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domingo, 29 de abril de 2018

premonição

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segunda-feira, 23 de abril de 2018

No grande tratado da Onomástica, dos toponímicos e dos gentílicos, dos apodos, alcunhas, cognomes e epítetos, a Alexandra, et pour cause, LEITÃO, a gaja que sustenta um inapto que tem o título de "Ministro da Educação", inaugura hoje o primeiro concurso de professores no qual, desde o 25 de abril, as estruturas representativas dos implicados não foram ouvidas. Estão espantados?... Não, não se espantem, por que, em Portugal, chegamos ao Fim da História, tão preconizado pelos pensadores marxistas, e incarnado por Kim Jong un, Xi Jinping e António Costa, o poucochinho monhé, a quem o Bloco de Esquerda e o PCP ajudaram a construir a próxima maioria absoluta daquilo a que a Ana Gomes (espera-se que não estando bêbeda...) designou como um enorme "bando de corruptos e criminosos". Sim, é enorme, mas ainda pode crescer mais, já que estamos em Portugal

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domingo, 15 de abril de 2018

abelharuco pousado num ramo à espera do sol

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sábado, 14 de abril de 2018

Diário da Guerra da Síria - Ministro Augusto Santos Silva (um traste, o tal que já arrastou as nalgas por tudo o que era ministério, sempre nulo, e sempre seguro de que quem se mete com o PS leva) dirige-se aos portugueses, e serena-os, já que não está previsto, nem com grandes derivas de rotas, que algum míssil tomawakh caia sobre o Santuário de Fátima, incluída a nova basílica, ou os madeireiros criminosos de Leiria, que deviam ser levados a corte marcial, e fuzilados todos contra um muro queimado. Já quanto às matilhas de turistas dos Pastéis de Belém, até podem continuar a ir, mas agora será sempre por conta e risco deles, e das embaixadas dos países de origem, não estando prevista no orçamento de 2019 qualquer almofada de indemnização...

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Diário da Guerra da Síria - Ministério dos Negócios Traseiro..., perdão, Estrangeiros Português garante que intervenção na Síria não afetará os valores nacionais mais profundos, como a inocência de Carlos Cruz, a virgindade da Senhora de Mota Amaral, a falência do Montepio e a queda de audiências da "Casa dos Segredos/Goucha". Quer-se que a guerra seja rápida, e voltem todos bem, a tempo de ver o solzinho a dançar, no dia 13 de maio (profecias inéditas daquela Lúcia, que nasceu pastora, mas de quem a Senhora não resistiu e quis depois fazer santa, e fez)



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Não fossem os químicos, como veríamos nós o solzinho a dançar, e não é preciso irmos para a Síria, basta rastejar-se até Fátima... :-)
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terça-feira, 10 de abril de 2018

Luna anuncia o aniversário do Paulo Intemporal. Parabéns, Paulo Intemporal :-)

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Diário da Guerra da Síria - Sim, o tema das armas químicas volta a atacar, e foi o arenque fumado e ressequido, Teresa May, a (re)lançar a moda: quando foi do Saddam, atacaram o Saddam, por que as armas químicas estavam todas no Iraque, e quando o Saddam caiu, descobriram que, antes de cair, o Saddam tinha empurrado todas as armas químicas para a Síria. Agora, quando cair o animal Assad, vai-se descobrir que o Assad não tinha armas químicas, por que já as tinha passado todas para os seus aliados do ISIL, na Península do Sinai, onde, salvo os atentados no Cairo, Assão e Luxor, vão continuar, até Israel descobrir que tem mesmo de intervir, e reocupar a Península do Sinai. E, se continuarem a empurrar as armas químicas assim, elas ainda acabam em Fátima, a 13 de maio, para ajudarem os pacóvios a ver o solzinho a dançar

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domingo, 8 de abril de 2018

o urso acordou

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domingo, 1 de abril de 2018

forget-me-not

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Vamos ao mar, na Páscoa. O coelho ficou amuado, mas na ausência de horta, uma cenoura ou duas basta para o calar. Não que os coelhos sejam palradores, mas este julga-se o protagonista da festa, a par com os ovos, os cordeiros, os folares, as amêndoas. 
No entanto, parece-me fria a água, a lua cheia e a maré vaza.


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domingo, 30 de abril de 2017

pimenta do reino e açafrão

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E por fim riu-se. Num gesto ainda bonito, atirou para trás os cabelos pretos azeviche, lustrosos como veludo, pegou no saco e desceu as escadas a correr. Eu acenei-lhe e pensei na impossibilidade de duas pessoas tão diferentes conseguirem ser iguais. Às vezes estamos mais de um ano sem nos vermos e a conversa é reatada no ponto em que ficou e rapidamente unimos os pontos separados e os outros que pintamos por aí. Fazem uma linha.
Ela pergunta, lembras-te daquela casa com um portal, duas colunas, a varanda toda à volta e os espanta espíritos que afinal não espantavam nada e até atraíam os morcegos? Lembro-me. Da cozinha negra de carvão, as vasilhas de cobre, o poço? Também. Dos macacos zangados a arrancar telhas, da chuva forte, dir-se-ia eterna, do cheiro da terra. E do rio ao fim do dia? Sim. Divertimo-nos como loucas. Pois foi. Quem diria este tempo desapiedado que estamos a viver agora.
O vendedor de açafrão tem duas filhas esguias como juncos, os cabelos presos numa trança. Um dia rolou um grão de mostarda pelo colo de uma e um grão de pimenta pelo colo da outra. O pai zangado ordenou-lhes, procurem os grãos perdidos, pois um não é nada sem o outro e é com eles que eu encho os sacos para levar ao mercado e compro o arroz que cozinhamos à ceia.
As filhas, esguias como juncos e sensíveis como asas de borboleta, desfizeram as tranças e soltaram os cabelos e as lágrimas e estas eram grãos de água transparente. Procuraram debaixo da mesa, nas gavetas, nas traves do teto, na rua, no mercado, no templo, entre a areia da praia. E as filhas esguias como juncos, sensíveis como asas de borboleta, frágeis como a lua nova, cansadas, adormeceram.  
Desço atrás dela e apanhamos jarros, margaridas e uma braçada de hortelã. Na cidade as flores estão-lhe distantes e há pouco ar em redor das casas.
Os jarros não gostam que se lhes corte o pé. Vingam-se, largando um líquido castanho que põe nódoas na roupa. Assim nunca mais nos esquecemos.
Foi então que dos sonhos das filhas do vendedor de açafrão surgiu uma ave rara e abriu a sua enorme cauda, estendeu o bico e largou na almofada do pai dois grãos, um de mostarda e outro de pimenta. Depois pegou nas raparigas esguias como juncos e levou-as para um reino distante.
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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Diário da Baleia Azul - Não te vacines. Fala com o teu dono e diz-lhe que queres aproveitar a ponte do dia 12 para ir a Fátima ver a Jacinta feita santa

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Diário do Macron - O Ulrich, que já era fascista no tempo do Fascismo, faz 65 anos e vai-se embora do BPI. Finalmente que o Ulrich, que já era fascista no tempo do Fascismo, se vai embora. Ufa!!!...

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domingo, 23 de abril de 2017

o rouxinol

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A água do lago devolveu-lhe a sua imagem. Viu que tinha crescido, que era agora um pássaro completo, cabeça, bico, corpo, patas, asas, cauda de mil cores. Rejubilou, volteou de alegria e quando finalmente pousou no ramo da ameixoeira já era noite. Lançou um canto sonoro e longo. O imperador acordou.
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domingo, 16 de abril de 2017

retrato de domingo enquanto páscoa

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Os jarros tingem de vermelho os guardanapos brancos. Os malmequeres soltam um pó amarelo-torrado nos copos de água. As rosas lançam espinhos em dedos incautos e as estrelícias são os galos a cantar de madrugada
Este é um retrato de domingo enquanto Páscoa. A toalha estendida sobre a relva, as flores onde quer que cresçam e o coelho a esconder ovos de chocolate no ninho dos pássaros.


ave-do-paraíso
fotografia de mb
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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Fabergé

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terça-feira, 11 de abril de 2017

Luna

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Diário da Guerra - Trump começa a desempenhar as funções para as quais foi eleito, a primeira das quais abater o assassino da Síria, Assad, amigo do Duarte de Bragança, ex senhorio da PIDE, na Rua António Maria Cardoso

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Brasil

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