Diário da Guerra - Aníbal de Boliqueime, apesar de discretamente aconselhado a moderar, nos últimos meses da sua longa agonia, estas palhaçadas, insiste em medalhar vagalmente o Eanes, um “homem de liberdade e de coragem”, que "sabe amar e que sabe rir", como São Balaguer de Escrivá, cujos dinheiros permitiram este miserável pântano, em plena Democracia
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