Se houve alguém que conseguiu divagar pela infinituda do nosso exterior, e do nosso interior, foi Proust, eventualmente, não nas caves mais recônditas de Dostoievksy, nem no sentido mozartiano de Shakespeare, mas a grandeza é uma coisa inexplicável, embora, como dissesse o outro, felizmente há grandeza.
Um feliz centenário da obra central das minhas leituras, que convosco partilho :-)
Se houve alguém que conseguiu divagar pela infinituda do nosso exterior, e do nosso interior, foi Proust, eventualmente, não nas caves mais recônditas de Dostoievksy, nem no sentido mozartiano de Shakespeare, mas a grandeza é uma coisa inexplicável, embora, como dissesse o outro, felizmente há grandeza.
ResponderEliminarUm feliz centenário da obra central das minhas leituras, que convosco partilho :-)
uma madalena a mergulhar no chá
ResponderEliminarfelizmente há tanta grandeza ainda