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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Manifesto pela Democracia nas Escolas - 2017

"Apesar dos princípios consagrados na Lei de Bases dos Sistema Educativo, assistimos a uma crescente desvalorização da cultura democrática nas escolas e à anulação da participação coletiva dos professores, dos alunos e da comunidade educativa. Verifica-se, pelo contrário, uma tendência para a sobrevalorização da figura do(a) diretor(a) de escola ou de agrupamento de escolas, sendo, ao mesmo tempo, subalternizado o papel de todos os outros órgãos pedagógicos, e desencorajada a participação de outros elementos da comunidade escolar. Esta situação é igualmente reveladora da erosão da identidade de cada escola quando esmagada pelo peso da estrutura de direcção unipessoal de governo dos agrupamentos".


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sábado, 7 de janeiro de 2017

Mário Soares (1924-2017)

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sábado, 17 de setembro de 2016

Diário da Tarada de Calcuteza - Os 10 anos do Semanário "Sol" :-)

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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Diário do Marcelo - Os 128 anos do "Jornal de Notícias": parabéns, "Jornal de Notícias" :-)



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Honni soit qui mal y pense :-)
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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Brasil

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terça-feira, 29 de março de 2016

Mónica Almeida, mulher de Luaty Beirão: “Que haja bom senso deste regime maquiavélico”. Mónica, se as ditaduras tivessem bom senso, não eram ditaduras...

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Efeméride: o décimo aniversário de "The Braganza Mothers" :-)



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas





Há dez anos, arrancava, num mês de fevereiro, o primeiro "The Braganza Mothers". Motivos alheios à sua equipa inicial, levaram ao seu encerramento abrupto, em julho de 2007. Sucessor do defunto "The Great Portuguese Disaster", "The Braganza Mothers" formou-se, continuou e continua a ser, o blogue anti-Cavaco, por excelência. Dentro de um mês, o maior flagelo da Democracia Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, vai desaparecer de cena, justamente quando nós completamos dez anos, os dez anos do maior desastre português de sempre, dez anos que iriam ser muito especiais, para o que há dez anos alertamos leitores e críticos. Há dez anos, começamos a tratar por criminosos nomes como o de Dias Loureiro e Duarte Lima, enxovalhamos José Sócrates e a sua Câncio a soldo, lutamos contra o "Lobby Casa Pia" e a negra tendência de ter pedófilos instalados no aparelho do Estado; apontamos o dedo da corrupção absoluta ao Futebol; tratamos Lurdes Rodrigues como a miserável nódoa sociológica que é; desmascaramos Carrilhos e Bárbaras Guimarães, Pilares del Rio e Universidades Independentes; cantamos os lindos olhos de Mariano Gago, e dissemos aos "Gatos Fedorentos" que eram o próprio cheiro do Sistema; apontamos um holofote à Maddie e aos que viviam do seu cadáver; arruinamos o diploma de Sócrates e pusemos uma albarda na testemunha de Jeová, Dona Adelaide Monteiro. Dez anos depois, assistimos a uma guerra, a uma bancarrota, ao colapso de todo o sistema financeiro, à prisão e à penalização de muitos dos trastes por nós denunciados, à queda de ministros e governos, à desvalorização e encerramento de fachadas "universitárias". Muito antes de se prenderem governantes, alertamos, com todo o fogo de artifício, para a necessidade de o fazer. Os ódios que acumulamos são memoráveis, só comparáveis com a estima e o receio que continuamos a levar à frente, enquanto lugar único da Blogosfera Portuguesa (rótulo que a "Wikipédia" odeia, e onde travamos múltiplas guerras). Partimos com a ideia de instaurar, na sociedade portuguesa, o permanente clima de escândalo e sobressalto de que  ela tanto precisava. Creio que não falhamos, embora fique para o leitor o juízo final de se terá valido a pena. Para nós, valeu, e por isso aqui estamos.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Daesh, enquanto selfie da Decadência do Ocidente



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Dedicado a José António Saraiva, pela proeza de conseguir manter, durante décadas, espaços de expressão plural, em pleno Fundamentalismo Lusitano



Tal como 1914, 2015, o Ano da Luz, ficará marcado pelo regresso da Guerra. O móbil é simples, e vai como uma epígrafe oscarwildeana, a de apenas darmos valor a boa reputação, só depois de a ter perdido. Só este seria um bom epitáfio para a paz na Europa, e já poderíamos seguir adiante, embora nada indique que esta guerra seja marcado por qualquer possibilidade de ir adiante, pois que, como previsto por Sun Tzu, ela estará a ser diferente, substancialmente diferente e demasiado inesperada, pois esta é a Guerra dos cavalos de tróia menos convencionais.

Na genealogia dos desastres, todas estas coisas radicam sempre muito atrás, como já as deixava adivinhar "O Ovo da Serpente", de Bergman, mas Bergman era tão só Bergman, e nós, algures mais ao lado, teríamos de nos contentar com situar a coisa um pouco depois, na década do desastre dos famigerados Anos 80. Os Anos 80, que passaram para a História como o tempo em que o Cristianismo, com balofas aspirações à universalidade, se tornou numa religião fundamentalista, na forma de uma crendice difusa. Socialmente, os valores do egoísmo marcaram o declínio do Iluminismo, e como nada disto poderia ser vivenciado por um corpo saudável, toda a década passou a padecer de uma generalizada imunodeficiência adquirida. Na altura não se percebeu, mas tínhamos acabado de mergulhar numa nova idade média.

Os protagonistas deste fracasso civilizacional, como repetidas vezes invocados, tem nomes, papéis, e lugares de decisão tragicamente bem definidos, por que esta voragem provocou milhões de mortos e a difusão generalizada da miséria. Do macro para o micro, também nós tivemos a versão caseira deste declínio, e um arrastado protagonismo de figuras politicamente miseráveis, cujo consulado, como é o caso de Cavaco Silva, agora atingem o triste ocaso.

Este período gerou legiões de suburbanos, que, um dia, resolveram marchar contra as cidades e os núcleos fragilizados da Civilização.

Se precisavam de ideias, bastaram duas ou três coisas chãs, ruminadas nas madrassas dos quatro cantos do Mundo. Pois, quando as religiões já se julgavam confinadas aos templos e ao ceticismo, João Paulo II, um piores dos rostos do crime do séc. XX, inventou o patamar da crendice, e voltou a arrastá-las pelos cabelos, para o meio do palco. Também Roma, na transição para o declínio, tinha processado as coisas assim, com o intelectualismo pagão a ser brutalmente substituído por uma religião de trazer pela rua, que entregou a civilização à barbárie. Portanto, até aqui, nada de novo, se excetuarmos ter havido, pelo meio, uma longa deriva da História. Mas esta é  História, traçada, a Ocidente, pelos três papas fundamentalistas, Woytila, Ratzinger e Bergoglio. A Oriente, a coisa não foi talhada de modo menos brando, e, no mesmo hiato temporal, vimos deslizar ayatolahs, talibans, alqaedistas e daeshistas.

Se, na euforia hippie, se perguntasse qual ia ser o lugar das crendices religiosas, quarenta anos depois, ninguém poderia adivinhar que a resposta seria triádica: será sufocante, global e decisiva.

O irónico desta guerra, vivenciada na indecência dos epígonos, Obama, Bergoglio e Merkel, é que se desenrola em duas diferentes frentes de batalha, e ainda numa terceira, que, de tão difusa, não tem frente. As duas primeiras não coincidem, embora os adversários em campo sejam os mesmos, e a coroa de glória desta guerra dos suburbanos seja ter conseguido que os dois exércitos estejam permanentemente de costas voltadas, a provocar estragos, e a nunca alcançarem vencer-se: enquanto nós insistimos em ir para a Síria soltar bombas, as verdadeiras trincheiras estão na retaguarda, nos subúrbios de todas as nossas grandes cidades.

O Daesh é um reflexo inesperado de todas as coisas que passamos décadas a varrer para debaixo da cama. O Daesh é uma imprevista selfie da mais naturalista Decadência do Ocidente.

Não é previsível o tempo de duração deste conflito, já que não se trata verdadeiramente de uma guerra, mas de uma implacável operação de extermínio: quanto mais demorarmos a percebê-lo, e a afinar a estratégia da nossa intervenção, mais o mal se disseminará. As vozes vão-se multiplicando, e são consonantes, esta invenção do Fundamentalismo teve raízes muito prosaicas, e lugares muito precisos, que convém circunscrever e intervencionar, essa Arábia Saudita, um estado islâmico inventado pelos Ingleses, há quase 100 anos.

Mais uma vez, este texto é circunstancial, e evita a grande reflexão, cujo tempo ainda não chegou. Todos os dias, essa ideologia do Daesh encontra lugar entre nós, na cobardia, na marginalidade e nos ditames do extermínio. Politicamente, as vitórias vão-se multiplicando, já que nesta guerra das selfies, vamos aproximando, pelos votos, as nossas "decisões" políticas das previsões sufocantes do Fundamentalismo, e não adianta virar as costas, pois esse modus faciendi já impera por toda a parte, e já está tragicamente instalado, um dia, degolando repórteres de guerra em Palmira; outro, bem perto de nós, como agora aconteceu, decapitando mais de cem jornalistas, nos jornais "Sol" e "i".


(Quarteto à beira do ocaso, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" em em "The Braganza Mothers")
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Rafael Mantesso deixou a mulher e preferiu ficar com o cão: está rico, e dá razão ao ditado que diz mais vale perder a mulher num minuto do que perder um minuto com uma mulher

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Netflix chega a Portugal. Tivesse vindo antes e nunca teria havido sedimentos humanos na forma de zeinais bavas

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domingo, 5 de julho de 2015

vamos à Grécia

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



-Estou cansado desta dieta de algas, insetos e caracóis.
-Eu também.
-E umas azeitonas, tomilho e queijo, temperados com um fiozinho de azeite?
-Porque não?
E ajeitando as asas, seguiram os cursos de água, os grandes e os pequenos rios, mergulharam nas albufeiras, sobrevoaram os lagos, avistaram o mar. Quando chegaram, fizeram grande alarido para que todas as ilhas acordassem.


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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Numa permanente confusão entre salazarismo e santa inquisição, Portugal continua na cauda da Liberdade de Expressão

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sábado, 25 de abril de 2015

25 de abril

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

"Charlie Hebdo": voilà :-)

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Francisco Bergoglio e Ratzinger: vão apanhar no cu!...

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Em 2015, reveja a sua burka, embora o oligofrénico Francisquinho ache que não

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Há por aí alguns corajosos para serem também Raif Badawi, ou já lhes passou a pica, à porta do "Frágil" e do "Lux"?...

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domingo, 11 de janeiro de 2015

11 de janeiro de 2015: Paris, Caput Mundi

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