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sábado, 28 de novembro de 2015

"Temos políticos muito ignorantes", o que é verdade, mas não são só os políticos, filha...

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Fujam, vem aí o primeiro "romance" da Clara Ferreira Alves!... (o gajo lá atrás, na foto, parece o Jorge Jesus, e até podia ser, mas, por acaso, não é...):-)

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Imprensa ajoelhada e submissa perde progressivamente mais leitores, que querem realidades e não ficções :-)

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Comer sarda é saudável, mas está a tornar-se insustentável. Teresa Guilherme é recebida por uma tripulação corada, sempre que embarca para São Paulo - Diadema

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A pretexto do 40º aniversário do glorioso "Expresso", um grande êxito do "The Braganza Mothers: "2000 anos de "Expresso"


Imagem do Kaos





"Há uma corrente da Historiografia, muito próxima do senso comum, que diz que toda a História não é mais do uma série de tentativas falhadas de narrativa. Hoje, não estou muito para filosofias, pelo que vou já pelas autópsias.

O "Expresso" completa hoje 2000 anos, e não é todos os dias que se alcança tal longevidade. Na realidade, como em todas as estações da vida, falar do "Expresso", em abstrato, é uma coisa tão lata como querer ver a Brigitte Bardot, curva e boazona, de outrora, naquele grande canyon neofascista de rugas, que, na contemporaneidade, se revolve entre línguas eróticas de gato e olho de vidro do Le Pen.

O "Expresso", para quem não se lembre, vem do tempo da Outra Senhora, em que só havia uma Verdade, a do "Diário da República", e a voz do Ministro da Propaganda. Se quiserem uma diferença entre os órgãos do Regime e o "Expresso" era a diferença que vai do café curto à meia de leite: com um pouco de sorte, sentavam-se à mesma mesa, e partilhariam longas conversas em família, se não tivesse havido um rotura de paradigma político que fez o "Expresso" passar a sofrer da Síndroma de Cavaco, ou das carreiras interrompidas. A seu modo, se houvesse um aligeiramento da Velha Senhora, as vozes sucessoras da Propaganda já lá estariam todas a estagiar, como depois ficaram.

Como na Historiografia, o sonho do "Expresso" foi sempre substituir a Realidade por um narrativa contemporânea. Não precisava de ser muito convincente, mas só... à justinha. Num povo com grau de literacia baixíssimo, tudo o que aparecia na primeira página do "Expresso" era mais forte do que a Realidade, e ai de quem se atravesse a contrapor a Realidade à narrativa jornalística do "Expresso", e assim nasceram os monstros que nos conduziram ao presente impasse, sempre com um verniz de elitismo, só possível neste país de pés de chinelo.

O "Expresso" é, sempre foi, e arrisco que continuará, por mais cosméticas de revelações que prometa, o oposto das "Wikileaks": por detrás dessas "audácias", haverá sempre um frete político.

A maior virtude do "Expresso" era, é, sempre foi, a sua tenacidade, quer no louvor, quer na anatemização, talvez devido ao ninho de lacraus que é, e ai de quem lhes cair em desgraça, porque o espírito inquisitório tem o braço longo, e pode durar... milénios, éons, todo o tempo de Bilderberg :-)

A história do semanário não me interessa, talvez por que só o tenha comprado meia dúzia de vezes, mas recordo que, com o tempo, passou a sofrer dos vícios das matronas, muita base, muito baton, muito rimel, e roupas vistosas e quinquilharia para encher o olho. Na "période vache" já tinha sacos de plástico suficientemente grandes para a pessoa o poder comprar, despejar o conteúdo no primeiro caixote de lixo à mão, e poupar num saco do LIDL, trazendo o do "Expresso" no bolso, para o encher depois, com bens de primeira necessidade.

Do "Expresso", podemos dizer que tudo o que foi mau por lá passou, e sofreu dos problemas das rotundas, soluções urbanísticas que, como toda a gente que tem formação na área, como eu, sabe que são a maior asneira, no planeamento de tráfego: se, de quatro vias, que nela confluem, houver uma de escoamento rápido, uma média e uma lenta, ganha, passado dez minutos, sempre a lenta, tornando a rotunda num inferno. Como se sabe, isto é irrelevante para os autarcas corruptos, já que lhes permite pagar o mamarracho escultórico do centro, ao amigo do cinzel mais próximo.

Com o "Expresso", sucedeu o mesmo: era, foi, é uma rotunda do pensamento, onde se cruzaram mentes brilhantes, monos e puros medíocres. Pelo processo entrópico, as mentes brilhantes foram fugindo e brilharam os monos medíocres. Eu sei que toda a gente espera que eu torne a coisa nominal, e eu torno: do bom, relembro Luísa Schmidt, e os seus textos, inimitáveis, na qualidade da forma e da informação cívica: dos maus, só me estão a vir à cabeça duas criaturas que provocaram o maior desastre cultural dos anos 80 e 90 de Portugal, chamavam-se, e chamam-se, Alexandre Melo e Clara Ferreira Alves. Do primeiro, dizia-se que promovia os artistas que o comiam, e os que lhe ofereciam obras, quando não gostavam de o comer. Entregou a criação portuguesa aos subúrbios da Fundação Luso-Americana, a soldo da qual arruinou a especificidade cultural nacional por subprodutos que uns quantos pobres diabos repetiam por cá, depois de saídos de moda em Nova Iorque. Lixo, com o nome de Pedro Cabrita Reis, entre outros. De Clara Ferreira Alves, ignara e vingativa, corria que lançava os escritores que a cobriam.

O meu editor fez-me claramente a proposta, mas eu preferi a obscuridade à indignidade, sabendo que o Tempo tudo depois reporia.

O tempo mais triste do "Expresso" veio com o surgimento do glorioso "Independente", que inaugurava uma maneira impoliticamente correta de falar dos acontecimentos, sem o tom de Diário da República, tão ao gosto do Sr. Balsemão.

Como se sabe, nada do que é bom dura sempre, e o mau pode eternizar-se. O "Independente" desapareceu, a Blosgosfera abalou, para sempre, o "Expresso" e todos os jornais, e, por lá, ainda peroram, hoje, nulidades do calibre de Sousa Tavares, ou Inês Pedrosa.

Amanhã, garanto, será pior.

Como este é, apesar de tudo, um texto laudatório e de parabéns, vamos a ele, já que o "Expresso" foi pioneiro nas edições "on-line", e manteve, durante um período glorioso, algumas caixas de comentários às quais devo, de facto, estar a escrever aqui, enquanto heterónimo, especificamente criado para por lá metralhar. O primeiro "Arrebenta", nome que execro, divertiu e divertiu-me, ao divertir muita gente. Acabou, como era de prever, quando o enorme luto, chamado Cavaco Silva, voltou a ensombrar Portugal.

Este é um texto de rotina, apenas comemorador da efeméride, já que o que hoje realmente me preocupa é aquela Jugoslávia do Magreb, chamada Líbia, que vai manchar a segunda década do séc. XXI com as suas atrocidades e estilhaçamento. Isso fica para amanhã. Hoje é dia de dar os parabéns aos bons profissionais do "Expresso" e de dizer aos outros, que sempre consideraram o autor do "Arrebenta"... duvidoso, e lhe tentaram apagar o rasto, que o autor do "Arrebenta" aqui continua, todo este tempo passado, vivo, ativo, e a considerá-los, igualmente... duvidosos, e a apontar-lhes todos os vícios dos rastos, de que nunca se conseguirão libertar.

Continuem, que a gente, no fundo, até gosta :-)"
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sábado, 24 de novembro de 2012

Demissões na RTP poderão levar a uma chegada antecipada de Clara Ferreira Alves à Direção

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Francisco José Viegas, o grau zero da Cultura, já se vai embora, mais o André Wilson da Luz Viola. Olha que saudade que cá fica :-)

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Peixe com pénis na cabeça não se importa de ir para um aquário, em casa da Clara Ferreira Alves, mesmo que os angolanos não a queiram a dirigir a RTP

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Clara Ferreira Alves, já com "look" mais angolano, exige garantias de dirigir a RTP privatizada, ganhe quem ganhar!...

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Angola põe como condição para Clara Ferreira Alves dirigir a RTP neo angolana pintar a carapinha de preto, e atender o telefone dizendo "oi?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


O xadrez vai-se compondo :-): "A Newshold, grupo angolano proprietário do semanário Sol, está a preparar a sua candidatura à privatização de uma frequência da RTP, tendo para isso criado uma nova empresa.

De acordo com fontes do mercado contactadas pelo PÚBLICO, a Newshold está mesmo já a contratar colaboradores para a elaboração do projecto. Quem está a conduzir o processo dessa nova empresa é José Marquitos, que foi vice-presidente da RTP durante quatro anos e saiu em Janeiro, aquando da mudança de mandato e da redução da administração da estação pública de cinco para três elementos.

Fora administrador do Sol em 2006 e 2007, e a sua contratação para director-geral para as empresas participadas foi confirmada pela Newshold ainda antes de Marquitos deixar a RTP".
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terça-feira, 10 de julho de 2012

Atrás de Sócrates virá, quem Relvas de mim fará :-)

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Grandes êxitos de 2007: "Da Geologia das Licenciaturas"




Este texto é dedicado aos trabalhadores da Comunicação Social, que, ultimamente, muito nos têm visitado, facto que agradecemos, e que têm aqui suficiente matéria de investigação para fazer cair o Estado


Pronto, conforme me prometeram ontem, os Lindos Olhos de Mariano Gago já lançaram hoje, em "Diário da República", a permissão para que os alunos de qualquer Instituição de Ensino Superior possam pedir transição, em QUALQUER época do ano, de instituição que frequentam, para outra.
É justo, tínhamos discutido ontem a situação dos sem-abrigo da "Independente", e, se não for ao Partido Socialista cumprir alguns dos preceitos de justiça e acolchoamento social mínimo, que outro partido o fará?... Não garantir transição para os alunos da "Independente", depois da execução sumária dela, era tão injusto como tributar as reformas das velhinhas, aumentar o preço do pão, ou o dos medicamentos.
Já lhe telefonei a agradecer, é para isto que servem estes pequenos jantares de amigos, onde, tantas vezes, se decide o futuro do Mundo.
Em favor do Bem Público, atrevo-me também hoje, por ser Quinta-Feira Santa, a revelar algumas das páginas da minha Tese de Pós-Doutoramento, a decorrer no I.S.C.T.E., sob a orientação do Professor Doutor Paulo Pedroso.


O título do meu Pós-Doutoramento -- em primeira-mão -- é "Analogias e Discrepâncias sobre o Método Geológico de Concessão de Diplomas em Portugal, durante a segunda metade do Séc. XX".
Aqui ficam as linhas gerais, já que se trata, sobretudo, de tratamento de dados em "S.P.S.S.", embora com uma matriz estrutural que obedece aos princípios da Organização e Classificação correntes:

  • Licenciaturas do Pré-Câmbrico (anteriores ao 25 de Abril, e sempre na posse, salvo raras excepções, de filhos de "Alguém").
  • Licenciaturas Administrativas, resultado do saneamento de Docentes, durante o 25 de Abril. A nota era declarada de um lado do balcão da Secretaria, e logo anotada no Livro de Termos, do outro. Denominado "Período Valetudinense".
  • Licenciaturas do "P.R.E.C.", com lançamento, em pauta, não de nota, mas de resultados de votação, de braço no ar, de "Apto", ou "Não-Apto". Os mais aguerridos passavam primeiro, os menos, ficavam para o fim (Nota: este tipo de Diplomas deu lugar aos mais altos Cargos, nomeadamente Presidências de Comissões Europeias). É o chamado "Período Cherne-Maoense".
  • Licenciaturas compradas no balcão da Secretaria da Escola Secundária da Cidade Universitária (defronte do I.S.C.T.E., e, hoje, já extinta e demolida, por causa das tosses...) Este Período, chamado "Manequense", com Licenciaturas, lançamento de nome em pauta e Diplomas a 20 "contos", divide-se em três sub-períodos:
  • "Manequense Inferior", em que o "Manecas" ainda não tinha SIDA, e portanto gozava dos lucros.
  • "Manequense Médio", em que, já contaminado, era o irmão que beneficiava dos lucros. É o chamado Período Áureo, em que o maralhal, pela mão do "Tonico", frequentava o Clã de Isabel Câncio, e havia homens, dinheiro, e tudo aquilo que o dinheiro podia comprar, em fartazana, para todos/as. À porta da Escola da Cidade Universitária, os Ciganos vendiam os Exames que iam depois sair na Faculdade de Medicina.
  • "Manequense Final", em que a coisa estoirou, o "Manecas" morreu, o irmão teve de fugir para o Brasil, e as festas abrandaram.
  • Período Intermédio "Campo Santanense", em que os pais faziam bicha, defronte da Secretaria da Escola de Ciências Médias, para comprarem o Diploma de Médico para os filhos.
  • "Período Pulidense", em que houve Diplomados contemporâneos da passagem, pela Política, de Vasco Pulido Valente. Licenciaturas do "Gin-Tónico".
  • "Período Normalense", em que as pessoas foram MESMO obrigadas a frequentar e a concluir os Cursos.
  • "Período das Privadas", com todos os seus sub-períodos intermédios, em que o Dinheiro era forte aliado da Massa Cinzenta. Também conhecido pelo "Período das Omeletes sem Ovos".
  • Período da "Independente", lançada por Manuela Ferreira Leite, em que toda a gente que tinha pequenos defeitos académicos os podia ali corrigir. "Período Diamantense Angolar", na minha proposta terminológica.
  • "Período Opus Deiense", com Diplomas vindos da Complutense e de Navarra, e imediatamente acreditados em Portugal.
  • "Período Americanense", das Pós-Graduações "Light", em território americano.
  • Período "Pós-Moderno", das lavagens e branqueamentos da Universidade "Moderna" ("Coisas horríveis, que metiam Mulheres, Droga e Armas...", nas palavras do Reitor Xexé)
  • "Período Lusófono", da Catedrática, Vice-Reitora, Clara Pinto-Correia, onde, os que já tinham o diploma de trás, resolveram abalançar-se aos Mestrados e Doutoramentos.
  • "Período Actual", ou "Corruptense Generalizado", em que tudo isto funcionava em perfeito silêncio e harmonia, até ter estoirado o Escândalo Sócrates.




(Nota de apreço aos que, como muito boa gente, se esforçaram para tirar os seus Cursos, fora destes métodos. Deles não foi, nem será, nunca, o Reyno dos Céus)"






(Quarteto do Relvas, vai-te foder, tu, mais a tua patroa, Isabel dos Santos, o lambe conas de pretas, Passos Coelho, e a bêbeda Clara Pinto-Correia, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers", o epiicentro do tema)






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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Clara Ferreira Alves adensa tom de ameaças, se não for nomeada Diretora da RTP

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Clara Ferreira Alves ameaça processar o Estado em 1 000 000 € (!) se não for nomeada Diretora da RTP, antes da demissão de Miguel Relvas

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sábado, 19 de maio de 2012

O criminoso Miguel Relvas pede que não o demitam, antes de entregar a RTP a Isabel dos Santos, sob a direção de Clara Ferreira Alves e corja amiga

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Anonymous, mas a trabalhar para o FBI: uma espécie de Clara Ferreira Alves, para manter tudo na mesma :-)

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Miguel Sousa Tavares acha que também foi censurado, e defende rápida demissão do Diretor da RTP, para lá enfiar a Clara Ferreira Alves

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