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segunda-feira, 17 de junho de 2019

"Fake News" - Polícia Marítima Portuguesa foi dar uma mãozinha, em Lesbos, às redes de tráfico mundial de humanos, através da rota mediterrânica. Ficaram muito comovidos, por que eram sobretudo crianças e bebés. Sim, é verdade, era uma mais uma epifania da profecia de 2011 do Kadhafy, "brevemente vocês serão destruídos pela invasão do fruto das barrigas do fundamentalismo, que vos vencerá, sem ter de disparar um único tiro"

"Now listen, you people of NATO," Gaddafi said on the eve of NATO's invasion of Libya in 2011. "You're bombing a wall which stood in the way of African migration to Europe and in the way of al-Qaeda terrorists. This wall was Libya. You're breaking it."
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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Adeus, Agustina. Boa tarde, liberdade



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Desapareceu hoje uma pessoa que foi uma das maiores obreiras de amarrar a língua portuguesa aos padrões do séc. XIX. Nisso, foi muito mais radical do que Salazar, que se contentou com ficar pelo seu pardo séc. XX. Neste tripé, ainda falta o terceiro, José Saramago, o único que, com os dois anteriores, foi capaz de provocar estragos comensuráveis na nossa Literatura.

Da Agustina, nada mais me lembro do que um almoço, em que fiz o reparo de que o termo "gajo" era importado do dialeto cigano, sendo apodo do não cigano, pelo que usar "gajo", coisa que ela não sabia, era estar a pôr-se do lado da comunidade, e a apontar o dedo aos de fora.

Não sei se a Agustina era cigana, mas era certo que conhecia muitos dos expedientes da "coisa".

Cessam assim dois infindáveis e penosos mitos, criados por não leitores e formidáveis máquinas de propaganda, ela, encostada ao mofo estático da "Direita"; ele, ao mofo desengonçado da "Esquerda". De uma soberba infinita, a pior soberba, a de fingida modéstia, da Agustina nada retenho, exceto a dor das árvores que foram abatidas para a poderem publicar. Dos dois, posso, com certeza, dizer que nunca os li, pelo que sempre me senti à vontade para escrever dois dos mais violentos textos contra eles, sempre em defesa da liberdade do Escritor, sensação que nenhum dos dois alguma vez conheceu.

Que a terra lhes seja leve, já que não voltarei a falar deles.
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"Fake News" - Então, o escroque Durão Barroso, um neomaoista populista, convidou o Fernando Medina para Bilderberg - Montreux-2019, já que o Fernando Medina tem a virtude de poder ensinar aos senhores ocultos do Mundo como se transforma uma capital europeia num imenso parque de campismo, com o metro quadrado ao preço das suites do Waldorff Astoria. Brevemente todo o Mundo será assim: dividido em pés descalços e sem abrigo, que viajam três dias, por 20 € da Easyjet, de um lado para o outro, sem nada, senão a mochila, e os que pagam primeiro 1500 €, para virem do Alto Volta, do Afeganistão e da Somália, e se transformarem depois em novos pés descalços e sem abrigo, que passam a viajar três dias, por 20 € da Easyjet, de um lado para o outro, sem trabalho, sem casa, sem nada, senão a mochila e um subsídio mínimo de reinserção. Ontem eram muitos, depois do Fernando Medina, brevemente serão todos

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

15/4

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Estrasburgo, a Nuremberga de Marine Le Pen

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sábado, 8 de dezembro de 2018

Gilets jaunes au pouvoir :-)

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sábado, 10 de novembro de 2018

Pronto, já está: Pinto Balsemão, Darth Sidious, nascido Sheev Palpatine, (também conhecido como Senador Palpatine), finalmente vai assumir o que, desde o tempo do "Expresso", anda a tentar (?) fazer no nosso país, um Bilderberg “à Portuguesa”, ou seja, um situacionismo de uns quantos, capaz de perpetuar um grupo decisório de medíocres, em todas as frentes de escolha e poder, capaz de perpetuar o “status”, e o ir transmitindo, silenciosamente, de geração em geração, para que haja recursos e território para sempre os mesmos e seus sequazes. A coisa vai entender-se da Economia à Finança, passando pela Comunicação Social, a “Cultura” (?) e a Educação. Se for necessária polícia, para manter os outros calmos, também se mete, discretamente, mas em força. Aguarda-se luz verde de Fátima. Não haverá reflexão política, já que ninguém precisa de política, depois de ter estrangulado todos estes setores. Para o "Encontro de Cascais" já se avançam nomes, como Leonor Beleza, especialista no extermínio de hemofílicos, a Maria Cavaca dos Presépios, o “Dona Coisinha”, Álvaro Barreto, o “Paramécias”, Ângelo Correia, Rui Machete, "Nosferata" Nobre Guedes e Dias Loureiro, alguns nomes sonantes do “Casa Pia”, que nos pediram, por agora, para não ser já incluídos aqui, Pedro Cabrita Reis, Joana Vasconcellos e o Bordallo II, a Marisa, a Maria Leal, Pedro Paixão e Miguel Esteves Cardoso, a Clara Pinto Correia e a Clara Ferreira Alves, Ricardo Araújo Pereira, Rui Zink e Felícia Cabrita. Carlos Cruz poderá, embora incognitamente, comparecer. Igualmente estarão presentes Pinto da Costa, José Mourinho e Cristiano Ronaldo. Os clãs das Finanças e da Indústria pediram-nos recato e sigilo, e vamos, por agora, mantê-lo. Podemos adiantar que os “Encontros de Cascais” tiveram como núcleo fundador o “Grupo da Coca”, mas o dever de sigilo obriga-nos, por agora, a não adiantar mais, até por que não há nada que no "Google" se lance que não satisfaça, muito melhor do que nós, a vossa compreensível curiosidade. Diz-se que nem Mao sonhou com isto, mas o Balsemão sonha, a máquina age, e o pântano instala-se, ou, pelo menos, tenta instalar-se, e assim será, até que a “branca” o leve para junto de si 😊

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O Alexandre Frota, o "kit-gay" de Bolsonaro, um produto francamente fora de prazo, "ator pornô viciado em cocaína" (como muitos dos membros das nossas bancadas parlamentares), foi eleito deputado federal de São Paulo, pela coligação neofascista PSL, e a primeira coisa com que quer acabar é com os Direitos Humanos, e faz muito bem, primeiro, por que, depois de mais de 200 anos, estão velhos e fora de moda, e depois, por que, por usucapião, há cada vez mais gentinha no Mundo a usar e abusar desse privilégio, o que é mau, num planeta onde a gentinha prolifera e os recursos se tornaram realmente escassos...



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

A manter-se este nível de consumo, em 2030 já não haverá direitos humanos suficientes em toda a Terra, e ainda bem, por que precisamos muito mais dos direitos do Frota
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Web Summit 2018, "the grave of Paddy Cosgrave", Congresso Mundial da "Darkweb", já vai no seu segundo dia e já soma mais pontos: a grande novidade deste ano vai ser "Sofia II" uma robôta melhorada, por que já não fala, só geme, trabalha de graça, e ajuda o Paddy Cosgrave a bater a sua, enquanto devora pornografia com bonecos japoneses. E se a Sofia II falhar?... vai ser a grande pergunta da Web Summit. Pois, se a Sofia II falhar, chama-se uma Uber-Sofia, de carne e osso, que faz o mesmo trabalho da Sofia II, de graça, e também sem poder abrir a boca (a não ser para o Paddy lhe meter qualquer coisa lá dentro...). Brave New World :-)

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sábado, 27 de outubro de 2018

Brasil, #ÓdioNão

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O Brasil precisa do apoio dos cidadãos da Aldeia Global: partilhe a imagem de uma semana decisiva, #AllweAreBrasil

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Um dever de liberdade: publicação integral do último texto de um jornalista assassinado, Jamal Khashoggi



"No artigo intitulado “O que o mundo árabe precisa mais é de liberdade de expressão”, Jamal Kashouggi começa por notar que, olhando para o relatório “Liberdade no Mundo”, relativo a 2018, o único país árabe classificado como “livre” é a Tunísia, sendo que a Jordânia, Marrocos e Kuwait são considerados “parcialmente livres”. Todos os outros são considerados “não livres”. Conclusão? “Todos os cidadãos árabes que vivem nesses países são desinformados ou mal-informados”, sendo por isso incapazes e impossibilitados de discutir publicamente os assuntos que dizem respeito às suas vidas diárias porque “a narrativa estatal domina a mente pública”.

“O mundo árabe estava cheio de esperança durante a primavera de 2011. Jornalistas, académicos e a população em geral estavam cheios de expectativas de uma sociedade árabe brilhante e livre nos seus respetivos países. Esperavam emancipar-se da hegemonia dos seus governos e das tentativas consistentes de censura da informação. Mas essas expectativas foram rapidamente destruídas e essas sociedades ou recuaram para o antigo status quo ou enfrentam agora condições ainda mais duras do que antes”, escrevia Jamal, criticando o “silêncio” da comunidade internacional perante os casos de jornalistas que escrevem de alguma forma contra o poder instalado e que acabam presos.

Segundo escrevia Jamal Kashouggi, os governos árabes foram tendo cada vez mais carta branca para silenciar os media. “Houve um tempo em que os jornalistas acreditaram que a Internet iria ajudar a propagar a informação, longe da censura e do controlo a que a imprensa escrita estava sujeita. Mas estes governos, cuja existência depende em grande medida do controlo da informação, acabaram por bloquear a internet, tal como prenderam repórteres locais e pressionaram anunciantes a prejudicar a receita publicitária de determinadas publicações”, acrescentava, ressalvando que aqui ou ali havia um oasis. É o caso do Qatar, cujo governo “apoia a cobertura internacional de informação”. “Até o Líbano, que é a joia da coroa do mundo árabe no que diz respeito a liberdade de imprensa, acabou por ser vítima da polarização e da influência do Hezbollah pró-Irão”, diz.

O mundo árabe está a enfrentar “a sua própria versão de cortina de ferro”, escrevia o jornalista saudita um dia antes de desaparecer no consulado do seu país na Turquia. E dava o exemplo do que se passou na Guerra Fria, onde a Radio Free Europe teve um importante papel em manter a liberdade. “Os árabes precisam de algo parecido”, escrevia. “O mundo árabe precisa de uma versão moderna da antiga media transnacional para que os cidadãos possam ser informados dos eventos à escala global. Mais importante: precisamos de uma plataforma para as vozes árabes. Sofremos de pobreza, má gestão e fraca educação, se criarmos um fórum internacional independente, isolado da influência dos governos nacionalistas e da sua propaganda de ódio, os cidadãos do mundo árabe poderão finalmente pensar sobre os problemas estruturais da sua sociedade”, rematava".
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quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Brasil





Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas






Há os povos da boa fama e os povos da fama duvidosa. Se esquece o lugar dos últimos, pela força do seu mau exemplo. No lado inverso, se aumentou o povo alegre brasileiro. Em cidades e florestas de um mar enorme, não morre ele de fome, nem de tristeza. E quando lhe fadam um pé descalço, logo veste a face do seu melhor sorriso.

Diz-se dos brasileiros enganarem dias maus a cantar, e em dança vencerem quaisquer restantes. O seu sotaque é verde, e a voz pintada de amarelo. Por ali existe um país tisnado de sorrisos, a dominar os enormes hemisférios. Pois assim se fez a imagem de um vasto festival de cores.

O brasileiro singra agora um mau momento. Como em Goya, e deitado no divã da sua análise, reviu os monstros todos da Razão adormecida. Ao reabrir os olhos, se multiplicaram bocas estridentes de frases fáceis. E em todas elas sempre as crónicas encontraram guerra extensa. Pois nunca a pobreza ditou conselhos de boa política, mas tão-só as palavras divisoras das gentes.

No fechar da semana, terminará a psicanálise deste voto brasileiro. Dela se viu ter sido penosa, e mostrado ao mundo um espanto de inquietação. Nela, mais se não pressentiu do que o Brasil inteiro, a duvidar das nações felizes.

Domingo, haverá os brasileiros quebrados de um grande mal, e também haverá os brasileiros órfãos dos males maiores. E só nesse tempo se poderão contabilizar as horas tantas perdidas. Porquanto diz a História ser rápida a morte dos tiranos, enquanto é longo o luto dos seus seguidores.

Mero navegador do Tempo, relembro de Oscar Wilde o dizer das boas reputações, que só quando deveras perdidas, recebem o seu devido valor. Ora devem as vozes civilizadas desejar um exemplo de fama generosa ao povo irmão. Pois não haverá harmonia nas restantes gentes, antes de que os brasileiros enterrem as suas sombras, e regressem à serenidade simples do seu sol de sempre.




(Luís Alves da Costa, outubro de 2018)
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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Veneza dá o mote, e quer restringir o consumo de álcool nas ruas, para evitar continuar a ser um local de despejo das sobras humanas da Easyjet, que lá vão tirar as drunk-selfies em cenário cultural, e convida Lisboa e todas as cidades vítimas do grande plano de Bilderberg para destruição do individual, da identidade local, da história, da ideia de passado e de cultura, a fazerem o mesmo. Contras as redes de tráfico humano a operar em plena força, em barcos de borracha no Mediterrâneo e em rotas de pé descalço, no espaço aéreo europeu :-\

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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Diário da ditadura brasileira: Jair Bolsonaro é atacado em Juiz de Fora, com faca de ponta envenenada. Especialistas dizem haver pouco a fazer. Temos pena... :-/

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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O destino é cruel: ardeu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, mas a Cristina Ferreira ficou. Devia ter havido um referendo para poder decidir o contrário, mas não houve... :-\

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