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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Pronto, já está: Catarina Martins será a primeira branca de um futuro governo monhé :-)

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Tomada de posse dos novos deputados acelera a busca de copinhos mentruais. Parece que há cada vez mais clientes masculinos

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Assunção Esteves, a Suricata da Assembleia "Nacional", despede-se das suas funções. "Amou elas", mas agora é tempo de descanso, e de se poder dedicar, em exclusividade, àquilo que realmente a apaixona e com que se identifica, do fundo do coração: venda de roupa de que não gosta, ou só usou uma vez, na Executiva dos voos para Bruxelas

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Diário da Guerra - João Galamba já tem preparadas duas sms nos rascunhos do seu Samsung. Uma diz "pai, já sou Ministro de Estado", e a outra, mais modesta e modista, afirma, "pai, de aqui a seis meses, eu acho que vou ser ministro de estado"...

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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Depois da longa agonia, e do inconseguimento da ronda negocial do seu esposo em cristo, Maria de Boliqueime quer voltar a ouvir os partidos todos, mas, desta vez, com os ouvidos do coração, tá?...

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O "Poucochinho Vermelho", António Costa, reúne-se com a Múmia de Boliqueime, que já está ao espelho, a babar-se, e a dizer "NÓS" (deve ser o NOS Alive...), e leva muito poucochinho para lhe dar, e a sua sorte é que o Coelho ainda leva um poucochinho menos

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Com forte esforço, Aníbal de Boliqueime recebe os partidos com "acento" parlamentar na Assembleia "Nacional". Para marcar os seus últimos meses a vexar o cargo, passou a utilizar o "nós" majestático, o que é confortador e humano, já que o plural finalmente fala dele e da doença que carinhosamente o tem acompanhado ao longo destes dez anos

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

António Costa considera vexatória a campanha que lhe pôs o nome de "Napoleão de Goa", e diz estar certo de não ter nas veias qualquer pinga de sangue de Bourbon, ou de Godoy, que nunca foi contactado por Goya, para lhe fazer o retrato, salvo seja, e que nunca andou nos amassos com Maria Luísa de Bourbon Parma, e que as únicas mulheres da sua vida foram a Maria Antónia Pila, perdão, Pala, e a Maria João Avillez (que agora se queixa de ele lhe ter posto os cornos), e que qualquer insinuação sobre ele ter fantasias com as Manas Mortágua, nuas, desnudas, peladas, à poil & stark naked é pura maledicência, e, ou param com o assunto, ou será forçado a soltar o Galamba e a levar a sua situação ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem

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domingo, 4 de outubro de 2015

Rui Tavares está recetivo para se coligar, desde que lhe expliquem quem ganhou, e como se faz :-)

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Sampaio da Nódoa, perdão, da Nóvoa, enviou sms a Passos Coelho e Paulo Portas, e mostra-se "recetivo a um apoio da nova maioria", sendo que poderá juntar esse apoio aos votos do PS, e também não dirá que não aos apoios do BE e do PCP, e... ah, sim, do Rui Tavares, também desde que todos percebam quão único ele foi, é, será, na História de Portugal :-)

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4 de outubro de 2015, 20.00 h. - Múmia de Boliqueime reage, em direto, aos resultados das Legislativas :-)

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
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Instalação do quartel general da PaF defronte do Parque Eduardo VII terá sido exigência discreta do Ministro de Estado, Paulo Portas

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Apesar dos conselhos contra da sua boca da servidão (continua a segurar-lhe a mão com muita força, para evitar que caia alguma peça...), Aníbal de Boliqueime deixa transparecer para a Comunicação Social as suas primeiras reações às projeções eleitorais. Francamente, isto não se faz...

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sábado, 3 de outubro de 2015

A Cavacona de Boliqueime

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Peixeiras recebem António Costa, Ferro Rodrigues, João Galamba e Manuel Alegre, em fúria:"O vosso partido está na prisão!...". Supomos que se estejam a referir ao pardieiro da gaja que o apanhou nos outros colos, onde Sócrates está alojado, no pardieiro e não nos colos, por que ninguém mora ao colo, exceto as visitações da Casa Pia

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Terceiro Cavaquistão poderá deixar Galambismo nos cuidados intensivos

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

As legislativas de outubro de 2015, como partido generalizado dos animais


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Imagem do Kaos




Não tenho assistido a nada da campanha eleitoral, pelo que estou perfeitamente à vontade para dizer que não gostei, o que, creio, seria indiferente desta, ou de qualquer campanha, e até da estação. Hoje, todavia, entre duas gambas e uma flute do El Corte Ingles, vi um gajo sentado debaixo de uma árvore, e pensei que fosse o Armstrong a cantar What a wonderful world, mas não era, era um de uma coisa chamada Partido dos Animais. Depois de ter estado três segundos a descodificar a imagem e o subliminar dela, percebi por que não via qualquer campanha eleitoral, mas, mesmo assim, nunca gostava: pela razão pouco evidente de que, em vez de perceber a literalidade das mensagens, imediatamente era invariavelmente mergulhado numa insustentável metafísica, que me conduzia aos empíreos da mente. Sei que a frase pode ser confusa, mas, ao saber que existe um partido dos animais e da natureza, imediatamente me questionei sobre a sua justificação natural para ser o partido natural de, por exemplo, o Valentim Loureiro, e volto a explicar, o Valentim Loureiro, dependendo da hermenêutica utilizada, poderia desde logo entrar nesse partido, quer como pessoa, animal, ou simples hipóstase da Natureza, o que faria com que essa frente política imprevistamente se tornasse numa via, una e plural, para a ascensão do Vacão de Gondomar a uma tríade consensual.

Como poderão imaginar, desliguei aqui o plasma, e entrei numa divagação, sei lá, um êxtase teresa davílico, no qual, por indução, o partido dos homens, dos animais e da natureza também poderia ser o partido de Sócrates, e, se incluísse as nuvens, da própria Sofia Fava, e, se descesse um pouco aos infernos, poderia representar politicamente o Dias Loureiro, e se fosse o partido das sucatas, o do Godinho Sucateiro, e, pelo lado dos vampiros noturnos, o da "Nosferata" Nobre Guedes, mas ninguém iria votar no Partido dos Homens, dos Animais, da Natureza, das Nuvens, do Inferno e dos Vampiros, até por que as galholhas do Jornal da Noite teriam muita dificuldade em pronunciar a sigla PANNIV, uma espécie de Syriza do Barreiro, e os parasitas barbados que fabricam as sondagens telefónicas já se teriam muito antes enganado, e arrumado isso naquela confortável categoria dos "Outros".

A história poderia ter terminado aqui, se eu não me tivesse decidido tornar num eleitor consciente e consciencializado e ido à Comissão Nacional de Eleições, e ver que esta síndroma do universal se tinha espalhado por muitas mais formações políticas. Com o carinho com que nos mandam tratar os idosos, o meu voto do coração até iria para o PURP, uma coisa profundamente porfirogeneta, se não fosse no país de Barrancos, e votaria nos reformados, o mais volátil dos partidos, já que hoje, quinta, não sabe quantos estarão vivos, para votar no domingo, quantos assistirão às projeções, na madrugada de segunda, e, mais grave do que isso, quantos dos eleitos poderão ficar pelo caminho, e ocupar os seus lugares, nos alvores da nova legislatura. Creio ser este o Partido de Heraclito, e seria o meu, se algum tivesse, mais pelo lado de estar reformado, do que de ter enturmado nalguma filiação da pata que me pôs.

Todavia, os pequenos transportam consigo muito do carinho que devemos à infância, o Agir, que nos dita a posição das mamas e do útero, o PNR, que anuncia a burka como momento seguinte da praga das barbas, e lá deverá andar perto da razão, o MRPP, que queria matar todos os traidores, ou seja, esvaziar o país ainda mais do que já está; o Deus nos Livre, e o da Terra, que deveria fazer uma coligação pré eleitoral, meu deus tantos outros, mas, para evitar que este texto se eternize, vamos já ao centro da questão: contrariamente, ou talvez em consonância com muitos portugueses, o meu guião político não se prende com tendências, ou oscilações políticas, mas antes com a qualidade dos estragos que os sobressaltos deste escrutínio possam provocar na pessoa que mais execro no cenário português, Aníbal de Boliqueime. Na generalidade, dizem-me, de imediato, que esse já não conta e está acabado, mas justement, este é o último momento em que lhe podemos dar um carinho, e aqui entra a análise fina, já que impera saber o que lhe será, dos cenários possíveis, o mais nocivo. Uma resposta, na generalidade, aponta para aquilo que ele não quer, a maioria relativa, pelo que lhe devemos dar, de qualquer das formas possíveis, uma maioria relativa, seja ela a do casalinho do rosário, ou a do lobby dos galambistas. Deixo aos comentadores de bancada a aferição dos pormenores, o saber o que lhe será de maior desgosto, um Costa, com as bainhas curtas, ou um Coelho, vencedor só por um pouco. Para mim, que anseio para que ambos percam, a tesão é a mesma, sendo que, pelo lado das minudências, a coisa já não é tão elementar, e, embora ache que a última fatia de ruína de Portugal deveria ser penalizada, muito mais me custa imaginar a vozinha do Galamba, ao telemóvel, a anunciar, "pai, já sou ministro de estado!..."

Pelas ruas, afirma-se uma atmosfera pesada, com muitas cabeças bem pensantes a irem votar, por fé e militância, na PaF, o tal ruído que a coisa tanto pode fazer, ao cair para baixo, como ao cair para cima, ou pior ainda, a cair para a frente, ou para trás. Creio que esta substituição do preceito lógico pelo irracional da crença deva ser a grande invenção desta miserável campanha, mas dada a degradação do cenário, tal motor torna-se tão irrelevante como qualquer outro. Do ponto de vista dos grande ciclos políticos, esta vitória inesperada, regida, como já se disse, pela Síndroma de Estocolmo, corresponderia a uma inversão das alternâncias, as quais, desde que Aníbal de Boliqueime andou a arruinar, como primeiro ministro, o país, regeram as substituições, pela fuga, políticas. Do ponto de vista de um certo justicialismo, corresponderia a tornar pagador o mesmo consumidor, ou seja, corresponsabilizar pelo estado de ruína a que conduziram o país os cultores de uma política desastrosa. Os restantes cenários começam a tornar-se menos prováveis, mas igualmente justos, já que arrastariam para o beco sem saída da falta de horizontes políticos os galambistas do poder pelo poder, com "livres" e quejandos a reboque. O Marinho Pinto é mais sofisticado, e já anunciou estar recetivo a todas as coligações. O Bloco de Esquerda, depois da sua emasculação, sonha com tornar-se num partido do croché, restando que o Partido Comunista, para muitos, algures no fim do ciclo das ilusões, e no fim do ciclo das desilusões, poderá ter a sua derradeira prova, que é a de o empurrar para aquele célebre cenário em que quem sempre se recusou a alianças se visse na posição de finalmente ser fiel da balança, e dar o empurrãozinho, à justa, a quem precisa, PS ou PSD. Creio que a Câmara de Loures é um exemplo dessa perversidade, mas Estaline, tal como Saramago, certamente teriam uma justificação para tal anomalia. Ao contrário deles, eu, como intelectual, não tenho nem quero ter.

Longo é o texto, e inconclusiva a situação. Politicamente, o cenário é desinteressante, mas não são desinteressantes as conclusões. O que se deseja é, evidentemente, uma segunda feira extremamente difícil para Aníbal, o Carrasco de Portugal. Veremos se a iliteracia de quem vota a tal chega.




(Quarteto do, olha, pá, tanto me faz, mal por mal, já lá está o que não presta, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no "The Braganza Mothers"
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Entrada de Manuel Alegre na campanha eleitoral marca viragem decisiva: tudo aquilo que o Manuel Alegre apoia perde sempre :-)

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

"The Braganza Mothers" deseja um feliz aniversário a Assunção Cristas (lambia-te toda... )

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