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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A memória da nossa História coletiva pede que levantemos os braços e exterminemos, um após outro, o ignóbil lixo do ISIS

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Abou Uthman (Michäel) dos Santos, o assassino do ISIS, mais um dos subprodutos do Cavaquismo, tem de regressar depressa a Portugal, para apanhar com uma barra de ferro nos cornos

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sábado, 19 de julho de 2014

10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1..................

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mário Soares exige o julgamento do Cadastrado de Boliqueime... e esposa, e filha, e nora, acrescentamos nós...

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Fracos com os fortes, e fortes com os fracos, seguida de uma urgente necessidade de matança do porco, na forma de Ferreira do Amaral

Imagem do Kaos

Todos os governos têm direito a um certo estado de graça, e a este eu dei-lho, aliás, na forma de prazo de validade, "governo para ano, ano e meio", evitando atacar o Passos Coelho, por causa de algumas relações próximas, e porque uns mesitos de experiência até podem transformar as almas. A verdade é que não transformaram coisa nenhuma, e Passos Coelho, neste preciso momento, não é mais do que um boneco engraçado, com figura relativamente agradável, considerando a média do pançudo e labrego português, herdado de Neanderthal, e da Moda Beirã, de onde vem tudo, ou quase tudo, o que arruinou Portugal.

Passos Coelho é um joguete de toda a porcaria acumulada, ao longo de décadas de "Democracia", e eu vou reconstruir a matrioska em que ele se tornou.

Há uns cavalheiros que gostam de situar a Origem do Mal, no Mário Soares. Pessoalmente, considero o aldrabão Mário Soares a única figura com estatura mundial que esta merda, a que chamam "Democracia", produziu. Começo, portanto as minhas causas da decadência dos povos peninsulares com uma coisa infinitamente pior do que todos os defeitos do trafulha, ladrão, vende pátrias, Mário Soares, e que se chama Aníbal Cavaco Silva, um Salazar de segundas vias, sem o maquiavelismo e a certa finura jesuítica do Vacão de Santa Comba Dão.
Com Salazar, sempre que se escava, encontra-se, por detrás de um crime, ou de uma multidão de imperdoáveis horrores, um determinado lugar em que uma certa alma pátria se revelava inviolável, e eu devo estar completamente drogado, ou tão desiludido, para escrever a linha que escrevi agora, mas já saiu e não a retiro...
Essa coisa de, num determinado momento, após anos de penúria, de vexames, de atrasos, de perseguições, de obscurantismo... essa coisa de se sentir que, no momento capital, o carrasco, afinal, levanta a mão, para nos proteger, e dizer "alto, que esse é dos nossos", é uma sensação transversal a muitos lugares da ética e da política, que Salazar, com tudo o que lhe é imperdoável, de quando em vez sabia fazer. Num caso extremo, não era qualquer um que levava a doutoramento o mais célebre preso político, Álvaro Cunhal, o deixava finalizá-lo, com a melhor nota, e o voltava a despejar na prisão.

Esses gestos seriam impossíveis, nesta multidão de reis ghobs que nos governa.

A corja que nos governa não sabe, e não sabe, mas não é de agora: não sabe, desde o tempo em que o Sr. Aníbal, que sabia tanto da aranha universal salazarista como sabe de postura humana e política, decidiu destruir o tecido produtivo e a coesão nacional do célebre "pobrezinhos, mas honrados". Quando lhe cheirou a dinheiro, ele, um canalha eurocético, que trazia um poço de boliqueime na imaginação, e uma cartilha mais desatualizada do que os neosalazaristas, saltou-lhe a bimbice toda para fora, e resolveu fazer o papel da virgem impoluta, na qual, honra lhe seja feita, Alberto João Jardim se desenvencilha de um modo muito mais brilhante, por detrás da aparente grosseria, ou traduzindo a coisa em lógica, o Alberto é um gebo por fora, e um hábil manipulador, por dentro, enquanto o Cavaco é um gebo por fora, por dentro, e aos lados.

Tudo aquilo de que Cavaco se rodeou era mau: o topo da escumalha, que ele incarnava, e incarna, conseguiu arregimentar uma legião de coisas pavorosas, ainda mais abaixo: ranhosos, como Duarte Lima, o Mister "Magoo", Marques Mendes, uma criação de sarjeta, nascida da coxa pedófila de Eurico de Melo; Dias Loureiro, um cadastrado de todos os crimes, mas ainda sem qualquer cadastro, o que é um dos milagres da fé do atual estado de desintegração do Sistema, e, depois, uns sucedâneos de uma velhas famílias de favores e linhagens, como o clã Beleza, onde uns davam ministros e outros criminosos, e o famigerado gang do Ferreira do Amaral, que vinha de carnificinas de Macau, onde tornou uma antiga gentileza imperial, num imperdoável vexame colonial .

Naturalmente, a linhagem não melhorou, ao ponto de chegarmos ao mais espantoso fundo de desaparição dos Fundos Estruturais, que foram as infraestruturas do Cavaquismo: estradas a fazer de autoestrada, com curvas e declives de morte, com fortes poupanças na camada de desgaste, para o tempo suficiente de fazer vista, e as célebres indmenizações dos IPs, onde os juízes conselheiros de 80 e 90 anos faziam variar o metro quadrado das expropriações entre os 5 tostões e os 5 milhões, consoante a graça dos interesses da corja que os detinha.

Essa forma de crime, uma das que precisava, e vai precisar, de um tribunal marcial, porque, como certos cancros, se desenvolveu, na sombra, subreptícia, mas eficazmente, até minar o país inteiro, ao contrário do título do Cesariny, num enorme Inverno Subjugado das Estradas, tem, como focinho, o focinho de porco de Ferreira do Amaral.

Dizem as más línguas que a célebre Ponte Vasco da Gama, que não acabava em lugar nenhum, acabava, afinal, nos terrenos por expropriar, da famelga Do Amaral. Os jornalistas que investiguem, porque, ao pé disso, o Freeport, dos Kusturica de Vilar de Maçada, que também deviam estar todos presos, é uma brincadeira de crianças. O Mineiro ficou com o resto, e as ostras receberam as sobras. E, quando eles deviam estar presos, também devia estar preso o presidente que permitiu o desastre do Socratismo, esse cobarde, sempre o mesmo, Cavaco Silva, que se borra com adolescentes da Francisco Arroio, e mais se borrou, ainda, com a Camorra do Aventalinho, o  Superpower da Pedofilia, e todos os "lobbies" a que sempre se vergou.


A sua última vergonha, chama-se Passos Coelho, para um ano, ou ano e meio, e as semelhanças com Américo Thomaz e Marcello Caetano são tão vagas que vai ser entre o tiro misericordioso e puxar do tubinho da eutanásia que a coisa vai findar.

A "Troika", essa epifania do Armagedão, como é sabido, vinha com a cartilha de eliminar o sarro acumulado entre os facínoras de Cavaco e os gangsters de Sócrates, as célebres parcerias público-privadas, onde o caseiro pilhava o Estado, arrogando-se de... privado; as coutadas, das empresas com pior serviço e mais pessoal da Europa civilizada -- talvez excetuada a França, onde fomos buscar todos esses "defeitos maus" -- a RTP, onde a Pedofilia grassava, desde a inocência de Carlos Cruz; a TAP, das putas e paneleiros, cujas estadias em hotéis de luxo continuamos a pagar, para ter o aeroporto mais inoperacional e corrupto da Europa; as autarquias das rotundas dos mil e uns isaltinos; os institutos dos salários de topo; o BPN, onde um gajo de que nunca se ouviu falar, vai receber metade daquilo que o mafioso do Mira Amaral, um joguete da mulata da Bonnie & Clyde, pago dos nossos bolsos, e mais uns tantos etc., todas essas coisas fortes, o Sr. Passos Coelho não afrontou, não fosse o Sr. Aníbal borrar-se pelo caminho, mas foram ferozes nas reformas das velhinhas, nas taxas moderadoras e no passe social, para o povinho não andar a armar-se em papa luxos.
Foi carinhoso, no motorista do pederasta Mota Amaral, mas decepador nas carreiras do subúrbio; cortou, nos subsídios da Dona Almira, que tinha 600 €, mas manteve as ajudas, nos muitos andrés wilsons da luz viola, que grassam na desgraça dos gabinetes, onde medra o analfabetismo, o compadrio, o apelido e a mediocridade.

O essencial é que a coisa dure, o tal ano, ano e meio, até que o Miguel Relvas consiga passar os restos de Portugal para as mãos criminosas do clã Dos Santos. Tudo o resto, acreditem, é mero entretimento -- medina carreirismo, com dizem alguns... -- para parolos.

Na verdade, não me apetece escrever mais: estou só à espera de que isto caia, e caia mal, e sobre os verdadeiros culpados. Já lhes escarrapachei os nomes aqui. A "Bruxa", do PSD, queria seis meses de suspensão da Democracia. Creio que se enganou na designação, porque nunca chegou, salvo raros suspiros, a haver Democracia. Ela antes queria dizer que era preciso suspender o Sistema durante seis meses. Por mim, era suspenso sine diae, aliás, melhor do que isso, os atores do Sistema deviam ser retirados, a bem ou a mal, o mais rapidamente possível deste palco deprimente, e levados a tribunal marcial. Infelizmente, não tenho armas, a não ser a da Escrita.

Mais uma vez, aqui ficou...

(Trio do rantaplan, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal" e em "The Braganza Mothers") 

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Polícia não quis que Cavaco levasse nos cornos na António Arroio




A Polícia acha que o Chefe de Estado já tem idade suficiente para escolher onde vai levar nos cornos, em vez de serem os adolescentes a escolher onde ele leva.
A questão, agora, é quando... e... e... onde?...
Quer fazer apostas?... :-)



P.S. - O Mega também pode levar


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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Accudam, que mattàram o Câvàco!...

Imagem do Khaos

Era um gritto que corria tôd'o  Chiado, "que tinham matádo o Câvàco", mas sendo Lisbôa, por tradicção, uma cidade de rummôres, esperava-se que vièsse conffirmação em tod'os jornais da tarde, pel'o que os mais curiòzos, entre passivas de "pochette", "précieuses riddi'cules", drogadas de morphina e ôutros tóxicos, cartheiristas, e os habittuais clientes do boàto e do escândallo, divididos entre a "Brazileira" e os engraxattes da esquina, que nunca fizeram boa coisa, ou melhor, do que tornar ainda mayor aquillo que ainda era symples dúvida, porqü'anto nada se sabia de certo, andavam desorihentados, e é assim, e sempre foi, que uma possível mentira se accentua.

E era ouvi-l'a grittar num soffrimento que lancinava os corações
"Accudôm, ao Câvàco que mattôm!...",
e não tinha ampàro nem memmória, a não ser que se fizesse hum reccuo aos tempos em que a Senhora Dona Maria Elysa Dommingos gemia, no camarim dos esthudios millionários da RTP, com aquellas dôres que parecem ser próprias do padecimento d'ela, a que os pharmacêuticos e médicos costumam dar o nome de phibromialggia, e parece ser mesmo de muyto soffrer e perder todâs as forças.


Ao certo, sabia-s'e pôuco, porque dos jornais de vèspera só se conseguia lêr que o Chefe de Estado, e Comandante Supremmo das Tropas de Portugal tinha fuggido de uma manifestação de adollescentes, mais virados para o estudos das cousas arthísticas do que propriamente para àctos de revolucção, mas a verdade é que, a bem ou a mal, tinha emprehendido a fuga.

Na "Brazileira", a voz em redor dos cafés era unânime, e só se falava do incomprehendido: de que um Prezidente, que fugia de rapaziadas, que faria, se viesse por um valle, ali fora, um exército inteiro para conquistar Portugal?... Ir-s'ia pôr deffronte de troppas que defendessem a Nação, ou esconder-s'e por dettràs de uma cortina rendàda e anonyma, a tremêr e a suar das mãos, soffrendo e com todos os sinais do soffrimento, com riscos de que o Regimen se desffiasse, por inoperância do homem a quem fôra dado o alto poder de a protegger?... Ou esconder-s'ia num submarino comprado às potências alemmãs, sem cuidar do estado de protecção que se lh'e devia?... Só podia cerrar os olhos a isto quem não quisèsse vêr, poisque a cousa era eviddente.

Saídas as beatas de uma missa na Igrêja dos Itallianos, onde se estivèra numa acção de graças pelo parir das parideiras, e um pedir amarguràdo para que houvèssem mais bôcas num país de população escasseada, e quase tôda desempreggada, mais o rumôr ganhou força, porque o vozear das mulheres sêmpre fôra, em Lisboa, como o viggor das vòzes de Cassândra, e já havia quem dissès'e que, estando o Prezidente reallmente môrto, a Senhora Dona Maria Cavaca tinha sido vista a reffugiar-s'e, incògnita, mas, assim mesmo, reconhecível, pelo trajar exccêntrico, no Quarthel do Carmo, o que era bom, porqu'e era sinal de que estaria a salvo. Socegassem, pois, os entrevàdos, mongolòides e rachíticcos, que continuaria a havêr visitas de estado aos seus asylos próprios, como até então se tinham processado, e o fotógrapho cègo que as registàva continuaria a ter livre carta de proccedimento, para cautella das memórias futturas.

Nos balcões da FNAC, as versões eram mais titillantes e epidemicas: o importante não era saber se o Prezidente estava realmente môrto, mas se a Patrícia ter'ia tido tempo sufficiente para vir de Dentharia e Pharmácia, atravessando as ondas do Tèjo, em escuna rápida, para se coloccar sôb a protecção de Lanceiros 2. E aí diverggiam as vòzes, porque havia quem a desse já na Ericêira, mais o Montêz e o Vascco Lourenço, fazendo as escrituras das quinttas e havêres do Álem-tejo, porque o Festival do Sud'ueste continnuaria, mesmo confirmada a morte do Cadáver de Boliqueime. Era mulher de chorar, nariz empinado, mas coração de dolências, pois, sem habilidade para amar, ante-cançam-nos aquellas palavras que seria preciso dizer para se tornar amado. E, se para o Prezidente, que já era, ainda que não confirmado, caddàver, para ela ainda restaria tempo em que se recômpusèsse e voltàsse às lides, nas quais se tornara exhimia, como as comissões de honra e as festas, em forma de matrôna omni-presente e emplasthro.

Faltava a Perpétua, e o allivio que haveria de se saber que estava proteggida, porque estando o Prezidente môrto, quem zelaria por qu'e o meio quèque continuàsse a ser dado a seus netos, d'elle?... Só quem não viu, effectivamente, ao chegar quasi à esquina, aquela doce visão que se nos colla à pelle, poderia esquecer a Perpétua, a quem nunca o BPN e os typos de acções que lá vendêra, por preços que só um cègo ou uma intelligencia abstracta não perceberia serem um cambalacho que deveria ter levàdo, em devido tempo, todos para a prisão. Mas, como se o vento n'ellas desse, apagaram-se memórias e idéas, como os crimes do Tribunal da Relacção, cinzas de nevoeiros, onde o crime se annula e todas as cellulas do corpo da alma encontram a consollação do "Aventalinho". Se formos naturaes, não haverá angusthia nem suffoco, por que a cousa prescreve por si mesma, como nos sinaes do cu do Paulo Pedrôso, ou na megaburla ultramarina do BES Angolla, que a côrte, a tempo e bom mòdo, branqueou.

Falta aqui a conclusão, porque a dôr humana é infinita: quem agüentou com o texto atráz, mais deve ter percebido a quem eu, escritor, estava a mandar, em quatro frentes, para o caralho: a frente literal, que é a vergonha de termos como Prezidente um vendedôr de feiras do Al'garve; o alegórico, que é mandar para a puta que o pariu o Comissário Vasco Graça Moura, dizendo-lhe que quem dita a Língua sou eu, e outros, escritôres, que elaboramos os melhores textos na ortographia que melhor entendermos, e depois haverá estudiosos -- honra lhes seja feita -- que recolherão todo este permanente escaqueirar de formas e convenções, que só a enormidade da Criação tem poder para ditar, e arduamente balizarão a ortographia de cada tempo, na forma empenhada da estrutura académica, e que bem podem estrebuchar comissários políticos e editores de badanas em papel caro, que de nada lhes serve o ato, porque há muito que o Poder da Escrita mina todo o polvo de regras da miséria mental, e rege, e volta a reger, a sua subversiva atividade, através de uma perpétua, e quotidiana, ação: a de implantar, por escrito, textos inamovíveis e palavras lapidares. Esse é o dom e o caráter de quem escreve. Do lado da moral, e ainda seguindo Dante, e o seu "Banquete", vem também o sentido moral, que é a de uma Cultura de rastos, mas, ainda assim, ensimesmada no seu onanismo bizantino de acreditar estar no "fim da História", porque não está, já que o "Fim da História" sempre foi o capítulo que antecedeu o capítulo seguinte, por mais vazios e vaidades, petições, e "Novas Águias" bafientas, cheias de abutres bolorentos, que deverão rapidamente tentar ir apanhar no cu, enquanto haja quem os encave, porque quem manda na Língua é quem tem pulso para a escrever, coisa, que, consabidamente, nunca foi para todos: é para quem pode, e não para quem quer!... Anagogicamente, porque já vamos muito longos, olhem para cima, e vejam a miséria a que chegámos, não nas pontas dos pés dos reviralhos ortográphicos, mas no vexame que é ainda não termos arredado, de facto, da suprema magistratura da Nação, o cadáver adiado, de fato, coçado, que lá quer insistir em continuar a procriar.
Haja decência, Portugueses, e abram os olhos: outrora, nós fomos Senhores do Mundo...

(Marretada, da forte e fêa, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal" e no "The Braganza Mothers")


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Cavaco Silva explica, no seu "Facebook", que fugiu da António Arroio, porque veio de repente o período à Maria :-)

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