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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Pronto, já está: José António Saraiva falou demais, e foi corrido do "SOL"

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Crise em Angola (Álvaro Sobrinho) dita o abate de dois terços dos quadros jornalísticos do "Sol" e do "I", Lindo...

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Nota edibloguetorial de 3 de julho de 2015: "The Braganza Mothers, enquanto foco de uma rubificação de cyberstalking"


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas 




3 de julho é uma data nefasta para "the Braganza Mothers": completam-se 8 anos, e inicia-se um nono, em que o nosso espaço inicial foi forçado a um encerramento brutal, mercê de uma intriga de serralho, com contornos para sempre mal explicados. Os ingredientes eram explosivos: inveja, cobardia, ressentimento, rancores acumulados, álcool, estimulantes, antidepressivos, páginas de encontros acedidas a partir de postos autárquicos, condenações de fações partidárias, sociedades secretas, maus caráteres, emocionalidades assimétricas, gente com a vida mal resolvida, desejos recalcados, paixões por fantasmas, e, sobretudo, muito suburbanismo e provincianismo, com total falta de humor, premeditação, má-fé, ambição, vingança e outras tantas coisas pouco, muito, ou nada shakespearianas. Num pequeno resumo, entre Savonarola e Dostoievsky, o pior do português, concentrado num único espaço blogosférico.

Desde 3 de julho de 2007, todos os membros iniciais de "The Braganza Mothers", os seguintes, os presentes e os futuros, todas as suas relações, familiares, afetivas, profissionais, postos de trabalho, páginas pessoais, associações, lugares de expressão foram vítimas de um cego processo de perseguição obsessiva, em todas as vertentes possíveis e inimagináveis: impersonificação, perseguição diurna e noturna, divulgação de dados pessoais, insultos, injúrias, ameaças, difamação, envio de falsos emails, falsos telefonemas, spam, scam, falsos perfis, perfis proposiitadamente construídos para o permanente assédiocartas anónimas, queixas, denúncias, violações de caixas de correio eletrónico, apropriação de passwords, devassa da vida privada, coação, exposição de relações profissionais, perseguição de amigos, familiares e conhecidos, circulação incontrolada de boatos, agressão verbal, visual e ameaças físicas, tentativas sistemáticas de linchamento de caráter, de tudo isto tivemos um pouco, e muito.

São ligeiramente menos de 3000 noites de perseguição, ausentes de Sherazades, mas povoadas de monstros, insomnes e degradados, insaciáveis, obsessivos, impertinentes, rastejantes, capazes da exposição do mais degradante da natureza humana, da impiedade, do calculismo, da frieza, da total ausência do sentido da existência do outro.

Da Comunicação Social, aos livros, às polícias e ao Ministério Público, a saga do "Braganza Mothers" já fez história, dentro e fora de portas, continuando a aguardar justiça.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

"Charlie Hebdo": sim, somos isso, desde 2006, e, decididamente, não vamos mesmo perdoar...

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Je ne suis pas Charlie: je suis plutôt citoyen du Monde


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



imagem do "Hebdo Charlie" e em memória dos seus espíritos livres, chacinados pela intemporal intolerância humana



Não se começa um ano por dizer que vamos entrar em guerra, pelo que serei mais generoso: em 2015, nós continuamos numa guerra, cujo início me é difícil precisar. Curiosamente, essa guerra até nem tem nada de novo, nem de extraordinário, é só mais uma guerra, mais uma vez, assente naquele pretexto, sem sentido, de que os povos, inspirados pelo Livro, sentem de chacinar e atormentar todos os outros que não creem no Livro, ou, mais acutilantemente ainda, que acham que o Livro não é o mesmo e sempre o mesmo causador de todos os seus conflitos.

Simplificando as palavras, repito o que ecoa por todos os lados: nunca a praga das religiões provocou tantos mortos como a das guerras inspiradas por essa coisa asquerosa, que tanto tem rosto como não tem, e cujo nome oscila entre Yahvé e Alá, passando pelo Padre Eterno das barbas feias e mal cheirosas. Creio que, a haver Deus, nunca Ele se identificaria com nenhum dos focinhos de suíno dos três nomes anteriores.

Para mim, intelectual, artista, filósofo, livre pensador, ecuménico, no sentido em que sou sensível a todas as grandiosas conquistas que todos os credos do Tempo trouxeram à amenização e solidificação dos laços maiores das relações humanas, é repugnante entrar assim, no ano de 2015, com sombras, odores e bafos de eras que deviam estar definitivamente definitivamente enterradas, mas já lá estou, ou melhor, já lá estamos, todos nós.

Só para os incautos, o sucedido em França agora espanta, ou, sendo mais preciso, só incautos se espantam que tenha sido a França da França a apanhar com este primeiro impacto do que aí vem, mas a cegueira humana tem como definição ser-se cego, do princípio ao fim. A França está, tão só, a colher o que semeou, e isso dava outro tratado, que não o de um texto de luto severo, contra o acontecido

Quanto ao princípio da coisa, nasce daquelas curiosidades etnológicas e ressentimentos históricos de poeira mal assente, em que um certo Ocidente, carregado de culpas, ainda se sente culpado das culpas praticadas num certo Oriente, que, por extensão, criou uma espécie de neurose cultural, em que achamos que deveremos passar o resto da História a penar pelos atos localizados de alguns, nalguns momentos da mesma. O fim, menos evidente, e sem fim à vista, passa por coisas como as presenciadas por essa mesma França, de Voltaire e Sade, cujo bicentenário da morte passou despercebido, por um povo de imbecis, entretidos com a "estátua" de um cretino. O fim do fim, o pior ainda, só agora está a começar e vai passar por coisas bastantes complexas, que obviamente extravasam este texto. Tanto quanto me lembro, esse clímax, ou armagedão, já vem a ser anunciado por obras da década de 70 do milénio passado, como "O Ovo da Serpente", de Bergman, que, creio, urge reverem, por ser cruamente premonitório. A vê-las iremos ver, quando delas for tempo. 

O caso "Charlie Hebdo", agora vivido com a emoção superficial do "viralismo" das voláteis redes sociais já se esqueceu de muitos e muitos intermezzi, por não lhes serem convenientes, ou por que a memória lhes é curta, ou estúpida. Os mesmos que agora clamam contra os pretensos "fundamentalistas islâmicos" -- criados nos muitos cavaquistões suburbanos do neo liberalismo, e que, sinceramente, espero não serem, como Bin Laden, mais um dos subprodutos do esgoto cinematográfico de Hollywood, ou daquelas coligações impensáveis entre os serviços secretos do Ocidente, que só servem para nos lançar na histeria e na impotência da análise fria -- já se esqueceram dos mesmos fundamentalismos de revolta, contra caricaturas, como as do miserável assassino, João Paulo II, o patriarca da SIDA, com a célebre camisinha espetada no focinho, ou das massas em fúria, diante dos cinemas, contra a estreia de filmes da vida daquela Maria, que tinha posto os cornos ao José, para emprenhar o Profeta Jesus, só o Diabo saberá filho de quem. A gasolina devia estar em alta, na época, senão, também tinham incendiado a Cinemateca...

A crua verdade é que, no nosso tempo, são tão ridículos os corvos de trancinha, que batem com os cornos contra o Muro das Lamentações, como aquelas imensas ondas de trapo, viradas, de cu para o ar, para a Meca dos idolátricos meteoritos, ou os miseráveis rastejantes de Fátima, que acham que o solzinho é um Aluno de Apolo, capaz de dançar. O solzinho, realmente, não dança, e nada vejo nisso de religiosidade, mas apenas meras oscilações de consequentes futuros problemas de Ortopedia, que nós pagaremos, com o interminável espremer dos nossos impostos.

Estas coisas não têm solução, senão uma: no séc. XXI, as Religiões não passam, e não podem, e não devem, passar, de um patético aspeto arqueológico das sociedades. Devem, assim, ser confinadas aos seus museus, que são os templos, e apenas visitadas por quem goste do tema, ou se interesse por tais antologias. Qualquer extravasamento sobre as ruas, os lares, ou as consciências, deverão ser imediatamente entendidas, pela inerente coação e devassa da vida privada, como puras violações da liberdade cívica, e imediatamente encaradas, e tratadas, como simples problemas de saúde pública.

Não podemos viver eternamente reféns de um deus cadáver.

Ou se vai a Marte, ou se vai a Fátima.

Pela minha parte, vou a Marte e mando Fátima, todas as fátimas do mundo, para o caralho.

Convido, pois, a que me sigam, todos aqueles que se revirem nas minhas palavras.

Boa noite.


(Quarteto das belas brisas das boas crenças humanas, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

أنا تشارلي

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أنا تشارلي

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terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 24 de junho de 2013

Noronha do Nascimento vai-se embora, e já vai tarde, depois de confessar que tinha validado as escutas feitas aos escroques que governam Portugal, para depois as ter mandado destruir (!), não fosse acabar-se o "romance"(!), e Portugal descobrir, mesmo, a qualidade dos escroques que o governa

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sexta-feira, 7 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ultradireita Americana põe o Mundo inteiro sob escuta, através da NSA e dos dentinhos brancos do palhaço do seu agente, Hussein Barack Obama

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Lei da Rolha, da Nova Ordem Mundial, falha na Grécia

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Chomsky denuncia, no Cairo, o que a Ultradireita Americana, incarnada por Obama e Romney, mais receia no Mundo Muçulmano: Democracia

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Fernanda Câncio vai poder continuar a escrever em angolês :-)

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A China tem, em Mo Yan, o primeiro dos seus saramagos nacionais

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