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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Falsos Profetas Disfarçados de Ovelhas

Quem quer leia este artigo poderá ser cristão, muçulmano, budista, hinduísta, jainista, mórmon, judeu, xintoísta, taoista, zoroastoanista, ateu ou agnóstico, seguir qualquer outra confissão ou religião ou negá-las todas. Trata-se de história universalmente comprovada e globalmente aceite. Trata-se dum princípio debatido em religião, psicologia, filosofia, etc. universalmente conhecido salvo pelos portugueses, segundo o demonstram, que assim mais uma vez justificam a sua auto-estima.

O exemplo tomado é tirado dos livros cristãos por em Portugal serem os mais divulgados, mas de acordo com o que fica atrás poderia ter qualquer outra fonte. Mudariam as palavras, talvez, de acordo com a cultura e o seu modo de expressão (e o tradutor), mas o sentido manter-se-ia invariável. A existência daquele a quem as palavras são atribuídas, Jesus, é também mundialmente reconhecida, foi um personagem daquelas que são hoje as três maiores religiões que nasceram no Próximo-Oriente e o segundo maior profeta islâmico após Mohamed – Isa (arábico). Isa é mencionado vinte e cinco vezes pelo seu nome no Corão, ou seja, com mais frequência que o primeiro profeta do islão, o próprio Mohamed. O Corão considera-o textualmente de concepção virginal por decreto de Allah.

A sua existência comprovada, avancemos em direcção do assunto do título.

Segundo sabemos, Jesus passou uma boa parte da sua vida pregando e muitos dos seus sermões foram transcritos. Alguns os mais conhecidos foram os seus ensinamentos na Galileia. Entre eles há um que 2.000 anos passados parece hoje dirigir-se especialmente aos portugueses em estilo parabólico para facilitar a compreensão ao atrasado povo judeu. Será que passados esses 2.000 anos os portugueses não estão tão atrasados como os judeus de então, pois que ainda nem as parábolas compreendem? O título postumamente atribuído a esse sermão é Os Falsos Profetas.


Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Pelos frutos, pois, os conhecereis.


Que de mais eloquente – mas simultaneamente simples como todas as parábolas – se pode aplicar aos políticos portugueses.

Que impedirá à carneiragem dócil de, por simples analogia com a parábola, dar-se conta de como os lobos vorazes dos políticos os papam como uma criança um rebuçado. Ou de julgar as árvores pelos seus frutos? Se aceitar a lógica de que árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos, como acreditar e aceitar que um criminoso cadastrado – uma árvore má – possa dirigir um país para o bem da sua população – obter bons frutos?

Ainda não compreenderam que a conclusão da parábola, Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo é a única solução que têm como alternativa. Que têm que correr com o mal à pedrada como se fazia e em alguns casos ainda faz no Próximo-Oriente.

Os portugueses não simplesmente estúpidos. Não compreendendo o que há 2.000 já se compreendia, são cegos mentais completamente tapados. Porém, há 2.000 anos já isso não era novidade, pois que pela história conhecemos que Jesus se limitou a compilar e pregar ensinamentos que no seu tempo já eram velhíssimos, alguns já de milhares de anos antes dele. Se os portugueses não têm capacidade mental para abranger tais simplicidades tão antigas, só podem ser considerados intelectualmente como abaixo de esterco da humanidade.

Os governos nacionais são formados por «gente menor», como ouvimos ao saudoso Prof. Hermano José Saraiva, mas parece que raros são os que o reconhecem. Gente reles e medíocre que se ofende quando se lhe apontam as suas malvadas acções de traidores do povo – da nação – e jogam com a palavra ética. Eles, os falsários e vigaristas que profanam a ética!

Há porém, outras causas da inércia nacional. Alguns se recordarão da época dos padres-operários e de como eles lutaram pelos direitos dos trabalhadores e alimentaram o espírito de revolta para uma justiça social mais justa (agora em avançada destruição em Portugal), principalmente na América do Sul. O papa João Paulo II não foi exactamente um padre-operário, mas desde os seus tempos de seminário que defendeu os Direitos Humanos contra os opressores e continuou a fazê-lo em Roma, nas suas visitas aos estados oprimidos e até à sua morte. Jesus também pregou no mesmo sentido, o que lhe valeu a morte. Não foi cobarde como os portugueses. Nem foi o único, mas é o exemplo mais conhecido de revolta contra a opressão.

Contrariamente a este princípio, a igreja nacional, chefiada por um cardeal cobarde, que por demais é um dos pouos patriarcas católicos, afasta-se completamente do caminho so Jesus que devia imitar, do infelizmente defunto papa e até do seu predecessor no patriarcado. A bondade que impregna Sua Eminência não deveria ofuscar a sua obrigação de imitar aquele donde deveria tomar todos os exemplos e ser o dono da sua mente e desejos. Sabemos que tal procedimento não foi o adoptado pela Igreja durante perto de um milénio, mas isso não justifica e condena o seu procedimento actual em muitos países, sobretudo após a reforma desse mau procedimento pelos dois últimos papas.

O D. Januário Torgal Ferreira é um bispo cujas palavras nem sempre têm merecido elogios. Porém, não se concebe que quando os merecem efusivamente, como quando se refere à corrupção, venha um representante da cobardíssima Conferência Episcopal afirmar que esta se alinha com a corrupção que ele ataca. Admite e aprova, declarando que é apenas a sua opinião pessoal. Ou seja, a Conferência Episcopal não considera que haja corrupção, nem roubo, nem abuso, nem injustiça, nem fosso social, nem nada no país contra que o D. Januário brama. Não estamos no Séc. XVIII (e nem que estivéssemos), pelo que esta Conferência Episcopal e este cardeal, príncipe de Igreja, estão a apoiar todos esses males descarregados em cima do povo enquanto murmuram palavras de misericórdia.

O mesmo se passa do lado da ignóbil jornaleiragem sobre este assunto, tal como com outros. Fazem longas reportagens em que tecem elevados elogios à solidariedade nacional aquando de qualquer angariação de dádivas destinadas aos que se encontram numa miséria profunda. Nessas reportagens e noticiários, esquecem-se de mencionar que aqueles que têm direito humano mínimo a alimentação e habitação estão na realidade a viver de esmolas enquanto o país se transforma num albergue de pedintes e outros têm que roubar para sobreviver. A manipulação da objectividade destas reportagens tenta impregnar a ideia de que as esmolas substituem vantajosamente a justiça social.

Tudo isto enquanto outros ainda se arrogam inconcebíveis privilégios, entre os quais a suprema prerrogativa e direito a não contribuírem para a desgraça nacional que provocaram, a não se submeterem aos cortes que aplicaram aos mais pobres, a aumentar os seus ganhos, etc. Uma sofisticada pouca vergonha que nem um rebanho de carneiros malcheirosos aguentava, que iam todos de abalada juntar-se às cabras montesas. Só portugueses.

O único método de redução da dívida externa limita-se estritamente a reduzir tudo [é uma lista demasiado longa para detalhar e bem conhecida de todos] á população sem diminuir ou sequer tocar nas despesas de abuso e de luxo dos governantes e dirigentes pagos pelo estado. Cortar nas reformas astronomicamente absurdas dos milhares de políticos no activo com pensões de reforma; a começar pelo Cavaco, o Relvas, a cadela-mor do parlamento, o governo e as câmaras municipais albergam uma inacreditável proporção de reformados, gente que suga o estado. Acabar com assessores e consultores de políticos e deputados e pôr estes a trabalhar. Acabar com todas as redes de parasitismo e clentelismo, as despesas com os ninhos de parasitas políticos de instituições e outras parcerias publico-privadas, as creches de emprego para filhos dos ladrões e sanguessugas, assim como um número infindável de outras despesas que apenas servem para enriquecer políticos malvados. Nada disto é feito, os roubos continuam de vento em poupa e a dívida é paga exclusivamente pelos que menos têm cortando os seus direitos e atirando com eles para a valeta da miséria, enquanto os ladrões se arrogam e conservam os privilégios de não contribuírem para a crise de que são autores e de roubarem impunemente. Milhares de milhões de euros roubados mensalmente. É um governo de ladrões e malvados que os portugueses mais do que cornos merecem por não os enforcarem e os aceitarem. Nada disto existe em qualquer país minimamente democrático. Que morram os cobardes.

No meio desta desgraça, filha duma desgraça mental ainda mais profunda, há um número que parece crescente (em estupidez também, como é evidente), que acredita piamente que o fim da miséria esteja próximo. Assim como na frase da parábola Pelos frutos, pois, os conhecereis, deveriam tirar duas conclusões. Uma é que pelo fruto das medidas governamentais em que os já parcos meios de recuperação foram destruídos conjuntamente com tudo o que era social e sem possibilidade de desvalorização da moeda, nem isso pode acontecer. A miséria está instalada e é para durar pelo menos gerações. A sangria e o desemprego continuarão a aumentar. A outra conclusão é tão evidente como a anterior: pelo fruto das obras dos políticos deveriam conhecer os autores. Porém, para os portugueses serem capazes de tirar qualquer dessas conclusões seria necessário que tivessem capacidade de reflexão e de análise e que soubessem distinguir a realidade do logro, e não é isso que se constata nos espertalhões com tão elevada auto-estima.

A miséria mental é tanto mais notável quando nas sondagens – ainda que estas não tenham mais que um valor relativo – se destaca o número daqueles que julgam que nenhum outro governo faria melhor. A pergunta objectiva seria se outro governo poderia fazer pior. Claro que seguindo os mesmos métodos nenhum governo poderia evitar uma grande queda, todavia sem provocar uma calamidade nacional, mas há outros. Por exemplo, aquele que tem sido afincadamente escondido, tanto pela coelheira governamental como pela jornaleiragem desinformadora: o caminho tomado pela Islândia para o domínio da corja política pelo povo seguido pela elaboração duma nova constituição pelo parlamento com a colaboração directa da população pela internet.

Também lá julgaram e tentaram fazer condenar o primeiro-ministro. O resultado do julgamento foi o mesmo que seria cá. O tribunal chegou à conclusão de que ele tinha efectivamente contribuído para o buraco financeiro do país, mas que a sua contribuição não fora senão uma pequena parcela que se inscrevera na cauda duma continuidade de maus governos em que ele tinha herdado esse buraco dos anteriores. Seria impossível que em tão pouco tempo e um só governo pudesse ter feito tal obra. Foi esta a conclusão oficial do tribunal islandâs que nos escondem. Manipulam as notícias ou ocultam-nos sempre os conhecimentos que podem ajudar-nos a compreender a cloaca em que jornaleiros e políticos nos guardam para que estes nos possam dominar facilmente.

Com este antecedente na Islândia, o governo coelhal não tentou, não tenta, nem vai tentar que o Sócrates seja julgado por isso. Iria remexer muita coisa e acabaria por recair em cima do verdadeiro coveiro nacional, o Cavaco, e fecharia duma vez para sempre comua ao Coelho, impedindo-o de continuar a afirmar que foi o governo anterior que levou o país à beira da banca rota. Assim, pode continuar com as suas desculpas sujas de sabujo e incriminações mal dirigidas.

Concluindo a parábola e seguindo os usos da região da sua origem não resta dúvida que correr com a corja à pedrada será o único sistema, dada a certeza de que pelo seu próprio pé não vão sair. Ou enforquem-nos nos pelourinhos, que foi para isso que foram construídos. Mas cuidado, que substituir uma corja por outra igual de nada serve, além de que mais cedo ou mais tarde ela voltará e continuarão a revezar-se indefinidamente sem que nada mude. A solução final, como o Hitler lhe chamaria, só pode ser a repetição do que o povo fez acontecer na Islândia. Em Portugal, isso inclui e impões a separação radical e completa dos políticos dos meios financeiros que dominam a política nacional e preovocam o fosso entre os mais ricos e os mais pobres, nalguns casos já desde o Séc. XIX (vídeo da RTP que inclui casos da corrupção cavaqueira).

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terça-feira, 26 de junho de 2012

As Contas da Coelhada
Um Ano de Certezas – Falhadas?

A coelheira governamental procura desculpas para justificar as descumunais discrepâncias entre os seus vaticínios que um a um têm caído todos por terra. Ter-se-iam realmente enganado nos seus cálculos, quando sempre mostraram a mais intemperada teimosia no absoluto da sua certeza?

Os fazedores e pasteurizadores de notícias-espectáculos, quando mencionam as afirmações dos corruptos dizem-nos que eles «estão convencidos». Repetem a expressão como qualquer vulgar inculto, os pedantes, mas com tanta merda que lhes sai da cloaca, podemos crer neles?

Não é de crer que o governo se tenha enganado. As contas, afinal, são de simplicidade elementar e mesmo que em aberto conluio, essa jornaleiragem nos tenha camuflado, o caso é que foram feitas vezes sem conta por eminentes economistas não nacionais – portanto não a soldo das corjas oligárquicas nacionais e sempre apresentadas pela imprensa especializada. As opiniões foram (e são) sempre unânimes e contrariam todo o marketing de banha da cobra da oligarquia da coelheira governamental. Não se leu uma que apontasse virtudes ao que ouvíamos da coelhada. Só quem não se importar de ser logrado ou mesmo até goste, pode ficar-se pelo que cá lhe impingem. Quem quiser saber mesmo, tem que procurar informar-se onde não haja filtros, que os lápis azuis estão bem afiados. A verdade, para quem se recorde, é que éramos mais bem informados antes da Abrilada do que agora. Talvez que o ditado «o fruto proibido é o mais desejado» tenha frutificado nesse sentido. Os jornalistas de 4ª classe de então também deixam muito a desejar aos doutores bestas que são os jornaleiros de hoje, não obstante muitas excepções que não são ouvidas.

O que é certo é que o que a o conhecimento sobre a actual miséria e destruição nacional não pode ser novidade nem surpresa para quem quer que saiba fazer cálculos dos mais elementares que qualquer rapazito da ex-terceira classe faria. Agora não, que precisam de maquinetas de calcular para «contabilizarem» 2+2. Análises sem conta de múltiplos economistas foram publicadas e até este blog traduziu uma, a qual previa e explica a actualidade. Daí que só degolados conseguirão acreditar que a coelheira governamental ignorava o único resultado possível do caminho que adoptou.

Ou somos tão estúpidos como eles nos fazem – o que não é tanto de admirar vendo como votamos neles – ou vemos que lhes seria impossível cometer tão monstruoso erro. Que aconteceu, então, que os incautos que emprenham pelos ouvidos em lugar de usar a mioleira não se deram conta, nem dão? Na realidade, são factos tão elementares que atestam a verdadeira incapacidade mental geral nacional. Inaptos para os mais simples raciocínios. Uma imaturidade política em grande escala, como se evidencia. Uma infantilidade que excede a imbecilidade. Impossibilitado de arrepiar caminho, de avançar, progredir, civilizar-se e aprender por outra das mais conhecidas razões que atrasam qualquer povo ou indivíduo: orgulho desmesurado (alcunhado de auto-estima) nos valores rascas que mais não é que uma venda nos olhos que lhes impede de reconhecer os erros a fim de os poderem emendar a sair da cloaca para onde os que os estimularam (ou chicotearam) e empurraram aqueles que disso se aproveitam, os roubam e enriquecem com a ajuda da jornaleirada que os protege, encobrindo-os e filtrando e manipulando notícias.

Afinal, podemos concluir sem sombra de dúvida e como «prova provada» que a coelhada sabia muito bem para onde conduzia o país, conhecia bem qual seria o desfecho. Em consequência, somos obrigados a concluir que tudo o que se passa foi planeado e arquitectado – propositadamente. Entre essas consequências, mas não só, incluem-se a miséria, a impossibilidade de muitos em adquirir medicamentos (a que as bestas pedantes, iletradas desinformadoras tomam por sinónimo de medicação), o disparo dos suicídios em flecha, famílias inteiras desempregadas, a subida do roubo por necessidade e todos os males consequentes e conhecidos.

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Universos Paralelos

A austeridade é precisa para suicídio económico.
Joseph Stiglitz 24-2-11-2011
Prémio Nobel de Economia — 2001


A austeridade tem de ser assumida como o caminho e a solução.
Miguel Relvas — 21-11-2011
Colador de cartazes e vigarista de renome


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quinta-feira, 17 de maio de 2012

O Desemprego dos Jovens

Não se passa um só dia sem notícias sobre o dito desemprego dos jovens. Estas notícias são autênticas, mas do modo como são apresentadas e o que nelas se esconde, não passam de falaciosas. É a desinformação normalmente gerada pela canalha jornaleira.

A realidade é que as leis feitas por bandos de ladrões permitem que as empresas expulsem os pais e dêem emprego aos filhos por ordenados muito inferiores, causando a miséria nas famílias. É o que se está realmente a passar. Sim, o desemprego jovem existe, mas é inferior ao que poderia acontecer, caso esta táctica não se tivesse tornado possível com a bênção do antro de pulhas que é a coelheira governamental. As provas abundam, mas a escolha de um dos maiores vigaristas conhecidos para ministro, o Corta Relvas, e um governo encabeçado por outro vigarista, condenado pelo Tribunal Criminal de Évora, são mais que eloquentes.

Outra faceta que conta, mas que em que não nos falam para nos desviarem a atenção para factos secundários, é que se o desemprego de jovens sem ou com poucas responsabilidades é mau, o dos adultos com famílias para sustentar é de longe muito mais grave. Escondem, mas qualquer pessoa sabe que se os pais estiverem desempregados os filhos sofrem; se forem os jovens a não terem emprego, mais ninguém sofre e ainda assim, se os pais mantiverem o seu emprego ainda lhes podem dar algumas migalhas que não terão no caso contrário. Até porque, em princípio, um empregado experiente é mais bem pago que um inexperiente.

Uma outra faceta é a inabalável manutenção dos sugadores do dinheiro público que são as instituições e fundações, verdadeiros albergues para parasitas improdutivos dos partidos que vivem exclusivamente à nossa custa.

Outra faceta ainda é o governo de bandidos estar desde o seu início a criar creches de emprego para os seus filhos, parentes, políticos, e amigos. Centenas de novos lugares/empregos foram literalmente inventados exclusivamente com esta finalidade. O costume não é novo, dirão, mas a promessa de mudança desse costume é. Salvo raríssimas excepções, estes novos lugares de «especialistas, assessores, assessores de especialistas, colaboradores de especialstas, adjuntos, assistentes técnicos, assessores técnicos e nomenclaturas semelhantes têm sido açambarcados pelos filhos da canalha parasita com idades inferiores a 30 anos. Acontece a nível nacional, em todos os ministérios. São estes os verdadeiros parasitas do governo e não o número de deputados calões que deveriam trabalhar com um número mínimo de assistentes de todo e qualquer tipo.

O bando da coelheira governamental e o Coveiro Nacional que destruiu os meios de produção do país, têm perdido imenso tempo em discursos e alusões vigaristas e da mais malcheirosa banha da cobra do tipo «O esforço de recuperação e os sacrifícios são a dividir igualmente por todos». Só os cegos mentais ainda não viram como estas afirmações estão a ser cumpridas. Os parolos emprenham pelos ouvidos e acreditam em tudo, até quando os estão a matar, que é o que se passa literalmente com o sistema de saúde. São domáveis e mansos e a corja está bem consciente dessa característica destes animais inferiores.

Em todos os países europeus que foram tomadas medidas contra a crise, políticos, governantes e funcionários reduziram os seus ganhos de acordo com escalões que começam em cerca 30%. Até a França, não tão fortemente atingida pela crise, baixa os ordenados dos seus ministros em 30%. A redução em Portugal foi de 5% e igual para todos – ridículo e autêntico gozo do Zé Povinho –, o que gerou uma ainda maior desigualdade. O que se passa não é só mais um roubo, mas uma afronta a uma população parola que se deixa gozar parvamente, sobretudo depois de termos ouvido tantas e contínuas alusões dos corruptos, como citado no parágrafo precedente.

Outra afronta recente à população reside na desigualdade de atribuição das ajudas de custo atribuídas aos funcionários e aos políticos em casos idênticos de deslocação.

Há quase uma década que alguns canalhas da corja que agora ocupa o governo preconizam a tomada das decisões agora em curso e que geram a desigualdade. Não é novo, estão a fazer aquilo que anunciaram sem mentir. Apenas mentiram, como sempre, durante as eleições porque sabem que o povo é estúpido e amnésico, iria ignorar as intenções que há tanto proclamavam: aumento da miséria para os mais pobres e maiores ganhos para os mais ricos. O alargamento da já maior fossa entre ricos e pobres da UE. Se os amnésicos se deixaram enganar é costume, e a coelheira governamental está apenas a aplicar a doutrina que tem vindo a anunciar abertamente há já tempo suficiente para ser conhecida.

A população continua a aceitar toda a merda que lhe é dada a comer. Acreditaram que «Portugal não é a Grécia», como se a Grécia fosse um país do Extremo Oriente ou que o que originou a sua catástrofe não tivesse sido a mesma destruição dos meios de produção enquanto outros países os incrementavam, o mesmo desgoverno e a mesma corrupção que originaram a portuguesa. No entanto, os gregos já começaram a tomar algumas medidas que os portugueses domados por uma desinformação jornaleira que lhes mente e esconde o conhecimento continuam incapazes de seguir. Os mansos morrerão enquanto os predadores dos partidos lhes chupam os ossos impunemente com belas palavras de que «os sacrifícios são para todos». Mais do que merecem a sua sorte, ficarem sem casa, sem comer, sem tratamento, atirados para o covil dos lorpas como o lixo que na verdade são.

As mentiras constantes sobre as acções do governo benéficas para a economia verificar-se-ão a seu tempo, tal como anunciado neste blog. O descalabro, as opiniões dos economistas mundiais e independentes sobre o caminho de Portugal, o aumento do miséria, a impossibilidade de reduzir o défice deste modo, o desemprego a ultrapassar os 20% pelo final do ano, etc., tudo isso acontecerá impreterivelmente apenas porque é onde leva este caminho.

Uma pequena nota sobre uma assunto que não é objecto do presente, mas que é básico e fundamental, também escondido com verdadeiro afã, sobretudo pelos neoliberais e pela ralé jornaleira desinformadora. A culpa primeira da crise é a dívida monumental dos EUA (ex.: há mais de 20 anos que a China, segundo a Newsweek, é praticamente dona dos EUA) e o ataque ao sistema social europeu e ao euro, que tanto incomoda os norte-americanos, aproveitando e agarrando-se aos maus resultados que alguns países obtiveram graças à corrupção, incapacidade e má administração de alguns governos.

Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.

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quinta-feira, 29 de março de 2012

«Mentir É a Minha Profissão»

Ou «Mentir É a Minha Vocação». Este título é o mais apropriado e a única conclusão possível para quem tenha ouvido o Coelho, esteja ao corrente da realidade das circunstâncias económicas e financeiras nacionais e conheça as opiniões da totalidade dos economistas mundiais, de renome ou não.

Mesmo falando como um estropiado, assassinando as concordâncias, os tempos dos verbos e eliminando pronomes clíticos para convencer a maioria iletrada, costume rasca que nos vem já do Mário Soares, merece um grande aplauso (Note-se como os hábitos que produzem votos são adoptados por todas as oligarquias, independentemente das suas cores – como a intenção de ludibriar é comum).

A falsidade empolada do primeiro-ministro – com base numa sólida perfeição na desonestidade e hipocrisia, reconhecidas em tribunal – demonstra a incapacidade do governo em tirar o país da crise que o Cavaco originou com a sua destruição do tecido produtivo nacional, pelo caminho que adoptou; que se aproveita da situação para implantar os princípios neoliberais do novo PSD, tal como há anos apregoados pelo Cagão Feliz, Manela Leiteira e sabujos acólitos (ninguém os ouviu?); que quando existem outros métodos para atacar a crise e se ataca a população em geral deste modo, isentando os partidos, os magistrados e os mais ricos – precisamente aqueles que conduziram o país onde ele hoje se encontra –, o seu procedimento é condenável por traição. Noutros tempos seria arrastado pelas ruas atado a um cavalo e enforcado junto a um pelourinho para exemplo. Não se exceptua, pois, o dever de substituir o cavalo por um veículo moto-mecânico nem que traidores deste calibre se pendurem a uma das estátuas daqueles que em tempos defenderam o país, alguns com a própria vida.

O modo como o miserável mente atesta a o profundo enraizamento da mais escabrosa falsidade e desonestidade, já encontrados pelo tribunal criminal de Évora. O modo como o novo PSD quer destruir os serviços sociais com a desculpa do necessário para desenvolvimento, às qualidades anteriores acrescenta a incapacidade e a malvadez. Porque existem outros meios e porque os escolhidos estão condenados ao fracasso.

Com a caixinha de conluio entre jornaleiros falseiros, por um lado, politiqueiros corruptos de meia-tigela, por outro, não é possível à grande maioria da população conhecer nem as apreciações dos economistas estrangeiros sobre o que vai acontecer ao país pelo caminho tomado pelo governo, nem sobre os resultados obtidos pelas suas medidas nalguns países em estado semelhante, nem o que a esse respeito preconizam e recomendam os economistas que não estão vendidos aos partidos nacionais.

Portugal não é a Grécia? É só ver onde as políticas económicas deste governo nos vão conduzir em linha tão recta que todos a quem não tapem os olhos o vêem. Como economistas dignos desse nome prevêem o futuro do país simplesmente em óbvia consequência das medidas que este governo tomou para matar a maioria dos portugueses enquanto outros se vão enriquecendo.

É fácil ouvirmos a jornaleirada a martelar-nos, diariamente e sem descanso, com as imposturas e falsidades das máfias oligárquicas nacionais. É difícil procurar conhecer na internet como se pensa e faz, e quais a verdadeiras consequências noutros países, mesmo europeus. Todas as informações são filtradas. Pior do que o dito lápis azul porque nesse tempo os jornalistas não eram jornaleiros imundos e desinformadores e como as informações políticas eram censuradas, eles esforçavam-se verdadeiramente por informar e conseguiam-no. Agora é precisa e literalmente o contrário. É uma desinformação a todo o vapor por uma desenfreada banda de cavalgaduras rascas e ignóbeis.

É valendo-se destes factos, simples mas determinantes, que as oligarquias injectam as suas ideias infectas nas massas ignorantes. Ignorância propositadamente infligida pelo conglomerado info-político, em que vivem um do outro e para o outro, defendendo-se mutuamente com uma ilusória algazarra de permeio para distracção das massas. Vimos bem como na entrevista do Coelho a esparvante da Judite Sousa, repetiu perguntas desnecessárias com um fingido ar malicioso, mas sem jamais perguntar o que importa: – Como justifica o governo as negras previsões de famosos economistas mundiais, entre tantos outros, sobre onde o caminho escolhido por este governo nos vai levar e em diametral oposição ao que ele afirma?

De igual modo, a razão do partido para destruir o sistema de saúde só pode ter as mesmas origens: incompetência e malvadez. É certo que o modo como esse serviço está concebido e funciona baseia-se em princípios errados ou mal aplicados (neste caso se comparados a países onde ele foi há muito adoptado com êxito). A este conhecimento acrescente-se que existem países onde o sistema de saúde é 100% privado, 100% igual para todos sem uma única excepção, 100% democrático e que para os que não o podem pagar é o estado que paga as suas quotas e comparticipações. São factos actulíssimos.

Uma prestação nacional totalmente privada, e tanto os ignóbeis vigaristas oligárquicos como a canalha desinformadora permanecem mudos como pedras. Se eles apregoam que deve ser privado e não o fazem é para poderem permitir os enormes lobbies da saúde, que não existem nos países com nenhum sistema, mas que cá nos podem roubar à vontade. Um exemplo que a maioria pode conhecer é o da Suíça, por tantos lá terem familiares emigrados. No entanto, pouco nisso se fala, pelo que os monstros de moeda-falsa se aproveitam para continuarem a impor as suas ideias destruidoras. Incompetência ou malvadez ou ambas, o certo é que continuam a matar gente em plena impunidade.

Dizem, repetem e aplicam que o estado não pode pagar tantos subsídios a toda a gente. Pois não, têm absoluta razão. Só que não fazem como nos países em que se pagam poucos: as pessoas ganham o suficiente para não terem necessidade deles. Em vez de começarem pelo princípio e fomentarem o desenvolvimento por competência e qualidade na produção, criarem as condições para se viver melhor, cortam e põem a maioria na miséria. Note-se que têm razão quanto aso maus hábitos de mândria e que é necessário pôr a população a trabalhar em lugar de ocupar o lugar do emprego (há muitos anos aqui defendido), mas que os estão a querer resolver de modo que mais errado seria impossível.

Foto do Kaos antiga. Entretanto cresceu mais.

Parabéns Coelho, que ouvindo-te falar pela nossa desinformação nos convences. És um mestre em vigarice reconhecida pelo tribunal criminal de Évora e consegues superar o teu indesejável predecessor em quilómetros. Mereces um estrondoso aplauso pela mestria que demonstras. Noutros lados dar-te-iam a corda, mas cá consegues ser um rei. O rei (ou o chefão) dos ladrões é sempre o maior ladrão de entre eles.

Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.


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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Os Carneiros Pagam a Crise Provocada Por Políticos e Agiotas

Quantas vezes ouvimos o primeiro-ministro e outros ministros da oligarquia governamental – excepto o da economia (porque será?) – e até o coveiro de Portugal afirmarem que os sacrifícios decorrentes da aplicação do plano capitalista que dá o nosso dinheiro aos bancos é para todos. Será mesmo? Será o que se está a passar ou estaremos a ser mais uma vez vítimas do roubo descarado das máfias políticas?

Os portugueses estão habituados ao fanatismo partidário, pelo que sempre desconfiam com razão, mas mal, pois que excepcionalmente se escapam a cair como parolos nas artimanhas das oligarquias políticas. Acreditam mesmo que o dito Movimento para a Democracia Directa, iniciado por um pequeno punhado de gente honesta, não esteja comido pelo partidarismo sectário que se aproveitou desse movimento como o lobo na história do capuchinho vermelho. É verdade que ainda lá continua uma parte de democratas honestos, mas a malvadez dos outros destruiu a louvável obra dos seus fundadores. Que miséria! E há quem se que os políticos procederem de forma tão semelhante.

Esta artigo é uma sequência lógica de outros anteriores que nos avisavam sobre o que este presente viria a ser. Sobre a fonte de todos os problemas do país. Dada a desconfiança e simultânea incredulidade, muitos têm acusado estes artigos como partidaristas, tanto como atacam as más acções dum governo como as de outro de suposta – mas não verdadeira – ideologia diferente. Afinal, o que interessa não é a ideologia dum qualquer partido, mas o que ele faz pela nação ou contra ela, e neste país há muito que só se vê destruição. Os discursos dos mafiosos não passam da mais barata e ordinária banha da cobra, que convencem a maioria numa conjuntura criada com a imprescindível ajuda da jornaleiragem dominada por um conglomerado financeiro selvagem que filtra, modifica e fabrica as notícias para que estas defendam os sus interesses, aos quais as corjas oligárquicas se associaram.

Ter feito compreender a população que não necessitava mais de trabalhar por ter aderido à UE foi um crime. Deram-se-lhe os fundos de coesão que não foram directamente para os bolsos da máfia cavaquista (mais tarde também para outras máfias) em lugar de as usarem para preparar o seu futuro, agora, evitando a miséria que se vive. Simultaneamente, destruiu-se todo o tecido que de algum modo desse lucros ao país ou pudesse ser exportado. Se confrontarmos um gráfico dos montantes dos fundos de coesão recebidos da UE ao dos montantes do empréstimos contraídos pelo país, até um cego consegue ver e compreender que são simetricamente opostos, completando-se e provendo ao país a mesma liquidez que lhe permite continuar com a vida de meio-luxo sem trabalhar nem produzir. Estes gráficos juntos formam um par inseparável. Qualquer um deles apresentado sem o outro serve unicamente para iludir e ludibriar a quem os veja viúvos.

Se todos os governos seguiram esta mesma linha, como defender um contra outro, neste assunto específico que compreende ainda a falta de restruturação dos meios produtivos, sem isenção de partidarismo? Todos induziram os portugueses a endividar-se e a dar o seu já pouco dinheiro aos bancos. Todos permitiram aos bancos assaltarem a população e extorquirem-lhes o que pouco tinham, até perseguindo-os com ofertas aliciantes para lhes sacarem ainda mais. Todos os governos o fizeram ou o permitiram, pelo que todos são culpados sem excepção, embora tudo tivesse começado pelo Cavaco, o carrasco do povo e o seu coveiro. Donde se vê a estupidez crassa e espírito suicida de quem o elegeu por duas vezes. O Arrebenta, que conhece bem este processo e tão magistral e fielmente o documenta, parece recear fazer esta última afirmação.

O ditado «cada povo tem o governo que merece» exprime aqui todo o seu significado. Se este povo continuar a julgar-se inteligente e esperto e que ninguém o engana, jamais se libertará do jugo daqueles que vivem precisamente para o enganar e roubar e que jamais quererão deixar de o dominar. Há dois caminhos para aprender: ser ensinado ou aprender pelos seus próprios erros. Para o segundo modo, porém, é imprescindível que se compreendam e admitam os erros. O orgulho que por cá se encobre com o epíteto de auto-estima tem como único resultado cegar as pessoas, impedindo-as de progredir por não saberem como ao não compreenderem os seus erros e como são atrasados e tansos. Como almejar progredir quando já se tem a si mesmo como melhor que todos?

Analisemos a desgraça para onde o país está a ser levado e se tivermos cabeça, sabedoria, compreensão e espírito democrático, ajamos em lugar de apoiarmos greves desnecessárias, estúpidas ou abusadoras, como as recentes dos ferroviários, já melhor pagos que toda a população em geral e que nos emmerdam (galicismo comum) a vida. Não têm razão de ser e há outros modos de luta mais eficientes e que envolvem toda a população e não apenas um sector marginal como este.

As mentes nacionais têm sido estreitamente controladas pelo que se lhes conta e dá a conhecer ou pela banha da cobra da corrupção política, por uma jornaleiragem imunda e indigna duma profissão que foi nobre, mas que, com algumas excepções, deviam ser passados a fio de espada. Ajudar a atirar um povo para a miséria, dizendo e revelando, modificando ou inventando tudo o que ajude a pôr e a manter uma grilheta mental de que as máfias oligárquicas têm a chave.

Que nos tentou impingir o criminoso do Coelho durante as eleições e obteve êxito junto duma maioria de retardados mentais? Porque o que era necessário, não era substituir um qualquer governo. NÃO era substituir a merda por excremento, mas controlar quem no-la tem dado para que não se continuasse na mesma dança macabra que, evidentemente, continuou. Se não se fez absolutamente nada para acabar com ela, que se esperava? Porque se queixam, então agora, se votaram e elegeram os mesmos? Porque dum partido ou doutro, são iguais: ladrões impunes. Não têm o que escolheram? Se até elegeram um cadastrado… Que gente piegas!

Que nos tentou, pois, impingir esse vigarista durante as eleições para sacar votos aos retardados mentais que se julgam espertos e com maturidade política? Será tão difícil de compreender que mudar governo só muda as moscas. Quanto mais querem sofrer os masoquistas até aprenderem?



Vale realmente a pena o esforço de guardar algumas provas. Há listas de promessas muito mais longas.

Vejamos como são fieis ao que afirmaram e emagrecem o estado.


O Vigarista, ladrão e ordinário do Relvas seguiu na mesma linha.



A lavagem cerebral é o método mundialmente seguido por todos os políticos, até em países democráticos. Porém, com as populações com maior maturidade política, é mais sofisticado e nem raramente pega. Um exemplo que o demonstra é a banha da cobra dos políticos suíços para convencerem o povo a aderir à UE, que de poucos em poucos anos o vai tranquilamente rejeitando sistematicamente em todos os referendos que se vão repetindo. Perderia a voz, o direito a se pronunciar sobre a adopção das directivas europeias que o governo poderia aplicar sem os consultar, como foi tentado na Islândia. As oligarquias não consultam os seus cidadão, dissidindo mesmo contra a vontade do povo que não é soberano.

Como se enriquece roubando um povo que se mantém numa profunda miséria. A distribuição da riqueza e dos sacrifícios da crise que eles criaram e que a mundial apenas a agrava.

Há mortes que vêm por bem quando salvam outras vidas.


O governo de coligação do Manel Barroso nomeou-a provedora da Stª Casa da Misericórdia de Lisboa e ela não perdeu a oportunidade de matar tantos pobres quanto pode. Veja-se aqui o que se passou na altura. Vários artigos foram escritos sobre como esta malvada que assassinou tantos pobres, uma oportunista que saltitava de partido para partido consoante onde se encontrasse a bola. A sua morte, infelizmente, eliminou um dos maiores inimigos dos pobres.

Serão realmente para todos?



Cada um rouba à sua maneira, é a liberdade – deles, que nós «não temos voto na matéria» e só podemos falar para desabafar.

Como se enriquece roubando o povo e metendo-o numa profunda miséria. A distribuição da riqueza e dos sacrifícios da crise que provocaram e de que são os responsáveis directos, que a nossa nada tem a ver com a outra, que apenas a agrava.


«Os sacrifícios são para repartir por todos. Todos devem contribuir.»

Quantas vezes ouvimos isto? Quantas vezes nos mentiram para nos fazerem uma lavagem cerebral, para acreditarmos a miséria que nos impõem sem reclamar? É o que temos ouvido até à exaustão. O mais elementar truque de marketing e de hipnotismo que sempre resulta em espíritos fracos. É o que se passa também com o «piegas», com «no interesse de Portugal», etc., mas para as máfias oligárquicas o interesse de Portugal não é os portugueses, é as oligarquias.

Haverá ainda quem acredita nessa burla? Vejamos as provas reais de que os sacrifícios são realmente a repartir por todos e de que todos devem e estão a contribuir, mesmo como o desemprego a aumentar.

Para começar, os empregados duma série de empresas do estado foram logo de início excluídas da obrigatoriedade de comparticipação na miséria. Não são nacionais! Numa lista quase sem fim incluem-se os deputados, os políticos, o banco de Portugal, a TAP, a ANACOM, a Telecom, etc.

Em Portugal há mais de 3.000 gestores. Os ganhos totais rondam os M€ 261. Se os 3.000 gestores tivessem um limite de € 5.000/mês custar-nos-iam M€ 210 (@ 14 meses/ano). Poupar-se-ia mais de M€ 51. Porquê e para quê, se o Zé Povinho paga?

O presidente ganha, não 21 salários mínimos, mas 21 salários médios. Mais que o vice- presidente dos EUA e quase tanto como a Angela Merkel.


Presidente dos EUA ±€ 292.000 ($400.000)
    Presidente da TAP ±€ 625.000 (>dobro, 58 salários médios;
Vice-Presidente doa EUA ±€ 152.000 ($208.000)
    Um simples vogal da TAP ±€ 483.600 (>triplo).


Um biltre bem conhecido. Só para recordar aos esquecidos. Enquanto tantos estão a perder as suas casas, a este estamos a oferecer vários prédios por ano.

Quinta da Fonte Santa, Caneças.
Porque não? Mas não da nossa carteira.
Isento de contribuir para a crise, nós pagamos a parte deles. E as do outros, de todos eles.

As despesas das empresas públicas não são controladas para aproveitamento das máfias oligárquicas. Faz parte do branqueamento da corrupção.

Os ordenados de empresas públicas não são limitados para as máfias oligárquicas poderem continuar a enriquecer com o nosso dinheiro de miséria. É parte do branqueamento da corrupção.

Os deputados do PS e do PSD demoliram uma petição popular para controlar os ganhos dos gestores públicos. Acabaria essa parte do branqueamento da corrupção: eles perdiam um modo de roubo. Foi em Fevereiro de 2011, em que o PSD ladrava contra pela porca comua do Macedo ordinário, mas que votou em peso a favor. Quase exactamente um ano depois votou a favor, mas introduziu várias excepções.
Sabem porquê? Os jornais não disseram, temos que pensar por nós mesmos.


A existência de privilégios e regalia de políticos, magistrados e juízes atestam a inexistência de democracia e são as características das oligarquias, sobretudo quando eles tampouco merecem uma pequena parte do que açambarcam. A corrupção nos juízes e magistrados é das maiores no país e a maior da UE: recebem mais que todos para se desinteressarem de investigar os políticos que lho dão para os calarem. É um verdadeiro «toma lá, dá cá». Têm as maiores pensões, mas sob proposta do PC, os f. da p. do parlamento aprovaram por unanimidade a sua isenção de qualquer contribuição para a crise. «Os sacrifícios são para repartir por todos. Todos devem contribuir.» É evidente. Paga, povo carneiro, sangra! Dizem-se representantes do povo; não queremos essa representação, queremos que os mandatários obedeçam aos seus mandantes. Os subsídios cortados à população continuam a ser usufruídos pela corja política, agora mascarados por outro nome.

De acordo com o costumeiro conluio, as televisões falaram bem baixinho sobre a isenção na justiça. Na nova nomenclatura dos subsídios à corja política nem tocaram.


As taxas moderadoras provam a igualdade ou desigualdade democrática. É o que a oligarquia governamental diz ao povo de basbaques porque sabe que eles em tudo que lhes impingem acreditam sem pensar nem contar. Os pobres nem contar sabem, por isso que a jornaleirada pedante substitui contar por contabilizar. Aprecie-se atentamente, no quadro seguinte, a justa repartição da riqueza (ou da miséria). Como, sub-repticiamente se tira aos que menos têm para dar aos que mais têm, verdadeira justiça social e auxílio aos mais necessitados, com que o Coelho tem a bocarra cheia em cada vez que se digna vigarizar-nos.


Os pobres miseráveis crêem piamente nos seus algozes. Por isso que estão a fazer conta com uma pequena melhoria já a partir do fim deste ano. Embuste que a oligarquia lhes atira constantemente à cara para os manter tranquilos, por receio que o povo se agite e eles serem corridos. Pobres pacóvios que nem imaginam o que os espera. Por muito que a corja governamental afirme que Portugal não é a Grécia, a realidade é bem diferente da sua banha e fácil de conceber.

A corrupção política não é inferior à da Grécia. A Grécia também destruiu o seu tecido produtivo e a Alemanha ainda lhe deve uma pesada indemnização de guerra pelo que lhe destruíram, acordada após a rendição incondicional da Alemanha no tratado final, em Yalta, após a guerra. Mesmo assim, vemos como os tratam. A Grécia foi a região intelectualmente mais desenvolvidos de toda a antiguidade, oriental ou clássica, simultaneamente o berço da democracia e da oligarquia, representados por Atenas e Esparta, respectivamente, e o único povo que os romanos não tratavam como bárbaros. Os bárbaros germanos conquistaram Roma no Séc. V.

A crise grega, ainda que igual à portuguesa, teve início antes, pelo que se pode analisar esse passado recente e saber o que nos espera. A origem é absolutamente comparável, apenas o montante da dívida da Grécia sendo superior. Vimos que o resultado das medidas tomadas na Grécia – iguais às tomadas pelo oligarquia nacional, que optou pela miséria da população em lugar do desenvolvimento produtivo – resultou no aumento da dívida nacional grega. Sem desenvolvimento da produção não pode haver recuperação. Como esperar um resultado diferente para Portugal, copiando essas medidas? por demais, tendo-se os portugueses tornado mandriões e com uma produção muito inferior à da média europeia, também devido ao roubo e mau uso dos fundos de coesão já do tempo do Cavaco, como chegar a outra conclusão? Isto não explica a corja, é só bla-blá-blá e carradas de banha. Porquê? Sabem que os parolos imaturos tudo engolem. A gordura da banha fá-los engordar e adoecer, mas disso ninguém parece dar-se conta nem importar-se.

As bases do desenvolvimento e também da democracia, são a instrução, a saúde, a justiça, a segurança social, as comunicações, o trabalho e a eliminação da burocracia. Tudo que está a ser destruído ou desprezado. As restantes medidas de que nos falam é simples impostura e demagogia propagandista.

Alguns governantes na UE juntaram-se para que ela promova o desenvolvimento e diminua a austeridade. O Coelho não fez parte. Reflicta-se.

Este governo, ao seguir passo a passo as pegadas da Grécia, em lugar de fomentar o desenvolvimento do país para aumento de lucros, destrói a sociedade e faz pagar os que menos têm, conservando quase tudo aos mais ricos. Sem desenvolvimento das fontes de sustento e de exportação, qualquer um, por mais ignorante que seja em economia, mas que não ouça a banha da cobra da coelheira governamental adivinha o que o espera. A noite de miséria que se aproxima vai ser negra, longa e profunda. Muitos daqueles que reflectem um pouco crêem mesmo que será para sempre (ver sondagem). O futuro longínquo sobre este caso é dificilmente preconizável porque será influenciado por acontecimentos exteriores. Dada a inerente personalidade de carneiro do povo, incapaz de tomar conta dos políticos e dominá-los, o vaticínio expresso na sondagem pode bem concretizar-se, mas menos de dez anos de profunda miséria certamente não será. Se assim é, é apenas por o povo ser dócil e ir para onde a vara o toque, porque na Islândia isso não aconteceu nem jamais aconteceria.

Nos próximos tempos o desemprego vai disparar como um tiro, mostrando as consequências funestas de que todos da coelheira e jornaleiros em conluio escondem. Famílias inteiras sem trabalho nem fonte de sustento de vida. A miséria, a fome e o roubo para sobreviver. A doença devido ao massacre nesse campo. As manifestações infrutíferas por o povo não ter vontade firme e a cacetada duma polícia incapaz e sem treino apropriado vão-se suceder.


Imagens da Internet e do jornal O Diabo.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).
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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Os Carneiros Pagam a Crise Provocada Por Políticos e Agiotas
Parte I

Quantas vezes ouvimos o primeiro-ministro e outros ministros da oligarquia governamental – excepto o da economia (porque será?) – e até o coveiro de Portugal afirmarem que os sacrifícios decorrentes da aplicação do plano capitalista que dá o nosso dinheiro aos bancos é para todos. Será mesmo? Será o que se está a passar ou estaremos a ser mais uma vez vítimas do roubo descarado das máfias políticas?

Os portugueses estão habituados ao fanatismo partidário, pelo que sempre desconfiam com razão, mas mal, pois que excepcionalmente se escapam a cair como parolos nas artimanhas das oligarquias políticas. Acreditam mesmo que o dito Movimento para a Democracia Directa, iniciado por um pequeno punhado de gente honesta, não esteja comido pelo partidarismo sectário que se aproveitou desse movimento como o lobo na história do capuchinho vermelho. É verdade que ainda lá continua uma parte de democratas honestos, mas a malvadez dos outros destruiu a louvável obra dos seus fundadores. Que miséria! E há quem se que os políticos procederem de forma tão semelhante.
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