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domingo, 22 de maio de 2016

o homem-pássaro

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

E o pássaro regressava nas noites de insónia e acompanhava o homem nas manhãs de trabalho. Pousava nas cúpulas e nos zimbórios, partia uma telha ou duas, trincava o estuque das paredes, entornava as tintas. Mas cantava e o homem assobiava. Ou seria ao contrário, não sei dizer porquê.

2 comentários:

  1. Pássaro grande e grosso,
    a fingir que voava,
    o que eles queria era pousar nas
    cópulas,
    benzó-deus...

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