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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Correio da Lola - "Vão enfiar o Eusébio no Panteão. Não acha que aquilo qualquer dia fica com um ar de vala comum?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Querida Lola:

O meu Henrique, não, não é o Balsemão, disse-me que também vão enfiar o Eusébio no Panteão Nacional. Aquilo não estava destinado aos grandes vultos da Pátria Portuguesa?... É que o meu Henrique, não, não é o Balsemão, também já me disse que o Panteão, qualquer dia, está pior do que uma vala comum... O que acha?...

Maria Emília Torroaes Valente, Lisboa



Querida Mila:

Percebo a sua pergunta, que poderá ser a pergunta de milhares, senão milhões de Portugueses. O Panteão é uma espécie de jazigo da Grandeza Nacional, o que não tem nada a ver com altura, já que até a própria Maria de Belém, se estivessemos numa outra incarnação, poderia futuramente integrar o seu elenco de horizontais. Como sabe, sou pouco culta em Futebol, aliás, sou pouco culta em tudo, exceto naquilo que me interessa, e sobre o Eusébio apenas sei que era grande e grosso, critério que, desde a passagem de Manuel, de dia, Maria, de noite, Carrilho, pelo Ministério da Cultura, passou a ser um critério prevalente. Todavia, temos de ser racionais: naquele tempo, Eusébio esteve para a criação da Iliteracia Nacional como Saramago veio a estar, nos nossos dias, para o pântano mental em que vivemos. Com um pouco de sorte, não fosse o útero da Pilar uma passa ressequida, ainda apareceria um qualquer descendente dele, a rodar uma publicidade dos Gatos Fedorentos, como aquele neto do Manoel de Oliveira anda agora a fazer fretes ao Mexia, que já era corrupto muito antes de haver Corrupção. O papel dele, Eusébio, no rebentar a bilha foi muito importante, dizem, e rebentou mais bilhas do que balizas, sobretudo bilhas pequenas. Foi o primeiro, como agora se diz, afro-luso-pretó-português a fazer o frete de dizermos que não eramos um país atrasado, colonial, racista e onde os que andavam de pé descalço tinham de tratar os calçados, por "Sr. Doutor", tradição que se manteve até ao Henrique Neto, que tem uma licenciatura como a do Relvas, ou o Da Nódoa, que é doutorado várias vezes em lugares comuns e até nos incomuns. Para ser o jazigo da Alma da Nação, o Panteão tem mesmo, justa e obrigatoriamente, de enfiar lá dentro os Três Éfes. Um já marchou, que foi a Amália, a cantar, a cantar, mesmo sem pulmões, até ao fim. Quanto a Fátima, com um pouco de engenho, ainda podem pedir à Gorda do Regime que faça uma Fátima dos Pequeninos, e a enfie lá dentro, mais as cinzas dos Pastorinhos, compactadas e leofilizadas, em redor de um presépio, com burro, ovelhas e vaquinha. Burros podem ser os visitantes, ovelhas, os votantes do "Livre", e vacas as que ainda lá não estão, mas faltam, e chegarão, ou pensa que a Clara Pinto Correia, quando a cirrose a levar, também não acaba lá?... O Futebol, evidentemente, tem de estar representado. Como sabe, eu sou bastante burra, e tenho uns estudos limitados, geralmente obtidos a folhear braguilhas, mas, assim como quando arrastaram lá para dentro a Amália cantadeira da boca grande, e imediatamente ligaram um dolby surround com os seus grandes êxitos, como o "Lavadeira que levas no grelo", também com o Eusébio também deverão arranjar um cantinho e reconstituir ambientes, sei lá, sobretudo da sua fase final, a mais violenta, e talvez devessem desmontar o quarto que ele tinha alugado à avença, no Holiday Inn, e remontá-lo, com as manchas de sangue originais, pelas paredes, que tanto custavam às empregadas limpar, de cada vez que ele ia lá ter um encontro do terceiro grau, com mais uma das suas vítimas tenrinhas... Acredite que o Panteão se ia imediatamente compor, como um enorme La Feria, outro panteonável futuro: num canto, a Amália a arranhar a tampa do caixão e a ganir o Fado do Bidé, o seu último vocalizo conhecido; no meio, a Fátima dos Pequeninos, toda em tampões, com as cinzas dos Pastorinhos, e até da Virgem Maria, embora eu não saiba se a porcelana é mesmo a melhor coisa para cremar; por fim, na ponta, o caixão do Eusébio, rodeado de pastas de sangue, dos seus ímpetos de garanhão, rodeado da galeria de fotos das nódoas negras, hematomas, suturas e arranhões, quando ele fazia as visitações à  mulher e à filha. E em todos os 19 de setembro, dia do aniversário de San Genaro, as pastas de sangue das paredes liquefaziam-se, e começavam a escorrer até ao chão, com cheiro a talho, e as coreanas, doidas, a disparar flashes, para mais tarde recordar... Até me vieram as lágrimas aos olhos... E, olhe, no fundo, no fundo, até sou ainda mais generosa, e acho que, já que estamos a apressar as entradas no Panteão, era melhor era fazer como o Saloio de Boliqueime, que já medalhou, nos seus 10 de junho vagais, tudo o que havia para medalhar em Portugal, e, em vez de levarmos só o Eusébio para o Panteão, faziamos como aqueles marajás que eram enterrados com as esposas vivas, e agarravamos já no Cristiano Ronaldo, no Mourinho, na Irina e na Dolores Aveiro, e diziamos, andem cá, filhos, que hoje é dia de desconto geral, arranjavamos umas urnas de casal, e despachavamos todo o problema do Futebol lá para dentro, de uma só vez, e de uma vez para sempre. Ah, sim, e o Jesus, e o Pinto da Costa, e a Carolina Salgado, também, e se eles protestassem muito, subíamos os gemidos da Amália, para abafar os gritos deles, ou levavam uma injeção, como aqueles pobres bichos que fugiram das cheias, no Zoo da Georgia. Iamos ter um Panteão digno de Portugal. Espero que tenha gostado da minha resposta, por que acredite que foi escrita com muito amor, e já que estamos na Quadra dos Santos, uma pequena marcha, para dar ao dedo, quando o seu Henrique andar nos rapazinhos, nas madrugadas da Cidade Universitária: Vulva branca, da Ribeira, vulva branca que o sangu'ensopou. Rata suja, da maruja, rata porca qu'o sangue manchou. Um clitóris e dois ovários, duas trompas e um tampão, um cheirinho a bacalhau, num buraco largueirão!... E muitos kisses na sua xoxa, meu amor. Bem haja. :-)
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Correio da Lola - "Socorro, o Algarve está numa tal decadência que até os berberes são passivos!..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Querida Lola:

Acho que estou a chegar ao cúmulo do desespero: as minhas férias de verão estão a chegar ao fim, e eu pensei que ia ter um brinde de fim de estação, quando vejo aquele camião fantástico, em traje de luces, parecia um transamericano, um homem fantástico, de 20 anos, ao volante, cheguei lá acima, não sabia palavra de língua nenhuma, um caralhão enorme, fiquei doida, só apontava para ele, e dizia "berbere", mas quando eu ia abocanhá-lo, ele afasta-me a mão e põe-se de cu para o ar, no assento... Acha isto normal?... Qual a probabilidade de uma coisa destas acontecer?...


Querida Laura:

Se não nos conhecêssemos desde o Pré Câmbrico, em que ainda havia os túneis do metro do Marquês, os melhores brochanários de Lisboa, e em que, nas noites de Lua Cheia, era possível ajoelhar, antes da uma, defronte da célebre gabardine do Rogério Samora, e sacar-lhe uns leites fora de palco, eu dava-lhe uma resposta à maneira, mas, como estamos em público, tenho de ser contida, carinhosa e pedagoga, em todas as minhas palavras. Para já, o meu louvor por manifestar a sua pública paneleirice, posto que em Portugal o máximo do homoerotismo se manifesta entre estar casado com uma mulher que parece um homem, e ser pai de três filhos, mas é normal, já que como nunca conseguimos ter nenhuma Apple, tambem é normal que não tenhamos o patrão de qualquer Apple, ainda que de bairro, a manifestar a sua alegria pelo ser divino o ter posto a adorar macho. Querida, quanto à probabilidade de encontrar um berbere no Algarve, se fosse no tempo do seu Algarve mítico, dos Melos, dos Champalimauds e do Umberto d'Italia, eu dir-lhe-ia que a probabilidade era zero, logo, pela Lei de Laplace, a menina, como grande bicha, estaria a mentir, e seria só mais uma, entre tantas "desmentirosas". Eu sei que foram belos tempos, em que a menina passeava a sua célebre mangueira pelas dunas da Ilha de Faro, e era um puro fenómeno do Entroncamento que por lá zanzava, uma coisa épica, à Vasco da Gama, com o João Solano a fazer uma aproximação à pista de aterragem baixíssimo, para que os "camones", vindos de Nova Iorque, pudessem apreciar as genuínas dimensões a que podia chegar um mangalho português, estilo dórico, como o seu. Como deve estar lembrada, o susto foi tal que, no avião, pensaram que aquilo ia cair, e só se viam as caras apavoradas, mais as caras apavoradas de quem estava pela praia, e fugiu, com medo de lhes cair um Boeing, dos grandes, em cima. Eras... Se fosse hoje, ainda tinha era espantado alguns aviões podres russos, que lhe lançavam nas nalgas uma turma inteira de eslavos ótimos, daqueles dos filmes porno da Kremlinia Produktia. A verdade é que, nos tempos que correm, se tudo isto tivesse acontecido, ainda tinham apanhado todos uma repreensão por escrito, mas, num tempo em que todo o rebotalho se instalou no Algarve, romenos, angolanos, árabes, chineses, etíopes e até os McCann, já nada se nota, e essa probabilidade de encontrar um berbere camionista também se torna elevada, aliás, demasiado elevada para a segurança nacional, mas isso é assunto que não nos diz respeito, não é?... Agora, encontrar um berbere, e, ainda por cima, ter logo o azar de ele ser passivo, isso é mais complicado, já que é uma probabilidade composta, e condicionada. Diz o Teorema de Bayes que a probabilidade de encontrar um camionista berbere passivo no Algarve, é igual à probabilidade própria dessa desgraça, acrescentada da probabilidade residual de cada uma dessas lotarias, as brancas, de ser camionista e berbere, e a negra, de ser passivo... Como sabe, sou péssima em cálculo, graças a deus, que, por isso, sei que nunca sofrerei de cálculos renais, e também por isso deixo as contas para si, mas já que lhe aconteceu, até acho que, para mal da nossa sanidade sexual, esses acontecimentos até têm uma elevadíssima probabilidade. Aliás, usando a sua célebre teoria de que todos os algarvios são passivos, se o berbere estava no Algarve, é um modus ponens elementar, então, se todos os algarvios são passivos, e o berbere estava no Algarve, logo, o berbere tinha igualmente de ser passivo, ele, e não só, já que, se amarinhou para o camião, é por que, certamente, também, como passiva canónica que é, estava à espera de uma valente foda berbere, de onde saiu desenganada, já que o berbere, pelo lado dele, também estava à espera de uma valente foda portuguesa... Creio que isso não é mais do que uma das facetas da decadência do Ocidente, e o Algarve parece que só atrai essas desgraças, veja o caso do Gerry, que já vinha de Londres com ele murcho, e foi para aí, à espera de o entesar num swing, mas ainda saiu daí ainda mais murcho, e não desiste. Não sei se respondi à sua questão, mas sinto algum carinho pelo berbere, já viu o que é ser berbere, e ter em casa uma daquelas gajas de véu e bigode, uma mãe de Braganza do Anti Atlas, todos os dias, "por que não te casas com a tua priminha de 13 anos, Alá já lhe fez vir os sangues, e já tem o corpinho pronto, e bom, para ti...", isto, todo o dia, quando o rapaz gosta é de ser encavado, com grandes formatos, para sentir o estímulo no ponto G do macho, a próstata massajada por detrás e por dentro... Enfim, é o mundo que temos, e acho que, no fundo, apenas foi vítima do assédio descarado que fez ao Fábio Poças, uma oferecida, a dizer-lhe "Abu, volta para casa e vem-me ao cu...", por amor da santa, acha que, quando o marginal Rui Machete subsidiar o regresso dos assassinos do ISIS não há já uma lista de espera sem fim, de 20 000 bichas, ex virgens, prontas para se tornarem nas escravas submissas do degolador?... A menina veja se se enxerga, e se começa a ter vergonha. Queria um sírio para lhe vazar os colhões, e mandaram-lhe um berbere passivo, só me faz lembrar a nossa amiga comum, "Miss Fardas", quando era Ministra da Defesa, ainda não tinha aquela lipoatrofia facial toda marcada, e pensava que ia ter um garanhão como ajudante de campo, e lhe puseram à perna uma galinha de rabo de cavalo... Deve ter sido uma desilusão igual à da Teresa Guilherme, quando quis passar a noite na "Casa dos Segredos" e a puseram a dormir num quarto separado, juntamente com as bocas da servidão. Fala de férias de verão, mas quais férias de verão, quando está o tempo todo no Algarve, e até já é conhecida como a "Coronela Solange" da área de descanso da Via do Infante, em Faro?... Onde a menina passa é como Átila, mais nenhum homem cresce, só passivas, só passivas, e nós a pagarmos essa reforma, quantas vezes eu penso, quando desconto para a segurança social, como boa traveca, que, quando chegar a minha vez, não vai haver nada para mim, que essas paneleironas que batem o Algarve e o Alentejo todo, em busca de camionistas, já gastaram tudo!... Olhe, só uma coisa que me consola: queixa-se de ter apanhado um de cu para o ar numa estrada do Algarve?... Havia de ser como eu, que tenho o azar de apanhar isso todas as noites, e não é no conforto de uma cabine de camioneta, mas no ranger dos vãos de escada... E sabe o que me consola?... Que o Zeinal Bava, esse porco monhé, ao menos tenha feito a única coisa decente da vida dele, que foi deixá-la desprotegida de saúde. Agora, se quiser umas próteses mamárias, ou praticar a excisão masculina desse seu mangalho, vai ter de ir ao Hospital da Luz, e pagar em yuans, próxima moeda da Zona Euro. Cuide-se, que a sua fome é mas é excesso de fartura.
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sábado, 12 de julho de 2014

Correio da Lola - "Encontrei umas páginas do diário do meu marido... e... e... estou tão, tão, tão, preocupada..."


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Dedicado ao Divino Marquês, cujo bicentenário da morte se celebra este ano




Querida Lola:


Tenho andado tão preocupada com a crise no BES, sempre que meto os meus três filhos na cama, só penso que vem aí um novo BPN, e que os amigos do Sr. Presidente da República voltaram a atacar, mas o pior é que o meu marido está a vir cada vez mais tarde para casa, diz que está a encerrar alguns "dossiers" do Rio Monte, mas ontem fui à secretária dele, e encontrei uns papéis tão estranhos, querida, estou tão chocada, nem percebo metade do que lá está escrito, mas o meu marido... Eu vou enviar-lhe algumas páginas... precisava do seu apoio,  sei lá, querida, acha que estarei casada com um desconhecido, sem saber?... Diz assim, "Primeiro Dia - Sugiro: 1.º: Vamos fumar o resto da ganza que guardei pra ambos, e depois vamos à "dispensa" e eu entro já em modo de "slave", toda só de "jockstraps" ou como tu me quiseres, meu machão, que tu é que mandas neste meu corpo escravo, e eu fico de joelhos, a lamber-te as solas dos ténis ou dos sapatos, tu é que escolhes... Depois, enfio a "gasmask" e tu vais-me dando o charro pelo filtro da ponta da "gasmask")... É que eu, ao respirar pela "gasmask", fico logo mocado, com os neurónios grelhados e a coninha a pingar... e quando eu tirar a "gasmask", tu podes logo dar-me umas chapadas valentes na tromba e pores-me a chupar-te os mamilos, como uma cadelinha esfomeada de leite de macho... 2.º: Levas-me para cima da outra cama (no quarto ao lado) que é toda de ferro... e aí eu já vou ter tudo preparado, uma corda em cada ponta das pernas da cama, e umas algemas pra tu me prenderes toda... E em cima da colchão já vão estar também uns almofadões, que me permitem ficar de quatro, na "posição da rapariga", como dizem os brasileiros; portanto, depois, já sabes, acho que depois de me amarrares toda me podes ir logo ao cu, à bruta, a frio e a seco... E até tenho uma sugestão: quando quiseres aumentar a dose do "spank", meu machão, tu enfias-me a "gasmask", já toda preparada, para quando sairmos da dispensa, para eu ter já lá tudo cheio de "poppers"... Depois, é só enfiá-la na cabeça... já sabes, esperar uns segundos, pra começar a fazer efeito... e ir dando mais... sei lá, queres que ponha logo à mão gengibre, já descascado, pra o enfiares todo no meu cu, e eu ficar a ganir com as dores da peida a arder?... Queres que traga o frasquinho do piripiri, para me lubrificares as bordas, antes de o enterrares todo?... Ótimo, eu sei que queres... e também vou por a cadeira no quarto... e, se quiseres, também "snifas" "poppers", quando eu te estiver a lamber o cuzinho todo... E já sabes: podes peidar-te à vontade... olá... olá, peidares-te... e tudo o mais que quiseres!!!... Creio que em princípio dá já para amanhã... Eu posso até às 20h... em segurança... e, se tocarem à campainha, que se foda, nem... nem ligamos, e até gritamos mais, para fazer escândalo, para os vizinhos saberem que estou na tortura, a ser humilhada como uma cadela... aliás, tu sabes que eu fico doida com privação dos sentidos, também... vou buscar os tampões de pôr nos ouvidos... claro, se tu quiseres, pra me concentrar melhor no "spank", apenas, tu pões-me também uma venda nos olhos... os tampões nos ouvidos... uma bola gigante na boca, para eu não poder pedir para parares... e... e a "gasmask" com "poppers", "crak" e coca... Vou ver se consigo arranjar aquela droga canibal, que corrompe até aos ossos, para me foderes como uma chaga viva.!... Aí, fico mesmo centrado só no "spank"... Posso por à mão umas calças de ganga pra, quando quiseres usar de força bruta (a TUA, só TUA, não a de mais ninguém...), dares mais à vontade na fase final.... quando quiseres, é só me mandares vestir as calças e amarrares-me... queres?... Depois, podes deitar óleo a ferver nas calças, para eu ficar com as nádegas e as bordas do cu todas queimadas... Se quiseres, pode depois arrancar-me os jeans à bruta, pode ser que já venha pele agarrada... Quanto ao "fist" final quero estar completamente amarrado, e talvez mumificado com tesa filme da forte, para não me poder mexer, mas antes nós podemos só fazer o "fist" comigo solto... assim não há maçadas, e não tens de andar com as minhas banhas gordas ao colo... Já sabes que só quero servir-te, e quero tudo ligado, bem apertado, mas já no "spank"... Tão bom... logo depois de a mão entrar normalmente, tu fazes-me "fist punch": entrar e meter o punho muito depressa... e com a mão cada vez mais fechada, como se estivesses a esmurrar uma porca...  gostas? ou preferes outra cena?...  ideias?... Adorava fazer isso com vidro moído, mas depois pode ficar infetado, ah, já agora, curtia que fizesses de mim uma verdadeira puta. Puta?... muito abaixo disso!... e me tratasses como tal... Já tenho coleira e a trela... Queres que seja eu a pôr a coleira com a minha mão?... E o açaimo?... Eu sei que tu queres... Tu queres tudo que faça de mim a tua porca submissa, a asquerosa, a nojenta, o teu escarrador humano!... Ótimo... e vou pôr o "Dick Rambone" à mão, mais o creme branco, aquele que costumamos aplicar primeiro, e depois vamos ao creme liquido, que é o melhor, já sabes, quando a mão inteira já estiver toda enterrada. Depois de entrar a mão completa é sempre o mais indicado... E vou pôr um plástico enorme a cobrir o chão todo, para poderes estar à vontade, e eu não ouvir as bocas da mulher a dias, eh, eh, eh, a perguntar-me se tenho pombos a cagar dentro de casa, eh, eh, eh... Outra sugestão: já sabes que podes tossir, cuspir e escarrar à vontade.... até, se quiseres, ponho uma cerveja fresca no quarto, pra tu ires bebendo e cuspindo pró meu focinho... ou então enfiares-me a garrafa fria toda pelo cu acima, e depois obrigares-me a lamber o gargalo, para ela ficar outra vez bem limpinha... Para o "fist", talvez convenha mesmo estar novamente de 4, em cima da cama... Aí, se te apetecer, pões as cordas, bem amarradas, até ficar negro... se não, já sabes que as algemas paralisam metade do corpo... e quando quiseres, ou quando sentires que eu estou a começar a ficar resistente, enfias-me novamente a "gasmask", com "poppers", que eu vou enfiar quatro pastilhas de "ecstasy", para ficar com os colhões rijos e arrepiados. Depois, já sabes... passados uns segundos, master, é como se tu me tivesses ligado o turbo... podes ir mais fundo... sempre mais fundo, eu curtia mas era chegar até ao teu cotovelo... e tentar as tuas DUAS mãos... ou a tua mão grossa, mais o "dick rambone"... Outra sugestão: se estiveres à rasquinha para mijar, mandas-me pra banheira e mijas pra cara e pró corpo... Se eu já estiver com feridas, de preferência para cima das feridas, para eu sentir tudo. Como eu depois tenho que passar por água pra te levar para a sala das torturas, já sabes que não há problema... Ah, não te esqueças de que o "punch" só pode ser feito depois de o cu estar bem lubrificado e aberto, a pingar... normalmente só aguento no final, pois a seguir o cu contrai de vez...  É a reação do organismo, para tentar que eu não fique todo rasgado. Mas eu adoro... e até posso mijar-me todo, de incontinência e desordem dos sentidos, quando fica muito, muito, muito forte... Para teres uma ideia do "punch", está no "X-Tube": http://www.xtube.com/watch.php?v=4RMEv-G347-#.U71Ir5RdVtV. Portanto, recapitulando, então, material, precisamos: - Cintos e chicotes; - Cordas e algemas; - Dildo - "Dick rambone" - Cadeira de "rimm - Gasmask" - Coleira e trela - Calças de ganga (e "jockstraps" já vestidas) - 2 cervejas - azeite ou óleo a ferver - funil (pra caso queiras, enfiares a cerveja, ou o óleo, no cu) - "poppers", coca, "crak" e ganza - gengibre - lubrificantes e luvas...   Certo? Achas que falta alguma coisa?... Eu acho que para este dia, não!... Ya cool... mas quero pedir-te uma outra coisa quanto ao dildo e ao "fist", aliás, quanto a tudo... eheheheheh, que é a seguinte: quando tu referes "enfiamos até te sentires ok", eu gostava que passasses um pouco esse nível... ou seja, sei lá, que mesmo que eu diga para parares, que tivesses "sangue-frio" e força para empurrares os limites, quer do dildo, quer da mão ou do "spank"... pois o corpo e o sistema nervoso dizem sempre para parar muito, muito, antes daquilo que podemos aguentar... :-) Eu dou-te um exemplo: nesse dildo, que acho que deve ter para aí uns 35 cm, eu já consigo enfiar naturalmente, e sozinho, uns 19 cm... mas com um pouco de "poppers", coca e "crak"... e... e... mais força... sobretudo, mais força, acho que consigo, na boa, os 25 cm... Se o forçares, quem sabe se não chega aos 27-28!!!... ou ainda mais!!!... Segundo Dia - Assim que chegares, a tua submissa já  vai ter o arsenal todo montado e vou estar à tua espera, de "jockstraps" encarnadas :-) Vais beber logo um litro de cerveja, para eu beber o teu mijo, uma ganza e pela primeira vez também vais "snifar" comigo cocaína por uma palhinha.  Se não quiseres "snifar", eu "snifo" as duas doses por ti, mas a cerveja e a ganza tens mesmo de meter para dentro. Depois vamos à sessão combinada. Vou "snifar" "poppers" e "crak" através da "gasmask", que já enchi de bocados de algodão encharcados em "poppers" e tu, meu master, vais cuspir-me o fumo da ganza pelo tubo e tapá-lo a seguir, para eu ficar sem ar, a sufocar só com os fumos e os vapores!... E vou guardar uma surpresa, por que vais enfiar o "Dick Rambone", e vais sentir que aquilo já vai estar a bater em qualquer coisa... E vais-me obrigar a pôr de cócoras, na posição da galinha mijona, e vais-me obrigar a cagar o que eu tenho lá dentro, e ainda te vou surpreender, porque muito antes de o meu senhor chegar já eu tinha enfiadas na peida três bolas de "snooker", que vão sair duchadas de diarreia, por que eu tomei vinte laxantes para me sentir ainda mais porca e humilhada, perante o meu dono!... E para veres como sou uma bicha perversa, quando te fui buscar ao Metro, já as tinha a bater castanholas, dentro da peidola!... E vou depois apanhar com os 30 cm todos do "Dick Rambone", e vou gemer, ganir, uivar, para os vizinhos ouvirem bem alto o tormento a que estou entregue, e vou ficar a escorrer muco e sangue, ao som de "ave, ave, Maria"... Gostaste, não gostaste?... A tua escrava está aqui, para te surpreender em tudo, e mostrar que há sempre um nível mais baixo de degradação, e que ainda me vais levar para as subcaves mais fundas, meu senhor... Na minha cloaca, o mangalho de qualquer africano, até o do Balotelli, só me faria, sei lá, apenas... cócegas... :-) Depois vou andar de coleira e trela e vais meter-me, bem grosso e descascado, o gengibre, para eu berrar com as dores!... Vais espancar-me, até eu não me aguentar, mas com cintos, com correntes, com todo o tipo de chicotes e tudo o que quiseres!... Quando eu ficar com o cu a arder em sangue, tu tiras-me o gengibre e fodes-me, como uma sabuja nojenta. E quero levar estalos, cuspidelas na cara e mais de 100 pontapés com os sapatos de sola, no focinho e nas nalgas!... Quero ter a peida toda a sangrar como um garrafão de tinto rachado!... Quero ficar toda negra, um hematoma de despiste do IC19, da cabeça aos pés!... Quero que sejam as melhores cenas e as mais duras de todas, para TU sentires orgulho na tua cachorra!... Vai mesmo ser a cena mais porca de todas :.), Para terminar, tu vais sentar-te na minha cadeira de "rimm" e eu vou lamber-te o olho do cu, enquanto tu te vais peidar e cagar-me a boca toda, com a tua diarreia, ou os teus cagalhões grossos, como quiseres, e eu vou lamber e devorar tudo. E depois vamos para a casa de banho, e vais enfiar-me a cabeça na sanita e vais mijar-me toda, e despejar o resto na sanita, e eu vou beber, por um tubo, a água com o mijo, lá no fundo. "Um pinochet", que é o nome que isso tem... Meu master, queria que me arrastasses pelos wcs de Lisboa todos, para me pores a fazer "pinochets" em todo o lado, com a preta da limpeza a ver!... Se olhares bem para o relógio, nós estivemos 3 horas nisto!!! ... E para a próxima ainda vai ser melhor, por que eu vou buscar a minha "valise", a minha mala de viagem, que nunca abri para ti, com os meus mais de 50 "dicks" de todos os tamanhos e feitios!... E penso que gostarás imenso da experiência... E vou convidar um angolano, bom como o milho, que te vai ajudar na tarefa de me escravizar e rebentar. Para ti, para lá de tudo o que te possa "transmitir" como experiência, o que te poderei transmitir, ao nível do prazer, será certamente memorável!... Imagina-me só, mas, desta vez, sem quaisquer limites!!!... Sem limites!!!... Talvez ambos não tenham força suficiente para me satisfazer... Eheheh... Porque eu sou desafiante: "mais, mais... só isso?!... não têm mais força????... Mas pensam que eu sou alguma sissy/princesa???...", e isto são duas páginas querida Lola... que posso eu, mãe de três filhos, fazer com isto?...




(Nome mantido sob anomimato, a pedido da aflita, Lisboa, Travessa do Possollo)




Querida anónima:

Como pode imaginar, depois do que escreveu, acho que não tenho resposta... Ou é alguém ligado à Santa Sé, que já está a aplicar o plano de reformas do Papa Francisquinho, ou é alguém, muito conhecido, do BES, ou da PT-Telecom... Isso cheira-me a alguém que já não se satisfaz com prémios, prendas e lucros milionários. Esperemos que não seja colega, no ISCTE, do Ferro Rodrigues, do Paulo Pedroso e do António Barreto. De qualquer maneira é emocionante o que me escreveu: já viu os nóbeis que o Saramago poderia ter tido, se, em vez de escrever merdas, tivesse preenchido diários dessa qualidade?... Uma coisa é certa, mas colateral: tente saber se o seu filho mais velho já folheou os cadernos secretos do pai... Se já folheou, prepare-se para, em vez de um, ter DOIS relatos desse género... Caso ainda esteja virgem de olhos, convença-o já a aderir ao plano de estudo no Interior, do Nuno Crato. Lá, ao menos, são mais modestos, e o máximo que fazem é à noite, depois das aulas, irem ao cu às ovelhas.
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terça-feira, 17 de junho de 2014

Correio da Lola - "Não vejo o meu marido desde que o jogo com a Alemanha chegou a meio..."


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Querida Lola:

Estava sentada, a comer tremoços, comprados com os 3 000 € do nosso rendimento social de integração, e a ver o jogo com a Alemanha, quando o meu marido se levantou, saiu, e nunca mais voltou!... Estou tão preocupada...

Foxy Cunt, Alfena


Querida Foxy:

Querida Foxy, como sabe, o Futebol não é meu forte, já que a minha especialidade é mais aviar árbitros, futebolistas e claques, mas como me escreveu, e eu sou incapaz de deixar uma pobre alma entregue a qualquer sofrimento que seja, vou tentar responder-lhe, com os poucos meios de que disponho. Diz que ele se levantou e desapareceu, a meio do jogo?... Olhe, tem mais sorte do que eu, que nem sabia que havia jogo, mas se se levantou a meio do jogo, deve ter sido para satisfazer alguma necessidade. Já procurou bem dentro da sanita, não vá ele ter escorregado, e estar entalado no sifão?... Também pode ter saído, para ir procurar a Maddie!... As outras hipóteses são mais desagradáveis para si, já que, como sabe, essa coisa do Futebol põe a testosterona e a adrenalina dos homens ao rubro, por que ficam doidos com ver os machos de calções transpirados, cheios de lama, a dizerem palavrões uns aos outros, para depois acabarem, lá para o fim, a beijar-se na boca. E quando ficam com a tesão, das duas três, como não podem ir para o balneário aviar, em direto, os jogadores, geralmente vêm para o Conde Redondo, em busca de "meninas" com "uma surpresa debaixo da saia", e o filme é sempre o mesmo, em 90% dos casos querem apanhar com a "surpresa", a seco, noutros, bem mais raros, querem eles fazer a surpresa de comer a traveca, embora isso seja tão epifenoménico como encontrar um dia honesto na vida inteira do Pinto da Costa. A hipótese mais certa é que estivesse tão exaltado que tivesse saído disparado, em busca de um casado e pai de três filhos, para lhe fazer um bico. Como parece que foi 4 a 0, às tantas fez quatro bicos, mas isso a menina pode fazer trabalho de casa, mal ele regresse a Alfena, por que eles regressam SEMPRE a casa. Se ele se sentar de lado, à mesa, é sinal de que lhe enfiaram quatro golos nas bordas, e ele vai ter dificuldade em se sentar durante uma semana, se for dos pouco habituados. Se tiver a boca em "O", como o Cavaco, quando tem paragens vagais, é por que lhe deram quatro golos seguidos na boca, e a menina pode ajudá-lo, massajando os músculos faciais, que a coisa regressa ao normal... até à próxima, claro. Sabe que os países atrasados deviam perder SEMPRE, no Futebol, para serem obrigados a olhar para a realidade e as causas do seu atraso, uma delas, esse mesmo Futebol. E ficamos faladas, quanto a essa porcaria. Agora, deixe que lhe diga, adorava que fizessem coisas semelhantes com as Santas: torneios entre padroeiras, uma luta na lama entre a Santa com Cara de Saloia, de Fátima, e o Ídolo descorado, de Lourdes; ou uma luta de galinhas entre a Senhora da "Apodrecida" e a Virgem Negra Polaca. No fim, quem perdesse, era desfeita em cacos, e acabava-se com essa miséria da Idolatria, que está a contaminar e a arruinar todo o Mundo. Já viu que não é só no Futebol que se gastam fortunas para construir monstruosidades, para alojar Ídolos, quando se devia apostar na Educação e na Saúde?... Mas nós vivemos num universo à beira da perdição, que só irá ser salvo pela mais recente invenção do Grupo de Bilderberg, esse tal Estado do Islão e do Levante, ISIS, que é tão verdadeiro como os romances do Miguel Sousa Tavares, e a Agregação da Clara Pinto Correia. Eu sei que parece que está a faltar o Fado, nos Três Éfes, mas olhe que não está: desde que o entregaram aos ganidos da Mariza que essa área traçou, por si mesma, o seu próprio destino... Kisses na xoxa.
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segunda-feira, 10 de março de 2014

Correio da Lola - "Querida Lola, tanto, tanto, mas tanto, polícia... e tão mal educados..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Querida Lola:

Moro na Rua de São Bento, e ando apavorada, todos os meses há multidões de arruaceiros a descer a calçada, eu sou uma mulher séria, limpa e honrada, os meus gatos deitam-me as unhas e rasgam-me os reposteiros todos, de cada vez que eles se põem aos uivos nos megafones, mas acho que esta última manifestação dos polícias ultrapassou todos os limites da boa educação... e andamos nós a pagar dos nossos impostos esta pouca vergonha, a uivarem como animais, quando deviam era ir silenciosos, e de braço no ar, a agitar lencinhos, como eu e o meu defunto  fazíamos, sempre que íamos à Procissão do Adeus, no santo lugar da Cova da Iria.



Almira Ameixoeiro, Rua de São Bento, Lisboa



Querida Almira:

Compreendo a sua posição de beata, séria, limpa e honrada, embore acho que devesse ler mais os livrinhos da falecida Fina d'Armada, para perceber o enorme embuste em redor daquele dia em que a Santa com Cara de Saloia dançou, de bunda alçada, um bruto ragtime com o solzinho. Creio que posso responder à sua carta, porque, mal me cheirou a manifestação de homens fardados, fui como uma desvairada, por ali abaixo, à paisana, a ver se tanta adrenalina junta me dava a valente foda com que ando a sonhar, desde que os dinossauros povoavam a Terra... Sim, querida, estive na escadaria da Assembleia "Nacional", também uivei que nem uma cadela, e quando os machos começaram a querer galgar os patamares, meti-me logo no meio, para ver se apanhava a maré de ambos os lados, que, infelizmente, só tenho dois, o de trás e o da frente. Ali, sim, meu amor, vivi emoções ímpares, muito melhores do que os enxertos de porrada entre as claques do mafioso Pinto da Costa e os seguranças assassinos da "Noite Branca". Creio que aquela confusão deve ter sido equivalente ao momento opaco que o Universo atravessou, quando, depois do Big Bang, ficou no mesmo estado de cadeirinha de rodas do Steve Hawking, aliás, para mim, muito mais do que um Big Bang, aquilo foi um bruto Gang Bang, em que eu me senti como uma caniche cona, a aproveitar a confusão daquelas nucas todas rapadas, cheias de músculos, a entalarem-me o bastão todo nas nalgas, e quando me cansava do do meio, estendia o cu todo para trás, para a esquerda e para a direita, e lá vinha outro, da GNR, daqueles de botas, e eu estimulava-o todo, "vamos, meu macho, empurra-me por detrás, que é para eu ser esmagada pela frente...", e deitava a mão aos bastões daqueles garanhões da Guerra das Estrelas, treinados para nem mexerem um músculo, enquanto eu lhes tateava as braguilhas..., vije maria, se fosse coisa para sentir, não havia ali nada que não sentisse, e fiz o teste do algodão a todos eles, graças a deus que os nossos impostos vão diretos para pagar estes pesados pares de colhões e varas latejantes, em vez de andarem a pagar as reformas douradas dos alzheimerizados do BPI e do Banco de Portugal. De vez em quando, virava-me para o lado, para ver se a Teodora Cardoso também estava a ser ali toda encavada, mas essas já só sentem a grossura dos orçamentos retificativos, porque já não têm o vigor da traveca, aquele ímpeto do dá-me tudo, que eu preciso de ainda mais!..., e até fiz estudos de anatomia comparada, de cada vez que era empurrada para uma nuca redonda, e confirmava que os redondos a têm mais curta e grossa, enquanto os de rosto comprido são mais tipo lampreia à moda do SEF, farinheira de Choque, paio negro de Intervenção, salsicha Judiciária, chouriço de sangue do GOE e a célebre paiola Prisional. Um cozido à portuguesa, querida, onde, com tanto chouriço, me competiu a mim, a traveca, fazer de repolho e lombardo, e ser rodada por todos eles, como uma batata mole. Há que anos que eu não me sentia tão bem, e só recordo os momentos mais altos, em que aquele, de pulseira eletrónica, me empurrou, e disse, ou sobes a escada, ou eu dou-te um enxerto já aqui, e eu, toda aguada, só lhe dizia, claro que subo a escadaria, mas podes dar-me o enxerto à mesma, para eu me sentir a tua esposa, violentada domesticamente, em plena rua, e sempre que a maré subia, lá me agarrava aos bastões, os de carne e os outros todos, que a emoção é mesmo tentar ver o que fica mais rijo, se o que entesa pela pressão, se o que já vem teso da fábrica... Graças à santa que as gravações não metiam audio, porque gemi tanto, gritei tanto, soltei tantos palavrões e simulei tantos orgasmos, enquanto pedia que me empurrassem toda, pela frente, por detrás e pelos lados, volta não volta, escorregava, e ficava à altura daqueles cinturões, e lá vinha um Corpo de Intervenção que me empurrava a cabeça toda para a braguilha do seu colega blindado, tenho o pescoço completamente cheio de marcas, de equimoses daquelas caneleiras de polietureno a empurrarem-me as cervicais para os regos inguinais, virgem maria, se há paraíso, foi o que eu vivi ali, eu e a Suricata da Assembleia "Nacional", que parece que recebeu uma delegação dos melhores machos, que lhe devem ter dado uma "geraldina" de tal ordem que até hoje não se sabe o que se passou por aquelas portas dentro!... Agora, deixe que lhe confesse uma coisa: se a guerra é guerra, e entre tantos cacetes, tantos túbaros, tantas botas para lamber, tantos cinturões de couro para agarrar, tantos embuçados que se esfregavam com a força toda, o momento mais decadente foi, infelizmente, quando um daqueles "apossentados", sem vergonha, com a reforma toda cortada, em vez de me dar aquilo de que eu precisava, me começou a meter a mão por debaixo das saias, para tentar tatear o meu clit atrofiado... Aí, querida..., não..., não resisti, e exerci o meu direito de indignação, descalcei o salto alto, e dei-lhe com ele com toda a força no focinho: era o que faltava, no tsunami dos machões, aparecer-me uma fardada passiva, para me humilhar, no meio daquela multidão!... Só me faltou perguntar se era grosso, o nojento!... Acho que não lhe estou a mentir, tanto que o momento em que lhe dei um enxerto de porrada e ele teve de ser levado em braços, passou em todas as televisões, desde a SIC-Bilderberg à Euronews. Não, querida, há limites para o que uma "mulher" pode, e deve suportar... Agora, quanto à Procissão do Adeus, acho que tem razão, filha, isto foi o começo da Procissão do Adeus do regime de corrupção generalizada, que se instalou desde o primeiro 25 de abril até ao seu quarentésimo aniversário. Uma coisa me ficou a faltar: não ter podido jogar a mão aos bastões da tropa de choque da GNR: só de ver aquelas boinas vermelhas me escorria toda de umidades..., mas acho que brevemente vou ter mais sorte, porque esta semana há mais, vai ser a apoteose das fardas, e só espero ter pele suficiente para aguentar um novo embate desta virilidade fardada, que nos vai libertar dos interesses estrangeiros que se apoderaram da Nação. Quanto a si, se não está satisfeita, filha, agarre nos gatos, e, em vez de lhe estragarem os cortinados, ponha-lhes as línguas a passarem-lhe a pano de chão aquele seu hangar onde o seu esposo nunca mais fez entrar o avião... Kisses, e cuide-se.
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Correio da Lola - "Moro em Sesimbra, e estou cheia de medo de que o "Lyubov Orlova" venha dar à costa aqui, e os ratos canibais comam os meus filhos todos..."


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Querida Lola:


Sou uma sua leitora atenta, e tenho todos os seus textos na prateleira da minha biblioteca de favoritos, ao lado dos plágios do Miguel Sousa Tavares, dos livros de piadas para adormecer, dos "Gatos Fedorentos", do "Ovário de Eva", de Clara Pinto Correia, e dos inéditos, escritos depois de morto, do imortal Saramago. Adoro as brisas do mar, aqui, e os pescadores, de tora grossa, de Sesimbra, mas li no "Correio da Manhã" que vinha aí um navio fantasma, cheio de ratos canibais, que até podia encalhar, aqui, em Sesimbra!... Que acha que faça, que venda já a minha casa aos Chineses, que a alugue a uma família de escravos moldavos, ou emigre, como recomenda o Sr. Primeiro Ministro?...

Glicínia Quartil, Sesimbra


Querida Glicínia:

Adoro mulheres, com nome de flor, que me escrevem. E também percebo toda a sua preocupação, por que um navio à deriva, cheio de ratos, pode dar à costa em qualquer lado, sobretudo em Portugal, onde aparecem a boiar tantos fardos de coca, das lanchas rápidas da Fonte da Telha, do Guincho e da Nazaré, onde nunca se percebe se se está a surfar uma onda se a surfar uma onda de sacos da "branca"... Mas a isso, querida, já nós estamos habituados. Que seria de um país, onde o Sr Aníbal, de Boliqueime, destruiu as Pescas, para as substituir pelo tráfico do "peixe" em pó?... É o "pügrèsso", meu amor, e quem somos nós, eu, uma pobre traveca, e você, uma bronzeada de Sesimbra, viciada em ser comida por pescadores e filhos de pescadores, para combater o "pügrèsso"?... Devemos é aderir, de peito inchado, e a sorrir, como aconselha a boca da servidão de Boliqueime. No entanto, se me escreveu, é por que confia na minha intuição feminina, e a minha intuição feminina (com chicote), vai acalmá-la, querida, por que isto, com as alterações climáticas e a pré campanha eleitoral para as Eleições Europeias, cheira-me... deixe que lhe diga, que o "Lyubov Orlova" vem direitinho para a Praça do Comércio, e que o Sr. Presidente da Câmara de Lisboa, futuro Presidente da República Portuguesa, até já tem tudo preparado, e vamos ter um gigantesco Festival de Primavera, para esquecer a Crise, e mostrar que Lisboa é a cidade mais "cool" do Mundo... ---para vir passar três dias, fazer umas merdas que já não se podem fazer em mais nenhuma cidade civilizada do Mundo, e... e.... e... nunca mais voltar -- senão para assistir ao "Festival Lyubov Orlova", com queima das fitas, praxes, e muitas b'zanas e overdoses... Isto, querida, é o lado político da coisa, o lado Marine Le Pen, se quiser, por que, depois, também há o lado biológico, e isso tenho de a informar, por que já andei a pesquisar umas coisas, e tenho uma investigação científica preparada, que só está à espera de bolsa, aprovada pela fêmea do Ministro Nuno Crato, a Bacharel Superior de Educação, Luísa Borges de Araújo, e vamos ver se tenho sorte desta vez. Como sabe, meu amor, os ratos começam por ratar tudo o que têm à mão, aliás, à boca, desde madeira, borracha, plásticos, panos, ações do BPN, sei lá, tudo o que der para roer, e, excetuados os ratos sucateiros, do tempo do Bacharel Sócrates, chegam ao metal, e... param. Foi aí que começou o problema mais sério, por que, nada mais havendo para ratar do que o metal, tiveram de se começar a comer uns aos outros, salvo seja, e entramos num horroroso ciclo de canibalismo, misturado com crias da coadoção, que mal eram paridas eram devoradas por multidões de guinchadores, peludos, e fedorentos, com uma fomeca do diabo. Agora, querida, sendo racional, analítica, e científica, e aplicando o darwinismo puro e duro, foram os ratos mais fortes que foram comendo os ratos mais fracos, como já dizia o Padre António Vieira. E isso deve ter sido uma coisa atroz, tipo a "Casa dos Segredos" e os metadiálogos do pai do Cláudio Fernandes com as mamas da Teresa Guilherme. Agora, para nós, que somos fêmeas, a menina, fêmea de fenda, e eu, fêmea de "chicote", pode imaginar que, no meio de uma carnificina destas, quem triunfou, ou seja o último rato a comer o penúltimo rato do "Lyubov Orlova", não foi um rato, mas uma rata, por que nós temos uma estrutura muito mais resistente, e costumamos sobreviver sempre ao óbito do macho!... Por tudo isto, coração, quando o "Lyubov Orlova" encalhar no Cais das Colunas, com o António Costa, vestido de libré, e a Banda da GNR, a tocar o hino da "Maria da Fonte", o que vai sair do casco arrombado vai ser uma gigantesca rata, esfomeada, do tamanho de um elefante, e aqui entra a minha voz da experiência: mal ela saia do casco arrombado, vai querer comer ainda mais, como o Ferreira do Amaral ou o Zeinal Bava!.... Ora, uma rata esfomeada só tem dois caminhos: ou é heterossexual, adulta e ativa, como o Carlos Cruz, e vai querer comer mais ratos, ou se transformou, só a Irmã Lúcia e o Papa Francisquinho saberão por quê, numa rata fressureira, ávida de outras ratas, e  ainda se atira, sem avisar, à nossa querida Margarida Martins, isola, isola, isola... Quanto a mim, que conheço tão profundamente a desordem dos sentidos que preside ao feminino profundo, inclino-me mais para a hipótese de termos mesmo uma gigantesca rata heterossexual ativa, cheia de vontade de papar mais ratos!... E, aí, vai se lhe defrontar a crua realidade portuguesa, onde estamos infestados de casados e pais de três filhos, ou seja, de falsos "ratos", que se comportam como "ratas", e, mal percebam que vem aí uma esfomeada mor, a Hiper-rata, a Rata todas as Ratas, como diria Fernando Pessoa, super babada, sebenta e fedorenta, do "Lyubov Orlova", fogem todos imediatamente, como diz o ditado: "os ratos, mal se sentem ameaçados, são sempre os primeiros a abandonar o navio". E aqui vai começar a parte mais triste deste festival, por que, não sendo a Rata Fedorenta do "Lyubov Orlova" uma rata fressureira, NUNCA aceitaria o supremo vexame, contra a Natureza, de ter de desembarcar em Lisboa, e, ainda por cima, para se ver forçada a devorar ratas do mesmo sexo, pelo que é normal que sofra uma crise psicótica, como a do Renato Seabra, e se comece a autodevorar, ou seja, a comer-se a si mesma, como já tantas vezes sucedeu... Agora, filhota, isto vai ser lindo, por que, em pleno "Festival Lyubov Orlova", com o António Costa a fazer-se às Presidenciais e a Margarida Martins ao Parlamento Europeu, enquanto a Rata Fedorenta se devora a si mesma, já me parece estar a ver a Praça do Comércio cheia destes chinesinhos, de "visto gold", que não têm onde cair mortos, a pensar que aquilo também é "Cultura", como os "Mirós" do BPN, e vai ser uma chuva de flashes de selfishes, com os Instragams a encherem-se de olhos em bico gold, em primeiro plano, enquanto a rata se autocanibaliza, até só ficar um monte de ossos fedorentos no chão. Quanto aos seus filhos, meu amor, não se preocupe, já que, se não vão ser devorados por ratos canibais, cheios de peste, um dia haverá em que acabarão nalguma "brincadeira", do Meco, ou arredores. Vai ser horrível, querida, eu sei, mas o que tem de ser tem mesmo muita força, fofa. Kisses nos seus grandes lábios, desta toda, toda, toda, sua, Lola.
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Correio da Lola - "Querida Lola, estou grávida de dois gémeos, e o meu marido insiste em fazer uma coadoção..."


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Dedicada ao Ricardo Sousa, que acha que eu disparo em todas as direções, e  por acaso até disparo mesmo, como já me apontava o Cesariny :-)



Querida Lola:

Sou uma sua leitora atenta, e no fundo, nem sei se gosto mais de si, se das mamas empaladas da Teresa Guilherme ou dos comentários babosos do Marques Mendes, na "SIC"-Balsemão. Deus foi generoso, e emprenhou-me, de uma só vez, com dois gémeos. Estou de sete meses, e cada um deles pesa quatro quilos. Tive de entregar, este mês, a casa ao banco, e até achava que ia  finalmente recomeçar a minha vida, mas agora o meu marido diz que, para ser feliz, queria... adotar um mulatinho aqui do bairro... Que acha que faça?... Adotamos já, ou ficamos à espera de que as velhas que votaram no nosso Cavaquinho legalizem a nossa adoção?

Maria de La Salete Pinhão, Gondomar



Querida Maria de La Salette:

Antes de mais, deixe que lhe dê os parabéns pela sua dupla gravidez: se, aos 7 meses, já vão com quatro quilos cada um, tenho a pequena suspeita de que, quando nascerem, já devem vir com 12, no total, assim, por alto e por grosso. Embora eu não seja uma mulher de negócio, até já estou a ver no seu balão um nicho de mercado para as gruas desativadas dos Estaleiros de Viana do Castelo, o que pode contribuir para a retoma, e impedir que vão cair nas mãos dos negócios sujos da "Martifer" e do bilderberguer Aguiar Branco. Já se imaginou, a abrir os telejornais, com duas gruas dos ENVC a assistir ao parto, em direto, na TVI, SIC e RTP?... Os seus guinchos de parturiente, em direto na TSF e nos canais codificados da MEO?... Eu acho que isso iam ser os seus 15 minutos de glória, mas ainda vamos esperar dois meses, por esse maravilhoso momento. Quanto à coadoção, acho que devia informar-se um pouco mais sobre o assunto, porque parece que isso se refere àquelas coisas esquisitas que as bichas fazem entre elas, depois de irem, de flor de laranjeira, dizer que vão ser fiéis uma para a outra para o resto da vida, antes de ir cada uma passar os fins de semana nos quartos escuros das saunas e do "Construction". Depois disso, querem agora arranjar crias, para poderem andar a exibir, pelo bairro, como aquelas famílias que arranjam rottweilers, não porque gostam de cães, mas para os poderem andar a exibir e a chatear e meter medo aos vizinhos. No fundo, o que querem é mostrar que andar a bater pratos, ou a levar no cu também dá direito a procriar, o que é contra todos os ensinamentos de Aristóteles, como deve ter conhecimento. Como sabe, eu sou, o mais possível, profundamente contra esses atos contra a Natureza, e até acho que a homofobia devia fazer parte dos programas de Educação Cívica do Ministro Nuno Crato, um dos maiores intelectuais vivos do nosso país. Não há coisa mais nojenta do que um homem andar a farejar o rabo a outro homem, e eu sou a prova viva de que isso é uma aberração, porque quando eles deixam a mulher e os três filhos, em casa, o que vêm procurar em mim não é nenhum homem,  com certeza, mas estes meus silicones rijinhos, estas injecções de plástico, estes meus ganidos de cadela ardente e... e... o resto, mas isso é a coisa de que mais me orgulho, aquele meu clítoris hipertrofiado, capaz de ereções, que lhes dá todo o conforto que não conseguem obter do repouso do guerreiro. É por isso que eu defendo que o homem deve procurar, sempre, mas sempre, as formas do sexo oposto, mas na sua forma integral, e, já que lhes falta qualquer coisa no que têm lá em casa, para o resto cá estamos nós, na esquina, ao frio e à chuva, em horários próximos do do Novo Código do Trabalho, sempre com uma "surpresa" debaixo das saias, para que nada falte nos lares portugueses... Eu, por exemplo, odeio crianças, porque já me custa, tanta vez, aguentar os pais, a gemer, quanto mais as goelas das crias, em dolby surround. No fundo, acho que sofro de uma doença profissional, uma espécie de síndroma do gemido, e mesmo quando tenho a rara sorte de fazer de fêmea, costumo enfiar um lenço na boca, e morder com força, para abafar qualquer onda sonora mais extensa, confesso. A verdade é que me falou muito de si, mas disse muito pouco do seu marido, e isso poderia levar a uma reviravolta no meu discurso: por exemplo, não me disse se o seu marido era gay, porque se o seu marido for gay, bom, então, tenho de lhe dar outra resposta, porque acho que, então, ele tem o direito à sua felicidade, e a adotar o tal mulatinho - que espero que não seja o mesmo em que consta que o Ferro Rodrigues mamava -- com o homem com quem mantém a sua vida íntima. No fundo, esse mulatinho, mais os seus gémeos, fariam um núcleo familiar estável, do tipo três a três: o seu marido com o marido dele, e consigo, a sua esposa em Cristo, com Cristo e por Cristo, com cornos, e mais as três crianças, duas brancas e uma mulata, ou, se houvesse algum azar da Lei de Mendel, até nascer uma branca, uma chinesa e o mulatinho. Seria lindo, pareceria a Benetton, mas em Gondomar, terra linda, lugares do "Major" e do tráfico da Guiné. Também me falou pouco sobre si, e até receio que me esconda alguma coisa, porque a mulher portuguesa é tímida, depois de ter de ser séria, limpa e honrada... Eu não quero insinuar nada, mas... enfim... num país onde tanto se anda a cortar na investigação, muita da teoria pode ter de começar a sair da cabeça da traveca de lineu, e eu até vou considerar um cenário experimental, uma hypotypose pirrónica, em que o seu marido era uma grande paneleira, a menina, uma fressureira porcalhona, e que, nesse caso, assim como o seu marido tinha um marido, também a minha amorosa andava a esfregar-se toda noutra rata. Nesse caso, querida, acho que não haveria coisa mais linda, desde as aparições de Fátima: dois pais, duas mães, uma coadoção, e três filhos, ou para fazer a coisa par, adotarem também um mexicaninho, daqueles das barrigas de aluguer do Cristiano Ronaldo, Grã Cruz da Ordem do Truz Truz: dois pais, duas mães e quatro filhos. Lindo. Um octeto, como o de Mendelssohn Bartholdy, só que com pouca música e muita chichinha. Já viu que isso estaria próximo do Paraíso?... Era como os pneus sobressalentes dos carros: caso falhasse um pai ou uma mãe, havia sempre um, ou uma, para vir substituir... Já se imaginou, naquele dia de glória, a dar à luz, a ganir, sustentada pelas gruas dos Estaleiros de Viana do Castelo, com a sua fêmea, o seu marido, o marido dele, o mulatinho, o mexicano, a "Martifer", o Aguiar Branco e um bando de mafiosos, tudo junto, a assistir ao nascimento dos doze quilos do seu caucasiano e do seu japonesinho?... Coisa linda!... Creio que a minha resposta a deve ter deixado mais animada, mas como não quero ser ordinária, nem mentirosa, acho bom falar-lhe um pouco da realidade: no estado em que está a popularidade do Cangalho de Boliqueime, o partido a que ele pertence, o dos cambalachos PSD -- que faria o Sá Carneiro dar voltas na tumba, acredite... -- lá ajeitou um frete, criando um pequeno atrito político. Enquanto os Portugueses andam a discutir o sexo das adoções, o Padrinho do BPN vai ganhando fôlego, e, com umas injeções do Professor Lobo Antunes, um dia destes aparece, em horário nobre da SIC-Notícias, a dizer que vai... vetar o referendo. O país inteiro respirará de alívio, as velhas lá dirão que estão orgulhosas do seu cavaquinho, e até votavam num terceiro mandato dele, as bichas aplaudirão, e até a Maria, de Centro Esquerda, ficará toda saciada, com essas gentes horríveis, do CDS, do PS, do PCP e do BE a terem de se congratular com a ressureição da Múmia de Boliqueime. Sabe, querida, quando a carne está podre, tempera-se e serve-se com picante forte. Assim foi com a Bárbara e o Manuel Maria, que depois dos enxertos vão voltar a viver juntos: afinal o golpe publicitário não deu certo, e têm de contar bem os tostõezinhos. É a vida. Assim será com o Homem da Bomba, já a preparar o caminho do Professor Marcelo, para a derrota de Belém. Ai, querida, este país não é para novos: é só ovos de colombo. Kisses, nessa sua pança, e os sinceros desejos de muitas gruas de Viana do Castelo, no grande dia da epifania. Bem haja.


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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Correio da Lola - "Foram-me à pensão, o meu querido Papa Francisquinho anda a telefonar para as Irmãzinhas do Carmelo, e agora... agora... o Eusébio. Será que o Mundo vai acabar em 2014?..."


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Querida Lola:

Sou sua leitora, desde que escrevia crónicas para o "Notícias de Lourenço Marques", e acredito tanto nas suas palavras como no discurso do Pai Santo, Francisquinho, mas estou muito perturbada, porque vou ter cortes na reforma, acho estranhos os telefonemas de Sua Santidade... e agora (chora) morreu o Eusébio, um dos homens da minha vida. Eu acho que o Mundo vai acabar, já em janeiro...

Vera Jardim, Bairro do Catujal


Querida Vera:

Como sabe, o Mundo acaba um pouco, todos os dias, e, para muita gente, às vezes, até acaba, sem ter começado, como as abortadeiras do seu bairro, que fabricam dezenas de anjinhos para mandar para o céu, com agulhas de croché... Deixe que lhe diga que hoje, mal cheguei aqui à esquina, começaram todas aos gritos, a dizer que tinha morrido a Pantera Negra. Ora a Pantera Negra, deus me perdoe, é uma colega minha, ali, do quarteirão de cima, uma guineense, analfabeta e "agarrada" no crack, que o "Major" trouxe para Lisboa, para lhe dar trabalho, quando ainda era Cônsul Honorário da Guiné. A especialidade dela, embora o assunto não lhe interesse certamente muito, é a "espanholada", a punheta de mamas, e disso eles gostam, só que o problema das nossas mamas, ao contrário das da Teresa Guilherme e da Angelina Jolie é que são todas de plástico: aquilo basta um bocadinho mais de esforço e começa a rasgar. Ela adorava que lhe torturassem os bicos, a modos que havia dias que chegava aqui abaixo com as tetas em farrapos, como fica a bandeira nacional, naqueles dias em que o Alto do Parque é o Monte dos Vendavais, ou o Cavaco abre a fossa  para soltar asneiras, e eu pensei, desta vez mataram-na, mas não... era só o Eusébio, uma das glórias do Salazarismo. Eu até pensava que ele já estivesse morto, porque sou muito confusa da cabeça, imagine, querida, que pensava que era a Amália que ainda estava viva, e não ele. Coitado, temos pena, mas chegou a sua hora. Uma chutava com a goela, o outro cantava com as patas. Nesse tempo, o Futebol ainda não servia para branquear capitais: estava na sua infância, e só servia para branquear Regimes. Tenho de lhe confessar que o Eusébio nunca foi meu cliente, ao contrário de alguns colegas dele, das célebres cinco da manhã, em que todos os gatos são pardos. Sei que é uma linha que nunca terei no meu currículo, e por várias razões, a primeira, por que ele frequentava outras "geografias"; a segunda, porque eu, embora já vá longe, nasci... menino, e mesmo que o tivesse conhecido nesses bons anos, nunca teria tido a sorte de ser estreada por ele, que, dizem, adorava era desflorar meninas de 11 anos... É a rude voz de África, que quando se junta à voz dos Regimes, se eleva em cântico, e dá direito aos "Ballets Rose". Consta que o Eusébio era o prato de reforço desse refustedo todo, tendo introduzido a categoria do "grande e grosso", que nunca mais abandonou o nosso palco. Era a chaimite negra, e dura, o quebra gelo que abria caminho para a flacidez da brigada do reumático. Serviu o Estado Novo, e depois até conseguiu continuar, no meio de enfartes, rezas e mezinhas, a servir este Estado Velho, a que estamos todas condenadas... Lamento a sua morte, mas doeu-me mais a da Irmã Lúcia, que vivia exclusivamente para o Senhor e para o "Business". Os Três Éfes estão a chegar ao fim, incluindo Fátima, que pensa que se protegeu, ao ampliar-se, mas só vai dar mais trabalho aos demolidores de idolatrários, quando chegar a sua hora... Quanto à sua pensão, querida, olhe, nada posso fazer. Possivelmente, andou a descontar 40 anos, para receber agora 500€, que são o limiar da riqueza, na ótica da Paneleira de Estado, Paulo Portas. Teve azar: devia era ter feito como as suricatas da Assembleia "Nacional", dar faltas injustificadas durante cinco anos, e estar a receber agora 10 000€, como o Senhor Presidente da República. Com esse é que estou preocupada, porque, brevemente, não vai ter dinheiro para os medicamentos, e lá terá o seu célebre ataque de Boca em "O", o que ainda fará aumentar mais os juros da dívida. Comoveu-me vê-lo e ouvi-lo, ele, que nunca acha que é altura de se pronunciar sobre nada, dizer que o Eusébio era das personagens mais fascinantes que tinha conhecido, o que diz muito pouco sobre o Eusébio, e diz tudo sobre a Múmia de Boliqueime. Tenho muita, muita, muita pena dele, do Sr. Aníbal, que no organigrama do Pedro Miguel Cruz -- um homem que eu aviava com todo o gosto, ai, aviava, sim... -- só aparece ligado ao Banco de Portugal, por amor da santa, o rapaz enganou-se, ele esteve ligado a tudo o que é mau, em Portugal, a começar pelo BPN e a acabar no segundo resgate. Nós, por exemplo, que descontamos do corpo uma via inteira, não temos direito a nada, depois de velhas, se... se... quando lá chegamos, porque muitas de nós acabam esfaqueadas por pretos e moldavos bêbedos, os únicos que nos dão grandes fodas, mas depois ficam furiosos, quando descobrem que também temos "chicote"... Dura vita sed vita. Pensões, filha... acho que nunca verei nenhuma, aliás, minto, já vi as da Rua Bernardim Ribeiro, quando os vãos de escadas estão em dia de overbooking, e até foram juízes conselheiros que me as pagaram, para lhes satisfazer as bordas... Agora, preocupante, preocupante, são mesmo os telefonemas do Papa Francisquinho para as Carmelitas Descalças de Lucena. Toda a gente sabe que as carmelitas descalças, e até algumas calçadas, não podem falar, portanto, telefonar para lá é já saber, à partida, que o telefone se vai levantar e vai haver um enorme silêncio, a não ser que, como o homem tem um, aliás, vários parafusos a menos, tenha ligado, e dito, "olha, fala o Bergoglio, irmã, estás boa?...", e a outra, muda por castidade e voto, não pode fazer mais do que grunhir, "hmmmmm???...", e ele, "estou, sim, fala o Bergóglio, que estais a fazer?...", e elas, "HHHMMMMM!!!...". Só se pode imaginar que tenha havido uma grande pausa, muito sonsa, e Sua Santidade lhe tenha perguntado... "estás... estás... a... senti-lo?... sim, querida... hmmmmm... estás a senti-lo?... Queres mais?..." Eu acho isto decadente: prefiro os árbitros que veem cá, para serem fecundados, depois de terem estado a celebrar as derrotas da Seleção, entre pitas e muito álcool. Agora, um Papa, a fazer sexphone, isso, sim, querida Vera, pode ser o fim do Mundo, ou um ensaio geral para ele. Prepare-se, que o Ano do Cavalo vai doer. Kisses na xoxa, e um bom 2014.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Correio da Lola - "Estes fenómenos das ondas da Nazaré já serão consequência das alterações climáticas?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Querida Lola:

Sou um apaixonado do mar, já fiz as Maldivas todas, as Seichelles, tenho andado muito pelo Sri Lanka, mas só sou verdadeiramente feliz em Bali, quando a minha fofa me deixa à solta e eu sou todo envolvido por aquelas belezas asiáticas, ai, ai... "Sódades", como cantava a cantadeira da cachaça... Sinceramente, não percebo que se possa achar graça a andar num mar frio e feio como o da Nazaré. O problema é que de cada vez que ligo a televisão, as ondas me parecem cada vez maiores, e receio que as mudanças climáticas me tragam inundações à minha casa na Beloura. Acha que devo vendê-la, e emigrar já para Singapura?...


Mário Montalchado Machão, Quinta da Beloura



Caro Mário:

Gosto, quando me trazem problemas ecológicos, em vez de me virem fazer perguntas sobre a baixaria típica do nosso povo. Vamos começar pelo fim: é evidente que, dados os seus gostos de praia e a situação atual, e nos próximos 500 anos, do país, deve, mesmo, emigrar já para Singapura, porque isto está mau, muito mau, não por causa das alterações climáticas, mas por causa do Gang do Cavaco ter andado a roubar, desde os anos 80, depois de o Gang do Soares ter andado a pilhar, e depois ainda terem vindo os gangs dos primos, dos tios, dos meios primos, dos meios tios do Sócrates, e o gang do Relvas, ao qual ainda insistem em chamar gang do Passos Coelho, quando o rapaz não tem culpa nenhuma, apenas apenas foi apanhado pela onda, se calhar, a mesma onda da Nazaré. Agora, quanto a essa onda da Nazaré, deixe que lhe explique o fenómeno, já que não tem nada a ver com alterações climáticas, mas com a alteração dos circuitos de branqueamento de capitais, sobretudo, da Coca, já que o Futebol chegou àquilo que eu chamo de clima de "overdose", não dá para branquear mais, por essa via: a imagem do Cristiano Ronaldo está tão desgastada, aquela pele tão estragada, as caretas do Mourinho tão vistas, tudo a ser tão pago a preço de ouro, que o próprio gajo da F.I.F.A. já veio dizer que o Messi é que é um machão, coisa com a qual eu concordo plenamente: dizem que, quando fode, não mete barrigas de aluguer pelo meio, coisa a quem um ser supra-uterino, como eu, dá imenso valor, já que gosto de apanhar com um homem a sério, em cima, daqueles que me deixam ficar com o ar de boneca insuflável da Manuela Moura Guedes, quando se põe a esticar o botox para os lados, em vez de estar a apanhar com golpadas de airbags, como as gajas a quem o Ronaldo paga, para dizerem que andaram com ele. Querido: Nazarés, Ericeiras, Guinchos, sei lá, essas vilórias todas, que não existem senão no mesquinho mapa mental português, tornaram-se, subitamente, um novo circuito de tráfico e consumo de droga, já que sabe que gajos com cabelos descolorados de camomila, que passam dias e dias agarrados à prancha, só podem ser, salvo seja, "agarrados", porque é impossível alguém andar a fazer de tubarão o dia inteiro, e não achar que aquilo é medonho, cinzento e frio. A coca faz isso, torna tudo suave, calmo, e em forma de planador. No fundo, estar lá ou estar no fundo, é o mesmo, e com a crise que aí vai, foi necessário explorar esses segmentos de mercado, para revitalizar os cafés cheios de moscas, onde já ninguém entrava, e agora são invadidos por todos os sotaques do mundo, a pedirem, por amor de deus, uma bica e uma linha de coca. Pessoalmente, não acho isso mau, porque é a versão dois do Salazar, de que beber um litro de vinho dava de comer a um milhão de Portugueses. Presentemente, creio que "snifar uma linha" dê saúde e alegria a várias famílias da Mafia Turca, Moldava e Russa, e nós lá apanharemos algumas migalhas, que os gajos, com a moca, pode ser que lá deem algumas gerais às mulheres de bigode da Nazaré. pensando que são alguns leões marinhos, e estão, assim, a praticar um pouco de turismo ecológico. Quanto às ondas, se reparar bem, e se viu os filmes do Spielberg, aquilo é tudo trucagem: são efeitos especiais, que se conseguem com grandes angulares, "contra-plongés", e inclinando um simples balde cheio de água, com uns tremelique e com a lente mesmo em cima da água. Repare que os cenários são sempre os mesmos, e já nem se dão ao trabalho de variar a perspetiva. É tudo falso. Parece a fase terminal dos discursos do Bin Laden, rodados nas traseiras dos estúdios de Hollywwod. Difícil foi o arranque, conseguir enfiar lá o primeiro, um de tal McNamara, a quem se pagaram uns euritos, para depois trazer a maré dos "agarrados" todos atrás. Foi assim que nasceu a noite de Marbella, as "parties" de S. Petersburgo, e a night de Xangai, já para não falar nas raves da baía de Luanda, a cidade mais cara do Mundo. Acha que Luanda também se tornou na cidade mais cara do Mundo, só por causa das alterações climáticas, ou por que, de repente, todas as alterações de falta de valores morais, o vale-tudo, passaram a passar por lá?... Vai ver que, quando isto estiver cheio de consumidores, quando as avionetas de Marrocos começarem a poder cair e a descarregar a "carga" em pleno dia, quando os pescadores da Figueira deixarem de se afundar, por terem os barcos cheios de bacalhau em "pó", vamos ter uma verdadeira retoma. Creio ser esse o centro do guião da reforma do Estado, que a paneleirona da Portas vai apresentar agora, ao público analfabeto da Cauda da Europa. No fundo, a reforma é simples: há um neoaristotelismo, com um motor imóvel, a "Branca", e todos nós seremos divididos entre consumidores, consumíveis e consumidos. Tudo o resto serão manobras de entretimento, porque até os bichinhos gostam: vejam lá se os McCann também não embarcaram já na onda -- a do McNamara -- e aproveitaram o ALLgarve estar cheio da escória romena, que foi corrida de todos os países da Europa, para também meterem uma família cigana, na telenovela que estão a rodar para a BBC, para ver se conseguem pagar o apartamento, à pala do cadáver da filha?... Temos de entrar no ritmo, querido Mário, cavalgar a onda, surfar a "branca", aproveitar as brasileiras que veem para aqui fingir que se afogam. Na Nazaré, há agora um canhão que dispara overdoses, e com o Photoshop, o tratamento de imagem, e todos os recursos de cenários fractais, vai ver que as ondas vão ser como a dívida pública, sempre em crescendo. Para mim, que sou leiga em tudo, exceto em mamar caralhos, já estou a imaginar ondas com 100, 200, 300 metros, cheias de mcnamaras, mcnamarazinhos e mcnamarazecos, tão pedrados que já nem sabem se aquilo é mar se um cano que rebentou. Ondas de 30 metros???... Isso só nos tsunamis das suas praias do Sudeste Asiático, e se as houvesse cá, levavam tudo atrás, até às aldeias despovoadas do interior, de onde traziam alguma octogenária desdentada, e algum pastor, ainda com o "nó" dado na ovelha. Para as rotas da coca, brevemente, tudo será surf, e até acabaremos a surfar nas águas paradas da Lagoa de Albufeira, muito prestes. Por mim, é tudo igual, por que eu estou é furiosa com os entretimentos com que nos querem desviar a atenção do real, como aquelas porcarias das adoções de crias por casais gay, como se os casais gay quisessem adotar o que quer que seja, senão para provocar escândalo. Eu, cá, sou muito tradicionalista, e prefiro ter uma criança a ser criada dentro de um porta bagagem, com um pai com pila, e uma mãe, com boca da servidão, do que duas descoradas, cheias de tiques, que ainda pegam a doença do Chiado à criança. E também sou a favor daquela coisa da Assunção Cristas, que bem deve saber o que é ter um animal em casa, que a pôs de baixa e de balão, e de não se dever ter mais de dois cães em casa, já que se viu que, com a história da Carrilha e da Bocarra Guimarães, ter duas cadelas em casa pode degenerar em violência e agressão. No fundo, no fundo, o que eu queria era mesmo um pacto de regime, uma rapsódia destas palhaçadas todas, em que as travecas tivessem direito de adotar homens casados, mas daqueles a sério, que nos dão enxertos, como a Bárbara apanhava, e nos deixam a esvair em sangue, de sermos usadas como objetos sexuais, mas isso só mesmo indo servir de baliza para as claques do Pinto da Costa e quejandos, e que me deixassem ter a casa cheia de pitt bulls da Onda Verde do Sporting, ou uma capelinha onde eu fizesse missas negras de negros, como fazia a Margarida Prieto, ainda não havia a "Catedral". Pescoço de galos pretos cortados, grandes e grossos, Angola em força, eu, de coleira, e domesticada como uma cadela, espancada por homens a sério, não hienas, como a Carrilha, só quem a viu, como eu, aqui, na sex-shop do Conde Redondo, as minhas colegas, que o conheciam da televisão, do tempo em que a Carlota e o Dinis mamavam no pai, e faziam-se apostas sobre o que ele iria buscar à sex shop, até que um dia me tirei de cuidados, entrei por ali dentro, e perguntei à brasileira, que finge que não vê os valentes broches que se fazem naquelas cabines de filmes, olhe lá o que é que o nosso representante na Unesco aqui veio comprar, e ela, parva, veio comprà lingiry, minina, e eu, mas lingerie de quê?... e ela muito espantada, porque eram só tamanhos XXL, ou seja, era lingerie para usar ele e não a Bárbara... Olhe, querido Mário, isto está mesmo a saque e eu acho que já me perdi na resposta: compre um bilhete de ida, sem volta, para Singapura, que com a coca e ondas de 30, 40, 50 metros, por todo o lado, esta choldra não vai durar muito, acredite. Tome é cuidado com Bali, que muitas dessas "moças" são transsexuais tailandeses, de Pattaia, operados e por operar, que foram corridos de lá, por excesso de oferta, e ainda acorda, um dia, na cama, deitado com alguém com uma "surpresa" debaixo da saia... Quanto a mim, acho que deve ser isso a Reforma do Estado, que a Mona do Largo do Caldas vem anunciar portanto, pela complexidade que lhes expus, está a demorar tanto tempo a sair. E ficamos assim, tá?.... Kisses nas suas matubas, desta sua grande admiradora, Lola Chupa y Mete.
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Correio da Lola - "Eu não consigo viver com a minha pensão, mas parece que ainda me vão fazer mais cortes..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Querida Lola: 

Sou refornada dos chocolates "Regina", e tenho uma pensão de 243 € e 50 cêntimos. A minha vida é muito difícil: como tenho de pagar renda, luz e gás, para poupar na comida, geralmente compro uma caixa de hipnóticos, e outra de calmantes, a primeira, para adormecer, e a segunda, para conseguir continuar, a semana inteira, permanentemente a dormir. Costumo acordar é só aos domingos, mas é para roer uma côdezinhaa de pão, e voltar a hipnotizar-me, para dormir a semana seguinte inteira. Graças ao Papa Francisquinho que não me falta água no Inverno, porque eu ponho um balde na varanda, e consigo beber das poupanças da chuva, que S. Pedro nos dá. No Verão, já é mais difícil, ando semanas com as gengivas secas, e amargos de boca, mas lá nos vamos aguentando, na graça do senhor, sei de gente que vive pior do que eu e temos de nos aguentar, ai, temos, temos, não é, como diz o Sr. Ulrich?... Agora, parece que me querem fazer cortes na pensão, para pagar um banco que era do Sr. Presidente da República, e faiiu... Não sei se vou conseguir aguentar a minha vida, tanto mais que o meu coração anda muito perturbado, no outro dia, quando estive meia horita de olho aberto, no domingo, vi uma coisa nojenta, no programa da Srª. Dona Teresa Guilherme, uma mulher que tinha implantado uma sarda, e era homem, valha-me deus, o meu marido cada vez me chega cada vez mais tarde a casa, até já pensei que ele pudesse ter esses vícios dos "homenssexuais", porque dizem que agora os homens estão todos a dar nisso. Durmo a semana toda, mas é um sono de angústia. Pode ajudar-me?...


Celestina Ribeirão, Estrada de Benfica



Querida Celestina:

Você põe-me tantas questões que parece a comissão parlamentar de audição das mentiras do agente angolano da CIA, Rui Machete, mas eu sou generosa, e como quem paga a rede é aqui uma zona de free wi-fi, no Conde Redondo, onde apanho a rede do Hotel "Dom Carlos Liberty", e eu tenho tempo, vamos começar pelo fim. Querida, os homens dividem-se em três categorias, os que já foram bichas a mulher nunca percebeu; os que são bichas e a mulher continua sem perceber, e aqueles que virão a ser bichas, sem a mulher nunca saber. Se tivesse lido um pouco de Aristóteles, escusava de me fazer essa pergunta, porque deve ter sido a única época da História em que os homens se comiam uns aos outros, com a mulher a saber. A partir de aí, entrámos numa longa noite das trevas, já que eles contiinuaram a comer-se, só que na santa ignorância delas, mas como diz a Lisette, que avia ali mais acima, o que o olho não sente, o coração não vê, mas ela fala por ela, que costuma aviar caboverdianos, e tem no lugar do esfíncter uma coisa parecida com a memória da água, na homeopatia, há uma gota de uma coisa que já não existe, mas ela ainda continua a acreditar que lá está, coitada, tão rebentada que, com a crise que aí anda, nem dinheiro tem para ir ao "Colombo", para lhe fazerem umas bainhas novas nas bordas... Quanto à pensão, eu creio que pode ficar descansada, ao contrário de milhões de Portugueses, que vão ter de pagar, durante gerações, o desfalque que o Dias Loureiro, o Rui Machete, o Duarte Lima, o Oliveira e Costa, a Patrícia, o Aníbal de Boliqueime, e aqueles nomes anónimos da lista da "Galilei", os chamados mamadores que nunca mamaram (oficialmente), mas levaram o "Eng." Sócrates e o seu gang, a nacionalizar o Lehman Brothers português, séria, limpa, honrdamente, e sem culpados, como só nós e o "casal" McCann conseguimos fazer, enfim, é uma arte que não é para todos, e pode ficar descansada já que, se me diz que não consegue sobreviver com a sua pensão, é por que a sua pensão não é de sobrevivência, senão... a querida conseguia... sobreviver, não é?... Isto é a Lógica, de Wittgenstein, aplicada à sua situação, e de facto deve dar-se por feliz, já que não vai sofrer cortes, quaisquer cortes, e pode continuar entregue às suas colossais sornas de semanas inteiras. Quem me dera a mim poder dormir, mas devo ser das raras portuguesa que, quando os outros vão para a cama, vou eu para a esquina, faça frio, faça estio, sempre naquele apelo do silicone de ser amachucado, até ficar cheio de nódoas negras, o sonho de qualquer traveca, e que me queimem os bicos com pontas de cigarro, para eu poder ganir que nem uma cadelinha abandonada, se bem que eu saiba que isto é tudo cada vez mais virtualidade, já que a pergunta, quando eles baixam o vidro fumado do carro, é sempre a mesma: "é grande?...", por acaso, nem por isso, mas uma mentira piedosa vale hoje 30 €, eles sentam-se aqui um pouco, eu simulo um orgasmo, e eles vão para casa, com o cagueiro ligeiramente dilatado, convencidos de que vieram de uma cena de sexo anal, mas não vieram, porque eu só ponho o pau de pé, deixo-os sentar, a bater uma, enquanto pensam no Fábio Coentrão, e lá vão de cu entrado, esvaziar as bolas na legítima, que pensa sempre que o seu Gregório voltou a desejá-las, como no primeiro dia. O Mundo é uma Comedia dell'Arte, e nós, ou aderimos, ou somos intervencionadas pela Troika, o sonho da minha vida, mas tinha de ser uma troika de Comandos da Amadora, a tentarem a tripla penetração, para eu ir parar às urgências da Alfredo da Costa, para me coserem tudo, já que creio que as travecas têm direito a apoio de cesarianas com as nalgas, deus me perdoe, se o meu cu tivesse ovário, quantas vozinhas melosas me chamariam hoje "mamã"... E para terminar, querida, do que eu mais gosto, na sua reforma, é dos 50 cêntimos: quando a cadela da Maria Luís Albuquerque, uma funcionária da Goldman Sachs, no Enclave Português de Cabinda Norte, descobrir, às 22.59, do dia a 31 de dezembro de 2013, acredite que lhe vai fazer um corte de última hora, de 50 cêntimos, mas discreto, e faseado, ao longo dos 60 segundos restantes, para evitar que o deficit fique acima dos 10%, e esta é, talvez a única má notícia que tenho para lhe dar. Voltando ao seu marido ser paneleiro, só para a animar, garanto-lhe que não, porque se ele chega cada vez mais tarde a casa, quando muito, é porque anda a ser chulado por uma brasileira, porque os paneleiros agora vão todos para casa muito cedo, desde que os sanitários da CP receberam ordem de encerramento, às 20 h. A partir dessa hora, querida, não há nada para ninguém, e sabe por quê? Abusos!... Gente que fazia dos sanitários sala de estar, e dos exemplos imorais da preta da limpeza, de Sete Rios, que foi despedida, por corrupção passiva, já que abria a casinha das vassouras, por 1€, para os casados da Margem Sul se poderem mamar uns aos outros, confortavelmente, antes de irem para os seus pardieiros de Corroios; abusos do segurança monhé, que olhava para todos, como potenciais presas!... No fundo, este tsunami só poupou o eslavo bonzão, das bilheteiras, que, para o meu gosto, só tem um defeito: ser sustentado, e andar a ser feito por uma bicha velha, horrorosa, daquelas que já só existem nos manuais de palenteolologia, ou aparecem nas tvs, sempre que um fogo lhes queima as couves, numa terra que a gemte nem sabia que tinha lugar no mapa. No fundo, o que lhe interessa a vida do seu marido, a vocês, que está drogada meses inteiros?... Feliz é ele, que deve ter a parafilia da necrofilia, e sempre que chega à cama ter um corpo inerte, no colchão, e, como qualquer casal desgastado, poder depositar a "semente", onde calhar, antes de começar a roncar... E chega, querida, chega, que escrever é como levar no cu: ao fim de meia hora, começa a haver uma vaga sensação de cansaço, como quando entramos naqula abençoada reta final das joelheiras, no Idolatrário de Fátima, onde o único milagre que vimos foi ter desgastado a pele morta dos joanetes, durante a viagem. Kisses, filha, nessa sua xoxa, reformada, sobrevivente e adormecida.


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