Renato Seabra envia enternecedoras cartas da prisão: conta como os negros do Bronx têm sido úteis na estabilização da sua sexualidade; que já sabe a diferença entre "centímetros" e "inches"; que está mais aberto (em todos os sentidos...): que ajoelha várias vezes ao dia, umas, como sacristão, outras..., nem por isso, e que chora muito, quando lhe fecham a cela e deixa de ser visitado
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Venho, enquanto adulto, exercer aqui o meu direito de cidadania, e participar no espírito construtivo deste espaço, que é o de tornar melhor a vida dos cidadãos da Aldeia Global. Penso, logo, participo