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quarta-feira, 8 de março de 2017

Diário do Geert Wilders - "Vault 7", "Wikileaks" 3.6: o big broter anda mesmo por sua casa, e só não se entende como com tanto big brother os maiores criminosos do mundo ainda continuam a agir em impunidade

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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Luís Amado (o homem da América), um dos agentes da CIA em Portugal, pode vir a ser Comissário Europeu, embora a hipótese do Lobby Pedófilo ainda esteja em cima da mesa

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sexta-feira, 14 de março de 2014

Fábula da Guerra da Crimeia, a bordo das armas secretas do Malaysia Airlines Flight 370



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Como sabem, sou incapaz de qualquer teoria da conspiração, e tenho o maior desprezo por aqueles que delas vivem, portanto, podem imaginar o amor que tenho pelo "Manifesto dos 70", que deve ser uma forma aboliqueimada da Bíblia dos Setenta. Assim, muito à cabeça, é a velha história dos incendiários, que arruinaram Portugal, a quererem renascer, travestidos de bombeiros; depois, foi uma maneira ligeirinha, inventada por algum daqueles cretinos -- que nós pagamos -- e que "aconselha" o pária algarvio, de tentar provar que o Saloio de Boliqueime ainda encontrava lugar para uma demissão alzheimerada de dois gajos que só custavam dinheiro ao Erário, para fingir que ainda estava vivo.

Não está.

Está borrado de medo, porque sabe que o transbordo disto, das Forças de Segurança, para os Militares, pode fazê-lo acabar com a cabeça espetada na ponta de um chuço, como fizeram ao Robespierre, já que, embora Chefe Supremo das Forças Armadas -- coisa que faz rir qualquer pessoa com dois dedos de testa... -- não deve ter tido acesso às filmagens do canal privado das polícias, em que o paisana subitamente sobe pelo lado das escadarias, tira o revólver de debaixo do casaco, recebe um sinal dos que protegiam o antro de putas que é a Assembleia "Nacional", volta a meter a pistola para dentro, e faz sinal, para os de cá de baixo, para que fizessem o mesmo. Com evidência, foi o sinal de que ambos os lados eram apenas um, e não iam apresentar-nos um banho de sangue de cidadãos fardados, quando, na verdade, do que nós precisamos é de uma limpeza de uns certos paisanas, que destruíram um dos mais velhos estados nação da Europa, em apenas 40 anos.

Também não não vai ser o cair nos "Tugaleaks" das horas de consultas secretas de Neurologia, do Senhor "Presidente" da República, no Hospital Júlio de Matos, ou dos resultados das análises sigilosas ao sangue, do Sr. Vice Primeiro Ministro, Zsa Zsa Gabor, no Hospital da Força Aérea, que fará vacilar o Estado.

A coisa, na verdade, está muito pior do que isso, e os cabecilhas do Polvo sabem disso, ao ponto de terem a Televisão ininterruptamente a falar de Futebol, de manhã até às duas da manhã do dia seguinte, mas eu não serei eu a Cassandra que profetize o que aí vem, tanto mais que a minha arma é apenas, é só apenas, a escrita.

Todavia, como qualquer aldeão global, Portugal são trocos, perante o que vem aí, neste fim de semana em que todos vamos passear pela Crimeia, uma coisa de uma tal gravidade que até pôs os burocratas -- e os burrocratas -- das administrações europeias e americana a tratarem o Irão como "bonzinho". Claro que é bonzinho, como a Arábia Saudita, a Coreia do Norte ou a Venezuela, esta última a cair de podre, como a Maria Cavaco Silva, e é bonzinho, porque, na iminência de uma guerra fria, morna, ou quente, com uma Rússia que reacordou para o seu "espaço vital", convém ter um aliado, ainda que do Eixo do Mal, que sustente, a Sul, aquele terrível rastilho que se está a atear inexoravelmente acima do Cáucaso, nas praias do Cáspio.

Tecnicamente, já estamos em guerra, mas o interessante da coisa foi o tornear que foi feito, até lá chegarmos: primeiro, tentou-se a Síria, o único país da zona que estava solvente, para o tornar num destroço, dependente dos abutres do FMI, Bilderberg e do Banco Mundial. Já cumpriu o seu papel e desapareceu das televisões. Depois, vieram as primaveras turcas, que ameaçavam desestabilizar as fronteiras europeias, mais a Sul e só são novidade para quem não saiba a enorme apetência que o Czar de Todas as Rússias sempre teve por Constantinopla, e as guerras que isso já deu. Por fim, o inesperado, um tal de voo Malaysia Airlines 370, que já passou por tudo, desde acidente a atentado, esquecidos que estamos de que, nesta época em que a ficção dos órgãos de intoxicação social é infinitamente mais importante do que a factualidade, e o importante é manter o MEDO, e o medo instalou-se, o pior dos medos, o medo da dúvida, e isso foi um golpe de mestre, mais um, nesta época de decadência terminal.

Dispersadas as atenções, estamos perante um novo tipo de arma, a mini bomba de neutrões, portátil, com que tanto o criminoso Reagan sonhou, capaz de destruir a vida humana, sem destruir as infraestruturas, o Holandês Errante, de Wagner, ou, numa imagem bem da Edda Maior, uma nave vazia, feita de unhas de mortos, -- o tal Lyubov Orlova, que ninguém entendeu ser um ensaio geral deste novo pesadelo -- a navegar, horas, em puro piloto automático, ao som de uma sinfonia de portáteis que tocam, mas já ninguém poderá atender. Sim, capaz de se esgueirar pelos radares, invisível para os meios convencionais, e a constituir um novo paradigma da Guerra, a invisibilidade que se move, a caminho do seu alvo, a Síndroma da Chita, cuja presa, demasiado tarde, se dá conta de que vai ser mortalmente atacada. 

Pena é que as cúpulas militares, assim, friamente usem um avião comercial, para experimentar uma nova arma terrível, que irá transformar o conflito deste fim de semana numa nova guerra, irreconhecível nos meios e nas formas, cheia de efeitos e armas invisíveis, totalmente virtual, que as cortinas de fumo da intoxicação social alguma vez nos permitirão perceber o que aconteceu, senão depois de acontecido. E mais não escrevo, por receio de já ter falado de mais.

Boa sorte...

(Quarteto do será terrível, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

NSA e o sistema global de destruição da privacidade

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

"The Braganza Mothers", no dia em que Ana Gomes, no intervalo de duas garrafas de "Dão Meia Encosta", resolveu estragar o arranjinho ao bilderberguer, Aguiar Branco

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Aguiar Branco, um agente americano de Bilderberg, insiste na venda dos estaleiros de Viana do Castelo. Tem um grande deficit, pelo que vão ser vendidos a uma empresa com um deficit ainda maior. Aguiar Branco, que já devia ter sido detido pelos militares, diz que é "para bem" dos trabalhadores. Nós achamos que é "para bem" de alguém, menos dos trabalhadores e de Portugal. E... ah, sim, já nos esquecíamos, o Sr. Aníbal, de Boliqueime, acha não ser a altura oportuna para se pronunciar sobre o assunto :-)

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Obama escutou tudo, até o Conclave, para ter a certeza de que a Ultradireita Americana, formada nas universidades jesuítas, conseguia pôr um totó no Vaticano. E conseguiu. Miracolo, mamma mia, miracolo!... :-)

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terça-feira, 29 de outubro de 2013

A Batalha de Lampedusa, enquanto parte suja da Guerra preta de Obama ao negro, seguida de um Tea Party de badalhocas


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem do Kaos, e dedicada ao Kaos, que anda noutra daquelas fases de achar que o Mundo devia mudar: ó homem, nem os teus bonecos nem os meus textos o mudarão, só que eu escrevo para chatear,e tu ainda acreditas que alguma cois vai mudar. Deixa-te disso, e cria...



Já várias vezes escrevi esta frase, e voltarei a ela quantas vezes for necessária: a Europa, um continente desgastado pelo tempo e pela inércia, nunca se conseguiu libertar de uma coisa dramática, chamada o Complexo de Maio de 68, um período que deve ter tido muita graça, mas que, ao ser vivido pela juventude de muitas pessoas, decerto sinceras, decentes e esperançosas, as impregnou da pior sensação que pode acontecer a qualquer comunidade, que é o convencimento -- a segunda síndroma -- de estar no Fim da História.

Basta ouvir a segurança, a jactância, a estupidez natural de Antónios Barretos, Nunos Cratos, Durões Barrosos, e seus congéneres europeus, para perceber que essa gentinha acha que apenas houve uma juventude, a juventude deles, e os outros que se amanhem. Para mal de todos nós, o Tempo, essa dramática consequência do Segundo Princípio da Termodinâmica, existe, não sei se enquanto entidade ontológica, mas enquanto sistema dissipativo da Realidade: todos os Lou Reeds deste Mundo morrem, até para mim, que não sabia que ele existia, como morreram os seus equivalentes, no meu imaginário, Bernstein ou Karajan, o que quer dizer que esses arruaceiros de maio de 68 começaram a ter cabelos brancos, vozes com catarro, e a ascender, uns, por direito próprio, outros, pelo Princípio de Peter, aos lugares verdadeiramente decisórios do Mundo, e, até aí, tudo bem, não se lhes tivesse metido na cabeça que os teriam, um dia, de os abandonar, como sempre aconteceu, ao longo da História.

A III República Francesa afundou-se assim, no célebre trocadilho, em que se perguntava por que é que todos os lugares políticos estavam ocupados por homens de 80 anos, sendo que a resposta é que estavam, por que os de 90 já tinham morrido... A situação presente é muito semelhante, com o risco agravado de que os de 80 agora ainda estão na casa dos 60 e dos 70, e a esperança de vida, (in)felizmente, aumentou. Por outro lado, enquanto a III República era meramente senil, estes cavalheiros e cavalheiras acham que detêm as chaves e a verdade suprema do Fim da História, ou seja, a sua sobrevivência não é meramente biológica, é determinante, e cruelmente, ideológica, esquecendo-se de que a sua ideologia envelheceu, e de que gerações mais novas, porventura infinitamente mais aptas, estão ansiosas para que eles abandonem a teia blindada em que se instalaram. Mas não abandonam, e criaram autênticas vedações eletrificadas, para evitar que os arranquem de lá.

Os cavalheiros que gritavam por sex, drugs and rock-and-roll são hoje os piores censores das fodas dos outros, os moralistas do teste do álcool e os Comissários Europeus para o Ultraliberalismo, o Desemprego e as reformas aos 70 anos.

Gostaria de os ver, em maio de 68, a reagir a uns Fascistas,  Sociais-Fascistas e Capitalistas que lhes dissessem que tinham de largar o Che Guevara, o Fidel e o Mao Tse Tung, e iam ter de alombar com trabalho mal remunerado, até ao fim das artroses, em vez de uns charros, uns LSDs e umas gajas que davam brutas gerais, em parties lésbicas e sem preservativo.

Este é, grosso modo, o trauma pós traumático da Europa politraumatizada, que se tornou numa adolescente decrépita, ou, pior do que isso, naquilo que a minha avó designava de velha gaiteira.

A História real é mais dura, brutal e nada tem de romântico: a ultradireita americana, uma coisa que não me perguntem o que é, mas governa ininterruptamente os Estados Unidos, pelo menos, desde o fim da II Guerra Mundial, apenas tem na cabeça uma coisa: a posse dos recursos naturais, e do ouro negro, que (ainda) move o Mundo, o petróleo.

Perante isto, nunca recuaram em nada: em 68, imaginaram uma revolta de barbudos piolhosos, e gajas todas úmidas, em Berkeley, que imediatamente alastrou à Europa, França, sobretudo, que ainda era branca e não lepeniana, e levou De Gaulle a ter de declarar o Estado de Sítio, e a colocar os tanques em redor de Paris. O regime colapsou, e instalou-se essa primavera florida, que o fez -- De Gaulle -- a abandonar o que realmente preocupava a América: o ir convencer os desertos árabes a passar a transacionar o petróleo em francos e marcos, em vez de dólares. Esta é a dura história do Maio de 68, e tudo o resto são Woodstsocks, para entreter punhetas velhas.

Nada disto é extraordinário, e voltou a repetir-se, quando o Xá virou o petróleo persa numa direção autónoma: imediatamente os financiadores de obamas da altura agarraram num velho asqueroso, que estava em Paris, onde toda a merda se aloja, incluindo a Maria de Medeiros, o Ferro Rodrigues e o Carrilho, correram com o Shashim, Rehza Pahlevi II, e impuseram uma teocracia, como nem na Idade Média se vira, se viu e se vê. As vítimas restantes foram caindo, uma a uma, sempre com o mesmo pretexto, mas revigorado: o grande amigo do Ocidente, Saddam Hussein caiu, no dia em que decidiu que poderia vender petróleo pago em em euros, em vez de dólares, e seguiram-se as "primaveras árabes", um dos mais colossais embustes do séc. XXI, em que velhos facínoras, urânicos, pedófilos e caciques, apadrinhados pelo Ocidente, como Kadafi, foram apeados pelas forças da Sombra, sempre que lhes passava tirar o petróleo das mãos dos senhores dos dólares.

Nos entrementes, os Cohen-Bandit envelheceram, e tornaram-se, por todo o lado, em Cohen Bandidos.

Quem manda agora na Europa, em puro estado de delírio masturbatório, são estes mesmos canalhas que acham que a sua juventude foi a última da História, e o derradeiro doce que lhes deram foi pôr um preto a presidir à América, convictos de que estavam a assistir a um lutherkingismo afinal chegado: não estavam, estavam era a ser vigarizados, porque o sobressalto americano teria, realmente, acontecido, se houvesse um presidente afro-não-sei-das-quantas a ser eleito, no tempo do Luther King, e não passado meio século, para gáudio, satisfação e autocomplacência de ambas as partes.

Metaforicamente, as sombras que governam a América e o Mundo davam-lhes o derradeiro doce, e, em contrapartida, passavam a ter rédea solta para fazer tudo o que não se tinham atrevido a fazer até então. Creio que Marx -- e este é um texto de alguém para quem Marx é uma grelha analítica, como qualquer outra, brilhante, nuns pontos, e miserável, em tantos outros -- ficaria horrorizado com o que nos está a acontecer: isto não é o declínio do Capitalismo, é Metropolis, de Fritz Lang, mas sem catacumbas de esperança.

Para os Senis de 68, houve uma primavera no Magreb. Não houve: criou-se, no Magreb, uma fronteira de Fundamentalismo, que, diariamente, instigada por Obama, um emplastro de vaidade, e os seus promotores do "Tea Party", está a INVADIR a Europa, enquanto tenta destruir o Euro e o Iluminismo.

O "sonho" de Obama é uma Europa de "auroras douradas".

Tecnicamente, depois de um período de longuíssima pseudopaz, as fronteiras marítimas da Europa, chamadas Lampedusa, ou as que ainda aí estarão para vir, estão a ser violadas, numa manobra surdamente orquestrada, tal as fronteiras terrestres do México, que, dia após dia, despejam nas ruas da gigantesca favela americana milhares, milhões de desgraçados, em busca de um mundo melhor, que mais não é do que a coutada falida de uns quantos senis, que se barricaram, para viver, até aos 80, os únicos 20 anos que reconheceram a alguém, os SEUS (deles) 20 anos.

O fim disto disto será uma guerra civil generalizada, e uma Europa fragmentada de regimes totalitários.

Mergulhados na sua imbecilidade, descobriram que o "Tea Party", de Obama, os estava a escutar, numa guerra para além de suja, e que a América, num mundo multipolar, acabará por entregar a Europa à sua deriva, conquanto, agora, tem coisas bem mais preocupantes pela frente, como um Estado Mafioso, a Rússia, que nunca evoluiu, desde Ivan, o Terrível, e um estado de atropelos, a China, onde se procria como coelhos, e se vive, abaixo das elites, como escravos, a fazer-lhes frente e concorrência. Para o Senhor Barroso, ou o Senhor Barreto, ou a "anarquista" Lurdes Rodrigues e o Albanês, Crato, se a China se metamorfoseou assim, é porque deve ser bom, e toca de embarcar.

Apenas aqui, dou razão aos cavalheiros de Bilderberg: há gente a mais, para recursos a menos, e cada vez mais os recursos a menos estão mais nas mãos de gente que vale cada vez menos. Assim, por alto, com o deficit americano -- uma ficcção de números que não têm qualquer palpabilidade real -- e também está nas mãos dos Chineses e dos criminosos terroristas sauditas, a tal Guerra do Sirão aparece, e desaparece, dos Órgãos de Intoxicação Social. Como se aprendeu com as Grandes Guerras, os ensaios gerais fazem-se sempre ao lado, como em Mozambique, e na África do Sul, os futuros Zimbabwés, mal o velhinho Madiba feche os olhos.

Claro que nada disto nos diz respeito, porque ainda conseguimos estar em graus de intoxicação inferiores: um sádico, que representa culturalmente (!) Portugal em Paris, tal como Relvas representa, culturalmente (!) Portugal, no Brasil. Num país assim, tudo é possível, como haver casamentos de conveniência, com violência doméstica, com uma gaja, que alegadamente estava sempre bêbeda -- e isso costuma dar vice reitorias na Lusófona -- e caía nas moitas. Mas quais moitas, senhor Manuel, de dia, Maria, de noite, se a moralidade mandou rapar todas as moitas de Portugal, não fosse alguém ver lá o solzinho a dançar. Ela caía, e ficava cheia de nódoas negras, por causa das moitas???... Só se for do Bois de Boulogne, onde os representantes portugueses não são conhecidos de vista, e vão ter com altas travecas de salto alto, prostitutos curdos e rapazitos de la racaille, que, por 50 euros, lhes mijam na boca.

Um luxo.



(Quarteto do ó Bárbara arredonda a saia, Ó Barbara arredonda-a bem, Ó Bárbara arredonda a saia, olha o Dinis que ela tem, escarrapachado no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")



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sábado, 26 de outubro de 2013

Mais uma batalha da III Guerra Mundial em curso: a casinha das escutas da NSA foi vítima de ataque informático. Obama está "zangado"

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Angela Merkel telefonou a Obama, para saber se estava a ser escutada, mas recebeu um redondo "Não. Achas que sim?... Ainda se fosses uma gaja boa, filha..."

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013

"The Braganza Mothers", no dia em que Rui Machete foi mais uma vez mentir ao Parlamento, mas como quem mente uma vez mente todas, who cares?... :-)

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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Angola oferece nacionalidade e o lugar de Cônsul vitalício da República Democrática de Angola, em Faro (Quinta do Lago), a Rui Machete, mal ele se demita ou seja posto na rua

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Parabéns, Google: 15 anos a servir o público e só deus saberá quantos, a servir Obama...

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Correio da Lola: "Acha que o Rui Machete é mesmo agente da C.I.A.?..."


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Querida Lola:

Pela parte do meu pai, sou profundamente luso-americana, já que ele andou a comer mulatas no Bronx, na fase em que estava a juntar uns dólares, para fazer a nossa casinho no Caramulo, que, graças à Sãozinha, escapou aos incêndios. Mas estou, tão, tão, tão confusa, ligo a televisão, só vejo o "Dança Comigo", desgraças, políticos mentirosos, mortos no Egito e na Síria, e ando cheia de medo de o FMI me obrigar a andar de burka? Que acha que faça... Mais antidepressivos, ou espero pela 10ª. avaliação da Troika?...

Maria Renata Sabugal, Serra do Caramulo


Querida Renata:

A sua carta tem tantas questões, e é tão ditada do fundo do coração, que não sei por onde começar: talvez por agradecer à Sãozinha, que salvou a sua baiúca dos incêndios. É pena que a Sãozinha não se tenha também lembrado de salvar os desgraçados que por lá morreram, e a devastação do nosso património florestal, que vai levar anos a reconstruir, com todos os prejuízos que isso implica para a empresa de combate de fogos florestais do Dr. Dias Loureiro. Há pessoas que são como Deus, conseguem sempre estar em toda a parte, ou talvez a SLN seja a nova denominação para o Céu, e seja lá que Deus reside, já que são tantos que, se calhar, se esqueceram de enviar um postalinho a avisar Deus... Por isso, políticos mentirosos... esqueça, por que é pleonasmo. Quanto ao Dr. Rui Machete ser da CIA, filha, isso são , ou não são, rumores, já que parece que o Luís Amado e mais uns quantos também trabalham para essa obra de caridade. Nada de estranho nisso, posto que, se a CIA pretende ser uma agência mundial, é necessário que tenha agentes por todo o lado, até em Portugal, a Cauda da Europa. Agora, não me parece é que eles fossem tão descarados que colocassem um agente da CIA a presidir à Fundação Luso-Americana, e, muito menos, uma pessoa honesta, um dos senadores do PSD, do tempo do Balsemão, e das eras idas, em que o Carlucci vinha esfomeado de rapazinhos, satisfazer a sua fome pedófila na Casa Pia e arredores. Ou acha que sim?... Pessoalmente, penso que, neste momento, só o Balsemão, numa das suas pausas da "branca", ou o Dr. Mário Soares, que, infelizmente, Deus Nosso Senhor vai levar, no próximo ano, para junto de si, poderia responder. Quanto ao resto... Também vê o "Dança Comigo"?... Lindo, já somos duas: adoro aquela apresentadora, de perna aberta, toda deformada, que parece que acabou de ser montada por um batalhão de Comandos da Amadora, dos antigos, não dos passivos, que, de quando em quando aqui caem; do Cifrão, que adorava que me montasse e mordesse toda, com aqueles dentes de Camila Parker-Bowles, enquanto eu relinchava, como uma porca, e o Sr. Alberto... mas esse, olhe, aviso-a já para ter cuidado, porque não é a primeira vez que o vejo sair, desalvorado, do Parque Eduardo VII, onde anda à caça da pior coisa que pode acontecer a um homem casado e pai de três filhos... chineses, querida, o Sr. Alberto à caça de... chineses, eu sei, querida, o horror, o vómito, que está a sentir, mas há parafilias para tudo, como a da Alexandra Lencastre, que passou a vida toda a ser encornada por bichas, e agora acha que vai encontrar macho no último sítio onde toda a gente sabe que não há homens, o curral das "bailarinas", enfim... Quanto à Troika a obrigar a usar burka já esteve mais longe, e não me parece que passe pela Troika: está tudo à espera de que a Síria e o Egito alastrem à Europa, como o México transformou a velha América, para sempre, numa lixeira de traficantes e clandestinos. Infelizmente, nunca mais o Sr. Obama vai para casa, pintar a cara de graxa, para fingir que é preto, e, enquanto ele nao vai, cada vez mais morrem homens bons por toda a parte. Não espere é pela 10ª avaliação da Troika, e meta-se já nos antidepressivos, que isso dá fortunas às empresas farmacêuticas, e até aposto que, se remexesse um bocadinho nesse caldeirão, lá encontraria, os nomes de sempre, outra vez, a SLN, o Rui Machete, a Leonor Beleza, o Dias Loureiro, a Maria Luís Albuquerque e até um daqueles velhos habitués que o Ministro de Estado, Paulo Portas mamava no segundo piso do edifício da PT, ex-Fórum Picoas. Estas verdades são tão horrorosas, não é, mas mais horroroso ainda é os homens bons que todos os dias morrem, e morrem, na Síria, enquanto a Mafia Russa toureia o escarumba do Illinois: não sei se vê a televisão como eu vejo, mas com a crise que anda aqui no Conde Redondo, deus me perdoe, quantas vezes já dei comigo a olhar para a minha Sony 3D, e a ver aqueles homens fantásticos, só de cuecas, e a pensar, ai, jesus, valha-me deus, e isto é que eu acho que é mesmo pecado, perverso, mórbido, o fim da minha carreira de traveca... a pensar... valha-me deus, meu deus, "ai, que morto tão bom...", não fosse o vazio, a vaidade e a cobardia de um caneco, e eles (suspiro) podiam estar todos vivos, e prontos para me rebentarem com o esfíncter, que bem preciso, eu, uma das 20 000 virgens... Kisses.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

9/11 - Remember

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