Cavaco Silva acha que não é a altura certa para se pronunciar sobre esclarecer que foi mero depositante do BPN, e que a sua conta nunca esteve no mesmo balcão dos depositantes Oliveira e Costa, Dias Loureiro, Miguel Cadilhe, Abdul el Assir, Duarte Lima, Rui Machete, Patrícia Cavaco Silva, e que a casa da Quinta da Coelha foi comprada com os 900 € de reforma do Ano Zero, mas mesmo Zero, zero, zero, em que a Maria fingia que dava aulas na Católica, e ele apanhava com um processo por faltas injustificadas, na Nova, safadinho à última hora pelo João de Deus Pinheiro, e que, portanto, não está abrangido por essas minúcias que levam as pessoas com altos cargos a demitir-se por muito menos, em sociedades, obviamente, muito mais civilizadas, e não voltará a tocar no assunto, e vingar-se-á sobre quem tocar
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