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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Paulo Macedo, da Opus Dei, lamenta atraso de dois anos em exame, que levou à morte de doente, mas recorda que a doença é, antes de mais, um pecado, e que terá havido negligência, por falta de oração do paciente, esperando que este caso sirva de exemplo a uma população pouco submissa e disciplinada