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sexta-feira, 5 de junho de 2015

4 de junho de 2015: o Estatuto da Vítima passa a integrar definitivamente o Código Penal Português, em defesa do cidadão

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

A Cauda da Europa: Filipe Diogo Costa, torturado até à morte, por vingança

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Borderline", uma gangrena da personalidade, que tenta destruir setores inteiros da sociedade e frequentemente conduz ao suicídio

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domingo, 4 de maio de 2014

"Stalking" e "Cyberstalking", meritório trabalho do "Correio da Manhã", contra os monstros do dia e da noite, que pensaram em que podiam penhorar a nossa liberdade

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Arménio, sim, ou... não? (caralho, foda-se!...)

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Pronto, já está, o protesto popular já foi transformado pelo tio Arménio num cházinho de badochas, em Alcântara: o Dias Loureiro confirmou a sua presença, a Aura Miguel virá, com Pastéis de Fátima, e a Isabel Jonet fornecerá os folhados com salsichas, e ainda haverá uns extras, com umas saias, muito, muito, rodadas, da Festa do Avante: é o povo dos cobardes. Obrigado, camarada :-)

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sábado, 15 de dezembro de 2012

Sucessivas ameaças de morte levam Cavaco Silva a solicitar uma sucessiva fiscalização constitucional do Orçamento. Quem tem Maria tem medo :-)

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Os estivadores do nosso descontentamento

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Imagem do Kaos, e dedicado ao Miguel, que já percebeu que a glória dos artistas, por vezes, tem mesmo de sair  à rua




Há um postulado da Política que diz que Aníbal de Boliqueime só abre a boca em quatro circunstâncias: quando vai ao dentista, ver em que estado estão as suas presas algarvias; quando abre as fauces, para dizer ao jornalista que nunca lê jornais, enquanto estiver a morfar bolo rei; quando tem os seus célebres ataques, devido à degenerescência neurológica, ou quando as moscas, cansadas de entrar, o deixam entregue ao disparate.

Vamos ser claros: constitucionalmente, os governos caem na Assembleia da República, por dissidências de maioria, ou por motivos de força maior, que requerem a intervenção do Presidente da República, uma figura que, desde 2005 -- vai para 10 anos, o tempo passa... -- em que Aníbal de Boliqueime sentou as suas ceroulas nojentas em Belém, e, desde então, como se diz em linguagem vaticana, estivemos em situação de sede vacante, ou seja, o cadeirão existe, mas está vazio, ou ocupado pela sombra de um espantalho.

Se, para a História, o período em que Cavaco Silva foi absolutíssimo primeiro ministro de Portugal -- The Great Portuguese Disaster, de 1985 a 1995 -- é hoje fácil de narrar, já que correspondeu a um época em que se governava com a abundância de três orçamentos, o de Estado, o das privatizações e o da inesgotável fonte dos Fundos Estruturais, e em que o aleijão aproveitou para destruir a Agricultura, as Pescas, a Indústria, a solidariedade social, o sistema de ensino, a rede ferroviária, os estaleiros, os portos, e muitas coisas que já se me varreram da memória, já o período de 2005 a 2012 é infinitamente mais penoso, já que se assemelha ao "jamé" de um deserto da Margem Sul.

Durante esse período, o miserável fruto do Poço de Boliqueime teve poderes para desautorizar um mafioso, a soldo da Maçonaria, da Goldman Sachs e do clube do crime de Bilderberg, que dançava, como uma borboleta, sobre as centésimas dos desequilíbrios do Orçamento de Estado. Estamos, tecnicamente, a falar de Vítor Constâncio, o primeiríssimo filho da puta da minha lista daqueles que teríamos de pendurar pelos pés, para regenerar Portugal. Podia tê-lo posto fora, e não pôs.

O consulado de Sócrates foi penoso: foi uma anomalia do delírio das bichas de fato Armani, que a minha querida Koki insiste em ser um perverso que adorava mulheres dominadoras, mas lhe garanto eu que do que ele gosta é de peitos peludos. A Fava sabe-o, e bem lhe custou o candeeiro com que lhe partiu um braço, quando o apanhou na cama num blowjob for the boy, que, juro, não sei quem foi, mas a listagem era longa. A sexualidade, como se sabe, não é critério de determinação pessoal, bem pelo contrário, pode ser meritória, como no caso do Portas, que continuou a fazer tudo o que sempre fez, apesar dos cargos ministeriais, nem de exclusão política, mas, quando o político mente em tudo, é justo que lhe digamos que também está a mentir na sua sexualidade, e Sócrates sempre esteve: foi uma rapsódia em Câncio, também conhecida por um americano na Defesa, e um venezuelano na cama. Orou-se nos altares de Jeová, e nunca a família foi tão importante, com tanto primo, meio primo, semi primo, tio, semi tio, meio tio, e tio daqueles de pegar de empurrão (Um dos meus textos mais gloriosos, o "Simão das Braguilhas", dedicado à Eva). Metade da família vivia no Héron Castilho, e a outra em "offshores". Foi o império da "Independente", do Vara, da Felgueiras, do Figo, dos transbordos semanais, a 500 €, das bordas da Inês de Medeiros, de Lisboa para Paris, e vice versa, da nacionalização do BPN, da fuga do Constâncio e da invenção da "Troika", entre outras. O Aníbal podia tê-lo posto fora, e não pôs.

Como se sabe, o Aníbal adora vacas, talvez por carência de ter uma beata em casa, e nunca deveria ter deixado essa mundividência, para ir conspurcar os jardins da Presidência, que tão lindas árvores tem -- um dos pinheiros está doente, e juro que essa é um das minhas grandes preocupações do momento, porque se deus levar o Cavaco, nada se perde, mas muito se perderá se aquela árvore fantástica perecer. Rezem por ela. A História, todavia, ou a roda do infortúnio, enfiou-nos lá essa aventesma, para nos assombrar alguns dos anos mais sinistros de Portugal, os do tempo corrente.  Teve os escândalos do Relvas, as empresas fantasmas do Passos, os tumultos de rua, os negócios obscuros dos submarinos, os 23 cm do André Wilson da Luz Viola, os crimes do Dias Loureiro, os assassinatos do Duarte Lima, os estripamentos do seu mandatário para a juventude, Renato Seabra. Podia ter demitido essa escumalha toda, e não o fez.

Exceto as balelas, as banalidades, as redundâncias, os espasmos, os babares de queixada, os discursos vazios, enquanto as mulheres de Portugal gritam que têm fome, as inaugurações paroquiais, as intervenções salazarentas, de um gajo que nunca percebeu que estamos no séc. XXI, Cavaco tem tido, e, felizmente, as goelas fechadas, tirando estes últimos dias, nos quais incluo o de hoje, em que voltou a abrir a gorja, para despejar um chorrilho de disparates.

Todos os que com ele conviveram, referem um ser cobarde, cujas mãos não se podem apertar, dada a permanente transpiração do Medo.
Arrastou-se, coisa de que nem Salazar precisou, numa viatura blindada.
Vive rodeado de seguranças, que são a fonte de afrontamentos da Senhora de Mota Amaral, e uma das raras coisas que ainda a mantém viva.
A Maria, essa nódoa do sexo feminino, no tempo em que fingia que dava aulas no Ano Zero da Católica, tinha a sala sempre cheia de polícias (!), não fosse alguém lembrar-se de agarrar nela, e fazer galinha de cabidela, coitada, que nem um tiro de misericórdia, sequer, merece.

A verdade é que Cavaco recomeçou a falar, por uma razão muito simples: está com MEDO, um MEDO terrível do que aí vem, porque já lhe devem ter assoprado aos ouvidos que a paciência dos povos, não é, como o Mar Oceano, infinita, e que está a dar sinais de que chegou ao fim. Se é certo que há alguns que já têm, antes dele, a senha tirada para a limpeza que se anuncia, caso do Relvas, do agente do Relvas, o Coelho, o Aníbal também está na linha da frente, digamos, entre os dez primeiros lugares do Dia da Limpeza.

Há uns anos, no tempo em que Cavaco destruía Portugal, como primeiro ministro, em Gdansk, os estivadores dos portos, com o valeroso Lech Walesa, tiravam o tapete à decadente ditadura polaca. Foi o pontapé de arranque da queda do corrupto Oriente Europeu.
Em Portugal, consta que são 400.
Acho que é mentira, e mais serão.

400 homens, contudo, dos tatuados, na casa dos 30, já capazes de grandes encavadelas na Clara Pinto Correia -- bons tempos com os Alemães, da Base de Beja, filha, não era?..., agora só Chineses,  picha pequena e tráfico de tudo... -- daquelas de porem as trompas de falópio a ecoar a "Sinfonia Alpina", de Strauss; daqueles capazes de agarrar num dos seguranças do Coelho de Massamá, o inconsolável viuvinho da arrebentada Padinha; daqueles capazes de pegarem na Assunção Esteves, a Suricata da Assembleia "Nacional", e a enfiarem na sanita, de onde nunca deveria ter saído, de agarrarem no Relvas, e o enviarem, na forma de hamburguer, para Luanda, e empandeirarem os criminosos da Goldman Sachs, Borges, Moedas e Gaspar, enfim, a listagem do costume, 400 homens são, como em Roma, o suficiente para assegurar uma Guarda Pretoriana.

Quando o Imperador já não serve, sacam da espada, e separam-lhe a cabeça do corpo.

S.P.Q.R., o Senado e o Povo de Roma vos saúdam, melhor, estão ÁVIDOS da vossa chegada :-)

(Quarteto de Calígula anda por aí, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O PIDE que muitos Portugueses escondem dentro de si

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Amanda Todd e o Cyberbullying: mais uma vítima dos cobardes monstros sem rosto da Net

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Falsos Profetas Disfarçados de Ovelhas

Quem quer leia este artigo poderá ser cristão, muçulmano, budista, hinduísta, jainista, mórmon, judeu, xintoísta, taoista, zoroastoanista, ateu ou agnóstico, seguir qualquer outra confissão ou religião ou negá-las todas. Trata-se de história universalmente comprovada e globalmente aceite. Trata-se dum princípio debatido em religião, psicologia, filosofia, etc. universalmente conhecido salvo pelos portugueses, segundo o demonstram, que assim mais uma vez justificam a sua auto-estima.

O exemplo tomado é tirado dos livros cristãos por em Portugal serem os mais divulgados, mas de acordo com o que fica atrás poderia ter qualquer outra fonte. Mudariam as palavras, talvez, de acordo com a cultura e o seu modo de expressão (e o tradutor), mas o sentido manter-se-ia invariável. A existência daquele a quem as palavras são atribuídas, Jesus, é também mundialmente reconhecida, foi um personagem daquelas que são hoje as três maiores religiões que nasceram no Próximo-Oriente e o segundo maior profeta islâmico após Mohamed – Isa (arábico). Isa é mencionado vinte e cinco vezes pelo seu nome no Corão, ou seja, com mais frequência que o primeiro profeta do islão, o próprio Mohamed. O Corão considera-o textualmente de concepção virginal por decreto de Allah.

A sua existência comprovada, avancemos em direcção do assunto do título.

Segundo sabemos, Jesus passou uma boa parte da sua vida pregando e muitos dos seus sermões foram transcritos. Alguns os mais conhecidos foram os seus ensinamentos na Galileia. Entre eles há um que 2.000 anos passados parece hoje dirigir-se especialmente aos portugueses em estilo parabólico para facilitar a compreensão ao atrasado povo judeu. Será que passados esses 2.000 anos os portugueses não estão tão atrasados como os judeus de então, pois que ainda nem as parábolas compreendem? O título postumamente atribuído a esse sermão é Os Falsos Profetas.


Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Pelos frutos, pois, os conhecereis.


Que de mais eloquente – mas simultaneamente simples como todas as parábolas – se pode aplicar aos políticos portugueses.

Que impedirá à carneiragem dócil de, por simples analogia com a parábola, dar-se conta de como os lobos vorazes dos políticos os papam como uma criança um rebuçado. Ou de julgar as árvores pelos seus frutos? Se aceitar a lógica de que árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos, como acreditar e aceitar que um criminoso cadastrado – uma árvore má – possa dirigir um país para o bem da sua população – obter bons frutos?

Ainda não compreenderam que a conclusão da parábola, Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo é a única solução que têm como alternativa. Que têm que correr com o mal à pedrada como se fazia e em alguns casos ainda faz no Próximo-Oriente.

Os portugueses não simplesmente estúpidos. Não compreendendo o que há 2.000 já se compreendia, são cegos mentais completamente tapados. Porém, há 2.000 anos já isso não era novidade, pois que pela história conhecemos que Jesus se limitou a compilar e pregar ensinamentos que no seu tempo já eram velhíssimos, alguns já de milhares de anos antes dele. Se os portugueses não têm capacidade mental para abranger tais simplicidades tão antigas, só podem ser considerados intelectualmente como abaixo de esterco da humanidade.

Os governos nacionais são formados por «gente menor», como ouvimos ao saudoso Prof. Hermano José Saraiva, mas parece que raros são os que o reconhecem. Gente reles e medíocre que se ofende quando se lhe apontam as suas malvadas acções de traidores do povo – da nação – e jogam com a palavra ética. Eles, os falsários e vigaristas que profanam a ética!

Há porém, outras causas da inércia nacional. Alguns se recordarão da época dos padres-operários e de como eles lutaram pelos direitos dos trabalhadores e alimentaram o espírito de revolta para uma justiça social mais justa (agora em avançada destruição em Portugal), principalmente na América do Sul. O papa João Paulo II não foi exactamente um padre-operário, mas desde os seus tempos de seminário que defendeu os Direitos Humanos contra os opressores e continuou a fazê-lo em Roma, nas suas visitas aos estados oprimidos e até à sua morte. Jesus também pregou no mesmo sentido, o que lhe valeu a morte. Não foi cobarde como os portugueses. Nem foi o único, mas é o exemplo mais conhecido de revolta contra a opressão.

Contrariamente a este princípio, a igreja nacional, chefiada por um cardeal cobarde, que por demais é um dos pouos patriarcas católicos, afasta-se completamente do caminho so Jesus que devia imitar, do infelizmente defunto papa e até do seu predecessor no patriarcado. A bondade que impregna Sua Eminência não deveria ofuscar a sua obrigação de imitar aquele donde deveria tomar todos os exemplos e ser o dono da sua mente e desejos. Sabemos que tal procedimento não foi o adoptado pela Igreja durante perto de um milénio, mas isso não justifica e condena o seu procedimento actual em muitos países, sobretudo após a reforma desse mau procedimento pelos dois últimos papas.

O D. Januário Torgal Ferreira é um bispo cujas palavras nem sempre têm merecido elogios. Porém, não se concebe que quando os merecem efusivamente, como quando se refere à corrupção, venha um representante da cobardíssima Conferência Episcopal afirmar que esta se alinha com a corrupção que ele ataca. Admite e aprova, declarando que é apenas a sua opinião pessoal. Ou seja, a Conferência Episcopal não considera que haja corrupção, nem roubo, nem abuso, nem injustiça, nem fosso social, nem nada no país contra que o D. Januário brama. Não estamos no Séc. XVIII (e nem que estivéssemos), pelo que esta Conferência Episcopal e este cardeal, príncipe de Igreja, estão a apoiar todos esses males descarregados em cima do povo enquanto murmuram palavras de misericórdia.

O mesmo se passa do lado da ignóbil jornaleiragem sobre este assunto, tal como com outros. Fazem longas reportagens em que tecem elevados elogios à solidariedade nacional aquando de qualquer angariação de dádivas destinadas aos que se encontram numa miséria profunda. Nessas reportagens e noticiários, esquecem-se de mencionar que aqueles que têm direito humano mínimo a alimentação e habitação estão na realidade a viver de esmolas enquanto o país se transforma num albergue de pedintes e outros têm que roubar para sobreviver. A manipulação da objectividade destas reportagens tenta impregnar a ideia de que as esmolas substituem vantajosamente a justiça social.

Tudo isto enquanto outros ainda se arrogam inconcebíveis privilégios, entre os quais a suprema prerrogativa e direito a não contribuírem para a desgraça nacional que provocaram, a não se submeterem aos cortes que aplicaram aos mais pobres, a aumentar os seus ganhos, etc. Uma sofisticada pouca vergonha que nem um rebanho de carneiros malcheirosos aguentava, que iam todos de abalada juntar-se às cabras montesas. Só portugueses.

O único método de redução da dívida externa limita-se estritamente a reduzir tudo [é uma lista demasiado longa para detalhar e bem conhecida de todos] á população sem diminuir ou sequer tocar nas despesas de abuso e de luxo dos governantes e dirigentes pagos pelo estado. Cortar nas reformas astronomicamente absurdas dos milhares de políticos no activo com pensões de reforma; a começar pelo Cavaco, o Relvas, a cadela-mor do parlamento, o governo e as câmaras municipais albergam uma inacreditável proporção de reformados, gente que suga o estado. Acabar com assessores e consultores de políticos e deputados e pôr estes a trabalhar. Acabar com todas as redes de parasitismo e clentelismo, as despesas com os ninhos de parasitas políticos de instituições e outras parcerias publico-privadas, as creches de emprego para filhos dos ladrões e sanguessugas, assim como um número infindável de outras despesas que apenas servem para enriquecer políticos malvados. Nada disto é feito, os roubos continuam de vento em poupa e a dívida é paga exclusivamente pelos que menos têm cortando os seus direitos e atirando com eles para a valeta da miséria, enquanto os ladrões se arrogam e conservam os privilégios de não contribuírem para a crise de que são autores e de roubarem impunemente. Milhares de milhões de euros roubados mensalmente. É um governo de ladrões e malvados que os portugueses mais do que cornos merecem por não os enforcarem e os aceitarem. Nada disto existe em qualquer país minimamente democrático. Que morram os cobardes.

No meio desta desgraça, filha duma desgraça mental ainda mais profunda, há um número que parece crescente (em estupidez também, como é evidente), que acredita piamente que o fim da miséria esteja próximo. Assim como na frase da parábola Pelos frutos, pois, os conhecereis, deveriam tirar duas conclusões. Uma é que pelo fruto das medidas governamentais em que os já parcos meios de recuperação foram destruídos conjuntamente com tudo o que era social e sem possibilidade de desvalorização da moeda, nem isso pode acontecer. A miséria está instalada e é para durar pelo menos gerações. A sangria e o desemprego continuarão a aumentar. A outra conclusão é tão evidente como a anterior: pelo fruto das obras dos políticos deveriam conhecer os autores. Porém, para os portugueses serem capazes de tirar qualquer dessas conclusões seria necessário que tivessem capacidade de reflexão e de análise e que soubessem distinguir a realidade do logro, e não é isso que se constata nos espertalhões com tão elevada auto-estima.

A miséria mental é tanto mais notável quando nas sondagens – ainda que estas não tenham mais que um valor relativo – se destaca o número daqueles que julgam que nenhum outro governo faria melhor. A pergunta objectiva seria se outro governo poderia fazer pior. Claro que seguindo os mesmos métodos nenhum governo poderia evitar uma grande queda, todavia sem provocar uma calamidade nacional, mas há outros. Por exemplo, aquele que tem sido afincadamente escondido, tanto pela coelheira governamental como pela jornaleiragem desinformadora: o caminho tomado pela Islândia para o domínio da corja política pelo povo seguido pela elaboração duma nova constituição pelo parlamento com a colaboração directa da população pela internet.

Também lá julgaram e tentaram fazer condenar o primeiro-ministro. O resultado do julgamento foi o mesmo que seria cá. O tribunal chegou à conclusão de que ele tinha efectivamente contribuído para o buraco financeiro do país, mas que a sua contribuição não fora senão uma pequena parcela que se inscrevera na cauda duma continuidade de maus governos em que ele tinha herdado esse buraco dos anteriores. Seria impossível que em tão pouco tempo e um só governo pudesse ter feito tal obra. Foi esta a conclusão oficial do tribunal islandâs que nos escondem. Manipulam as notícias ou ocultam-nos sempre os conhecimentos que podem ajudar-nos a compreender a cloaca em que jornaleiros e políticos nos guardam para que estes nos possam dominar facilmente.

Com este antecedente na Islândia, o governo coelhal não tentou, não tenta, nem vai tentar que o Sócrates seja julgado por isso. Iria remexer muita coisa e acabaria por recair em cima do verdadeiro coveiro nacional, o Cavaco, e fecharia duma vez para sempre comua ao Coelho, impedindo-o de continuar a afirmar que foi o governo anterior que levou o país à beira da banca rota. Assim, pode continuar com as suas desculpas sujas de sabujo e incriminações mal dirigidas.

Concluindo a parábola e seguindo os usos da região da sua origem não resta dúvida que correr com a corja à pedrada será o único sistema, dada a certeza de que pelo seu próprio pé não vão sair. Ou enforquem-nos nos pelourinhos, que foi para isso que foram construídos. Mas cuidado, que substituir uma corja por outra igual de nada serve, além de que mais cedo ou mais tarde ela voltará e continuarão a revezar-se indefinidamente sem que nada mude. A solução final, como o Hitler lhe chamaria, só pode ser a repetição do que o povo fez acontecer na Islândia. Em Portugal, isso inclui e impões a separação radical e completa dos políticos dos meios financeiros que dominam a política nacional e preovocam o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, nalguns casos já desde o Séc. XIX (vídeo da RTP que inclui casos da corrupção cavaqueira).

Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Miguel Macedo: polícias já sabem que, a partir de agora, se cumprirem ordens, podem ter processos disciplinares :-)

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sexta-feira, 23 de março de 2012

CAV Anulado? Mentira!

O Cadastrado anunciou que o projecto do comboio a alta velocidade tinha sido definitivamente anulado. Trata-se de mais um golpe do mais nojento marketing político.

Com efeito, o governo nem tem poder para tomar tal decisão, posto que foi o mesmo PSD que no seu último governo se comprometeu em seguir o plano europeu de alta velocidade que ele é obrigado a cumprir, quer queira quer não. Vigaristas de diz e desdiz e que não cumprem a palavra, nem em todo o lado são tolerados com ena bandalheira em que as oligarquias mafiosas converteram Portugal.

Aproveita-se agora o aldrabão da oportunidade da dívida para pedir a suspensão a Bruxelas, mas nunca a anulação do projecto europeu, uma decisão da UE com grande comparticipação.

Recordemos que o que tinha revoltado a população contra esse projecto tinha sido o oportunismo do anterior governo para acrescentar linhas e percursos desnecessários por duas razões simultâneas. Uma era a de satisfazer desejos de inveja de outras regiões, por a linha única necessária e obrigatória ser a de Lisboa a Madrid, para a desejada e imposta ligação à rede europeia de alta velocidade. Em segundo lugar para garantir a possibilidade de mais roubos da parte das empresas de construção, cujos grandes investidores e dirigentes estão associados à máfia política. Nenhuma das outras linhas tinha o aval da UE, não fazia parte do projecto europeu nem era obrigatória. Agora a ligação Lisboa–Madrid é.

Ainda temos sorte em que as outras linhas que de nada serviam por serem curtas e não cortarem mais que uns minutos nos seus percursos tenham sido agora excluídas, que era um desperdício de dinheiro. Tal não se passará, porém, com aquela que faz parte integrante do projecto europeu, que é útil por ser de longa distância.

Mais uma vez constatamos as monstruosas imposturas dos políticos. Pobre Portugal, governado por vigaristas chefiados por um cadastrado. Isto leva-nos a reflectir na perda de autonomia cedida à UE, que é mau, mas não tanto como se os políticos continuassem a tomar todas as decisões que quisessem. Se reconhecermos este facto, não podemos deixar de considerar também que só o controlo dos políticos pode evitar que façam o contrário do que queremos e ao mesmo tempo debelar a corrupção. Nem vale a pena tentar melhoras sobre estes assuntos por outros caminhos. Isso é o que eles pretendem para que continuem a impor-nos o que não queremos, que a sua representatividade não passa do papel.

Como os governantes não contemplam a rectidão, aplique-se a máxima de Fernando I do Sacro império Romano-Germânico: Fiat justitia et pereat mundus. (Faça-se justiça, ainda que o mundo deva perecer).

Enforquem-se depois de os arrastar pelas ruas de Lisboa para exemplo da canalha. Se não for a bem, como seria preferível, terá que ser a mal, como tem sempre acontecido em Portugal. Será que o povo cobarde terá medo que seja possível que possa ficar pior do que a cloaca em que nada? Seria um estupidez impossível. Fazem-nos passar fome, torturam-nos tirando-lhes as cases, correm-nos do trabalho e deixam-nos sem cheta, tiram-lhes os feriados para os massacrarem inutilmente, matam-nos proibindo-lhes o acesso à saúde. E gozam-nos impondo-lhes aquilo de que se auto-isentam sem direito. Pior só se começarem directamente a matar o povo a tiro de bazuca.

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