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sexta-feira, 3 de maio de 2019

"Fake News": Perante rumores de demissão do saloio Tiago Brandão Rodrigues, Maria de Lourdes Rodrigues mostra-se disponível para voltar a ocupar a pasta da Educação

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sábado, 9 de fevereiro de 2019

Secretas internacionais seguem pista de interferência de Vladimir Putin na greve selvagem dos enfermeiros portugueses

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Então, está aberta a guerra entre os aventalinhos da Maçonaria e o Partido Comunista Português: começou-se a pôr a boca no trombone, e o camarada Jerónimo já disse que não passava tudo de "especulação e insulto gratuito a par da conhecida promoção da extrema-direita e da reabilitação de Salazar e do regime fascista", mas não é nada disso, é mesmo aquela síndrome dos votos, que leva a que o PCP nunca suba muito nas Legislativas, onde tem pouca influência, mas suba bué, nas autárquicas, onde pode, mete e faz, os amigos todos e as famílias inteiras, ao abrigo do favorecimento e do nepotismo. Que pena que nós temos do Manuel Ferreira, e do seu filho João Ferreira, e do Vítor Damião, e das guerrinhas dos "Inválidos do Comércio", uma gota de água no oceano corrupto português...

Tudo isto é o "The Braganza Mothers a fazer justiça profana, em pura "especulação e insulto gratuito a par da conhecida promoção da extrema-direita e da reabilitação de Salazar e do regime fascista" :-)
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Hoje é dia 1 de outubro, e a vossa Teresa Girona acordou deserta de ir fazer mais uma greve do Mário Nogueira, mas depois pensei melhor, e pensei assim, tenho os meus repetentes todos, aqueles rapagões lindos, de 18 e 19 anos à minha espera, se eu não os agarrar à escola, a Alexandra Leitão, a Miss Piggy da Educação, corre com eles todos para a noite, e eles na noite perdem-se todos, o melhor é meter mesmo a minha sainha justa e ir exercer pedagogia, já sei que não vou conseguir ensinar nada, mas pelo menos dou-lhes aquele carinho de que tanto precisam, e são tantos, saio de lá sempre exausta, letiva e não letiva, mas vou à mesma, o Mário Nogueira, se quer mesmo contabilizar os 9 anos, 4 meses e 2 anos, é só mandar uma sms ou um email para a bancada parlamentar do partido dele, o PCP, e eles votam todos contra o orçamento, que já se sabe que parece que não vai contemplar as lágrimas e suspiros desta vossa Teresa Girona, por que estas guerras ganham-se é dentro de casa, nos partidos que mandam no governo e não na rua, por que para a rua já nós fomos uma vez, foi lindo, eram 100 000 teresas gironas na avenida, no sobe que sobe, sobe a calçada, e veio de lá o Mário Nogueira, por detrás, e traiu a luta das 100 000 gironas todas, e tanto traiu que chegámos ao atual impasse. Deixa cá ver onde é que eu tenho o meu sutiã cai cai, para isto ir bem rijinho para a sala A2, que tenho os rapazes todos à minha espera, são tantos, e tão inquietos, vão-me fechar logo a porta e colocar um pé para eu a não poder abrir, o trabalho que é afastar aquelas mãos todas, dão-me cabo da base, fico com o "imbigo" todo cheio de dedadas de rimel, e já eu sei que vou gritar imenso, imenso, imenso, mas também já sei que depois me vou lembrar de que não devo gritar assim tanto, e nem devo estar para ali, a berrar mais, por que com esta falta que há de auxiliares, quanto mais eu gritar menos eles vêm, e eu vou mas é ficar caladinha, e aguentar aqueles 50 minutos todos no maior dos silêncios, "bouche bée", senão as minhas colegas não conseguem dar as aulinhas delas nas salas ao lado, só deus sabe se não estarão a passar por um tormento igual ao meu, mas todas caladas... Na verdade, com esta luta do Mário Nogueira, eu e as teresas gironas todas deste país já perdemos 9 meses e 1 dia na nossa progressão, 9 meses e 1 dia é muito, é uma gravidez e um desmancho, e a coisa não pariu nada, e, se isto continua, ainda perdemos um ano inteiro, um ano inteiro somado aos 2 anos, 9 meses e 18 dias que o grunho da educação nos quer dar, se eu os tivesse aceitado, já estava agora, em meados de janeiro, a mudar de escalão, e a ser mais velha, rica e milionária!... O Mário Nogueira que lute pela progressão dele, e se está mesmo doido, deserto, aguado, para ir substituir o Arménio Carlos, que está com os pés para a reforma, para ir ser eletricista chefe, com o nono ano, na Carris, o Mário Nogueira que vá à luta dele, mas não comigo, e não me use, por que os dias de greve saem-me todos do bolso, a mim, e não do bolso dele... Deixa cá ver, com o que poupei hoje já dá para comprar um estojo novo de maquilhage, que a professora deve ir sempre bem apresentada e sensual, para o faz de conta das suas aulas de repetentes do Reino de Afetos do Professor Marcelo. Kisses e bem hajam

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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Hoje, a Teresa Girona volta a falar de Educação, para confirmar que os professores ganham um tanto, por que são licenciados, e confirma que nem todos são, por que continua a haver muitos e muitos “mestres”, que são uns gajos de oficina, que tinham o terceiro ano geral, do tempo do Salazar, ao qual agora se chama 9.º ano, e agora ganham mais do que um licenciado, por obra e graça de cosmética do anormal do Cavaco, mas os professores ganham mesmo um tanto mais, por que hoje em dia já não são contratados para “ensinar”, mas para tentar domesticar, antes de ensinar, visto que as famílias típicas disfuncionais portuguesas lançam no mercado crias cada vez mais desestruturadas e carentes de regras cívicas, e o professor tem um duplo trabalho, que é o de tentar, tentar, I said, tentar transmitir regras e valores aos filhos, e tentar também aos pais, o que dá 200% do trabalho. Se a OCDE diz que eles ganham mais 35% do que os congéneres, é capaz de ser verdade, mas como fazem o dobro do trabalho social, ainda continuam a ser comidos em 70%. Deve-se perguntar aos congéneres licenciados se aceitam tomar conta das matilhas dos filhos dos outros, por mais 35%, para os ver fugir… Mas não é só nisto que os professores continuam a ser comidos, por que, como se isto já não bastasse, em vez de terem quem os defenda nos seus direitos, caiu-lhe no azar o Mário Nogueira, um biltre, que estava a tentar, como o “Florence”, ganhar força, e transformar-se num “Hurricane” de categoria 5, à pala do desagrado dos docentes, para que a máquina obsoleta e antissocial do PCP o pusesse como sucessor, em breve, do eletricista Arménio Carlos. Estão todos com azar, e quem paga são os professores, os alunos e o país, no qual vai cair um “Florence” muito maior do que o “Florence” típico dos países onde se desinvestiu na Educação. Temos pena, mas assim será. Brevemente, também teremos bolsonaros…

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Boas, boas, boas, são mesmo as boas novas da Teresa Girona, vão da pontinha da greve, até às bordas... meu deus, só deus sabe até onde podem ir estas boas novas da greve, mas mesmo boas novas é que a coisa vai ser retomada em setembro, na mesa das negociações, já sem o cretino do Tiago Brandão Rodrigues, substituído, depois das negas da Edite Estrela e do João Galamba, por um técnico de linguística, João Costa, e, pasmem, gentios, que pensavam que o Mário Nogueira se estava a fazer ao cargo, não estava, estava apenas à espera de que o Arménio se reformasse, para se enfiar no lugar dele, assim eternizando, bem a tempo da Festa do "Avante", o veneno do PCP, na CGTP :-)

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Elogio, contra o PCP, do acordo ortográfico de 1990



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas




Três coisas sustentavam o Estado Novo: a ditadura, uma justiça inquisitória e o PCP.

O 25 de abril apenas conseguiu libertar-nos da primeira; a segunda evoluiu (?) para o pântano que conhecemos, e a terceira parece ter-se tornado vagamente arqueológica.

Vem esta introdução a propósito da iniciativa do Partido Comunista, reprovada por todas as correntes parlamentares, de tentar reverter o atual acordo ortográfico.

Pela minha parte, também não gosto de acordos ortográficos, pela simples razão de que quem constrói a língua e as formas da língua são sempre os povos e os escritores, e não os guiões das academias. Por outras palavras, os guiões das academias só vêm depois de os ajustes e novidades que os usos das gentes e dos poetas trouxeram ao fluxo da língua. Os acordos apenas podem aspirar a transformar em norma o que o curso das coisas já impulsionou. Nisto tudo, como se poderá ver, não há qualquer espaço para o PCP, como os parlamentares hoje, e bem, lhe puderam demonstrar.

Começava janeiro de 2009, e eu escrevi, em Fortaleza, o primeiro poema enformado pelo acordo. Esse poema tem o nome de “Inscrito no Tempo”, e foi assim que entrou para história da Língua, como o primeiro texto de escritor português, a cumprir as novas normas da ortografia. Reproduzo-o, por, com o passar dos anos, se ter tornado mais intenso, e por mais intenso ainda se dever vir a tornar: “Chegado dos Alísios, O Guardião dos Fogos espalhava as estrelas do Nascente, e a sua mão de olhares cruzados acendeu os Céus num momento inteiro, do supremo Zénite aos infinitos lugares do Poente.
Era o Turbilhão dos Astros e das flores efémeras, e o turbilhão das estrelas fixas, desenhado para sempre, ato inscrito no Tempo”.

Excetuada a poesia, toda a sua novidade assenta no “ato” com que finda E é só essa pequena diferença que prestou homenagem ao janeiro de 2009, em que o Brasil inteiro inaugurava a simplificação do acordo.

Ao contrário desta festa, o PCP sonhava com poder regressar, em 2018, à ortografia do seu Estado Novo. Parece que não conseguiu. Creio ser apenas mais um anquilosamento de quem nunca compreendeu que, de todas as aspirações da liberdade, uma das maiores é a de poder escrever com desobediência.

Todavia, pode o PCP estar tranquilo, pois eu acabei de percorrer ambas as letras, as do “Avante” e da “Internacional”, e não há nelas uma única palavra que os ditames ortográficos do acordo venham alterar, o que, eventualmente, talvez seja uma pena, já que, tal como no 25 de abril, parece que por aquelas bandas, mais uma vez, vai tudo ficar na mesma...

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Diário do fim da Geringonça - Então, os que estavam a apostar que a Constança Urbano de Sousa, filha do Alfredo de Sousa, caía já, estão muito enganados, por que o que está a dar nas plataformas de apostas (please, bet now), é que o Tiago Brandão Rodrigues vai primeiro, e vai primeiro por que os boys do Mário Nogueira estão cheios de tesão de abalroar o Ministério da Educação para os boys do PCP, a Educação é soviética, ou deve ser, ou há de ser, pelo menos desde o camarada Estaline e o camarada António Ferro, avô da Rita Ferro, e as plataformas do BET NOW estão a bombar bitcoins, bué bit coins, mano, o gajo cai primeiro, por que tem barba, vale mais bit coins do que a gaja, a gaja não vale um corno, não fosse filha do Alfredo de Sousa, era só mais uma boca torta na televisão, ela há tantas bocas tortas, olha, por exemplo a boca torta da gaja da fuga de informação dos Salesianos, já sabemos o nome dela e tudo, Mónica Pitta e Sá, chegou a ser comida pelo Mário Montalchado Machão, quando ele a encornou com uma zuca, virou-se para os alunos, explicações a toda a hora, 40€/hora, tirando os outros, que eram mais baratos e só uma mama de fora, todo lá dentro, e o exame está feito... o exame de Português foram trocos, pá, assim se "construi" o sistema de Ensino, as aulas são boas para arranjar matéria prima mas é para as explicações, se a gaja for fodida e má, eles querem aulas em casa e trazem os irmãos e tudo. Quando a noite cai, ela suspira e começa a contar as reuniões secretas do IAVE, no IAVE é só putas e paneleiros, pessoal que só curte a desgraça dos outros mano, exames?... exames o caralho, o pessoal quer é as respostas certas, pá!... O ministro agora queria pôr ordem nesta merda, caralho, ordem o tanas, vai agarrar nos manos todos e vão todos para a "prova diabólica", os manos é o toque retal, mete a mão com uma luva e vê se tem lá dentro o Alberto Caeiro, se não tiver, passou, o gajo tá safo; as chavalas é mais fácil, são atiradas para dentro da banheira, se ficarem a boiar é por que beneficiaram de saber o exame antes, se forem ao fundo, foda-se, coitadas, estavam inocentes, manda-se uma coroa de flores à família, como no Pedrógão... E como é que se sabe se um mano teve acesso ao exame ou não, bués fácil, pelo cheiro, mano, se tiver o perfume da gaja dos salesianos é por que ele lhe tirou o exame do rego das mamas, a gaja tem aquilo sempre bué perfumado, para os manos irem ao cheiro... perfume e coca, coca e perfume igual a salesianos, fogo, caralho, isto da prova vai ser uma rave, vai haver mais candidatos do que naqueles programas de comer a Teresa Guilherme... e como é que um mano sabe se se safou, pá, foda-se, depois de escrever um texto destes, não preciso de ir a exame, vou à oral, como com a gaja, oral de joelhos, os salesianos são os maiores... vai por mim, mano, aposta os bitcoins todos no Tiago, que o cabrão cai primeiro do que a boca torta!...

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Diário dos não assuntos urbano de sousa - Sim, é isso, depois do exame do Português, resolvido no rego das mamas da professora dos Salesianos que é mázinha a dar aulas, mas "construi" a alegria dos seus explicandos a 40€/hora, e lhes traz um cheirinho da prova do IAVE, onde dá banho ao grelo de outra forma, agora, o gang do Mário Nogueira volta a atacar no exame de Matemática, e relembra que uma das partes ainda não cumpridas da "Geringonça" é dar o controle da Educação ao aparelho do PCP, através do seu ministro, Mário Nogueira, por que o PCP quer que os Portugueses, doravante, percebam que a História tem um sentido, e é único, como anunciaram os grandes profetas, de Estaline e Cunhal, a Fidel e Kim Jong-un

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Diário do Trump - XX Congresso do PCP

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Diário do Pedro Dias - Mário Nogueira, uma correia de transmissão do PCP, anda calado que nem um rato, apesar de a Educação continuar em estado de desastre. Espera-se que reabra a boca, mas contra a tributação do património do partido

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sábado, 3 de setembro de 2016

"The Braganza Mothers", em pleno 13 de maio do Partido Comunista Português

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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Diário do Marcelo - PCP quer que todos os trabalhadores do Novo Banco estejam a pé e integrados e a cantar a "Internacional" no dia da falência :-)

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Já não se pode levar no cu na Festa do "Avante"... :-\

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Papa Francisquinho chama a atenção para os partidos para quem as ditaduras e a pobreza são aliados, na esperança de um dia poderem impor, num regime mundial, os seus sistemas, retrógrados e ditatoriais

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

PCP vai a S. Bento exigir a demissão do cidadão Aníbal Cavaco Silva, do cargo de Presidente da República, dado o seu estado "muito precário" de saúde

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segunda-feira, 24 de março de 2014

Ricardo Araújo Pereira está ansioso por avançar ainda mais, na senda da estupidificação global do Português

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Odete Santos, uma das glórias de Portugal, deixa os cenários da Política

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sábado, 11 de agosto de 2012

Rica se abra, enquanto se escuta, não vá derrapar-se, na forma de contas

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Tenho, algures, escrito, um texto, sobre a Teoria Geral das "Fag Mothers", onde se explica, como a deriva estelar, da sequência principal, para os buracos negros, é equivalente à evolução dos buracos negros políticos portugueses, para formas muito para lá do que a Astrofísica e a cadeira de rodas do Hawking poderiam, sequer, imaginar.
Como  devem ter percebido, já estou em pleno discurso sobre Zita Seabra, uma anomalia espacio-político-temporal, que levaria séculos de investigação da NASA, para a poder explicar, mas eu, que sou mais primário, vou reduzir já a coisa aos meu típicos axiomas: a rata, enquanto fenda, e pista de aterragem de todo o tipo de "curiosities", é, ela mesma, alvo de todas as metamorfoses, sendo que, por natureza própria, nem todas são de Ovídio, caso do Ovário de Eva, e da Eva, em sim mesma, enquanto deriva do pecado original, quando Adão estava muito sossegadinho, a tratar dos seus animais, e Jeová, velho e zarolho, que nenhum seguro de saúde da Opus Dei, de Paulo Macedo, hoje cobriria, decidiu que ele tinha uma costela a mais, lhe a tirou, e, depois, deu no que deu.

Acontece que a rata começa por ser tenra, a chamada "maminha", dos restaurantes de picanha brasileira, e dos "Ballets Rose", e acaba, com uns "intermezzi" pelo meio, em coiro rijo, na célebre forma do palmier sem cobertura, exceto uns pintelhos de catroga, para se tirarem da boca, depois do banho, como nas "Recordações da Casa Amarela", um dos grandes filmes portugueses.

Ora, aristotelicamente, sendo Zita Seabra mulher, e tendo todas as mulheres rata -- excetuadas as vitimas da Síndroma de Rokitansky (não, não é um ex camarada da traidora...) --, Zita Seabra também tem rata, a qual, dado o seu adiantado estado de decomposição política, deve estar muito para lá do palmier, sem cobertura, e completamente ressequido. Vamos, talvez, usar a imagem, que vale o que vale, de um palmier, do tempo de Tuthankamon, encontrado num vaso canópico do séc. XIX A.C., para dar uma ideia do atual estado do entrepernas da Zita.

Acontece que o entrepernas da Zita apenas a ela diz respeito, minto, respeito a ela, e ao bidé, o célebre bidé, dos monólogos do bidé, da Zita Seabra, mas o mesmo não se pode dizer das suas intervenções políticas, que sendo públicas, têm, e cometem, o estrago de todas as palavras públicas. Ora, o que defendo, em tese, é que o estado de ressequimento político de Zita Seabra é exatamente equivalente ao do palmier ressequido que ela tem entre as pernas, e como já ninguém lhe pega, nem na rata, nem no palmier, nem nas ideias, nem na figura, nem no histórico, nada melhor do que um escândalo de ares condicionados, para voltar a dar nas vistas, e concluo aqui a frase.

O resto é pior: há uma voz corrente, em certos meios mais esclarecidos -- que, desta vez, não vou explicitar se neles me incluo, ou não incluo -- que defende que Fascismo e PCP foram a cara e a coroa de uma mesma moeda, sendo que o 25 de abril, por inerência, pensou dar um golpe no primeiro, mas soube conservar o segundo, esquecendo-se de que o primeiro era muito mais resistente e idiossincrático do que o segundo, como recordam as célebres palavras do Abade Correia da Serra: "Cada um de nós transporta, dentro de si, um familiar do Santo Ofício", o que explica que fossemos a risota da Europa, em pleno Século das Luzes, com a nossa Santa Inquisição, ainda ativa, e os seus sucedâneos, por aí, fora, Miguelismos, Autoritarismos, Franquismos, Sidonismos, Salazarismos, Cavaquismos, Socratismos, e agora, esta miserável excrescência, que só os próximos meses irão ditar se entrará para a História como "Relvismo", ou como "Passoscoelhismo", mas já teve as suas origens certas, certíssimas, em Neanderthal, e Cro-Magnon, quando um atrasado da mão já impedia o outro de rabiscar, naquela miséria que é Foz Coa, um TGV, e lhe batia, para que o outro desenhasse, em vez de um TGV, um comboio a vapor...

Já nessa altura eramos Portugueses consumados, graças à Senhora de Fátima, e espíritos santos afins.

O que a Zita Seabra veio trazer, com a sua língua de palmier ressequido, é uma coisa estranha, porque são as palavras da vitela, que mamou na vaca, enquanto dava, e depois mudou de teta, quando lhe cheirou que o Cavaquismo era mais apetecível, e era, como o prova uma longa corrente de energúmenos "políticos", de que todos estão lembrados, e embarcaram na transumância: La Feria, Eunice Muñoz, Dias Loureiro, Marques Mendes, Duarte Lima, o Rui Rio, que não era filho da puta, como o Pinto da Costa também nunca foi, nem será, nem ele, nem o Isaltino, nem o "Major", nem nenhum dos da seita; o pedófilo que empurrou o próprio Cavaco para a "rodagem" da Figueira, e que este mês mudou de casa, para o Inferno, Eurico de Melo, e tantos outros. Também havia, com dizia o Mário Viegas, uma Agustina, que já era fascista antes de haver fascismo, mas isso é só uma prova do anteriormente escrito: que, na forma A, ou B, cada um de nós aspira a um totalitarismo, que impeça, de uma forma ou de outra, o vizinho do lado de abrir a boca.

O P.C.P., na forma mais emblemática das suas figuras de majestade, como Álvaro Cunhal, nunca fez o necessário "mea culpa" do Estalinismo, como nunca o fez o seu miserável escriba, Saramago, que deve agora andar a discutir Metafísica, no mesmo lugarzinho quente, e bem bom, um com o outro, um, por umas razões, o Eurico de Melo, por outras, bem diversas.

Ora, ares condicionados, que escutam, são um moderno sucedâneo para amanhãs que deveriam cantar, mas não cantando, se limitam a escutar, e, escutando, ditam um verão indiano de um estalinismo mal resolvido, e agonizante.

É certo que estou a levar a coisa para o ar da graça, pela simples razão de que, a ser verdadeira, e não fruto de um palmier ressequido, convertido, de Estaline, à Opus Dei -- coisa que faria Darwin desistir de escrever... -- e que já não consegue dar mais nas vistas, é grave, mas, em Portugal, tudo é grave, a arte milionária dos tampões de rata da Joana Vasconcelos, a artista oficial da "Situação", que vem de Versalhes (!) para Queluz (!), a Fundação Paula Rego, que, sem a bruxa saber, parece que servia para lavar tudo o que era dinheiro sujo do Casino; o fácies daquele povo que abre telejornal atrás de telejornal, convencido de que o Euromilhões não faz parte da Teoria Geral das Probabilidades, mas pode, sim, ser tratado como mais um caso de causas naturais, ou dos milagres da fé; daquele povo que, confrontado com o problema de uma diminuição do uso de cartões multibanco estar diretamente associado com o empobrecimento geral da população, prefere encolher os ombros, e soltar um espantoso "eu não tenho, nem nunca tive...", voz do familiar do Santo Ofício, que implicitamente condena quem tem e usa, e se remete para um estádio de relação fiduciária com décadas de atraso, e, por fim, aquelas coisas que o Tribunal de Contas vai descobrindo, das sobrefaturações, e das derrapagens, que conduziram a que o roubo de alguns acarretasse a desgraça atual de todos.

Creio que o inapto que ocupa, por vaidade, a Pasta da Educação, devia ensinar ao Tribunal de Contas, que, apesar de ser de contas, esses estranhos números do sorvedouro da Coisa Pública, têm, para quem saiba ler, um nome em cima, que propõe, e um nome em baixo, que assina e permite. Seria bom que o Tribunal de Contas fosse forçado, pelo medíocre Crato, a juntar letras e números, ou seja, por cada derrapagem, imediata identificação dos "derrapadores", com sua punição, por atos lesivos do Erário.

Acabava-se o "deficit" num instante, mas, creio que, com isso, também toda a máquina de bastidores, que mantem a aparência da Política, e tal não pode acontecer, não é?...

(Quarteto de ares condicionados, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers", em plena "silly season")
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