#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
Mostrar mensagens com a etiqueta Governo para ano ou ano e meio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Governo para ano ou ano e meio. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 5 de outubro de 2015

As Legislativas de 2015, entre as Madrassas Balsemânicas e as Manas Mortágua




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Para mim, homem do visual, que não assistiu a um único debate, toda a euforia da campanha se poderia resumir e assentar na riqueza dos cartazes. Como estou no nível mais básico de Parsons, todos os cartazes da campanha foram bons, e todos os cartazes da campanha foram iguais. Só depois desta seleção eu me ergui e fui votar. Eu sei este método pode ter parecido simples, mas também não é genuinamente verdadeiro, já que o toque final, na verdade, veio mesmo de um decisivo bouche/oreille, ou seja de um suspiro de última hora, apanhado num intervalo de duas caixas da Louis Vuitton: dizia um veterano para o outro se ele já tinha reparado nas Manas Mortágua, de onde fiquei a saber que as manas mortáguas eram aquelas damas esfíngicas dos cartazes do Bloco de Esquerda.

Eu gosto muito de esfinges, e sobretudo das do discurso subliminar que transportam. Se a PaF ganhou por fé, e foi fé até ao fim com o crucifixo -- e a dívida pública duplicada, creio... -- no bolso, já o Bloco de Esquerda teve uma forte ascensão sustentada pela líbido dos velhos babosos. Parece que as manas Mortágua não são as dos cartazes, mas isso também me é indiferente, posto que só votei nos cartazes, e apeteceu-me acreditar que aquele era um cartaz de manas, e o que é certo é que as manas dos cartazes fizeram tocar uma sineta qualquer do badalo da Terceira Idade. Por prolongamento e extensão, tudo aquilo que as gerações mais novas têm em si da terceira idade também acabou por se projetar no inconsciente baboso dos militantes de barba e cronologia menos definida: já que entre duas falsas manas e o lesbianismo o intervalo epistemológico é nulo, e onde o intervalo epistemológico é nulo há sempre lugar para uma enorme fantasia libidinosa, devem as Mortágua ter sido, por confusão, entendidas como as suas antepassadas Guardiolas, e o voto desvairado no Bloco de Esquerda obedecido assim a uma eufórica deriva de fressura. Não me atreveria, dada a literatura deste texto, a concluir que as grandes vencedoras da noite foram as fressureiras, mas para vocês fica esse sombrio tirar de ilações.

Numa perspetiva mais racional, da enorme degradação que foi a noite eleitoral, aparentemente, apenas um partido venceu o escrutínio, e venceu-o pelo mesma mesma métrica de fé e fidelização com que as velhas da Avenida de Roma foram todas votar na coligação que lhes tinha assaltado as reformas. Há um princípio genuinamente português, que se reveste de uma enorme universalidade, e que é traduzido na profunda espiritualidade da frase "podia ter sido pior", e esse é o verdadeiro epitáfio dos quatro anos catastróficos do Passosportismo. Tudo o resto são pormenores, e já foram esquecidos, já que tudo podia ter sido pior.

Há 900 anos que tudo podia ter sido pior, mas até não foi, e assim chegamos a esta imparidade insossa, de seu nome Portugal.

Dentro desta fatalidade, temos o timbre próprio do nosso infortúnio, que passa pela emoção própria do "ai, aguentam, aguentam", e do quanto pior, apesar de tudo, melhor. Há, neste permanente espírito do tripas à moda do porto, um implícito masoquismo histórico, com dupla face, já que, não sendo consensual, sempre que se estende ao masoquismo do parceiro se pode imediatamente revestir de uma forma particular de crueldade. Não será preciso reler Freud para encontrar o clássico par sadomasoquista, e toda a veia estrutural de um modo peculiar de estar, no qual, estranhamente, nos definimos como identidade histórica.

Não sei se o meu colega de academia, José Gil, quererá, nas suas reflexões sobre a idiossincrasia lusitana, desenvolver o tema, mas aqui fica o repto: particularmente libertos da responsabilidade de votar, dentro da flexão muito própria que foram as legislativas deste início de outubro, os Portugueses puderam finalmente dedicar-se ao exercício muito especial, de, em vez de mostrarem o que queriam, terem uma excelente oportunidade para mostrarem o que eram, e o que são é uma simples turba agachada, com pouco lugar para a imaginação.

Do ponto de vista dos grandes ciclos políticos, as Legislativas de 2015 também trouxeram uma alteração paradigmática, já que não incumbiram, como usual, o partido alternante de pagar as despesas do alternado. Para quem queira fazer algumas contas de cabeça, a tal coligação PaF, responsável por um dos períodos de maior desastre e atropelamento de valores, ficou assim incumbida, por um certo princípio de bonomia e crendice, de restabelecer a ternura da relação. Ignoro se, na célebre Síndroma de Estocolmo, estará incluído um princípio de redenção, no qual o carrasco se transforma no afagador. Tenho a minha opinião, mas prefiro guardá-la para de aqui a alguns meses, quando esta euforia toda se começar a deteriorar...

Esquecida a afetividade, fica a dureza própria dos ditames das Economia, e veremos se, depois das tempestades, das austeridades e das restrições assistiremos a um banho certo de realidade. A hipótese alternativa é mais adversa, já que poderia chegar à conclusão de que o caminho estava certo, e teríamos aqui uma receita para mais 40 anos de estabilidade...

A partir com isto tudo, assistimos a um dos mais perversos exercícios de contaminação da opinião pública, por parte das madrassas balsemânicas. Durante semanas, e com o apoio dos brilhantes publicitários que dinamizaram o Passosportismo, foram-nos substituindo a realidade por uma ficção tecida todos os dias. Na fase final, até já vinham as carochas do costume, na forma da voz etilizada das Manas Avillez, nas quais incluo o Júdice do Alto do Parque. Todos os esforços de Balsemão para que se chegasse a uma maioria absoluta forma gorados, sendo substituídos, como tanto ansiei, por um pesadelo para a Múmia de Boliqueime. Para o espectador de Lineu, ficaria, e ficará, sempre a incerteza de ter sido o que realmente aconteceu o acontecido, ou o produto de uma elaborada ficção. Mas, para não tornar indecente a ligeireza desta farpa, ficará para uma próxima.

Comecei por dizer que os Portugueses, libertos da responsabilidade de votar, se permitiram não escolher o que queriam, mas dizer o que eram. Estava a ser incorreto: ao escolherem o que escolheram, disseram o que eram, e o que somos impede-nos de qualquer modo de renovação, ou de ilusão da renovação, como na farsa grega. Na realidade, há uma claustrofobia coletiva que nos impede de ir mais além, e, mais grave do que isso, de estar permanentemente a deixar os outros ir. A recente morte do grande Vilhena, uma exceção num país de pantanosos saramagos, revela essa dura realidade: a Censura ficou por cá, em todas as suas formas, sem Estado que hoje lhe dê postura de estado, mas discretamente difusa por infinitos coios familiares, focinhos exaltados, fuinhas do ódio, hienas do mal, atrás dos seus pobres teclados manchados, numa longa e fracassada cruzada contra a expressão, liberta e una, como o artista a tivesse concebido. O lado interessante desta impossibilidade de diferença é a execução, no próprio ninho, das ascensão dos oportunismo epifenoménicos, como os ruis tavares e os marinhos pintos, e as próprias mamas penduradas e o golpe da barriga intentado pela outra.

Mais para escrever haveria, e ficará para uma próxima breve. De tudo isto só uma coisa generosa e certa emerge: depois de uma noite inteira de comentários, pode ver-se que o Professor Marcelo, o próximo Presidente, está num mesmo estado de tiques de boca do que o Vacão de Boliqueime: brevemente se afundarão ambos no mesmo pântano neurológico, o que explicaria, e apontaria, para um certo acordo pós eleitoral centrado em mais um Professor, desta vez, o neurologista Lobo Antunes. Um certo avanço, num país onde, como se sabe, se costuma ascender pela lógica própria dos desmanchos.


(Quarteto do bocejo, das mortáguas mortagueiras, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
[ Read More ]
sábado, 6 de outubro de 2012

Passos Coelho sabe para onde vai, e nós também sabemos, só que ele ainda não sabe que nós sabemos :-)

[ Read More ]
sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O último 5 de outubro da III República

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos


Francisco José Viegas passará para a História como o tutor do ultimo estado de degradação cultural da Lusitânia... sim... pronto..., eu sei que não estavam à espera de que eu começasse esta farpa desta forma, mas já vão perceber por quê.

O estado de aculturação português, é presentemente o mais baixo possível, embora não haja nenhuma agência internacional capaz de lhe cortar o "rating", porque ele é uma espécie de relva geneticamente modificada, que se autofagia, a si própria, e, portanto, dispensa cortes, por impossibilidade de vir mais abaixo.

para o viegas, a cultura é sempre mais uma lombada, de preferência vazia, e a adjetivação de vazio é essencial durante esta era cavacal.

somos um imensa casa dos degredos, onde cada anormal político, cada anomalia "cultural", cada desvario público tem um segredo, que é tão pouco secreto que basta deitar o nariz de fora da janela, para o descobrir.
o relvas, por exemplo, entrou para o retângulo lusitano, com a sua "valise de carto(o)n" com um segredo que toda a gente julga que sabe, mas não sabe: não é só um curso que ele não tem, é todo um analfabetismo, que o levou a não saber ler nem escrever, passe a redundância. como diria a minha empregada, porque está num nirvana cultural que só lhe permite "ver os bonecos", e, às vezes, nem isso.

borges está a morrer, de maneira que o seu segredo é acordar, de manhã, todos os dias, fazer um risco com a navalha, na mesa de cabeceira, e dizer para a boca da servidão dele, "este já cá canta, este já ninguém me o tira!...", esquecendo-se de que um conselho de ministros extraordinário até pode cortar nas horas do dia, e ele acabar por morrer a meio da tarde, embora não se deva desejar a morte a ninguém, sempre há uns que até sabe bem.

o segredo de vítor gaspar é o da empregabilidade: todas as suas teorias estão erradas, mas como crato, o cancro da educação -- agora, posto em causa, com o seu novo método do gera desemprego "ad libitum" pelo "tira e põe", com a centenária marquês de pombal, obra gloriosa da "grande loja da razão triunfante", "et pour cause", como exemplo, porque, cala-te boca, para cabrão, cabrão e meio... -- lá deverá haver uns daqueles que encornam não importa o quê, para os exames, que haverão de ter saído com brutas notas das asneiradas do gaspar. Numa grelha sociológica de análise de inserção social, devia-se fazer uma correlação entre aqueles que saíram com brutas notas da cátedra do pantomineiro das finanças e o seu sucesso no mercado de trabalho, seguido de uma correlação, em forma de corolário, de como a sua inserção no mercado de trabalho levou ao rápido colapso da entidade empregadora.

o segredo de paulo portas é aquela célebre tarde em que foi apanhado pelos seguranças do fórum picoas, depois de ter "aviado" nos sanitários do segundo piso, e é um segredo que está a render, tanto que miguel relvas já lhe sussurrou que, se isso não servir, tem os testemunhos todos dos arrumadores do "cinebolso", versão 1.0, com reformas miseráveis, mas excelente memória dos factos à meia-luz.

álvaro santos pereira tem um segredo muito mais evidente: é a cristas canadiana, com toda a sua capacidade de se manter num cargo e área de intervenção inexistentes, o que faz lembrar certos institutos, ou, mesmo, o dogma da virgindade da senhora de fátima.

poderíamos ir por aí adiante, mas vamos diretos ao cerne da questão, passos coelho, que pensa que a república é uma coisa onde se empilham os estudantes vindos de fora, para alta pielas e cenas de droga, de preferência, com o canudo garantido no fim, por meios equivalentes, sendo que a referida "república" só se considera completa com a associação de um número relevante de conas de pretas.  

(aproveito para fazer uma pequena consideração, porque, por espaços que estão completamente a leste do que é a utilização da linguagem literária, e a milhões de quilómetros da sátira dos espaços com tradição de verbalização da opinião pública, pensam que estão a ler uma croniqueta do ricardo araújo não sei das quantas, na "visão", e, então "cona de preta" é uma expressão racista. à laia de palinódia, reconheço que têm toda a razão, porque a expressão correta é "vaginas africanas", ou "vaginas afrolusitanas", ou "vaginas-palops", mas, sendo estas breves tirado polo natural, resolvi citar o vernáculo do futuro primeiro-ministro, que era menos contido, e já então dizia, nas célebres noites em que era arrastado dos bares das "docas" , pelo pessoal das, hoje, "produções fictícias", em estado de pré coma alcoólico, sempre com as mesmas palavras na boca, "que gaja tão boa, comia-lhe aquela cona toda, preta do caralho, que deus te fez tão boa, queria-te toda para mim...", e a função de cronista, do escritor, é, portanto, tentar envolver, no manto diáfano da fantasia, este reles decorrer da realidade, e assim se fez, e assim semore será).

sendo então uma "república" um antro de "estudantes", fedorentos de álcool e charros, rodeados de conas de preta por todos os lados, é natural que o aprendiz de feiticeiro, elevado à categoria de algoz da nação, se achasse com poderes plenipotenciários par extinguir um feriado, no qual nem o maior português de sempre se atreveu a tocar.

a resposta do feriado, obviamente, é extingui-lo a ele,

o que já o pôs, em 5 de outubro, a anos luz de lisboa, capital para ir chafurdar em bratislava, onde o tarentino rodou os "hostel", deixando o petisco para um tal de senhor aníbal, de boliqueime, que é o padrinho, no sentido parental e espiritual, de toda a camorra que conduziu o país para o estado em que está.

para o ano, já não estará cá.

nos últimos textos, tenho arrasado, e arrastado, pelas ruas da amargura, os muitos protagonistas desse sinistro período, que foi o primeiro cavaquismo, mas estava a esquecer-me de um, um tal de silva peneda, ministro do "trabalho", que também tinha o seu segredo, o de ter sido apanhado, no gabinete, da praça de londres, a ser cavalgado pelo chefe de gabinete.
outras eras: hoje é um distinto "conselheiro" da demência presidencial, a"loucura do rei george", versão cobertores de boliqueime.

aparentemente, e dados os altos riscos que hoje comporta qualquer saída presidencial, o aleijão de poço de boliqueime foi arrastado da praça do município para o "pátio da galé", que não sei o que seja, e também não saberei amanhã o que é, porque adoro as vaias televisonadas, já que os jornalistas conseguem transformar em espetáculo fino a elementar decadência de um pobre desgraçado, cujo único sonho era ter enterrado Portugal, sem que se desse conta disso, ao longo de quatro infindáveis mandatos.
acontece que o Povo acordou, e pede-lhe a cabeça com urgência.
brevemente, não será tão só o Povo, mas também a célebre troika, que, de cada vez que cá vem, vê que os quistos estão na mesma, e o país progressivamente mais arruinado.
"então, já dissolveram as parccerias publico-privadas, com invocação do dever de salvação nacional?..."
pois,
claro que não.

evidentemente que para os tarados que nos governam, essa realidade é inexistente, mais cona, menos cona, de preta, tanto faz. corre, mesmo, uma teoria que diz que, já que ninguém os demite, por inexistência de presidente da república, eles estão a arranjar maneira de se autoporem na rua, o que seria um exercício político com alguma graça, não estivesse ávido de protagonismo um tal de seguro, que tem cara de quem nem uma mercearia seja capaz de segurar.

tudo isto parecem trocos, mas, para a História, esta factualidade, cega e negligente, não é irrelevante: está a escrever-se, com indelével areia, na forma de manchas monumentais, umas vezes, manchas de tinta, outras, de sangue, como em muitos momentos da nossa epopeia coletiva, embora, com certos animais, e que, para bom entendedor esta meia palavra baste, até o tiro de misericórdia seja, por vezes, um... desperdício.

(quarteto do vão-se embora, ou têm de ser corridos à pedrada, seus gatunos?..., no "arrebenta-sol", no "democracia em portugal", no "klandestino" e em "the braganza mothers")
[ Read More ]
sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Bairro da Filomena e a Territorialização da Opressão

[ Read More ]
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012

Passos Coelho elogia Portugueses por terem esperado um ano até lhe porem os patins

[ Read More ]
segunda-feira, 4 de junho de 2012

Miguel Relvas afirma estar demasiado cansado, e só sair do Governo ao colo de Isabel dos Santos

[ Read More ]
sábado, 2 de junho de 2012

Crime organizado: de Boliqueime, a Vilar de Maçada, passando por Massamá e Luanda

[ Read More ]
sexta-feira, 1 de junho de 2012

Queda de Portugal na Idade Média desperta, em Cavaco Silva, lágrimas de saudades dos tempos de infância, do Poço de Boliqueime

[ Read More ]
quinta-feira, 31 de maio de 2012

Correio da Lola - "Haverá algum risco de que Miguel Relvas apareça esfaqueado na Ribeira do Porto?..."

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Querida Lola:

Ando muito preocupada com o querido Ministro Miguel Relvas. Acho-o um homem muito jeitoso, hirto e firme, com uma doçura de lábios que só encontrei... deixe cá ver... sim, no Doutor Proença de Carvalho, um homem em quem sempre sonhei dar um beijo, mas acho que nunca seria capaz, e, de cada vez que pensa nisso, caio desmaiada no chão, e tenho de entrar de baixa preventiva, aqui nos serviços da D.R.E.L., na 24 de julho. Acha que o podem matar?... Eu ando tão assustada...


Doutora Maria Arlette D'Orina, Lisboa




Querida Arlette:

Compreendo que sempre que veja o Miguel Relvas na televisão tenha tendência para levantar as saias, e "dar ao dedo", até ficar com a mão toda molhada, nesse seu gabinete confortável, com ar condicionado, da 24 de julho. Miguel Relvas é o homem capaz de pôr qualquer mulher a arder, e até certos homens, penso eu de que. É o rosto do facínora típico, desde os filmes de gangsters, dos anos 20, e qualquer mulher pensa em cair-lhe nos braços, e ser violentamente possuída, depois de ele ter mandado abater mais alguns adversários do grande timoneiro, José Eduardo dos Santos. O sonho de qualquer quarentona, como a menina, no topo da carreira administrativa, é claramente ser penetrada por um homem com as mãos cheias de sangue, e qualquer psicanalista lhe explicará que isso é normal, trabalhando, como trabalha, para essa anomalia burocrática, chamada Ministério da Educação. Agora, se está preocupada com que o matem, por causa das Secretas, isso é o mais profundo disparate: ele tem sido honesto, no seu trabalho, e tem cumprido exemplarmente o seu papel. Como Ministro de Estado, não fez mais do que fazem todos os Ministros de Estado, sempre que há a mudança das cadeiras, para ficar tudo na mesma, aquilo a que os Portugueses chamam "eleições": imediatamente receber um porta voz das Secretas, para lhe entregar o Dossier com todo o material recolhido sobre as lêndeas que alimentam a tinha política portuguesa, dos últimos 40 anos. Houve uma altura em que fotocopiavam as fotocópias das fotocópias, mas sabe como é o papel e as coisas fotocopiadas muitas vezes, começam a ficar meio apagadas, e já não se consegue ler nada, embora os conteúdos sejam sempre os mesmos, com as variações do tempo... Qual foi o Ministro de Estado que não recebeu sempre os dados pessoais sobre a vida privada da Senhora de Mota Amaral, por exemplo?... Eu nunca li essas coisas, porque, como sabe, prefiro os programas da manhã do Goucha, mas a primeira linha é sempre igual, desde 1970, para cá: "Senhora de Mota Amaral é virgem consagrada (de mulheres) sendo um membro influente da Opus Dei. Depois, acrescentaram "colaborante com as lojas maçónicas", e o resto era tudo igual, o patati, patatá das vidas secretas nos Açores, o "Farfalha", e os nomes dos seguranças do Professor Cavaco Silva, que iam mudando, mas que continuam a ser o seu objeto de masturbação, enquanto se ciliciava e penitenciava, diante do altar de São Balaguer. Pinto Balsemão?... Mas que novidades há sobre Pinto Balsemão?... É, depois de Salazar, o homem que mais tempo esteve à frente dos destinos de Portugal. Lá devem ter alterado no relatório, quando estoirou o "Casa Pia", que o Carlos Cruz já não comia a Tita Balsemão, mas preferia pôr em sangue o traseiro dos pagenzitos, das Corridas à Antiga Portuguesa, cheios de coca, tudo filmado com as películas da RTP. Quanto ao fornecimento da Coca, quando era a Felícia Cabrita, aparecia o nome da Felícia Cabrita; quando mudou, mudaram também o nome, só que tanta mudança, tanto corretor, foi tornando os relatórios ilegíveis. Se era a lista dos traficantes que iam jantar ao "Eleven", do José Miguel Júdice, é natural que a lista fosse aumentando, e houvesse algumas baixas, não é, porque os traficantes, ao contrário dos diamonds, aren't forever!... Paulo Portas no Parque?... A coisa foi repetida, até se tornar obsoleta, e passou a integrar os personal treiners do Estoril e do Sheraton, até se tornar quase ilegível. Árbitros comprados pelo Pinto da Costa?... É natural que um burocrata das Secretas se tenha cansado de fazer a lista exaustiva e um dia tenha escrito "todos, menos fulano tal e tal e tal", o que é natural... Repare que estamos a falar de papel, e o papel é caro, as fotocópias, em tempo de austeridade são um luxo, sobretudo se forem para propagar gatafunhos, notas, erratas, borrões, e alguns dados que se tornaram obsoletos. Qual o interesse, em 2012, de continuar a escrever na vida secreta de Maria Elisa Domingues que foi montada por Jaka Jamba, nos anos 70?... Tantos a montaram, depois disso, e quem se lembra do Jaka Jamba?... A mesma coisa sobre o ALLgarve estar dividido entre a Mafia Russa e a Mafia Turca. Isso só é secreto para quem, como eu, não tem de passar as noites colada a esta esquina do Conde Redondo, e nem tempo tem para ser sequestrada na serra algarvia. É certo que Jorge Silva Carvalho se chegou junto de Miguel Relvas e o convidou para jantar. É certo que lhe disse que havia umas gajas boas que ele queria que fossem para certos gabinetes, ajoelhar, fora das horas de serviço, com direito a suplementos de Férias e Natal, agora, também é certo que lhe trazia qualquer coisa de novo, que era, em vez de pilhas e pilhas de fotocópias negras, passar a entregar a vida pública dos gajos públicos que pensam que ela é privada, na forma de "pen"!... O homem devia ser medalhado, em vez de ser condenado, e acabará por ser, porque o estado de saúde de Cavaco Silva está muito mais deplorável do que o "Bankia" ou o do Hugo Chávez, e o 10 de junho não se esquecerá dele. Se não for este, será o próximo. A única coisa que falhou neste assunto é que este permanente passar das informações das Secretas para os sucessivos ministros de estado, desta vez, colidiu com a circunstância de o Ministro de Estado Miguel Relvas ser um oligofrénico, cujo nível de raciocínio está no patamar dos jogadores de Futebol, quando dão conferências de imprensa, ou dos comentadores de Futebol, quando decidem comentar as conferências de imprensa dos atrasados dos jogadores. Tantos rios de tinta correram, neste país, sobre um Sócrates, a quem faltavam umas cadeiras, para ser licenciado, e, agora, passa em branco um facínora, com uma cadeira de Direito feita, a quem chamam "ministro" e doutor", quando não passa de escravo de uma preta, a Isabel dos Santos. É normal que o homem, ao ler o nome dele, no relatório das Secretas, tenha ficado tão assustado com os pormenores que ali vinham, sobre a sua longa tarefa de vender uma antiga metrópole, Portugal, a uma ex colónia, governada por criminosos, chamada Angola, que tenha decidido calar-se. Não se preocupe, que me cheira que temos ali o próximo Comissário Europeu. 
[ Read More ]
domingo, 27 de maio de 2012

Autarquias de gente com o mesmo apelido, do PSD, fazem a folha a Miguel Relvas :-)

[ Read More ]
sábado, 10 de março de 2012

Paulo Macedo, da Opus Dei, vaiado na sua agiotagem da doença, em Loures

[ Read More ]

Próxima demissão de Francisco José Viegas trata antecipadamente da colocação do seu motorista

[ Read More ]
quinta-feira, 8 de março de 2012

Gigantesca explosão solar coincide com julgamento do "Freeport" e entrega da petição para a imediata demissão de Cavaco Silva

[ Read More ]
domingo, 19 de fevereiro de 2012

Pela primeira vez, Passos Coelho admite Legislativas antecipadas, em junho, e Presidenciais, em setembro

Eu e o Senhor Presidente da República sentimo-nos, de facto, muito pressionados pelos "lobbies" mafiosos, que nos empurraram para a testa do Poder, e achamos que é a altura de começar a proteger a nossa pele, mas os Portugueses não se preocupem, porque o caminho da Bancarrota ficará minuciosamente delineado, antes de abandonarmos os nossos lugares...
[ Read More ]
 
 

Blogger news

Blog Archive