Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Tomam-se cinco frascos de vidro transparente, escaldam-se em água a ferver, secam-se com um pano de algodão e colocam-se de cabeça para baixo para escoar qualquer ideia triste. Nas folhas amarelecidas pelo tempo, seguimos a caligrafia antiga, desenhada, a explicar ponto por ponto de caramelo, de estrada ou de cabelo, como se guarda a luz do sol para termos sempre à mão. No primeiro frasco a compota de tomate com um pau de canela. No segundo, a geleia de marmelo. No terceiro, o doce de melão com amêndoa torrada. No quarto, as malaguetas em alho e azeite e no quinto frasco, as ginjas afogadas em aguardente da melhor.
Tomam-se cinco frascos de vidro transparente, escaldam-se em água a ferver, secam-se com um pano de algodão e colocam-se de cabeça para baixo para escoar qualquer ideia triste. Nas folhas amarelecidas pelo tempo, seguimos a caligrafia antiga, desenhada, a explicar ponto por ponto de caramelo, de estrada ou de cabelo, como se guarda a luz do sol para termos sempre à mão. No primeiro frasco a compota de tomate com um pau de canela. No segundo, a geleia de marmelo. No terceiro, o doce de melão com amêndoa torrada. No quarto, as malaguetas em alho e azeite e no quinto frasco, as ginjas afogadas em aguardente da melhor.
Requerem-se prateleiras arejadas, mas resguardadas,
enquanto lá fora tudo parece igual, os ramos, os pássaros, os cães a ladrar,
talvez não, aquele arrepio das manhãs.
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Venho, enquanto adulto, exercer aqui o meu direito de cidadania, e participar no espírito construtivo deste espaço, que é o de tornar melhor a vida dos cidadãos da Aldeia Global. Penso, logo, participo