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quinta-feira, 16 de abril de 2015
segunda-feira, 10 de março de 2014

Correio da Lola - "Querida Lola, tanto, tanto, mas tanto, polícia... e tão mal educados..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Querida Lola:

Moro na Rua de São Bento, e ando apavorada, todos os meses há multidões de arruaceiros a descer a calçada, eu sou uma mulher séria, limpa e honrada, os meus gatos deitam-me as unhas e rasgam-me os reposteiros todos, de cada vez que eles se põem aos uivos nos megafones, mas acho que esta última manifestação dos polícias ultrapassou todos os limites da boa educação... e andamos nós a pagar dos nossos impostos esta pouca vergonha, a uivarem como animais, quando deviam era ir silenciosos, e de braço no ar, a agitar lencinhos, como eu e o meu defunto  fazíamos, sempre que íamos à Procissão do Adeus, no santo lugar da Cova da Iria.



Almira Ameixoeiro, Rua de São Bento, Lisboa



Querida Almira:

Compreendo a sua posição de beata, séria, limpa e honrada, embore acho que devesse ler mais os livrinhos da falecida Fina d'Armada, para perceber o enorme embuste em redor daquele dia em que a Santa com Cara de Saloia dançou, de bunda alçada, um bruto ragtime com o solzinho. Creio que posso responder à sua carta, porque, mal me cheirou a manifestação de homens fardados, fui como uma desvairada, por ali abaixo, à paisana, a ver se tanta adrenalina junta me dava a valente foda com que ando a sonhar, desde que os dinossauros povoavam a Terra... Sim, querida, estive na escadaria da Assembleia "Nacional", também uivei que nem uma cadela, e quando os machos começaram a querer galgar os patamares, meti-me logo no meio, para ver se apanhava a maré de ambos os lados, que, infelizmente, só tenho dois, o de trás e o da frente. Ali, sim, meu amor, vivi emoções ímpares, muito melhores do que os enxertos de porrada entre as claques do mafioso Pinto da Costa e os seguranças assassinos da "Noite Branca". Creio que aquela confusão deve ter sido equivalente ao momento opaco que o Universo atravessou, quando, depois do Big Bang, ficou no mesmo estado de cadeirinha de rodas do Steve Hawking, aliás, para mim, muito mais do que um Big Bang, aquilo foi um bruto Gang Bang, em que eu me senti como uma caniche cona, a aproveitar a confusão daquelas nucas todas rapadas, cheias de músculos, a entalarem-me o bastão todo nas nalgas, e quando me cansava do do meio, estendia o cu todo para trás, para a esquerda e para a direita, e lá vinha outro, da GNR, daqueles de botas, e eu estimulava-o todo, "vamos, meu macho, empurra-me por detrás, que é para eu ser esmagada pela frente...", e deitava a mão aos bastões daqueles garanhões da Guerra das Estrelas, treinados para nem mexerem um músculo, enquanto eu lhes tateava as braguilhas..., vije maria, se fosse coisa para sentir, não havia ali nada que não sentisse, e fiz o teste do algodão a todos eles, graças a deus que os nossos impostos vão diretos para pagar estes pesados pares de colhões e varas latejantes, em vez de andarem a pagar as reformas douradas dos alzheimerizados do BPI e do Banco de Portugal. De vez em quando, virava-me para o lado, para ver se a Teodora Cardoso também estava a ser ali toda encavada, mas essas já só sentem a grossura dos orçamentos retificativos, porque já não têm o vigor da traveca, aquele ímpeto do dá-me tudo, que eu preciso de ainda mais!..., e até fiz estudos de anatomia comparada, de cada vez que era empurrada para uma nuca redonda, e confirmava que os redondos a têm mais curta e grossa, enquanto os de rosto comprido são mais tipo lampreia à moda do SEF, farinheira de Choque, paio negro de Intervenção, salsicha Judiciária, chouriço de sangue do GOE e a célebre paiola Prisional. Um cozido à portuguesa, querida, onde, com tanto chouriço, me competiu a mim, a traveca, fazer de repolho e lombardo, e ser rodada por todos eles, como uma batata mole. Há que anos que eu não me sentia tão bem, e só recordo os momentos mais altos, em que aquele, de pulseira eletrónica, me empurrou, e disse, ou sobes a escada, ou eu dou-te um enxerto já aqui, e eu, toda aguada, só lhe dizia, claro que subo a escadaria, mas podes dar-me o enxerto à mesma, para eu me sentir a tua esposa, violentada domesticamente, em plena rua, e sempre que a maré subia, lá me agarrava aos bastões, os de carne e os outros todos, que a emoção é mesmo tentar ver o que fica mais rijo, se o que entesa pela pressão, se o que já vem teso da fábrica... Graças à santa que as gravações não metiam audio, porque gemi tanto, gritei tanto, soltei tantos palavrões e simulei tantos orgasmos, enquanto pedia que me empurrassem toda, pela frente, por detrás e pelos lados, volta não volta, escorregava, e ficava à altura daqueles cinturões, e lá vinha um Corpo de Intervenção que me empurrava a cabeça toda para a braguilha do seu colega blindado, tenho o pescoço completamente cheio de marcas, de equimoses daquelas caneleiras de polietureno a empurrarem-me as cervicais para os regos inguinais, virgem maria, se há paraíso, foi o que eu vivi ali, eu e a Suricata da Assembleia "Nacional", que parece que recebeu uma delegação dos melhores machos, que lhe devem ter dado uma "geraldina" de tal ordem que até hoje não se sabe o que se passou por aquelas portas dentro!... Agora, deixe que lhe confesse uma coisa: se a guerra é guerra, e entre tantos cacetes, tantos túbaros, tantas botas para lamber, tantos cinturões de couro para agarrar, tantos embuçados que se esfregavam com a força toda, o momento mais decadente foi, infelizmente, quando um daqueles "apossentados", sem vergonha, com a reforma toda cortada, em vez de me dar aquilo de que eu precisava, me começou a meter a mão por debaixo das saias, para tentar tatear o meu clit atrofiado... Aí, querida..., não..., não resisti, e exerci o meu direito de indignação, descalcei o salto alto, e dei-lhe com ele com toda a força no focinho: era o que faltava, no tsunami dos machões, aparecer-me uma fardada passiva, para me humilhar, no meio daquela multidão!... Só me faltou perguntar se era grosso, o nojento!... Acho que não lhe estou a mentir, tanto que o momento em que lhe dei um enxerto de porrada e ele teve de ser levado em braços, passou em todas as televisões, desde a SIC-Bilderberg à Euronews. Não, querida, há limites para o que uma "mulher" pode, e deve suportar... Agora, quanto à Procissão do Adeus, acho que tem razão, filha, isto foi o começo da Procissão do Adeus do regime de corrupção generalizada, que se instalou desde o primeiro 25 de abril até ao seu quarentésimo aniversário. Uma coisa me ficou a faltar: não ter podido jogar a mão aos bastões da tropa de choque da GNR: só de ver aquelas boinas vermelhas me escorria toda de umidades..., mas acho que brevemente vou ter mais sorte, porque esta semana há mais, vai ser a apoteose das fardas, e só espero ter pele suficiente para aguentar um novo embate desta virilidade fardada, que nos vai libertar dos interesses estrangeiros que se apoderaram da Nação. Quanto a si, se não está satisfeita, filha, agarre nos gatos, e, em vez de lhe estragarem os cortinados, ponha-lhes as línguas a passarem-lhe a pano de chão aquele seu hangar onde o seu esposo nunca mais fez entrar o avião... Kisses, e cuide-se.
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O polícia do Daniel, da Madeira, é muito bom!...

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Correio da Lola - "Também já há carne de cavalo no Conde Redondo?..."

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Dedicado à Claudia Girelli, com o atraso todo do aniversário (tenho muitos homens para mamar, querida...)



Querida Lola:




Cá em casa andamos muito preocupados, com a crise da carne de cavalo. Pensámos que isso estivesse a minar a dieta do Conde Redondo, e achei que só a querida nos poderia informar sobre se é verdade...


Raquel Rocheta, Rochedo do Pedófilo



Querida Raquel:



Ia-lhe dar a resposta mais curta da minha vida, e vou dar: no Conde Redondo, nós não temos problemas de carne de cavalo, antes tivéssemos, filha... O nosso problema é que, quando eles aparecem, naqueles carros transformados, vidros fumados, que baixam, para vir lá de dentro um cheiro a charros e a machos, eu penso logo: "cá vem cavalão, lá vou em acabar nas urgências de Santa Marta, como antigamente, com a "marquise" toda arrombada..." Engano de alma, ledo e cego, que a realidade não deixa durar muito: 10 minutos passados, já tenho o machão, que não era carne de cavalo, ou ajoelhado, numa de carne de cera, à Ratzinger, ou numa de carne de porco, de gatas, do género, "enterra-o todo, que eu eu quero ser comido bem à porca -- mais outro tipo de carne --, por ti...", Ora, por amor da beata Aura Miguel, eu vim para esta vida, para ser comida como uma cadela -- outra carne que eu adoraria deglutir -- não andar a fazer o papel da vaca invertida, que tem de comer o pseudocavalão. É evidente que, com toda esta corrupção do Futebol Internacional, cada vez mais os árbitros vêm desativados, flácidos, e com as nalgas prontas para o autogolo. Não há clítoris que aguente, filha, uma mulher envereda pela passividade, em teoria, mas há sempre uma encíclica do faz de conta, que nos obriga a montá-los, e eu sou bem mais vaca do que cavalona, por mais que isso me custe. Vai ao Chiado, quer um homem?... Impossível: ali, só carne de canguru, com as aquelas paneleiras todas, rua acima, rua abaixo, com os pulsos quebrados em forma de tarso de marsupial. O Desemprego, amorosa, também não ajuda, já que são muitos a chegar agora perto de nós, com pedido de foda parcelada (!). Ora, isso é como chouriço às rodelas; uma foda não se dá em parcelas: ou se dá, ou não se dá, e, às vezes, o rendimento social de inserção, apesar de nós termos cortado drasticamente os preços, às vezes, nem para 10 segundos de mete e tira dá. Já pensei em lançar o Passe Lola 123, mas ainda iam pensar que eu estava a relançar o Carlos Cruz, que é uma coisa efémera, já que, brevemente, vai voltar a fugir do país, como bom adulto, heterossexual e "ativo" (!). O nível de frustração é muito grande, querida, de parte a parte, e tem provocado clivagens, coisas muito graves, que até os sindicato das travecas já meteram, há muita, muita, carne de cabra, e até de cabrona, pelas esquinas, daquelas capazes de lixarem uma colega, só por causa do salve-se quem puder em que isto tudo entrou, com o começo da era Franquelim Alves, mas o pior de tudo, ainda, é a concorrência do Conde Redondo Alto, onde a Karocha se instalou, uma desavergonhada, que não poupa quem anda a dar o couro pela esquina, minha linda. Para ela, o sonho era uma vida inteira de perna aberta -- o sonho de todas nós, aliás --, e a verdade é que, no meio do chique, do chique, do chique, nos anda roubar os polícias todos, pelos menos, aqueles que ainda são capazes de comer uma "mulher"... Aí, com a Karocha, a carne é mas é de víbora, e da pior, até chego a pensar que ela nos manda só as fardas passivas, para ver se nós desanimamos, e abandonamos a zona. Querida, isto não é uma mensagem subliminar, é uma declaração de guerra: ou a menina arranja carne de cavalo, aliás, de cavalão, para todas, e não só para si, ou nós pomos a boca no trombone, e a Escócia -- saias já eles usam, e, como nós, também têm "uma surpresa debaixo das saias" -- separa-se mesmo das terras da ingrata da sua mãe!... Kisses, para ambas, que nos amamos muito, como todas as víboras e cascavéis do Ramo de Windsor, do Conde Redondo.



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