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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Nous sommes Syriza, ou o fim do "porreiro, pá"


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos



Diz o almanaque "Borda d'Água" que no final da náusea está sempre o vómito. Para o infindável vómito europeu, o fim da náusea chegou agora, por uma mão inesperada, e, hoje, de um extremo ao outro do espetro político, todos estamos a ser, de algum modo, Syriza.

Estrangulada pelos fantasmas financeiros, a Democracia, ou seja, um dos maiores legados da Grécia, ainda os teutões andavam enrolados nas suas fedorentas peles de urso, e confinados à fronteira específica da sua barbárie, chegou a 25 de janeiro do ano de 2015 com uma estranha capacidade de nos surpreender. Não, não se trata de um roteiro construído por cartazes, por comentadores comprados, por professores marcelos, e anões de Fafe, nem por televisões polidas, e por gajas amigadas com produtores, ou "escritoras" de meia leca, com opiniões sobre tudo: trata-se de um povo que se fartou, e vomitou, e, como na catarse, de outro grande grego, Aristóteles, todos nós, hoje, vomitámos, com gosto, e em conjunto, com os Gregos.

Nestas coisas, por que se infiltram primeiro, se instalam depois, e só muito depois as sinalizamos, é um pouco difícil situar onde começou a história. Entre os pessimistas, nos quais não me incluo, embora permanente criador de críticas de teor pessimista, toda a Europa, e o seu projeto já seriam, pelas suas próprias premissas iniciais, um cenário autofágico, do qual a contemporaneidade não passaria, senão, de uma solução dramática, mas determinista, de uma complexa equação diferencial, desde sempre, pela qualidade dos seus coeficientes, sinistramente anunciada. Na verdade, o Sonho Europeu, uma espécie de Estado fluído, com lugar de paridade para todas as nações, é uma utopia de todos os tempos, de Alexandre a Jean Monnet, e a sua doença não é mais do que uma espécie de bernardoeremitismo de alguns parasitas que foram ficando, ao ponto de confundirmos as suas mórbidas tenazes com a ilusão da concha.

Começámos a pensar em Paz e acabaram por nos tentar vender uma confusão entre equilíbrio de contas de mercearia e Felicidade.

Duas guerras miseráveis, a que acrescentaria, apenas por melancolia, uma terceira, que levou a que a Imperatriz Eugénia, horrorizada, fundasse a Cruz Vermelha, e, implicitamente, ditasse que aquilo nunca mais se deveria repetir. Repetiu-se, todavia, e repetiu-se, numa rota de Saturno devorando os próprios filhos, com cada vez maior violência e intolerância, até que se dissesse que teria mesmo de acabar, e acabou, na mais longa paz do Continente, onde a existência de uma macroestrutura converteu os atritos locais em perspetivados cenários regionais.

Talvez essa polifonia seja já a mais importante conquista da Europa, a de que, independentemente dos seus problemas, não voltará a haver rastilhos para afrontamentos globais.

Eu sei que esta frase será penosa para Putin, e incompreensível para o imbecil Obama, que deverá interrogar-se sobre a relação entre o seu Quénia ancestral e a Acrópole de Atenas. A verdade é que não há relação nenhuma, e nunca voltará a haver, pelo, menos até que desapareça do cenário de desastre que consentiu e semeou.

Politicamente, a doença europeia chama-se, hoje, "políticos", pela simples razão de que o bernardoeremitismo da mimese do crime instalado levou a que se chamasse "políticos" a comediantes cuja única função era a de colocar nas mãos de 1% da Humanidade 90% das suas riquezas. Para mais, vinham todos das sarjetas dos maios de sessenta e oitismos, dos maoismos, das repelências da Alemanha de Leste, como a porca da Porteira Merkel, ao volante do Trabant da sua juventus estalinista, e dos cheguevarismos da punheta branda Para mim, avesso a todos os socialismos que não os da paridade pela abundância, todas essas gentes são o meu pior inimigo, e sempre lutei, e lutarei, com as minhas ferozes armas de escrita, ignorando-os, e contrapondo, a cada uma das suas fraudes, a minha meta pessoal de uma democracia aristocratizada. Talvez seja esse o grande sucesso dos textos que escrevo, já que, não devendo nada e a nada aspirando, eles se tornam imposicionáveis, e inerentemente incómodos, mas esse sempre foi o grande trajeto das Culturas, deixando que o Tempo eliminasse o main stream da habituação, para o substituir pelas singularidades da época.

Para trastes como Miguel Sousa Tavares, José Miguel Júdice ou os aleijões de coda dos telejornais, a instabilidade que gera não conseguir situar numa genealogia de subserviências, ou de qualquer expectativa de ganho financeiro, o livre pensamento, deve ser terrível. Para mim, como para todas as novas correntes apolíticas que estão a atravessar a Europa, são puramente um desafio. Jaz a falácia em que, sendo tudo político, toda  a nova política se fará também à margem dos velhos modos. De algum modo, estamos a reviver os fins da caduca III República Francesa, em que se perguntava por que eram só homens de 80 anos que ocupavam os postos decisórios, e a resposta era que tal se devia aos de 90 já estarem todos mortos...

Na Europa contemporânea, a questão é de saber por que é que são sempre os corruptos a ocupar o Poder, e a resposta é que os mais corruptos os já morreram ou ainda estão por vir, e aqui chegamos ao núcleo da questão: Tsipras, a quem o Sistema gosta de apresentar como de "Extrema Esquerda", não é mais do que o extremo desconforto a que a Cidadania chegou, relativamente ao extremo politicamente correto da estagnação. Numa enorme maré de inquietação, todos os badochas televisivos, subitamente tornados em especialistas syrizistas, ou syrizaicos, ficaram muito incomodados com o "para onde" e "com quem" a Grécia estava a ir, esquecidos, na sua imbecilidade menor, de que todas as revoluções se moveram, sempre, mais pela insuportabilidade de um "onde", onde já era consensual não se poder permanecer, independentemente do lugar onde se iria depois chegar. Na realidade, como todos os sistemas dissipativos -- e Tsipras, como Engenheiro Civil, sabe-o tão bem quanto eu -- o abandono das condições iniciais levará inevitavelmente a um estado posterior de equilíbrio, regido pelo Princípio de Curie, com todas as suas simetrias e os seus rastos, embora, e é aqui que a coisa é fatal para o status quo, o reequilíbrio apenas reinstale a sombra das causas, mas contornando irremediavelmente os anteriores intervenientes. Para toda uma corja, supostamente instalada no Fim da História, é justamente esta possibilidade de substituição dos pantomineiros que se torna insuportável, já que a estratégia de décadas foi a de blindar o acesso aos poderes de decisão.

Vista nesta perspetiva escatológica, torna-se claro que um já esteja preso, em Évora, e o outro apenas aguarde o "porreiro, pá" da sua vez...

Já que tivemos de passar pelo fedor desses dois, causa e efeito de coisas inacreditáveis, que nos deveriam chocar muito mais em Democracia, do que as vitórias de Tsipras, ou o desconforto dos Lepenistas e das auroras douradas, como se tornou a moda dos governos não plebiscitados, e dos primeiros ministros contornadores das urnas, mas muito a gosto dos criminosos do Banco Central Europeu, e dos Moedas, por sua vez, ao serviço de Bilderberg e do polvo global da Goldman Sachs, concluamos o resto.

É verdade que houve um momento em que a enorme conspiração internacional sonhou com criar um sistema onde as peças se autoreplicassem e impedissem o acesso de elementos estranhos ao jogo. Aparentemente, em 25 de janeiro de 2015, a Grécia decidiu acabar com esse sistema, dinamitando-lhe os alicerces, independentemente dos efeitos que toda a ruína da estrutura pudesse provocar, e é isso que me está a dar, enquanto cidadão, um gozo supremo.

As chamadas "Extremas", com esta rotura de paradigma, tornaram-se imprevistamente estruturais, e ameaçam converter-se agora na nova espinha dorsal de algo do qual o velho sistema não será, senão, uma periferia, a breve trecho convertido, por inversão, ele mesmo, num radicalismo arqueológico, a que torceremos o nariz.

Com o Syriza, há tão só, o triunfo da Política e da Cidadania, mas não a apoteose de uma cor política, e deve ser isso, entre muitas outras minudências, que angustia os nossos fazedores diários de mentiras.

Descendo das reflexões metaestruturais para a nossa miséria local, mais uma vez, enquanto Cauda da Europa, e permanente -- Fátima, Futebol e Saramago -- lugar de chacina da independência do Pensamento e da possibilidade de genealogias da reflexão, que não passem pelo clubismo, pela imbecilidade e pelo vazio, nos damos conta de ter perdido, mais uma vez, a carruagem da História. 

Eu explico: uma vez syrizada a Grécia, todos os Estados adjacentes rodaram os olhos, em busca do seu Syriza, e por aí andamos, com a España, já na ponta dos pés, a apresentar a sua solução. A nossa, obviamente, não existe, como também não existia o "Charlie Hebdo", mas apenas oscilações entre o caduco "Expresso" e o pasquim do Idolatrário de Fátima, entretidos que andámos com "Livres" e com grupelhos de egos perturbados e onanistas, apresentando escroques, como os "Gatos Fedorentos", ou os muitos rui tavares da nossa mediocridade, como "alternativas", mas sempre "com respeitinho", ou, muito à Portuguesa, "alternativas" que, em momento algum, perturbassem ou colidissem com a paz do Sistema.

Brevemente, seremos sacudidos de fora, e forçados a acordar. Muito melhor do que a vitória do movimento cívico Syriza é, entre nós, e para já, o efeito colateral do óbito, ainda no ovo, do Napoleão de Goa, António Costa. Dos outros, já nem falo, por que há muito que estão mortos, esqueceram-se foi, creio -- não é, Senhor Aníbal, de Boliqueime?... -- de os avisar.


(Quarteto do nous sommes Syriza, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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sábado, 14 de setembro de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013

Berlim, ou a história de um Muro que caiu ao contrário, seguido da Santa com Cara de Saloia, que punha a Troika a ver o solzinho a dançar, ó, ó, se punha, a Troika... e não só... :-)

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Para quem tenha a memória curta, ou ande entretido com as anomalias futebolísticas, no dia 9 de novembro de 1989, perante o desmoronar da ficção do "Leste", o Muro de Berlim foi desmantelado. 

Para os mágicos, imersos no pensamento iluminista, nos quais me incluo, foi um grande passo para a liberdade dos povos, e um enorme salto, na História da Humanidade.

Ainda para mim, colecionista, nefelibata e homem de "recuerdos", tenho ali um fragmento, protegido por acrílico, entre um catálogo de Max Ernst e as Catedrais dos Plantagenetas, um fragmento do Muro, testemunho que me trouxeram do lugar onde não estive, embora esses lugares não tenham sítio, mas espaço no imaginário coletivo, e ele aqui está.

Sou muito mau para contas, e nem sei quantos anos passaram, desde esse dia inesquecível, em que os Alemães de Lá se juntavam aos Alemães de Cá. O custo financeiro da reunificação foi um esforço brutal, que deveria fazer lembrar ao Estado Alemão que ninguém deveria ser obrigado a pagar os seus acidentes históricos, e creio que isso é um bom argumento para lhes perguntar agora quanto custou, e se também cortaram nos pensionistas, para poderem voltar a ouvir Bach, em Leipzig.

A queda do Muro era uma metáfora do fracasso das ideologias, enquanto condutoras da História: a imaginação, o livre arbítrio e a capacidade de guiar sem cartilha, como Voltaire ensinava, atiravam para o caixote de lixo dos eventos a história de um gajo que maltratava a mulher, Marx, mas, em contrapartida, fornecera uma formidável grelha hermenêutica para os processos das más práticas sociais.

Acabou em Sibérias, Gulags e degolados.

O mau Capitalismo -- como se o houvesse bom -- ficava entregue a si mesmo, e o mundo civilizado, gerido por criminosos da estirpe de Reagan, Thatcher, Cavaco ou João Paulo II, já não se precisava de se revestir das rosas promissoras das sociais democracias nórdicas e podia avançar, livremente, para as mazelas dos sem abrigo, dos bancos especuladores e dos colchões da ultramiséria, da albanesa de Calcutá.

Desde então, o mau mais não fez do que tornar-se péssimo.

Como se costuma dizer, muitas vezes o que mantém vivo um adversário é a oposição. Desaparecida a oposição, engorda, cria varizes, e acaba em AVCs. O Capitalismo presente está nessa avançada fase de calcificação do útero, que nem Marx poderia ter previsto, mas a estupidez humana, infinita, muito para lá dos infinitos de Pascal, conseguiu refinar.

Historicamente, e já que o Tempo colocou o patamar de reflexão necessário para as primeiras notas de rodapé, o que verificamos é que os vencidos da queda do Muro, travestidos de todas as formas e cores, se implantaram por toda a parte, e estão a gangrenar o Mundo. A Europa, sempre velha nessas cavalidades, dá o exemplo: não há um único cão, que tenha lido o célebre "Livrinho Vermelho", do Camarada Mao, que não esteja agora bem empoleirado, num camarote qualquer do Liberalismo, do Ultraliberalismo, ou do simples deixa-andar. O exemplo acabado é o renegado, o do curso do Apto e Não Apto, Durão Barroso, o ladrão dos móveis da Reitoria, que chegou a Presidente da Comissão Europeia. Não fosse o cargo morganático, e nominalmente indicado pelo Príncipe das Trevas, Kissinger, responsável pela ascensão e ruína do Pós Guerra, e poderíamos estranhar, mas, hoje em dia, já não estranhamos nada, absolutamente nada.

Merkel, uma cadela de Leste, habituada a conduzir carros em forma de cartuchos de amendoim do tempo da minha avó, e a roer côdeas de pastor protestante, cujo único alimento eram as côdeas e a mulher do pastor, quando para isso lhe dava, aparece agora, na sua biografia renegada, como chefe  de propaganda do ranço germano-soviético, herdado da Guerra Fria.

Das erste Leben der Angela M.”, uma promissora boa merda, apresenta a rafeira como secretária para a propaganda e agitação (!) da juventude do faz de conta, do lado de lá. Se fosse de cá, era tão bom como ter gerido a Mocidade Portuguesa, ou ser a Menina Goebbels, do austríaco de má memória.

Acho tão maravilhoso que nem comento, já que insiro isso na história do iate do Garcia Pereira, "que gosta de espairecer", ou nas biografias do Cunhal, de outro maoísta renegado e obsceno, Pacheco Pereira. O Maoísmo também fica bem ao vigarista Jorge Coelho, assenta que nem uma luva na Maria José Morgado, no Henrique Monteiro, do "Expresso", e de uns tantos outros cromos afins, para já não falar do pior de todos, o "Apto" Nuno Crato, para quem o Paraíso estava na Albânia maoísta.

Ele que meta o Camarada Henver Hosha na peida, e volte a vender o cu no "Tagus Park", já que quem vende o cu uma vez, vende duas ou três.

A verdade é que os cromos somos todos nós, que engolimos a pílula sem perceber o que lá estava agora, porque esta gente nunca se tratou, nunca se retratou, e só piorou, ou seja, o Muro de Berlim, que supostamente, tinha caído de cá para lá, subrepticiamente veio a mostrar-se que tinha era caído de... lá para cá, já que esta enorme lista de renegados, que tratou de ocupar todos os postos chave do Ocidente tem, como programa uma sinização da Europa, ou seja, importar para as sociedades burguesas do Hemisfério Capitalista o velho modelo de uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, que traduzia a miséria típica das sociedades devastadas pelas múmias leninistas, estalinistas e maoístas.

Não nos faltava mais nada do que termos, no início do séc. XXI, de papar com os padrões de nivelamento por baixo, do Camarada Mao, ou com os padrões de miséria do Camarada Brejnev, com novas Nomenklaturas, por cima, sustentadas por bancos ao serviço de retortos arrependidos.

Torna-se claro que chegou a hora de os povos livres do Ocidente correrem com essa corja toda, e virem para a rua fazer fogueiras com os restos embalsamados do Lenine, senão, qualquer dia, andamos todos de Livrinho Vermelho na mão, a conduzir trotinettes de Berlim-Leste e a saudar o Camarada Jung-Il, como Grande Líder da reforma do Estado.

Felizmente, há luar, e nós, por cá, como Salazar dizia, somos mais modestos: temos a sétima avaliação da Troika a ser benzida em Fátima, como diz o Alarve de Boliqueime, o que nos abre enormes janelas de esperança. Não sendo eu sabedor do Dogma, e ignorante das hierarquias, tendo a sétima sido avalizada pela Santa com Cara de Saloia, a oitava já deverá passar pelas asas do Espírito Santo, e a nona por Deus Pai, e não havendo nada de mais alto, e tendo isto descido a um nível destes, não será de estranhar que apareça um daqueles que se passou, há 100 anos, e abateu o Sidónio, a inspirar-se, para nos acabar, de vez, com esta vergonha e este pesadelo.



(Afinal o Muro de Berlim era... para nos proteger, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

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