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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

A Vânia Cherif e a Catarina Almeida foram para a Síria, servir de bocas da servidão do Daesh. Por lá andaram, enquanto deu, e estão agora à rasca, quando deixou de dar. Dizem que não são terroristas, mas esquecem-se de que, no Daesh, todos são culpados, até prova muito sólida de inocência. Querem agora que o governo português as "ajude a voltar" (!). Ora, acontece que o governo português não tem, ou diz não ter, dinheiro para mandar cantar um cego, o que quer dizer que, mais tarde ou mais cedo, o regresso daquelas duas bocas do corpo do Daesh nos pode sair pesadamente dos bolsos, e como nos pode sair pesadamente dos bolsos, "The Braganza Mothers" sugere já uma solução rápida de apoio e auxílio para as duas gajas, e um modo de se tornarem imediatamente úteis à comunidade. Colaborem, e ajudem-nos a colaborar!...

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

A merda continua: os pais dos assassinos do Daesh, Edgar e Celso Costa, que Satã já levou para junto de si, e esperamos que de morte penosa, querem que as quatro fêmeas (duas para cada um!...) mais uma do criminoso de guerra Sadjo Turé, e as crias, mais do que dez, venham para Portugal, para os contribuintes portugueses, entre os quais nós e todos vocês, os sustentarem. Nós propomos uma solução muito mais rápida e barata, que é a que o pai dos celerados Celso e Edgar Costa seja posto fora daqui, e lhe seja pago um bilhete de ida, sem volta, para se ir juntar a essa família, da qual tantas saudades tem. "Não te esqueças de que podes fugir, mas não te podes esconder"... Que vá, que saudades cá não deixa, puta que o pariu!...

"O pai dos irmãos Costa (Celso e Edgar) tem feito contactos junto a várias entidades nacionais e internacionais para que ajudem a trazer as quatro noras (os irmãos Costa tinham duas mulheres cada um).

Celso e Edgar partiram de Massamá, Sintra, e fazem parte da designada "célula de Leyton", zona inglesa onde se radicalizaram e de onde partiram para o califado em 2013.

No autoproclamado estado islâmico tinham um papel destacado e chegaram a protagonizar vídeos de propaganda. As quatro mulheres e as crianças estão no campo de refugiados de Roj e Ain Issa, na Síria, numa zona controlada pelos curdos.

Os campos estão sob gestão da Cruz Vermelha e será também através desta organização internacional que o pai dos irmãos Costa tem feito os seus apelos. Com elas estará também a mulher de Sadjo Turé, outro da "célula de Leyton", cuja morte foi anunciada pelo DN em 2015.

As cinco mulheres têm ao todo cerca de uma dezena de crianças, a maior parte nascidos no califado, mas alguns ainda nascidos em Portugal e no Reino Unido".
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sábado, 15 de julho de 2017

Diário do fim da Geringonça - Como evitar uma geração perdida, depois da destruição do sistema de ensino iraquiano, pelos anos de complacência do obamismo com o Daesh?...

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sexta-feira, 16 de junho de 2017
sexta-feira, 2 de junho de 2017

Diário da Baleia Azul - Bilderberg 2017, o Mexia está na lista, o que é bom sinal: brevemente deve "ir dentro"

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Goodbye, Obama

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Diário do Trump - Arábia Saudita ameaça Donald Trump, caso ele queira interromper o normal financiamento americano ao Daesh, através da Arábia Saudita

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Diário do Guterres - Pronto, já está: o Marcelo tanto falou, tanto se agitou, tanto esperneou que já aparece num vídeo de caçada do Daesh

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Diário do Saraiva - Começou a Batalha de Mossul, para libertação dos reféns nas mãos dos assassinos do Daesh

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O Daesh como lugar psicanalítico e fisiológico da decadência do Ocidente






Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Num tempo em que me não lembro bem de quando, nem onde, nem por quê, os órgãos de intoxicação social adotaram a mais errada das denominações para um recente grupo terrorista: começaram a chamar-lhe "Estado Islâmico", quando o seu verdadeiro nome era "Daesh", e não se encontrava sequer na Síria, ou no Iraque, mas um pouco por toda a parte, onde disséssemos Ocidente e Oriente, e nem sequer era uma invenção recente, mas antes uma longa construção da complacência e cumplicidade do Socialismo Fabiano com a destruição da Cultura Ocidental.

Há uma teoria da fisiopsicologia que diz que enlouqueceríamos, se fossemos forçados a dar todas as ordens necessárias ao funcionamento de todos os mecanismos automáticos do corpo. É algures, no bolbo raquidiano, que, entre outros, os processos autónomos da respiração e do bater do coração se desencadeiam. Que seria daquele organismo que tivesse de pensar, antes das sístoles e diástoles, ou de dar um  milhão de ordens para encher o peito?... Na realidade, todo este automatismo foi importado para toda a sociedade, e muitas das rotinas da nossa existência estão hoje ligadas ao seu automatismo próprio. Como já por vezes se disse, nas sociedades desenvolvidas atuais, qualquer indivíduo médio poderia seguir do nascimento à morte, apenas cumprindo regras e rotinas, sem sequer ter chegado aos lugares da Filosofia ou do divino.

Este acostumamento das coisas tem, na Natureza, um outro nome, já que pode ser aproximado, por analogia, da mimese, e a mimese é o poder de umas coisas passarem desapercebidas por outras, por mero efeito de infiltração e disfarce. O Daesh, camada sociológicas das sociedades ocidentais, estudou e pratica este princípio de mimese e de automatismo das nossas defesas e atenções. E ele não o faz de agora, fá-lo de há muito, sendo talvez o seu efeito mais espetacular o atentado às Twin Towers, onde nada deixaria prever que a imagem quotidiana do avião que cruza os céus ora anunciasse um terrível míssil contra um centro financeiro mundial. A suspeita caiu sobre os comboios, o metro, e todos os transportes. O Daesh tornou-nos todos os objetos familiares em inimigos potenciais. Tudo o resto são réplicas posteriores, as sociedade dos nómadas de ginásio e computador, dos turistas cegos, de fim de semana, em qualquer lugar barato da EasyJet, sempre com a perpétua mochila, onde o Daesh já infiltrou os seus sacos explosivos; os festivais de multidões alucinadas, de óculos escuros, por detrás dos quais o Daesh escondeu os seus últimos guerreiros suicidas; os idiotas de barba fardada, todos lançados nos concursos da ninfómana Teresa Guilherme, todos iguais, e todos ávidos de exibir sinais de virilidade compensadores da sua desvirilização física e mental, infindáveis multidões de burka maxilar, como se tivessem uma bota invertida calçada no queixo, e todos iguais àquele fundamentalista que se irá fazer explodir junto da Torre de Belém de Lisboa.

Por que, um a um, através das suas células adormecidas, o Daesh já infiltrou os hábitos, lugares e rotinas do Ocidente, tudo aquilo que fazemos sem pensar e todas as coisas que preenchem a normalidade da nossa escolha cultural, ou, por outra perspetiva, tudo aquilo que o Daesh odeia em nós, e jurou um dia exterminar. Na verdade, nós não poderemos viver a desconfiar de cada uma das coisas de que gostamos, nem passar a pensar em cada passo dado, com receio de que ele possa ser uma nova ratoeira do inimigo. O Daesh não é de hoje, é de há um tempo arcaico, e foi tendo várias faces, ao longo da História. Na nossa idade mediática, nós limitamo-nos a oferecer-lhe o próprio brinde de nem se ter de deslocar, para avaliar a eficácia do seu último atentado: a vertigem dos idiotas das "selfies", dos exibicionistas do "Facebook" e dos alucinados autistas do Twitter encarregou-se de o fazer, em tempo real, e de passar ao inimigo o máximo de informação por ele desejado. Este lado psicanalítico, em que o exibicionismo de uma sociedade malsã se cruza com o agrado voyeur dos assassinos é a verdadeira boda de sangue com os criminosos do Daesh.

É agosto, verão, e as próximas vagas de atentados estarão aí. Não sabemos se as sociedades continuam sem perceber que estão em risco final, e que o futuro breve pode ser uma multidão filhos da puta do calibre de Putin, Erdogan e Trump, a marcarem o Final dos Tempos. E até é provável que continuem sem perceber, ou que alguém, nelas, comece a ter de finalmente acordar. É verão, e é agosto, e são férias. Talvez seja tempo de perceber que estamos em guerra, e que um pouco de disciplina porventura fizesse bem, como treino de proteção das sociedades urbanas. Talvez vá chocar, mas que interessa, o enorme charme destes textos é exatamente a sua permanente capacidade de chocar. Poderíamos, assim, começar por impor uma disciplina de cara rapada, a todos os idiotas que visualmente se tornaram profetas de pacotilhas das cidades do ocidente. Seria uma mera prudência dos tempos de guerra, uma simples higiene contra o inimigo, uma lição de alerta e diferença, e um simples treino doméstico contra os infiltrados. Caras rapadas, e ordem de identificar, em cada esquina, quem não cumprisse este rapar obrigatório, uma medida breve, rápida e concisa, para dar a ver ao inimigo que assim lhe retirávamos, sem pudor, a forte arma da mimese.

Não iria hoje mais longe: podíamos aplicar esta medida, já, nos festivais de verão, em todos os lugares em que o Daesh, psicanaliticamente, não nos forçou a cancelá-los. E podíamos começar a rapar já queixos, por onde os víssemos e a respirar de alívio, da tarefa feita, e, porventura, a rezar (podem ser orações laicas, coisa de que o Ocidente bem, e tanto precisa, de ambos os lados da cortina...) e a rezar para o Daesh não se nos tivesse já adiantado, e acabássemos a rapar os queixos ensanguentados de mais um massacre no metro de Berlim.

Boas férias, leitores.




(Quarteto da mimese da morte, no "Arrebenta-SOL" (em pausa), no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Nice

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France, Nice Côte D'Azur

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terça-feira, 5 de julho de 2016

Diário do Marcelo - Daesh está farto dos rastejantes de Fátima, e planeia ataques. Os dias 13 são considerados particularmente fatídicos :-\

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Diário do Marcelo - Marcelo Rebelo de Fátima encontra-se com Miguel Torga, em Trás os Montes, e faz o elogio do grande escritor, José Sócrates: "Fica bem a gratidão" :-)

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sexta-feira, 1 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016

Fuck Daesh!!!...

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