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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Grande investigação "The Braganza Mothers" chega à Sorbonne, e põe a nu o esquema ardiloso que deu o "mestrado" (?) em Sciences Po ao Vigarista de Vilar de Maçada, José Sócrates. Sim, a Sorbonne já sabe tudo, até o célebre jantar em que o Seixas da Costa convidou a Madame Miriam, para saber se podia converter os robalos do "Engenheiro" em créditos, pois não pode, mas a coisa resolveu-se por cunha, até ser descoberta agora: vai voltar à base, nem "mestrado", nem "engenheiro", vai jazer no alto plano, de lenço manchado no bolso, e voltar a ser um simples jeová, lindo filho e vigarista da sua mãe

"Eu sei que ninguém sabe quem é Madame Amélie, mas vai ficar a saber hoje, sobretudo a minha cara amiga, Portas, que tutela o Palácio das Necessidades (de levar no cu). A Madame Amélie é daquelas que já está como a Amália, na fase terminal, e aparece em tudo o que é televisão, para fazer missa de corpo presente de assuntos interessantíssimos, como aquela choldra da "Quadratura das Bestas", ou o "Eixo do Mal", da oxigenada de Bilderberg.

Acontece que Madame Amélie, na sua fase terminal, foi chamada à Embaixada de Paris, para lhe ser apresentada uma... pessoa. Acontece que a pessoa não era uma pessoa, era um ex primeiro ministro de Portugal, ligado a redes criminosas de alto risco, chamado José Sócrates, e como a Madame Amélie está ligada aos Hautes Études, Sua Excelência o Ministro de Portugal em Paris, Seixas da Costa, também muito conhecido nos... "meios", queria que a velha apadrinhasse os estudos de "Filosofia" do Agente Técnico de Engenharia.

É evidente que les Hautes Écoles estão para a Universidade Independente como a Imperatriz do Japão para os joanetes da Maria Cavaca, e a senhora, embora em fase terminal, e entre aqueles sorrisos diplomáticos que escondem as piores mentiras, olhou para a certidão de estudos do de Vilar de Maçada, e achou que aquilo, para converter em Filosofia... só com um despacho à maneira da Lusófona ou da Universidade de Cacilhas, e disse que, talvez, se pudesse sacar qualquer coisinha, no... Inglês Técnico, mas achou que era melhor ser o Embaixador a tratar do assunto, e pirou-se, porque a França tem uma tradição aristocrática, que não se compadece, mesmo na fase terminal, com ai ais de filhos da mãe jeová".
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segunda-feira, 5 de março de 2018

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2015), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Transcrições das Escutas da "Operação Marquês" - "As gajas andam cada vez mais exigentes, e um gajo tem de se pôr a pau..."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos




Do CD 12, da série "collector's prize" do procurador Rosário Teixeira

(2 da manhã, toca o telefone na Suite Rosa do "Sheraton Pine Cliffs")



C.S.S. - A gaja já está aí?...

Zé - Yep, ferradinha no sono. Nem os jeans tirou, virou-se logo para a parede e está a roncar. Queres ouvir?... Tadinha, parece uma porca... (risos)

C.S.S. - Deixa-te disso, pá... Olha, o Perna vai passar no monte, antes de ir para aí. Foi o que ele me disse.

Zé - E traz a carga?...

C.S.S. - Na boa, mano. É só livros.. (risos). Ele ainda não está certo de também virem alguns da estante da outra, da Fava. Mas parece que vais ter uma biblioteca toda só para ti, meu... (risos)

Zé - Tá-se bem (risos). Porreiro, pá... Eu nunca pensei que fosse gostar tanto de leituras (risos)

C.S.S. - Quando fores para França vais ser um "estrangeirado", ainda acabas a dar aulas ao pessoal, que a gente bem "precisamos" (risos)

Zé - Estudos é comigo. Estudos e livros... (risos)

C.S.S. - E comigo (risos) Sempre foi... (risos)

Zé - E já deste um toque para Paris?...

C.S.S. - Está tudo tratado, ou quase tudo. Os gajos dos... dos... (risos) "Negócios Traseiros" (risos) já falaram para a Embaixada, para o Seixas da Costa, mas a velha está esquisita, diz que fazer equivalências em Filosofia... pronto, não sei, parece que ela é daquelas ainda à antiga, que dão entrevistas na Antenne 5... Acho que ela acredita mesmo naquilo... Foi o que disseram

Zé - Na boa, mas o que o pessoal quer mesmo agora são gajas para dar crédito, gajas sérias, daquelas francesas, como nas séries, 'da-se, ando farto de jornalistas, gajas de pé descalço, até parece que vivem só para ser pagas à tarefa, como esta, que está para aqui esticada... No fundo, eu queria mesmo era uma Madame da Sorbonne, para fazer como na "Independente", mas com... sei lá, com estilo, com muito estilo... "glamour", estás a ver, "glamour". Se reparares, desde os calotes e as b'zanas de Coimbra, até... até Lisboa, o ISEL... Foda-se, que saudades, pá, a "Independente", tudo isso... mas um gajo tem de subir, acho que Paris até me assenta bem, não achas?... Parece que um gajo entra lá engenheiro e sai de lá doutor. Acho que a minha mãe ia gostar, vou fazer isto... é isso, vou fazer isto só por ela. Pronto está decidido... Agora, só falta convencerem a velha...

C.S.S. - Eu vou telefonar outra vez ao Seixas da Costa, mas o ideal era mesmo ires lá tu, pessoalmente, tipo, o gajo convida-a a ela, e... e... convida-te a ti, aquilo é serviço cultural, Paris é outra coisa, ele dá-lhe uns chás, sabes que essas gajas francesas gostam de ser bem tratadas (risos), não tomam banho, mas estão sempre a beber chá (risos)..., tu depois entras, como se fosse por acaso, ele apresenta-te, e diz à velha que é só para ela reconhecer umas equivalências... deixa cá ver... eu até tenho aqui uma cábula de umas merdas, de uns papéis, que trouxe... que trouxe... do teu processo na "Independente"...

Zé - Foda-se, afinal és tu que tens o meu processo?... As voltas que a velha já deu, lá em casa, para encontrar isso!... Tu queima-me já essa merda, por que se isso cai no "Sol", na "Sábado" ou no "Correio da Manhã" estamos lixados!... Não se arranja um Gago todos os dias para fechar uma merda de uma universidade!... As coisas agora estão muito piores, está tudo controlado, tudo apertado, um gajo tem de ter muito cuidado, senão ainda nos lixam a vida toda, e olha que eu já estou fodido com eles, os gajos são capazes de tudo, se pudessem, até nos prendiam, cabrões da merda... 

C.S.S - Não vou queimar nada, que isto tem de ir por fax, direitinho, para o Seixas da Costa, para ele mostrar à velha... Ou não queres fazer as coisas todas certinhas... (pausa) Deixa cá ver... que é isto de "Estruturas"?...

Zé - Não sei, mas se está aí no papel é por que devia ser do curso...

C.S.S. - ... tá bem visto, isto no fundo é como dizia o Godinho, os cursos são como os carros, a gente às vezes não percebe para que servem aquelas peças todas, mas se lá estão é por que são para alguma coisa..., portanto... "Estruturas"... Deixa cá ver... O Seixas disse para tu veres... Parece que a velha é mesmo troca por troca...

Zé- Mas é para trocar o quê?...

C.S.S. - Tanto quanto eu percebi, é para trocar os nomes que estão em português por nomes que vão estar em francês, e a tal velha assina por baixo e tu passas a ser filósofo... (risos) Grande filósofo que tu me saíste, meu cabrão... (risos) Ainda vais ser o Sócrates do séc. XXI, só sucesso e o passeio da fama, a dares autógrafos pelos Champs Elysées acima, para baixo e para cima, como um interruptor... que grande filósofo que tu me saíste, meu cabrão... (risos)

Zé - E que nomes é que é para a gente trocar?...

C.S.S. - Ó, Zé, isso já perguntei eu... já te disse... esta merda, "Estruturas".... "estruturas" diz-te alguma coisa?...

Zé - Pá, talvez, assim, de repente, não sei... Mas podes escolher uma francesa com um número parecido de letras...

C.S.S - Número de letras?... Só contando... "Logique"?... Não, é curto... "Ontologie"?...

Zé - Não, essa começa por "O"... Diz outra!...

C.S.S. - Não sei... Acho que vamos mesmo ter de nos encontrar, para ler isto em conjunto e depois mandar para o Seixas. Convinha mesmo tratar disto antes da velha morrer, não é, pá?... Vê lá... não sei... "Théorie de la Connaissance"?...

Zé - Ouve lá, isso é muito grande!... Arranja um curto e começado por "E", pá, é assim tão, tão, tão... difícil?...

C.S.S. - Não sei. Deixa ver... (pausa) Sei lá... "Épistémologie"... Tem muitas letras, mas começa por "E", não é?...

Zé - Isso, essa está boa, faz aí uma seta entre as duas, e diz-se depois à velha que é tradução portuguesa, ela também não deve pescar nada desse baralho, quando querem dar uma de intelectuais, o máximo que fazem é pôr a boca em bico e falar de "Saudade", a saudade que as pôs e mais um "zangado" atrás...

C.S.S. - E que vais fazer agora?...

Zé - Pá, vou ver um bocado a Teresa Guilherme e ficar à espera que o Perna apite. Ainda por cima esta gaja está para aqui deitada, a dormir... Acho que vou mesmo para o quarto ao lado... Fogo... Se não lhe estivesse a pagar... porra, às vezes só me apetece vingar disto, tirar umas fotos dela nesta posição e enviar tudo para a revista "Cristina", da outra gaja, no fundo elas deviam eram expor-se umas às outras, não valem um caralho, e nós temos de andar a reboque disto, só para as aparências, a ver se depois tiro a barriga de misérias em Paris...

(Fim da gravação)


(Quarteto do amanhã há mais, ah,pois há, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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sábado, 24 de outubro de 2015

Transcrições das Escutas da "Operação Marquês" - "As gajas andam cada vez mais exigentes, e um gajo tem de se pôr a pau..."



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos




Do CD 12, da série "collector's prize" do procurador Rosário Teixeira

(2 da manhã, toca o telefone na Suite Rosa do "Sheraton Pine Cliffs")



C.S.S. - A gaja já está aí?...

Zé - Yep, ferradinha no sono. Nem os jeans tirou, virou-se logo para a parede e está a roncar. Queres ouvir?... Tadinha, parece uma porca... (risos)

C.S.S. - Deixa-te disso, pá... Olha, o Perna vai passar no monte, antes de ir para aí. Foi o que ele me disse.

Zé - E traz a carga?...

C.S.S. - Na boa, mano. É só livros.. (risos). Ele ainda não está certo de também virem alguns da estante da outra, da Fava. Mas parece que vais ter uma biblioteca toda só para ti, meu... (risos)

Zé - Tá-se bem (risos). Porreiro, pá... Eu nunca pensei que fosse gostar tanto de leituras (risos)

C.S.S. - Quando fores para França vais ser um "estrangeirado", ainda acabas a dar aulas ao pessoal, que a gente bem "precisamos" (risos)

Zé - Estudos é comigo. Estudos e livros... (risos)

C.S.S. - E comigo (risos) Sempre foi... (risos)

Zé - E já deste um toque para Paris?...

C.S.S. - Está tudo tratado, ou quase tudo. Os gajos dos... dos... (risos) "Negócios Traseiros" (risos) já falaram para a Embaixada, para o Seixas da Costa, mas a velha está esquisita, diz que fazer equivalências em Filosofia... pronto, não sei, parece que ela é daquelas ainda à antiga, que dão entrevistas na Antenne 5... Acho que ela acredita mesmo naquilo... Foi o que disseram

Zé - Na boa, mas o que o pessoal quer mesmo agora são gajas para dar crédito, gajas sérias, daquelas francesas, como nas séries, 'da-se, ando farto de jornalistas, gajas de pé descalço, até parece que vivem só para ser pagas à tarefa, como esta, que está para aqui esticada... No fundo, eu queria mesmo era uma Madame da Sorbonne, para fazer como na "Independente", mas com... sei lá, com estilo, com muito estilo... "glamour", estás a ver, "glamour". Se reparares, desde os calotes e as b'zanas de Coimbra, até... até Lisboa, o ISEL... Foda-se, que saudades, pá, a "Independente", tudo isso... mas um gajo tem de subir, acho que Paris até me assenta bem, não achas?... Parece que um gajo entra lá engenheiro e sai de lá doutor. Acho que a minha mãe ia gostar, vou fazer isto... é isso, vou fazer isto só por ela. Pronto está decidido... Agora, só falta convencerem a velha...

C.S.S. - Eu vou telefonar outra vez ao Seixas da Costa, mas o ideal era mesmo ires lá tu, pessoalmente, tipo, o gajo convida-a a ela, e... e... convida-te a ti, aquilo é serviço cultural, Paris é outra coisa, ele dá-lhe uns chás, sabes que essas gajas francesas gostam de ser bem tratadas (risos), não tomam banho, mas estão sempre a beber chá (risos)..., tu depois entras, como se fosse por acaso, ele apresenta-te, e diz à velha que é só para ela reconhecer umas equivalências... deixa cá ver... eu até tenho aqui uma cábula de umas merdas, de uns papéis, que trouxe... que trouxe... do teu processo na "Independente"...

Zé - Foda-se, afinal és tu que tens o meu processo?... As voltas que a velha já deu, lá em casa, para encontrar isso!... Tu queima-me já essa merda, por que se isso cai no "Sol", na "Sábado" ou no "Correio da Manhã" estamos lixados!... Não se arranja um Gago todos os dias para fechar uma merda de uma universidade!... As coisas agora estão muito piores, está tudo controlado, tudo apertado, um gajo tem de ter muito cuidado, senão ainda nos lixam a vida toda, e olha que eu já estou fodido com eles, os gajos são capazes de tudo, se pudessem, até nos prendiam, cabrões da merda... 

C.S.S - Não vou queimar nada, que isto tem de ir por fax, direitinho, para o Seixas da Costa, para ele mostrar à velha... Ou não queres fazer as coisas todas certinhas... (pausa) Deixa cá ver... que é isto de "Estruturas"?...

Zé - Não sei, mas se está aí no papel é por que devia ser do curso...

C.S.S. - ... tá bem visto, isto no fundo é como dizia o Godinho, os cursos são como os carros, a gente às vezes não percebe para que servem aquelas peças todas, mas se lá estão é por que são para alguma coisa..., portanto... "Estruturas"... Deixa cá ver... O Seixas disse para tu veres... Parece que a velha é mesmo troca por troca...

Zé- Mas é para trocar o quê?...

C.S.S. - Tanto quanto eu percebi, é para trocar os nomes que estão em português por nomes que vão estar em francês, e a tal velha assina por baixo e tu passas a ser filósofo... (risos) Grande filósofo que tu me saíste, meu cabrão... (risos) Ainda vais ser o Sócrates do séc. XXI, só sucesso e o passeio da fama, a dares autógrafos pelos Champs Elysées acima, para baixo e para cima, como um interruptor... que grande filósofo que tu me saíste, meu cabrão... (risos)

Zé - E que nomes é que é para a gente trocar?...

C.S.S. - Ó, Zé, isso já perguntei eu... já te disse... esta merda, "Estruturas".... "estruturas" diz-te alguma coisa?...

Zé - Pá, talvez, assim, de repente, não sei... Mas podes escolher uma francesa com um número parecido de letras...

C.S.S - Número de letras?... Só contando... "Logique"?... Não, é curto... "Ontologie"?...

Zé - Não, essa começa por "O"... Diz outra!...

C.S.S. - Não sei... Acho que vamos mesmo ter de nos encontrar, para ler isto em conjunto e depois mandar para o Seixas. Convinha mesmo tratar disto antes da velha morrer, não é, pá?... Vê lá... não sei... "Théorie de la Connaissance"?...

Zé - Ouve lá, isso é muito grande!... Arranja um curto e começado por "E", pá, é assim tão, tão, tão... difícil?...

C.S.S. - Não sei. Deixa ver... (pausa) Sei lá... "Épistémologie"... Tem muitas letras, mas começa por "E", não é?...

Zé - Isso, essa está boa, faz aí uma seta entre as duas, e diz-se depois à velha que é tradução portuguesa, ela também não deve pescar nada desse baralho, quando querem dar uma de intelectuais, o máximo que fazem é pôr a boca em bico e falar de "Saudade", a saudade que as pôs e mais um "zangado" atrás...

C.S.S. - E que vais fazer agora?...

Zé - Pá, vou ver um bocado a Teresa Guilherme e ficar à espera que o Perna apite. Ainda por cima esta gaja está para aqui deitada, a dormir... Acho que vou mesmo para o quarto ao lado... Fogo... Se não lhe estivesse a pagar... porra, às vezes só me apetece vingar disto, tirar umas fotos dela nesta posição e enviar tudo para a revista "Cristina", da outra gaja, no fundo elas deviam eram expor-se umas às outras, não valem um caralho, e nós temos de andar a reboque disto, só para as aparências, a ver se depois tiro a barriga de misérias em Paris...

(Fim da gravação)


(Quarteto do amanhã há mais, ah,pois há, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Correio da Lola - "Querida Lola, queria pôr um pedido de Habeas Corpus para soltar o "Engenheiro" Sócrates, mas sou analfabeta..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Querida Lola:

Parte se me o coração de saber que o Engenheiro Sócrates está fechado, ao frio, sozinho, naquela cela 44, em Évora, sem um livro de Platão para ler, sem um colo de mulher amada que o console, sem..., sem..., sei lá, sem o carinho da Dona Adelaide, e gostava de escrever um habeas corpus para ele sair para fora, mas sou analfabeta, e não sei como se escreve um habeas corpus. Será que me pode ajudar a fazer um?...


Maria Benedita, Cebolais de Cima

Querida Benedita:

Como eu percebo a sua dor, aliás, as suas várias dores, que isso de não saber ler e escrever é uma coisa sazonal e transversal a toda a Sociedade Portuguesa, um mal que toca do sem abrigo ao Ministro, passando pelo suburbano de Ranholas, que aderiu ao ISIS. Quanto ao habeas corpus, filha, ainda a percebo melhor, sobretudo, quando a madrugada avança, e sentimos a necessidade de um conforto nas partes, por que nós também habemos partem. O problema está em arranjar o conforto das partes, por que a crise afastou os clientes, e os que trouxe, com aquela coisa dos vistos gold, são sobretudo Chineses, um horror, por que, para arranjar um comprimento decente é preciso, pelo menos, colar um quatro ou cinco... Quantas vezes não estou defronte do "Dom Carlos Liberty", com aquela tesão do mijo de quem precisa de paiola de Barrancos, e lá aparece um Yi, Yi, Yi, de olhos em bico e a carteira cheia de yuans, que nem uma palavreca em Português sabe grunhir, para mim, são todos iguais, parecem um boteco falido de madames butterflies, às vezes, ainda penso, será que algum deles é ativo, mas não, veem mas é sempre em mim a sua esposa concubina, e lá me perguntam, com aquela linguagem gestual de Xangai... se... se... é grande. Claro que, com o jat lag e os formatos de Sechuan, tudo é grande, por comparação, como ensina a Teoria da Relatividade, e o Conde Redondo confirma. Portanto, filha, quanto a habeas corpus, estamos faladas: não lhe posso ensinar, e muito menos dar, aquilo que eu também gostava de ter: seria a badalhoca mais feliz da zona isenta de taxas de monhéïzação do Napoleão de Goa, se, todas as noites, ou, vá lá, noite sim, noite não, viesse uma espécie de kung fu zileiro que me desse um golpe no cachaço, para eu ficar zonza, e depois me encostar a um latão de lixo -- pode ser o vidrão, por que adorava ouvir as garrafas a tilintar... -- enquanto ele me baixava os jeans e me enfiava a seco o Celeste Império no Rio das Pérolas... ai, querida Benedita, como é bom sonhar, isso, ao menos, a Troika e o "Livre" ainda não nos conseguiram tirar... mas a realidade é bem mais dura, no fundo, já vêm formatados da banda de lá, são todos especialistas em corrupção passiva, para que eu seja ativa com eles todos, e até lhe digo mais, já considerava um sinal da retoma se um deles me abordasse pela corrupção versátil, mas o prato é sempre o mesmo, e eu só penso, fizeram estas pobres alminhas amarelas meio globo terrestre, para acabarem a apanhar no cu na esquina da Rodrigues Sampaio, e a fazer Yi, Yi, Yi, enquanto as fêmeas lhes guardam a criação nos quartos caríssimos do "Tivoli". Se isto não é a Decadência do Oriente, então, onde é que está a decadência do Oriente?... Quanto ao agente técnico de engenharia José Sócrates, preocupe-se tanto com ele como ele se preocupa consigo e connosco todas... Em vez de um habeas corpus, arranje-lhe mas é um habeas porcos, para ele ficar lá dentro!... Já viu a diferença, a menina é analfabeta, e ele tem um diploma. Eu ataco numa esquina da maior aldeia de Portugal, e ele rastejava pelo XVI ème, coisa que deve ter aprendido nalgum congresso de concièrges, no tempo em que Dona Adelaide era concièrge em Cascais. Como dizia o outro, o que o berço dá a tumba o leva. Sim, sinto pena de Dona Adelaide, que, no fundo, ganhava a vidinha dela, quando não estava a pôr nos offshores o dinheiro do tráfico de plutónio, coisa que ela, na sua santa ingenuidade, pensava ser a marca de algum novo produto de esfregar escadas, valha-me a santa, deus queira que aquele coração, enfraquecido pela febre reumática, sobreviva a mais este golpe, depois de tantos lutos, daquele Simão das Braguilhas, que a morte lhe levou tão cedo, coitado, um sodomita que poderia ter tido tão grande futuro, e não teve... aquele frio de Sócrates sinto-o como a minha querida o sente, mas não deseje o conforto da fêmea a quem sempre preferiu o ardor de outros colos. Veja lá se a Câncio, que mamava brutos sacos de robalos, de cada vez que o gabinete de propaganda do Senhor Primeiro Ministro a fazia aparecer como a eterna boca da servidão do Vigarista de Vilar de Maçada, nas revistas cor de rosa, já o foi visitar?... Nem morta, e faz ela bem, acabou se lhe a teta, acabou se a farsa!... Mas console-se:  é chegada a hora dos figurantes extremos, o Salgado, o Dono Disto Tudo, o Napoleão de Goa, o Aldrabão Disto Tudo, o Cavaco, o Culpado Disto Tudo, o "Livre", a Rã que quer inchar e ser Boi Disto Tudo, os "Fedorentos", que querem fazer de nós os Palhaços Disto Tudo, e o Galamba, o Capaz, mas mesmo Capaz, de Tudo (ele é como Deus, e consegue estar sempre em toda a parte...). Olhe, não sou bruxa, mas lá para quarta, já me parece estar a ver as brigadas de exteriores das televisões generalistas a cobrirem, em direto, a saída de Sócrates, da choldra de Évora, para cinco minutos depois, qual Valle e Azevedo, as mesmas brigadas generalistas cobrirem, pela mão agravada do Carlos Alexandre, a reentrada do Vacão de Vilar de Maçada no quarto ao lado, caminha partilhada com o João Perna, para finalmente lhe dar o consolo e carinho que só nos pode, a nós e a ele, dar a terceira perna... Kisses na xôxa, sua velhaca, desta sua grande badalhoca, que deus tem :-)
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