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terça-feira, 13 de junho de 2017

Elogio da saída de Trump do Protocolo de Paris, seguido de ascensão e queda de Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro





                             


                            Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas 


Toda a gente sabe que os grandes responsáveis pelas emissões de CO2 são os vulcões, as plantas, quando estão a dormir, e as vacas. Como não se pode andar a tapar os vulcões todos, resta impedir as árvores de dormir e tentar pôr um travão nas vacas. Ora, creio que impedir as árvores de dormir deve ser das tarefas mais penosas do mundo, talvez só comparável com andar a tapar os vulcões todos, pelo que se torna inevitável debruçarmo-nos mesmo sobre as vacas.

As vacas dividem-se em duas espécies, as que deus e o intelligent design já conceberam como tais, e as outras, que são fruto de um longo processo de sociedade e aculturação. As vacas naturais existem na forma atómica, ou seja, uma vaca, um corpo, uma emissão. Já as vacas culturais subsistem na forma molecular, mediante uma ligação covalente, em que a vaca capta um ou mais bois, e entra numa situação dativa, em que é apenas o boi, ou os bois, a fornecem os meios de subsistência da relação.

Crê-se que isto é assim, pelo menos, desde Eva e Dalila, até ter culminado no Santuário da Casa dos Bicos E nada disto é chocante, nem penoso, posto fazer parte da mais elementar História do Mundo. Torna-se, sim, inquietante, quando nos debruçamos sobre os números da Demografia, que nos dizem que, aquando da Revolução Industrial, ainda andávamos pelos 1 000 000 000 de andantes, quando agora, séc. XXI, já andamos a sonhar com a poluição de dez mil milhões de almas penadas.

Num célebre exemplo da Estatística e da importância da correlação na análise de dados, ocorrido na Inglaterra, de novecentos, da vaca pré-May, já se tinha sinalizado um simultâneo aumento de criminosos e padres anglicanos. O Marques “Magoo” Mendes, na sua iluminação, imediatamente extrairia de aqui uma relação profunda entre o sacerdócio e o crime, quando a correlação é, de facto, nula, e apenas se deve à existência de um terceiro fator, o do aumento brutal das gentes, que simultaneamente conduziria a um brutal aumento de crimes e também de... sacerdotes.

E já que aqui falámos de brutal aumento de população, creio que é o tema ideal para começar este texto, esgotado o que fica para trás, e vocês devem ler apenas como prolegómeno.

Deve entender-se que o brutal crescimento da população é, a par com os vulcões, o sono das árvores e as vacas, a principal fonte de emissão de CO2. E é-o por dois motivos, um imediato, o de que qualquer humano, na sua qualidade elementar de qualquer vaca, é um libertador direto de CO2, e igualmente um potencial libertador de CO2, na infinita plêiade de lixo e pegada ecológica que a sua apetência por filhos, carros, casas, hambúrgueres, roupas, viagens, festivais, skates, surfs, barbas, iPhones, iPads, Samsung Galaxy e outras coisas afins provoca.

Deve entender-se que a simples existência de cada humano, apesar de constituir tão-só 1/1 000 000 000 000 (e este número é mera ficção) da atividade de um vulcão, já é cerca de um milhão de vezes pior do que os puns das vacas, e apesar de ser este número igualmente fictício, creio-o largamente mais eloquente do que todos os puns dos vulcões.

Por outro lado, e pela sua própria natureza, toda a gente sabe que, sendo todos os humanos iguais, há uns que são bastante mais iguais do que os outros.

Assim, é já dentro dos humanos que ocorre a explosão, ainda mais prejudicial, da vaca humana, a qual junta todos os defeitos das vacas aos defeitos do humano. Sendo que, como disse, cada vaca se faz sempre acompanhar, por covalência, por um corno manso, e que a mansidão do corno se encontra, na maioria das vezes, associada à potência da exibição da alta cilindrada, a emissão de CO2 começa, só por cada vaca, a tornar-se realmente inquietante.

(Dirão os otimistas que, se a vaca se expande toda em CO2, já o boi é mais modesto, e põe a alta cilindrada, por economia, a emitir o seu CÊ Ó UM (CO). No meu entendimento, a poluição deve ser vivida como a mesma, sendo que a opção entre CO2 e CO se deve apenas a uma opção de corno manso, cujo debate químico terei de atalhar aqui).

O Donald Trump abandonou, e muito bem, o Protocolo de Paris, por que entende que ele deve renegociar-se em condições mais favoráveis para os Estados Unidos. Creio que, com o seu piscar de olho, Donald Trump nos veio dizer que pretende renegociar o papel da Ivanka e da Melania no rol da poluição do Mundo, e nós devemos ser muito respeitadores e ficar a aguardar.

Para mim, todavia, tal coisa não chega, e creio que, em vez de andarmos a assinar Protocolos de Paris, que apenas asseguram que os presentes vão ter de começar a viver pior, para poderem assegurar o viver ainda pior dos que aí vêm, por que continuam a proliferar que nem coelhos, era a altura certa de pôr um travão à Euforia do Falópio. A história da poluição do mundo confunde-se com a história da sobre ocupação do mundo, e a lógica está invertida nos termos, não é a Humanidade que está a produzir mais lixo, é apenas cada vez mais humanidade, que, produzindo o mesmo, ou até menos, lixo, estará sempre a criar maior poluição, e deve cortar-se na Humanidade e o lixo imediatamente se verá diminuído. E, já que a Religião tem andado a invadir todos os cenários, era altura de nos questionarmos sobre por que é que ainda não foi retirado do clausulado religioso o célebre “crescei e multiplicai-vos”’, e esta é a minha primeira proposta para a revisão do Protocolo de Paris, que eu vou já enviar ao Trump da América.

O resto não é melhor, já que o “crescei e multiplicai-vos” se faz por forma direta, e por forma indireta, sendo que, se a forma direta já é má, a forma indireta ainda consegue ser substancialmente pior.

Na forma direta, creio que o futuro Protocolo de Paris, já revisto pelo Presidente Trump, deverá conter uma séria recomendação, e com multas, aos credos que continuem a incitar a procriar. Pode incluir drones que lancem choque elétricos, sempre que alguém se esconder nas moitas para práticas sem contracetivo. Na forma indireta, estas recomendações e multas deverão ser estendidos a todas as formas indiretas de procriação, a saber, fufas e bichas que, com  tanto órfão, insistem em ir à pipeta, e, mais grave do que tudo, aos que, por soberba e cobardia, recorrem às barrigas de aluguer, e aqui chegamos a um dos cúmulos da emissão de CO2, e não só, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, que nasceu da barriga, não de aluguer, da Dona Dolores, e até foi da mesma criação, também não por aluguer, se entretanto não se pagou para se alterarem os registos, da sua bela irmã Ronalda.

No tratado das vidas exemplares, Plutarco teria tido muito trabalho em encaixar o Cristiano Ronaldo, e, no entanto, ele foi insidiosamente ocupando um protagonismo e um monopólio culturais, cuja nocividade só os vindouros conseguirão avaliar na total extensão dos seus estragos. Começou na infância, a qual, cumprindo a profecia, teve necessariamente de ser pobre e indistinta, para depois se poder dar a revelação. Como a Irmã Lúcia, ambos não puderam ser crianças e vinham já condenados a uma reclusão na idade adulta. A primeira cumpriu um voto de silêncio, e ele deveria ter tentado cumpri-lo. Se a primeira até sabia falar e teve mesmo de se calar, já o Ronaldo deveria ter-se limitado tão-só a aprender a estar calado sempre que devia, e devia estar sempre calado.

Esta liquefação de papéis culturais só encontra paralelo no Maxwell, da fusão do Campo Elétrico, e do Campo Magnético, no Campo Eletromagnético. Em Portugal, o Campo Eletromagnético foi fechado no Carmelo, e, em contrapartida, foi deixado à rédea solta no Real Madrid.

A fase seguinte é a da ascensão e dos maus exemplos. Ao contrário do Ronaldo, a Lúcia usou sempre o mesmo par de botas, nunca se depilou, e tinha um modesto orgulho no seu bigode. Consta que nunca fez milagres, a não ser na fase terminal, e como era justa, deixou o protagonismo para os irmãos desvalidos. Um dia, caiu uma criança no Brasil, e a criança sobreviveu, apesar da perda da sua massa encefálica. Na realidade, o verdadeiro milagre é o da atual sobrevivência dos milhões de rastejantes, independentemente da conservação, ou não, das respetivas massas encefálicas. No final disto tudo, foram o Francisco e a Jacinta que avançaram para a canonização, e a Lúcia, prudente, ficou só beata, naquele princípio de que os mandatos das presidências estão sempre limitados a oito anos, enquanto as vice-presidências se podem manter vitaliciamente. Beata, mas não estúpida.

O Ronaldo começou por ser ninguém, até uma mão ignota o ter convertido no melhor da sua pequena casa. Da pequena casa, passou a ser o melhor da sua cova da iria, e, de cova em cova da iria, lá o transformaram no Melhor do Mundo. O atual processo já sonha com a extensão a Marte, e lá virá. Depois do estádio e do aeroporto, falta o nome do exo planeta e da galáxia. O processo está todo em Barthes, Castoriades, Lipovetsky, Eco e muitos outros. Só que ninguém acreditou nesta semântica cultural, até ela se ter instalado.

A pegada ecológica disto é gigante. Na ausência de um oscar wilde interior, Ronaldo não procurou o melhor de tudo, mas aquilo que, de tudo e em tudo, fosse sempre o mais caro, e o caro torna-se inevitavelmente ainda mais caro, se for por ele, Ronaldo, patrocinado.

É paradigmático que o Ronaldo seja agora caçado pelo Fisco, não pelo dinheiro do que joga, por que sobre isso as opiniões até são as mais diversas e contraditórias, mas, sim, sobre essa coisa suspeita do que são os seus “direitos de imagem”. No ar de fábula de que este texto se revestiu, é urgente relembrar o existencialismo lafontainiano de Cristiano Ronaldo, e de como não lhe chegando ser rã, tanto o empurraram que acabou por se tornar num boi.

O mais grave nem é o que tudo o que é ditado por estas estrelas do mau exemplo, mas o ser imediatamente imitado por milhões, pelo planeta fora. Pouco interessa o que o Ronaldo faz, ou não faz, mas sim a tal plateia sombra que há muitos anos estava à espera de que o Cristiano Ronaldo fizesse para validar o poderem fazer também. E assim proliferaram as depilações, os brincos, as pulseiras e as sobrancelhas arranjadas. A nossa era, a Era Trump, é deplorável, e mais deplorável ainda é o tempo de antena que a Civilização perde nisto... E, assim, é aqui chegado o momento de perorar sobre toda a (in)finitude da vaidade humana.

Nos reflexos da Natureza, compete à fêmea, no apagamento natural dos dotes do seu corpo, propagar a vaidade do seu pavão. O preço é cruel, já que ela oferece ao progenitor uma réplica eficaz daquilo que ele perdeu anos a contemplar no espelho, mas a contrapartida é sempre cruel, por que lhe exige faturação e sustento para todo o resto da existência. Estas são as leis da natureza, e tudo o resto são soluços da Teresa Guilherme,nua, desnuda, pelada, à poil & stark naked.

A comissão de promoção do fenómeno Ronaldo também aqui foi prudente, e seguiu o consuetudinário das normas da Igreja: não casar o padre, para que o património não sofra diluição. Por um princípio de máxima satisfação, conseguiu assim dar a vaidade ao progenitor, através da solução de um clone de um plano pré-pago: ela recebe à cabeça pelo serviço, e evitam-se depois protagonismos e divórcios. O Ronaldo, demiurgo, desta forma cumpre as pegadas de Jesus e de Apolónio de Tiana, e concebe, não sem pecado, mas sem gaja, por que as gajas são sempre uma chatice, exceto quando se tornam urgentes e necessárias para as foder. Os menos sofisticados preferem as bonecas insufláveis e as bonecas sem ossos, da Deep Web. A solução Ronaldo é uma espécie de meio termo moderado, para consumo lato na forma de pacote integrado. Creio que os maus tratos às mulheres também deverão estar para ser, em breve, validados.

Cristiano Ronaldo é a apoteose da misoginia, e o pontapé, do alto dos seus voláteis trinta anos, em trinta mil anos do louvor da Mulher na Cultura Humana. E assim se cumpriu mais um suspiro das claques.

Na fase sequente do milagre, passou do filho único aos gémeos, ou seja, numa ótica fisicista elementar, se, no primeiro processo, foi necessário ter uma barriga de aluguer para assegurar a parturição de um filho, já no obrar de dois gémeos devem ter sido necessárias duas barrigas de aluguer. Ora, somada a primeira às duas últimas, isto faz três barrigas de aluguer, com todo a consequente emissão de CO2 que isso comporta.

Na lógica da ascensão, passava-se da beata Lúcia e dos santos Jacinta e Francisquinho para a próxima vizinhança da virgindade de Maria. Depois da conceção sem pai se avizinhar da conceção sem mãe, era preciso apontar mais alto, e mostrar que o novo Messias ainda continuava a conter uma costela de humano. E assim se fez a Georgina, que nega a gravidez, mas a sua negação da gravidez pode ser ainda mais grave do que a gravidade do emprenhanço, por que se não é um futuro emissor de CO2 o que agora ali se anuncia, até pode ser que o inchaço nem passe mesmo de um imenso depósito de metano. Quando ela o soltar, tal bufa fará tremer todo o Protocolo de Paris e até os das cidades vizinhas, o que mais uma vez dá razão ao Donald Trump...

Do ponto de vista da Física, a coisa é ainda mais grave, já que, com a Georgina a contrapor-se às barrigas de aluguer, o problema se deslocou, quanticamente, da incerteza da maternidade para a incerteza da paternidade. Tudo o resto assenta na indecisão da numerologia: e, se, desta feita, já são três, fica só a faltar agora o matrimónio para cumprir a profecia do Hermann: sempre casados e sempre pais de três filhos.

No meio disto tudo, foi o Fisco Espanhol a finalmente vir deitar uma desagradável água fria neste noivado da indecência universalA História dos Impostos divide-se inexoravelmente entre dois atores, os que nunca pagaram impostos e os que sempre tiveram de os pagar, sendo que a segunda categoria, num horizonte ideal, sonharia sempre com converter-se na primeira. Na hora da verdade, o olhar da justiça social só se projeta sobre os que são apanhados a meio da metamorfose, e foi aqui que a Fazenda justamente atacou, no momento exato em que o bloqueio ao Qatar revela como Futebol e Terrorismo, tráficos, Daesh, branqueamento de capitais e fuga aos impostos andam de mãos dadas. A ascensão deste fenómeno destruiu o que ainda poderia haver de desporto, no Futebol: mesmo para os que gostem de Futebol, hoje é impossível falar-se de Futebol, sem que as discussões não sejam imediatamente canalizadas para a poluição provocada por Cristiano Ronaldo.

Do ponto de vista do espectador, a coisa é infinitamente nefasta. Do ponto de vista do jogador, creio que seja igualmente preocupante: sempre que o Ronaldo entra em campo, qualquer adversário seu já não se encontra a defrontar um qualquer jogador humano, mas a sofrer um choque anafilático, de que nem Plotino se lembraria: contemplar, face a face, os holofotes brutais que o encandeiam e lhe dizem que nunca deverá ousar perturbar tal inquietante máquina de manobra e iluminação. Na realidade, só um louco ousaria defrontar essa incandescência ex-machina com que a sociedade foi intoxicada, e, portanto, em campo, perde-se agora sempre, e perde-se sempre que o Ronaldo agora entra.

O Cristiano Ronaldo é o exemplo mais gritante da Pós Verdade no Desporto.

É verdade que todos os episódios sequentes são ainda imprevisíveis. Como se sabe, falta ainda o Mourinho. Avanço, como previsão, que uma vez ferida a aura de Ronaldo, os bons jogadores, um após outro, o comecem doravante a vencer. E esta reviravolta é tão miserável, na queda, como foi na ascensão, mas é a lógica das reviravoltas. Está tudo previsto nas cúspides das Catástrofes de René Thom, mas a hora desta emergência continua a não deixar de ser injusta, exatamente agora, quando iam começar a surgir os milagres da beatificação (em vida) do Ronaldo.

Como podem supor, este texto poderia torna-se infinito, fosse eu pelas emissões de CO2 da Dolores, da Katia e da Ronalda, pelo que cumpre suspendê-lo agora, até o voltar a retomar. Adianto, pois, que, sendo a canonização do Ronaldo coisa ainda em profundo segredo nos bastidores do Vaticano, apenas ouso avançar com duas pequenas inconfidências: a de que o processo decerto passará pelo reconhecer do milagre do demiurgo que ousou corrigir deus, sobretudo na forma por deus destinada aos seus dentes e aos dentes da Dolores, e também o milagre desta espantosa fraude ter durado o tempo todo que durou, e ainda continuar a durar. Assim seja.


Amén.





(Dueto do fim dos mitos, no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Diário do Trump - Fisco Espanhol quer agora do "El Mundo" tudo o que respeite ao forrobodó de fuga de capitais dos deuses do futebol, nus, desnudos, pelados, à poil & starck naked. Olha que pena que nós temos :-)

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

The Panama Papers

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quinta-feira, 10 de julho de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014

Bruxo de Fafe quer curar Messi de ser tantas vezes procurado na Net, nu, desnudo, pelado, à poil, nudo, ننگے, 벌거벗은, 裸, عار, обнаженный, гол, khỏa, thân, γυμνός, çıplak, մերկ, çılpaq, оголений, biluzik, নগ্ন, hubad, noeth, עירום, შიშველი,નગ્ન, नग्न, naakt, meztelen, נאַקעט, nakinn, nudo, аголены, ನಗ್ನ, gol, го, nahý, toutouni, nag, నిర్మాణమైన, nøgen, gola, nuda, alasti, uchi, nudus, kails, nuogas, telanjang, mikxufa, naken, เปลือยกายnagi, நிர்வாணமான & stark naked!!!...

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

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Quer Messi ganhe, ou não ganhe, o importante é que esteja sempre nu, pelado, desnudo, à poil, nu, desnudo, pelado, ننگے, 벌거벗은, 裸, عار, обнаженный, гол, го, khỏa, thân, γυμνός, çıplak, մերկ, çılpaq, оголений, biluzik, নগ্ন, hubad, noeth, עירום, შიშველი, નગ્ન, नग्न, naakt, meztelen, נאַקעט, nakinn, nudo, аголены, ನಗ್ನ, gol, го, nahý, toutouni, nag, నిర్మాణమైన, nøgen, gola, alasti, uchi, nudus, kails, nuogas, гол, telanjang, mikxufa, naken, เปลือยกาย, nagi, நிர்வாணமான & stark naked 
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

E por que o Blatter (desconheço completamente quem seja...) descreveu, na perfeição, o vazio mental e existencial de Cristiano Ronaldo, aqui vai Messi, nu, desnudo, pelado, à poil, nudo, ننگے, 벌거벗은, 裸, عار, обнаженный, гол, го, khỏa, thân, γυμνός, çıplak, մերկ, çılpaq, оголений, biluzik, নগ্ন, hubad, noeth, עירום, შიშველი,નગ્ન, नग्न, naakt, meztelen, נאַקעט, nakinn, nudo, аголены, ನಗ್ನ, gol, го, nahý, toutouni, nag, నిర్మాణమైన, nøgen, gola, nuda, alasti, uchi, nudus, kails, nuogas, гол, telanjang, mikxufa, naken, เปลือยกาย, nagi, நிர்வாணமான & stark naked!!!...


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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Correio da Lola - "Estes fenómenos das ondas da Nazaré já serão consequência das alterações climáticas?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Querida Lola:

Sou um apaixonado do mar, já fiz as Maldivas todas, as Seichelles, tenho andado muito pelo Sri Lanka, mas só sou verdadeiramente feliz em Bali, quando a minha fofa me deixa à solta e eu sou todo envolvido por aquelas belezas asiáticas, ai, ai... "Sódades", como cantava a cantadeira da cachaça... Sinceramente, não percebo que se possa achar graça a andar num mar frio e feio como o da Nazaré. O problema é que de cada vez que ligo a televisão, as ondas me parecem cada vez maiores, e receio que as mudanças climáticas me tragam inundações à minha casa na Beloura. Acha que devo vendê-la, e emigrar já para Singapura?...


Mário Montalchado Machão, Quinta da Beloura



Caro Mário:

Gosto, quando me trazem problemas ecológicos, em vez de me virem fazer perguntas sobre a baixaria típica do nosso povo. Vamos começar pelo fim: é evidente que, dados os seus gostos de praia e a situação atual, e nos próximos 500 anos, do país, deve, mesmo, emigrar já para Singapura, porque isto está mau, muito mau, não por causa das alterações climáticas, mas por causa do Gang do Cavaco ter andado a roubar, desde os anos 80, depois de o Gang do Soares ter andado a pilhar, e depois ainda terem vindo os gangs dos primos, dos tios, dos meios primos, dos meios tios do Sócrates, e o gang do Relvas, ao qual ainda insistem em chamar gang do Passos Coelho, quando o rapaz não tem culpa nenhuma, apenas apenas foi apanhado pela onda, se calhar, a mesma onda da Nazaré. Agora, quanto a essa onda da Nazaré, deixe que lhe explique o fenómeno, já que não tem nada a ver com alterações climáticas, mas com a alteração dos circuitos de branqueamento de capitais, sobretudo, da Coca, já que o Futebol chegou àquilo que eu chamo de clima de "overdose", não dá para branquear mais, por essa via: a imagem do Cristiano Ronaldo está tão desgastada, aquela pele tão estragada, as caretas do Mourinho tão vistas, tudo a ser tão pago a preço de ouro, que o próprio gajo da F.I.F.A. já veio dizer que o Messi é que é um machão, coisa com a qual eu concordo plenamente: dizem que, quando fode, não mete barrigas de aluguer pelo meio, coisa a quem um ser supra-uterino, como eu, dá imenso valor, já que gosto de apanhar com um homem a sério, em cima, daqueles que me deixam ficar com o ar de boneca insuflável da Manuela Moura Guedes, quando se põe a esticar o botox para os lados, em vez de estar a apanhar com golpadas de airbags, como as gajas a quem o Ronaldo paga, para dizerem que andaram com ele. Querido: Nazarés, Ericeiras, Guinchos, sei lá, essas vilórias todas, que não existem senão no mesquinho mapa mental português, tornaram-se, subitamente, um novo circuito de tráfico e consumo de droga, já que sabe que gajos com cabelos descolorados de camomila, que passam dias e dias agarrados à prancha, só podem ser, salvo seja, "agarrados", porque é impossível alguém andar a fazer de tubarão o dia inteiro, e não achar que aquilo é medonho, cinzento e frio. A coca faz isso, torna tudo suave, calmo, e em forma de planador. No fundo, estar lá ou estar no fundo, é o mesmo, e com a crise que aí vai, foi necessário explorar esses segmentos de mercado, para revitalizar os cafés cheios de moscas, onde já ninguém entrava, e agora são invadidos por todos os sotaques do mundo, a pedirem, por amor de deus, uma bica e uma linha de coca. Pessoalmente, não acho isso mau, porque é a versão dois do Salazar, de que beber um litro de vinho dava de comer a um milhão de Portugueses. Presentemente, creio que "snifar uma linha" dê saúde e alegria a várias famílias da Mafia Turca, Moldava e Russa, e nós lá apanharemos algumas migalhas, que os gajos, com a moca, pode ser que lá deem algumas gerais às mulheres de bigode da Nazaré. pensando que são alguns leões marinhos, e estão, assim, a praticar um pouco de turismo ecológico. Quanto às ondas, se reparar bem, e se viu os filmes do Spielberg, aquilo é tudo trucagem: são efeitos especiais, que se conseguem com grandes angulares, "contra-plongés", e inclinando um simples balde cheio de água, com uns tremelique e com a lente mesmo em cima da água. Repare que os cenários são sempre os mesmos, e já nem se dão ao trabalho de variar a perspetiva. É tudo falso. Parece a fase terminal dos discursos do Bin Laden, rodados nas traseiras dos estúdios de Hollywwod. Difícil foi o arranque, conseguir enfiar lá o primeiro, um de tal McNamara, a quem se pagaram uns euritos, para depois trazer a maré dos "agarrados" todos atrás. Foi assim que nasceu a noite de Marbella, as "parties" de S. Petersburgo, e a night de Xangai, já para não falar nas raves da baía de Luanda, a cidade mais cara do Mundo. Acha que Luanda também se tornou na cidade mais cara do Mundo, só por causa das alterações climáticas, ou por que, de repente, todas as alterações de falta de valores morais, o vale-tudo, passaram a passar por lá?... Vai ver que, quando isto estiver cheio de consumidores, quando as avionetas de Marrocos começarem a poder cair e a descarregar a "carga" em pleno dia, quando os pescadores da Figueira deixarem de se afundar, por terem os barcos cheios de bacalhau em "pó", vamos ter uma verdadeira retoma. Creio ser esse o centro do guião da reforma do Estado, que a paneleirona da Portas vai apresentar agora, ao público analfabeto da Cauda da Europa. No fundo, a reforma é simples: há um neoaristotelismo, com um motor imóvel, a "Branca", e todos nós seremos divididos entre consumidores, consumíveis e consumidos. Tudo o resto serão manobras de entretimento, porque até os bichinhos gostam: vejam lá se os McCann também não embarcaram já na onda -- a do McNamara -- e aproveitaram o ALLgarve estar cheio da escória romena, que foi corrida de todos os países da Europa, para também meterem uma família cigana, na telenovela que estão a rodar para a BBC, para ver se conseguem pagar o apartamento, à pala do cadáver da filha?... Temos de entrar no ritmo, querido Mário, cavalgar a onda, surfar a "branca", aproveitar as brasileiras que veem para aqui fingir que se afogam. Na Nazaré, há agora um canhão que dispara overdoses, e com o Photoshop, o tratamento de imagem, e todos os recursos de cenários fractais, vai ver que as ondas vão ser como a dívida pública, sempre em crescendo. Para mim, que sou leiga em tudo, exceto em mamar caralhos, já estou a imaginar ondas com 100, 200, 300 metros, cheias de mcnamaras, mcnamarazinhos e mcnamarazecos, tão pedrados que já nem sabem se aquilo é mar se um cano que rebentou. Ondas de 30 metros???... Isso só nos tsunamis das suas praias do Sudeste Asiático, e se as houvesse cá, levavam tudo atrás, até às aldeias despovoadas do interior, de onde traziam alguma octogenária desdentada, e algum pastor, ainda com o "nó" dado na ovelha. Para as rotas da coca, brevemente, tudo será surf, e até acabaremos a surfar nas águas paradas da Lagoa de Albufeira, muito prestes. Por mim, é tudo igual, por que eu estou é furiosa com os entretimentos com que nos querem desviar a atenção do real, como aquelas porcarias das adoções de crias por casais gay, como se os casais gay quisessem adotar o que quer que seja, senão para provocar escândalo. Eu, cá, sou muito tradicionalista, e prefiro ter uma criança a ser criada dentro de um porta bagagem, com um pai com pila, e uma mãe, com boca da servidão, do que duas descoradas, cheias de tiques, que ainda pegam a doença do Chiado à criança. E também sou a favor daquela coisa da Assunção Cristas, que bem deve saber o que é ter um animal em casa, que a pôs de baixa e de balão, e de não se dever ter mais de dois cães em casa, já que se viu que, com a história da Carrilha e da Bocarra Guimarães, ter duas cadelas em casa pode degenerar em violência e agressão. No fundo, no fundo, o que eu queria era mesmo um pacto de regime, uma rapsódia destas palhaçadas todas, em que as travecas tivessem direito de adotar homens casados, mas daqueles a sério, que nos dão enxertos, como a Bárbara apanhava, e nos deixam a esvair em sangue, de sermos usadas como objetos sexuais, mas isso só mesmo indo servir de baliza para as claques do Pinto da Costa e quejandos, e que me deixassem ter a casa cheia de pitt bulls da Onda Verde do Sporting, ou uma capelinha onde eu fizesse missas negras de negros, como fazia a Margarida Prieto, ainda não havia a "Catedral". Pescoço de galos pretos cortados, grandes e grossos, Angola em força, eu, de coleira, e domesticada como uma cadela, espancada por homens a sério, não hienas, como a Carrilha, só quem a viu, como eu, aqui, na sex-shop do Conde Redondo, as minhas colegas, que o conheciam da televisão, do tempo em que a Carlota e o Dinis mamavam no pai, e faziam-se apostas sobre o que ele iria buscar à sex shop, até que um dia me tirei de cuidados, entrei por ali dentro, e perguntei à brasileira, que finge que não vê os valentes broches que se fazem naquelas cabines de filmes, olhe lá o que é que o nosso representante na Unesco aqui veio comprar, e ela, parva, veio comprà lingiry, minina, e eu, mas lingerie de quê?... e ela muito espantada, porque eram só tamanhos XXL, ou seja, era lingerie para usar ele e não a Bárbara... Olhe, querido Mário, isto está mesmo a saque e eu acho que já me perdi na resposta: compre um bilhete de ida, sem volta, para Singapura, que com a coca e ondas de 30, 40, 50 metros, por todo o lado, esta choldra não vai durar muito, acredite. Tome é cuidado com Bali, que muitas dessas "moças" são transsexuais tailandeses, de Pattaia, operados e por operar, que foram corridos de lá, por excesso de oferta, e ainda acorda, um dia, na cama, deitado com alguém com uma "surpresa" debaixo da saia... Quanto a mim, acho que deve ser isso a Reforma do Estado, que a Mona do Largo do Caldas vem anunciar portanto, pela complexidade que lhes expus, está a demorar tanto tempo a sair. E ficamos assim, tá?.... Kisses nas suas matubas, desta sua grande admiradora, Lola Chupa y Mete.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A mesma situação Cristiano Ronaldo vs Messi

Quem ganha?


Ronaldo como é óbvio... Os espanhóis não suportam que o melhor do Mundo seja um português, por isso fazem a campanha por Messi. A verdade é que nos pequenos actos vemos as acções de cada um. O engraçado é que nestes jogos o Ronaldo marcou um auto-golo e o Messi marcou dois pelo Barcelona... Era mais que motivos para o Cristiano Ronaldo estar chateado ou não? Mas veja-se a atitude do Cristiano Ronaldo, abraça as crianças!
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

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domingo, 15 de abril de 2012

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

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