Em plena crise de dissolução da identidade nacional, durante o período terminal do declínio neurológico de Aníbal de Boliqueime, Isabel dos Santos levanta o braço, e diz, "alto, temos de ajudar este pobre Portugal a proteger as suas fronteiras estratégicas, e nós, povo irmão, vamos dar-lhes, neste período de angústia e agonia, uma mão, para evitar que a PT saia da voz da Lusofonia". Obrigado, ñha irmã
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