Holandês Errante, de Wagner, ou, numa imagem bem da Edda Maior, uma nave vazia, feita de unhas de mortos, -- o tal Lyubov Orlova, que ninguém entendeu ser um ensaio geral deste novo pesadelo -- a navegar, horas, em puro piloto automático, ao som de uma sinfonia de portáteis que tocam, mas já ninguém poderá atender. Sim, capaz de se esgueirar pelos radares, invisível para os meios convencionais, e a constituir um novo paradigma da Guerra, a invisibilidade que se move, a caminho do seu alvo, a Síndroma da Chita, cuja presa, demasiado tarde, se dá conta de que vai ser mortalmente atacada. 

Pena é que as cúpulas militares, assim, friamente usem um avião comercial, para experimentar uma nova arma terrível, que irá transformar o conflito deste fim de semana numa nova guerra, irreconhecível nos meios e nas formas, cheia de efeitos e armas invisíveis, totalmente virtual, que as cortinas de fumo da intoxicação social alguma vez nos permitirão perceber o que aconteceu, senão depois de acontecido. E mais não escrevo, por receio de já ter falado de mais.

Boa sorte...

(Quarteto do será terrível, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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