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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Esplendorosa lua plena do muito pleno verão

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sábado, 2 de julho de 2016

As sonhadoras auroras boreais de Júpiter

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terça-feira, 21 de junho de 2016

Lua cheia do início do Verão

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Lua cheia de verão

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

ΑΘΉΝΑ

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Αθήνα

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domingo, 28 de junho de 2015

Αθήνα

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domingo, 17 de maio de 2015

outra vez mergulhão

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

O céu está perfeitamente limpo, o vento sopra moderado do quadrante nordeste, as temperaturas máximas a subir até ao topo das montanhas e as mínimas a descer ao fundo dos açudes. Num copo alto deita-se o sumo de dois limões, água e dez cubos de gelo. Ao mergulhar é preciso apenas ter cuidado para não quebrar o bico.
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sábado, 9 de agosto de 2014

Vaga lua cheia, de verão

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domingo, 27 de julho de 2014

Lua Nova

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

14 juillet 2014

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domingo, 13 de julho de 2014

Lua cheia de verão

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sábado, 14 de junho de 2014

Lua Cheia

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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Tempestade solar

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domingo, 8 de junho de 2014

porquê

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Acordou forraginoso. Vestiu uma camisa escura, arrancou-lhe os botões, penteou o cabelo com os dedos e saiu a assobiar. Pelo caminho apanhou sete trevos, um para cada casa sem botão. Fez duas ou três extravagâncias, chamaram-lhe melga-dos-prados e ele não percebeu porquê. Há dias sem sorte.
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domingo, 7 de julho de 2013

jelly fish

Na canícula, metemos três livros num saco, um canivete e um mapa de marear. O cérebro, deixamo-lo em casa, não nos faz falta, gelatinou-se, tremelica ao mínimo esforço, à espera de uma colher de sobremesa gelada que o faça acordar.
E na mediania embirrenta de julho, encontramos na areia os robertos perdidos da infância, ei touro lindo! e a história era sempre igual e nunca parecia a mesma. Os barquilhos sim.
Eventualmente urticantes as medusas emprestam-nos um pouco de veneno no calcanhar.
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domingo, 30 de junho de 2013

aos domingos não vamos à praia

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A chave, guardo-a no contador da água. Os vizinhos sabem que é ali que eu a escondo, pois o mais seguro lugar é aquele que todos conhecem. A curiosidade e o distanciamento asseguram-se desta forma.
Abre então as janelas para o sol nascente, sopra as cortinas, espalha pela casa o cheiro a café e só depois de ela te reconhecer os passos, inicia a tarefa de contar os vasos. Os maiores não me têm causado problemas, numa modorra contemplação do Tejo, deslocam-se apenas à passagem dos cacilheiros que tão pouco são cacilheiros, mas se vão para Cacilhas sê-lo-ão ternamente para mim. Os mais pequenos, pelo contrário, desaparecem nas noites de lua nova, mas peço-te que os procures pelos telhados e nas mansardas e os chames de volta aos parapeitos e às varandas. A lista com os nomes está na porta do frigorífico.
As violetas apodrecem se a água for excessiva, deita-a no prato, espera trinta minutos e escorre a que ainda restar.
Os malmequeres são os meus bem-amados e basta muito sol nos dias quentes para lhes queimar as pontas das pétalas. Se isso acontecer, rega-os abundantemente e explica-lhes a razão das flores compostas. Verás como se reconstituem.
Os jarros são como eu, aquáticos, não causam problemas.
As plantas mais jovens, as da floreira baixa, são regadas todos os dias de manhãzinha ou ao fim da tarde e as tulipas amarelas se te apanharem a jeito, falar-te-ão de bolbos e de baixas temperaturas.
Os melros e os pardais gostam de pedaços de pão sem manteiga que deverás esfarelar no canto direito da varanda, juntamente com este bilhete que aqui te deixo. De outra forma, debicarão todas as plantas e o teu trabalho terá sido em vão.
É neste momento que deves colocar um solo de saxofone, talvez piano ao fundo como desejares e lembra-te de mim. Não te apresses, o verão ainda agora começou.
Rega-me as flores por favor e deixa a chave a contar pingos de água.
 
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sábado, 22 de junho de 2013

Solstício

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Solstício de Inverno, a Norte, Solstício de Verão, no Sul

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