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sábado, 29 de junho de 2019

"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

A coisa "determina que o Estado se comprometa a “não colocar entraves à saída de Portugal e/ou do espaço comunitário, ao abrigo da atual ou futura legislação de proteção de património cultural, caso venha a cessar o comodato” entre ambos". E também não poderá classificar as obras, caso determinasse colocá-las ao abrigo do interesse público. Quem escreveu isto?... Perguntem ao Alexandre Melo e ao João Pinharanda, que eles explicam tudo, país de merda... :-\ 
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sexta-feira, 7 de junho de 2019

"Fake News" - Então, foi mesmo o comendador das ordens de Rio Branco, do Infante D. Henrique e da Grande Ordem Militar de Cristo, o aventalado de Bilderberg, Vítor Constâncio, pai do outro, que autorizou o Berardo a levantar 350 000 000 de euros da Caixa Geral de Depósitos. A única garantia pedida foi que negasse sempre quem lhe os tinha dado, ainda que ele, Vítor Constâncio, já não estivesse em Portugal, e até fosse considerado, no estrangeiro, por que o estrangeiro é como a Legião Estrangeira, branqueia as piores reputações, dizíamos, que o comendador Vítor Constâncio fosse considerado no estrangeiro como um homem sério, e não um vigarista, que já devia estar preso, como toda a gente sabe. Um verdadeiro país de comendadores, como já o Eça o tinha definido, e em cuja atmosfera o ranço da Agustina bem convivia, e progredia

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Joe Berardo, um cancro português

Joe Berardo é uma típica neoplasia portuguesa. Esta criatura é uma espécie de rapsódia do Regime: condecorada pelo Eanes, foi recondecorada pelo Sampaio, e fortemente elogiada pelo Marcelo. Para ser completamente má, só lhe faltaram o Soares e o Cavaco. Tem uma espécie de sótão de artefactos culturais, aos quais se usa chamar "Coleção Berardo". Pior do que aquilo, só os "mirós" do BPN. É uma verdade que dá algum trabalho, mas já uma vez por lá passei, com o olhar severo e crítico, para selecionar o que estava bem na parede, o que roçava os limites do suportável, e o que devia ser imediatamente retirado. Também havia coisas para queimar, mas dada a generosidade da estação, chegou-me então virá-las de costas para o visitante. Não há ali uma única peça que conheçamos do clube imensamente seleto e restrito das estantes das nossas histórias de arte. Creio que o grande colecionador é sempre sibarita, apenas escolhe o inimitável, e não o tropeço, só pela presença e má digestão da presença de uma assinatura. Em Arte, a assinatura é uma invenção tardia. Antes da assinatura, já a Humanidade fervilhava de obras-primas. Depois da assinatura, nem por isso. Faz falta ao Berardo a profundidade da reflexão estética, da mediana, pelo menos, ou de, pelo menos, perceber que o bom gosto é uma roupagem que não é concedida a todos, e, sobretudo, não foi talhada para ele. Berardo não passa de uma espécie de "Gulbenkian" da Santa da Ladeira, ou de uma dona branca do culto duvidoso. O ruído sempre foi inimigo dos museus, e o Berardo não passa de um museu cheio de ruído, e do pior ruído, o ruído visual. Tudo o resto não é mais do que a transposição para o nosso paupérrimo quotidiano social e político dos seus muito tristes traços de caráter. Por que outra das formas da impunidade, para além da impunidade do mau gosto do recoletor, é a impunidade do riso alarve na cara dos eleitos da Democracia, uma grave dislexia da cidadania, que já custou muitos milhões ao contribuinte e continua a dever milhões à decência. Se houvesse decência em Portugal, o Berardo teria sido imediatamente preso, à saída da audiência parlamentar. Um dia, acabará “recomendorado” pelo Galamba.
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