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sábado, 21 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2014), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "O Napoleão de Goa, ou as pré primárias do PS, na forma da prisão de José Sócrates, seguidas das primárias monhés, de António Costa, para finalmente desaguarem nas raposas secundárias, do João Constâncio, filho do dito"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos



Para mim, leitor da Irmã Lúcia, desde o tempo em que era analfabeta, foi com as lágrimas nos olhos que ontem cheguei à pág. 46 do volume III dos seus"Diários", onde ela escreveu a célebre e piedosa frase "sempre que um político é preso, nasce uma nova estrela no céu". E é por estas e por outras que eu acho que a verdadeira poesia só poderá sempre sair das almas simples, como era a Lúcia, o José Rodrigues dos Santos, a Inês Pedrosa e os inéditos do Jardel, por que tudo o resto não passa de saramagos, mas daqueles mesmo maus.

Estava eu neste engano de alma ledo e cego, vejo passar no rodapé do plasma que Sócrates tinha sido preso, e pensei que o Schindler não fazia só listas, mas também elevadores que encravavam entre dois andares, e pensei, "lá vai ficar a dengosa à espera de que lhe desalavanquem o ascensor", mas era bem pior do que isso, era mesmo passar diretamente da executiva de Roissy para o banco de trás do 67-PD-03... minto... esse era o de hoje, o de ontem era 57-SG-36, ou o 70-BU-71... olha, já não sei, para mim, os carros são como os Chineses, são todos iguais... quer dizer, não são, por que os Chineses até se dividem entre os que já têm visto "gold" e os que ainda não têm. Na verdade, disse-me um passarinho, aquilo são tudo viaturas caçadas à Mafia da Noite, do Pinto da Costa, ou da frota do Autarca das Putas, o Menezes, que tem uma grande quinta, lá em Gaia, senão não vinham de matrícula à mostra, portanto, a serenidade impera e é isso que é preciso, como dizem aqueles olhinhos permanentemente dormentes, e cativantes, de antidepressivos, da nossa Paulinha Teixeira da Cruz.

A realidade é que finalmente prenderam o Sócrates.

No entanto, não entendo como a prisão de Sócrates possa ter sido surpresa, já que estava anunciada desde que foi para Primeiro Ministro de certos interesses, disfarçado de Primeiro Ministro de Portugal, coisa que o distingue de Passos Coelho, que veio ao mesmo, mas já na versão 2.0, ou seja, assumidamente disfarçado de coisa nenhuma, mas pressuponho que este progresso seja aquilo que Marx considerava o desígnio da História e as minissaias prenunciaram, ou seja, a lei dos amanhãs cada vez mais nus.

Como homem da Academia, tenho muito carinho por Sócrates, já que era como Átila, por cada Universidade por onde passava nunca mais a erva crescia, e deixou vários lutos atrás de si, como a defunta "Independente", morta por um "fax" fraudulento, nas palavras da nossa querida colega Tânia Vanessa, inventado com a mesma ligeireza com que se inventou "a roda e o fogo", e ele só não fechou a "Sobronne" -- como pronunciava ontem um dos jornalistas aleijados mentais do Futebol... -, onde ele andou a treinar a Sofística, para poder citar Górgias, e fazer crer ao Sistema Judicial que a virtude de um escravo não era igual à virtude de um estadista, ou invertendo a forma, o crime do escravo nunca poderia coincidir com o do estadista, já que o escravo ia invariavelmente dentro, e o estadista continuava cá fora, e continuava, e continuava, até chegar ao Conselho de Estado e à Presidência da República,
dizia eu de que,
só não fechou a "Sobronne" por que passava mais tempo nos "slings" do "Keller", ajoelhado, a fazer de Fernanda Câncio, e por que a Madame Myriam, apesar de ter recusado à cunha do Seixas da Costa converter Estruturas II em Ontologia, e Betão I em Fenomenologia, sempre o tratou com o carinho devido pelas madames francesas às potenciais porteiras portuguesas, sobretudo, com o pedigrée de terem andado a fingir dirigir um país, quando não passavam de uma cortina para tapar interesses e cambalachos.

Infelizmente, esta história toda misturou-se com a cretinice, os atavismos e a ignorância típicas do país mais atrasado da Ibéria, e quando começaram a falar de 3 000 000 € de um apartamento no Sezième, suponho que os jornalistas ficassem confundidos, já que o topo dos topos dessas mentes que chegaram ao topo da base são os 120 000 dos rés do chão de Massamá e de Mem Martins, e, portanto, nem vale a pena falar-lhes de quanto vale um apartamento de cobertura da Avenue Foch. Na realidade, nem percebo por que estamos a discutir isto aqui, já que uma entrada no offshore do "Keller" não vai além de 15€, mas com dress code, por causa das chuvas douradas...

(Estão-me a fazer ali sinais ao fundo de que a loura burra e descolorada do "Eixo do Mal" está a defender assanhadamente o Sócrates, pelo que suponho que haja comissões ocultas, como recebia a Câncio, por se fazer passar por pau de cabeleira do gajo mais homeoerótico que já desfilou pelos "outros colos" do Largo do Rato...)

E, já que se falou do Largo do Rato, tenho de referir a angústia política que mais me atravessa, neste momento negro de dissolução da III República: até hoje, tínhamos sempre aquela vaga sensação de que estávamos perante o pior governo de sempre, até que dei comigo a desejar que o de Passos Coelho, o pior governo de sempre, não caísse já, com receio de que venha o pior governo de sempre que se lhe vai seguir, uma coisa subtilmente preparada nas sarjetas da Nação, já que as célebres Primárias do PS, e sei de quem o fez, e gaba de ter feito, foi uma multidão de aficionados de outras cores politicas que se inscreveu, apressadamente, para poder ir votar no próximo chefe de governo mais a jeito para abate fácil. António Costa, o sorriso mais rancoroso e vingativo da sociedade portuguesa, entendeu que o país inteiro lhe estava a estender a mão, mas não era, era, sim, o país inteiro a empurrá-lo, para ver se o despachava, rápido, e com carinho, muito carinho.

Não por acaso, a Sexta Feira Negra foi um aviso do Ministério Público, e da minha cara amiga Joana Marques Vidal, incorruptível, desde o tempo dos "charros", que, a par com o Carlos Alexandre, parece ter arrancado com uma mudança de paradigma, que João Guerra, com o "Casa Pia" tentou, mas não conseguiu, dado o horroroso poder das sombras detida pela sinistra Rede Pedófila, que domina Portugal, e que agora está avidamente, à espera de que António Costa chegue ao Poder, para poder recomeçar o seu interrompido regabofe.

Para os incautos, António Costa é uma tentativa de taxativo regresso ao pior do Socratismo. Na verdade, António Costa é muito pior do que isso: é a tentativa de regresso ao ciclo interrompido por Jorge Sampaio, um aventalado que acha que o não é, e que percebeu que a fuga para a frente de Durão Barroso, um cobarde neo maoista, e enfiado no negócio dos submarinos até ao pescoço, poderia levar a uma vitória, em caso de eleições antecipadas, de Ferro Rodrigues, enfiado nos escândalos de pedofilia até ao pescoço... mas do pescoço do Gastão. Nesse tempo, era Ferro o Secretário Geral do PS, e Costa o mentor da bancada parlamentar. Viraram os lugares, e a merda instalou-se na mesma, a deixar prever o pior dos cenários possíveis. O resto já vocês sabem: as lojas maçónicas lançaram um sério aviso, e ditaram uma sentença salomónica, Ferro Rodrigues não era, como Paulo Pedroso -- que o tinha puxado para aquelas vidas... -, detido, mas, em contrapartida, também teria de ser inibido, dada a gravidade do clima atingido, de chegar a Primeiro Ministro. Esse interregno chamou-se Santana Lopes, e acirrou a opinião pública ao ponto de Sampaio desencadear o Golpe de Estado Constitucional que conduziu às insuportáveis maiorias de Sócrates. Como se diria, no Efeito Borboleta, a Teoria do Caos levou a que, de um ato simples, como enrabar putos, se chegasse, em três tempos, à Bancarrota.

Este é, portanto, o resumo do que aí pode vir, já que António Costa não é um neo socratismo, mas um neo ferrismo, gente que vem ávida de vingança, e que parece ignorar que a História enterrada já não é recuperável, senão através de um atropelo de todos os valores, e a coisa não é figurada, é literal. Para quem tenha dúvidas, veja o que ocorreu no melhor acervo de imagens satíricas do nosso Bordallo contemporâneo, o Kaos, mal se soube que vinha aí a maré pedófila encavalitada no Costa. Vale a pena verificar o que vai acontecer à liberdade de expressão, como muito bem avisou a Maria Antónia Pila..., perdão, Palla, mãe do dito cujo, quando avisou que o PS convive muito mal com a Liberdade de Imprensa.

Eu acrescentaria, de Imprensa e não só, e diria que ela lá sabe o filho que tem, e, brevemente, todos nós o viremos a saber, pelo mal, e por igual...

A instabilidade é, portanto, inequívoca. Em termos técnicos, estamos a assistir ao Fim da III República, entre o exercício do braço judicial, e a possibilidade, não meramente teórica, de quase toda a Classe Política acabar na prisão. Aqui, ao lado, ascende o "Podemos", e o "Syriza" poderá governar a Grécia. Por cá, como usual, fomos apressadamente aos sucedâneos, não viesse a espontaneidade instalar-se, e os órgãos de intoxicação social imediatamente tentaram ocupar o espaço possível de um movimento emergente de cariz comparável, empurrando apressadamente para a frente aquela anedota do "Livre", um fogo fátuo das entrelinhas dos amigos dos telejornais e das penumbras etílicas do "Frágil".

Até agora, todavia, todo este texto foi regido pela epiderme, pelo que agora vamos ter de ir à derme. Há evidências de uma rotura de paradigma, como altos funcionários do Estado presos, ministros demissionários, e Sócrates, a cabeça de um polvo que ainda nos vai surpreender -- há vozes que dizem que está conectado com o Irão e o ISIS -- mas as causas dessa rotura talvez não sejam as evidentes. Na verdade, o conflito latente, entre as Lojas Regulares e as Irregulares acentuou-se, sendo que as Regulares andarão mais pelas bandas do PS, e as Irregulares pelo PSDeísmo. Como os bastardos, os das Irregulares anseiam agora pelo ingresso nas Regulares, e os irmãos de LÁ começaram a estender as mãos aos irmãos de CÁ (com o carinho com que Soares abraçou Isatilno, e mais não é preciso acrescentar...). Em princípio, o grande golpe seria a tomada de assalto da Madeira, com o novo Napoleão de Goa a fazer da ilha a sua Córsega, pela mão do Albuquerque, uma coisa de que é melhor fugir antes que venha, como avisa, e bem, o nosso Eduardo, o "Braganza" da Ilha mais Bela, mas só o Diabo saberá em que estado de avanço já estará essa gangrena: prefiro não me pronunciar, já que quem se mete com o Aventalinho leva...

Descendo da derme à carne, os rumores são ainda mais sinistros: na sua avidez de atropelo, Costa lesou o irmão de Coja, esquecendo-se de os níveis mais baixos têm de respeitar os graus iniciáticos mais elevados. Não se pode subir mais do que deve, nem fazer descer quem já subiu. A vingança será atroz: António Costa é já o primeiro caso de Primeiro Ministro demissionário, antes de ser empossado. A sua sombra chama-se João Constâncio, e a sombra de João Constâncio chama-se João Galamba, e não precisamos de dar mais nenhum passo para entender, que, então, muito brevemente, estaremos em pleno autoritarismo.

Olhem, acho que já falei demais. Não se importam, mas vou ficar por aqui, por que, se depois da epiderme, da derme e da carne quiserem ir aos ossos, vão vocês, tá?...


(Quarteto do aventalinhos às riscas, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")


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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2007), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "The Very Last Hours of "Independente"



Olhando para o meu "Burberry", faltam exactamente 22 horas e 5 minutos para a Universidade Independente fechar as suas portas.

Escrevo, pois, aqui, com a dor de um condenado do Corredor da Morte.


Como Poeta, é verdade que gostaria de saber o último desejo dessa gloriosa instituição.


Talvez, como Saddam Hussein, berrasse, "Go to Hell!...", talvez, romanticamente desejasse nunca ter nascido; talvez, estoicamente, como o Lino, das Obras Feitas, acreditasse num milagre do Último Segundo; talvez, pragmática, gostasse, depois de cremada e transformada num cenotáfio, ter, como lápide, as suas notas mais gloriosas, quais Tábuas da Lei, e falo aqui das classificações das Cadeiras nela honrosamente cursadas por José Sócrates: tudo altas notas, e a altas velocidades, como aquele T.G.V. Francês, que, mais uma vez nos veio relembrar a perpétua Cauda da Europa em que permanecemos.
Ao pé do monumento, cada qual, entre intermináveis lágrimas e flores na mão, por lá passarão os que por lá deambularam, entre Docentes e Acelerados,
"Armando Vara, também socialista, que lá concluiu o Curso de Relações Internacionais, três dias antes de ser nomeado para a Administração da Caixa Geral de Depósitos. Pelo Centro de Estudos de Televisão, dirigido por Emídio Rangel, nomes como José Alberto Carvalho, Ana Sousa Dias, Catarina Furtado, Margarida Marante, Júlia Pinheiro, Teresa Guilherme, Manuel Luís Goucha e Baptista-Bastos. A modelo Bárbara Elias, a ex-miss Portugal Fernanda Silva e o cantor Axel, que também passaram pelas cadeiras da UnI, como estudantes do curso de Ciências da Comunicação. O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Rui Nobre Gonçalves, que lá deu aulas, tal como o assessor do ministro da Saúde, Miguel Vieira. Os nomes de Alberto João Jardim, Joaquim Letria ou Filipe La Féria, que também também estiveram ligados à Universidade Independente, como professores", e obviamente, o demitido Narciso, justamente, quando estava a terminar a SUA Licenciatura...

Olhando para isto, fica-se com uma sensação, sei lá, muito séc. XVIII, muito... Casanova, muito "Hameau de la Reine". Afinal, a "Independente" era uma nobre casa, onde muy nobres gentes iam pôr, e retirar, alguns "Grains de Beauté", para que os seus gentis fácies melhor corressem no enorme Palco das Vaidades do tempo presente.


(Há uma segunda série, a dos P.A.L.O.P.s, mas o pudor leva-me a ignorá-la, pois prefiro os perfumes da Lamballe e da Polignac às Catingas do Bié...)


Por último, uma palavra de carinho para Fernanda Câncio, que, ao contrário dos outros, que queriam acelerar habilitações e percursos de vida, luta, desesperadamente, para que não apaguem a sua entrada na
"Wikipédia". Acho injusto, para uma mulher de vida tão vasta e rica, que os seus longos pergaminhos possam ser delidos em 6 dias.

Para todos efeitos, sempre é matéria de sorte: ao contrário da "Independente", a Lógica do Corredor da Morte deu-lhe uma folga de mais 6 dias.


É só saber vivê-los, moça!...
Fernanda Câncio a namorada nunca desmentida de José Sócrates, Hiroshima meu amor, Indian Song, Licenciaturas do Bié, Universidade "Independente", Hoje jantei com os lindos olhos de Mariano Gago e discutimos o fim da "Independente"

Mariano Gago convidou-me hoje, para o nosso tradicional Jantar de Páscoa. Amanhã é tolerância de ponto na Função Pública, e sei quanto lhe vai custar, entrar pelo Palácio das Laranjeiras dentro, aquele som do "tac", "tac", "tac" no soalho envelhecido, nem um porteiro para o receber, nem um assessor, nem uma secretária, ele, sozinho, com o fundo garrafal dos seus óculos, a sentar-se, numa semi-penumbra, para assinar o epitáfio da Universidade "Independente".
Deus quis, a
Ferreira Leite sonhou, o Cavaco anuiu, os diamantes de Angola pagaram, e o Gago enterrou.


Hoje, não me apetecia nada aquela treta do Pâté de Andorinha, mas ele adora, diz sempre que não é uma andorinha que traz a Primavera, aliás, citando Aristóteles, e que não vai ser o encerramento de uma Privada que arrastará o encerramento de todas. Aí, eu, que até nem sei assobiar, comecei a assobiar para o ar um tema muito antigo, do tempo do meu pai, "A Mula da Cooperativa, ai, a Mula da Cooperativa, ai, deu três coices, etc...", e depois fiquei muito corado, porque o restaurante estava cheio de Assessores, todos licenciados nas Privadas, alguns já Mestres, e bastantes quase Doutores, médias altas e a ganharem tanto como eu, enfim, gente de bem, e eu a dar ali escândalo...
Enquanto acabávamos o "João Pires" -- 2ª Garrafa -- ele olhou discretamente para o relógio,
e eu, está quase, não é?...,
e ele,
... pois...

Era a fatídica Quinta-Feira Santa da decisão, que se aproximava, com o rodar daqueles ponteiros caros, na direcção da Meia-Noite.

Então, "Suddenly First Sound", a Cúpula de Santa Engrácia começou a dar as 12 badaladas, e, de cada vez que uma soava, os seus lindos olhos contemplavam os meus, pobre olhos de tísico, acho que, "ambos os dois" a ver quem se transformava primeiro em abóbora...
Confesso -- mas deve ser freudiano -- sempre considerei Mariano Gago o Sapo Encantado da minha vida, os óculos, a mente maquiavélica, conselheira de Maria de Lurdes Rodrigues, o magnífico clavicórdio que tem por detrás dos lábios grossos, e, à medida que o dia seguinte começava, mais sentia eu aquela pulsão, aquela afinidade electiva que me dizia que estava, perante mim, o homem involuntário que ia abrir a Boceta de Pandora do Fim do Socratismo.
Estávamos nós nisto, no ver que não ver quem se transformava primeiro em abóbora, toca-lhe o Nokia, e ele, pálido, a ouvir uns gritos estridentes, andróginos, do outro lado, nos quais, imediatamente, apesar de ser surdo como Beethoven, reconheci o timbre cuidado da voz do nosso futuro ex-Primeiro-Ministro.
Era Sócrates, a cantar-lhe a "Marselhesa" aos ouvidos.
Desligou,
e eu,
e então?...
E aproximei-lhe o Santo Graal da mão,
toma bebe, Judas não está aqui, graças a Deus,
e ele,
Pai por que me abandonaste?...,
e eu,
está, então, tudo consumado?...

Eli, Eli, Sabacthani!...


(Cruzes, canhoto, um toque novo da Vodafone!...)

E chorou, juro-vos, defronte dos meus olhos, choraram os lindos olhos de Mariano Gago.

Até a garganta se me aperta, só de vos escrever isto, juro...
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2007), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Da Geologia das Licenciaturas"



Este texto é dedicado aos trabalhadores da Comunicação Social, que, ultimamente, muito nos têm visitado, facto que agradecemos, e que têm aqui suficiente matéria de investigação para fazer cair o Estado


Pronto, conforme me prometeram ontem, os Lindos Olhos de Mariano Gago já lançaram hoje, em "Diário da República", a permissão para que os alunos de qualquer Instituição de Ensino Superior possam pedir transição, em QUALQUER época do ano, de instituição que frequentam, para outra.
É justo, tínhamos discutido ontem a situação dos sem-abrigo da "Independente", e, se não for ao Partido Socialista cumprir alguns dos preceitos de justiça e acolchoamento social mínimo, que outro partido o fará?... Não garantir transição para os alunos da "Independente", depois da execução sumária dela, era tão injusto como tributar as reformas das velhinhas, aumentar o preço do pão, ou o dos medicamentos.
Já lhe telefonei a agradecer, é para isto que servem estes pequenos jantares de amigos, onde, tantas vezes, se decide o futuro do Mundo.
Em favor do Bem Público, atrevo-me também hoje, por ser Quinta-Feira Santa, a revelar algumas das páginas da minha Tese de Pós-Doutoramento, a decorrer no I.S.C.T.E., sob a orientação do Professor Doutor Paulo Pedroso.
O título do meu Pós-Doutoramento -- em primeira-mão -- é "Analogias e Discrepâncias sobre o Método Geológico de Concessão de Diplomas em Portugal, durante a segunda metade do Séc. XX".
Aqui ficam as linhas gerais, já que se trata, sobretudo, de tratamento de dados em "S.P.S.S.", embora com uma matriz estrutural que obedece aos princípios da Organização e Classificação correntes:

  • Licenciaturas do Pré-Câmbrico (anteriores ao 25 de Abril, e sempre na posse, salvo raras excepções, de filhos de "Alguém").
  • Licenciaturas Administrativas, resultado do saneamento de Docentes, durante o 25 de Abril. A nota era declarada de um lado do balcão da Secretaria, e logo anotada no Livro de Termos, do outro. Denominado "Período Valetudinense".
  • Licenciaturas do "P.R.E.C.", com lançamento, em pauta, não de nota, mas de resultados de votação, de braço no ar, de "Apto", ou "Não-Apto". Os mais aguerridos passavam primeiro, os menos, ficavam para o fim (Nota: este tipo de Diplomas deu lugar aos mais altos Cargos, nomeadamente Presidências de Comissões Europeias). É o chamado "Período Cherne-Maoense".
  • Licenciaturas compradas no balcão da Secretaria da Escola Secundária da Cidade Universitária (defronte do I.S.C.T.E., e, hoje, já extinta e demolida, por causa das tosses...) Este Período, chamado "Manequense", com Licenciaturas, lançamento de nome em pauta e Diplomas a 20 "contos", divide-se em três sub-períodos:
  • "Manequense Inferior", em que o "Manecas" ainda não tinha SIDA, e portanto gozava dos lucros.
  • "Manequense Médio", em que, já contaminado, era o irmão que beneficiava dos lucros. É o chamado Período Áureo, em que o maralhal, pela mão do "Tonico", frequentava o Clã de Isabel Cânçio, e havia homens, dinheiro, e tudo aquilo que o dinheiro podia comprar, em fartazana, para todos/as. À porta da Escola da Cidade Universitária, os Ciganos vendiam os Exames que iam depois sair na Faculdade de Medicina.
  • "Manequense Final", em que a coisa estoirou, o "Manecas" morreu, o irmão teve de fugir para o Brasil, e as festas abrandaram.
  • Período Intermédio "Campo Santanense", em que os pais faziam bicha, defronte da Secretaria da Escola de Ciências Médias, para comprarem o Diploma de Médico para os filhos.
  • "Período Pulidense", em que houve Diplomados contemporâneos da passagem, pela Política, de Vasco Pulido Valente. Licenciaturas do "Gin-Tónico".
  • "Período Normalense", em que as pessoas foram MESMO obrigadas a frequentar e a concluir os Cursos.
  • "Período das Privadas", com todos os seus sub-períodos intermédios, em que o Dinheiro era forte aliado da Massa Cinzenta. Também conhecido pelo "Período das Omeletes sem Ovos".
  • Período da "Independente", lançada por Manuela Ferreira Leite, em que toda a gente que tinha pequenos defeitos académicos os podia ali corrigir. "Período Diamantense Angolar", na minha proposta terminológica.
  • "Período Opus Deiense", com Diplomas vindos da Complutense e de Navarra, e imediatamente acreditados em Portugal.
  • "Período Americanense", das Pós-Graduações "Light", em território americano.
  • Período "Pós-Moderno", das lavagens e branqueamentos da Universidade "Moderna" ("Coisas horríveis, que metiam Mulheres, Droga e Armas...", nas palavras do Reitor Xexé)
  • "Período Lusófono", da Catedrática, Vice-Reitora, Clara Pinto-Correia, onde, os que já tinham o diploma de trás, resolveram abalançar-se aos Mestrados e Doutoramentos.
  • "Período Actual", ou "Corruptense Generalizado", em que tudo isto funcionava em perfeito silêncio e harmonia, até ter estoirado o Escândalo Sócrates.


(Nota de apreço aos que, como muito boa gente, se esforçaram para tirar os seus Cursos, fora destes métodos. Deles não foi, nem será, nunca, o Reyno dos Céus)"



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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2007), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Alice no país das Otas, ou da Confiança Venérea"

Quando lançámos aqui a ideia para as "10 Melhores Ideias para pôr estes gajos o mais depressa fora daqui", nós a escumalha literária e intelectual da Aldeia Global, os autores da Blogosfera, nunca pensámos que toda a gente estivesse tão ávida do facto.



O Fantoche de Bilderberg está muito
doente, e eu tenho pena das pessoas doentes: ainda ontem, estava a pensar nele, e escrevi um cartãozinho, a pedir uma consulta urgente, num daqueles S.A.P.s que ele quer fechar. Se se despachar, ainda se cura, mas duvido.


Então, e a notícia, neste vertiginoso mundo, já tem barbas, mas não deixa de ser significativa. Passámos meses, aqui, e em todos os sítios da Blogosfera, onde se pensa, a dizer que o problema do Deficit do Estado não eram as Empregadas de Limpeza, nem as Auxiliares de Segunda Classe, mas a CORJA, que estava instalada, pelo critério da CONFIANÇA VENÉREA, nos Gabinetes.


O Tribunal de Contas, órgão marxista-leninista, com laivos neo-maoístas, portanto... duvidoso (o farmacêutico João Gonçalves ainda não lhe deve ter aberto a entrada na "Wikipédia") veio dizer que os últimos
Três Governos gastaram em Gabinetes, Consultas e Sacos Azuis, o equivalente a 4 Otas, ora, se pensarmos que esses 3 últimos Governos representaram, mais coisa, menos coisa, um miserável período de 5 anos, os chamados "Anos da Tanga", imagine-se quantas Otas não foram construídas em outros períodos, nomeadamente aquele em que o Vacão de Boliqueime governava com 3 Orçamentos.
Portugal está, hoje, coberto de Otas.
Portugal é uma imensa pista de aterragem, mal construída, e onde uns levantam e aterram, e a maioria nunca sai da cepa-torta.
A minha proposta é que se regresse aos métodos tradicionais, e lhe -- Sócrates -- ponham, JÁ, um par de patins: as pistas de aterragem serem foram óptimas para patinar.




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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Constança Urbano de Sousa, uma consciência pesada (em atualização)

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Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2007), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Diário de uma Câncio de quarto"



A Cesaltina, a minha empregada, saiu hoje daqui, a caminho da sua Páscoa. Tem mais sorte do que eu, que vou passar a Páscoa enfiado em coisas transfinitas.
A Cesaltina é muito bem educada, nunca fala do que se passa, numa casa, noutra.
Hoje, pela primeira vez, disse-me que trabalhava para um senhor das Informações da S.I.C. Lembrei-me logo daquele Deputado do P.S.D. que tinha afirmado, em plena Televisão, que José Sócrates telefonava "furibundo" para casa dos Directores, a dizer que a sua Licenciatura era uma "não-notícia",
Cesaltina,
perguntei eu,
por acaso houve algum telefonema estranho na casa do seu outro patrão?...,
e ela, pálida, houve, sim, sr. dr., era uma voz estranha, que gritava muito, do outro lado, o meu patrão ficou muito pálido, e só dizia, "esteja vòchelência descansado, pois, vòchelência tem toda a razão...",
e eu,
mas era homem ou mulher?...,
e ela,
ai, sr. dr., sabe quando as gatas estão aluadas?... Era uma coisa estranha, parecia lá muito no alto, mas depois caía para baixo, e parecia que estava engasgada, como o ruído dos ralos da banheira, no fim do esvaziamento, e depois gemia, e voltava a guinchar lá, em cima, numa espécie de pessoa na Hora da Morte, deus me perdoe...
(Neste momento, foi a minha cultura, enfim, natural, que entrou em colisão com a inexistência de licenciatura "independente" da minha doméstica: tudo na sua descrição, me fazia lembrar a voz de Natália de Andrade, a interpretar a Ária da "Rainha da Noite", na "Flauta Mágica"),
e eu,
sabe, por acaso, quem estava ao telefone?...,
e ela encostou-me os seus lábios bigodudos ao ouvido, e sussurou:
... era o Sr. Primeiro-Ministro...


Era, de facto o Sr. Primeiro-Ministro, como depois a SIC comprovou, a dizer que a história da sua "Licenciatura" era uma não-notícia, e até era. Era um Fragmento de Parménides, em toda a sua opulência, uma não-notícia, um não-licenciado, um não-acreditável, um não-possível-de-sustentar-muito-mais-tempo, um não-país, um não-ser, um NÃO rotundo de toda a Opinião Pública Portuguesa.
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Constança Urbano de Sousa, uma consciência pesada (em atualização)

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Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2007), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Fábula dos Segredos dos Motoristas"












Eu gosto de motoristas, por várias razões: a primeira, porque, as ocasiões mais críticas e gloriosas da minha vidinha de 18 aninhos foram vividas num banco, ao lado de um/a motorista.

A segunda, porque os motoristas, sobretudo os de táxis, que ainda se subdividem em duas categorias, os que cheiram mal e falam de Futebol, e os que cheiram bem, e falam de coisas que eu seria incapaz de pôr aqui, porque suficientes para fazerem cair vários Governos e Oposições...
Fica para um daqueles dias, em que esteja mal disposto.


Até lá, mantenham a compostura.


Vai, todavia, um cheirinho, sobre aquele traço ninfomaníaco da personalidade da Ferreira Leite. Estranho, mas verdadeiro.


Adiante.


De entre todos os motoristas do Mundo, prefiro dois, o Henri Paul, que guiava a Lady Di, na noite em que teve o seu passamento, contra uma coluna do Túnel de l'Alma. Eu estava em Nova Iorque, e só acreditei nisso, quando vi uma velhota, sentada perto das Twin Towers, a chorar baba e ranho. Mal sabia ela o que ainda viria a acontecer ali...
Henri Paul parece que ficou sem língua, no acidente, o que até foi cómodo, já que todas as revelações que fizer serão sempre via Código Morse, ou batidas de Mesa de Pé-de-Galo. Por mim, até escusa de esclarecer grande coisa, porque quem mandou matar a Princesa do Povo foi a Rainha Velha, a que já morreu, que não estava para gramar ter os bisnetos com um irmão monhé: Buckingham não é o Martim Moniz...




O segundo motorista, meu favorito, é o do então Secretário de Estado, Sr. Sócrates, e que, "todas as noites, por ele esperava, à porta da defunta "Independente", enquanto o triste queimava as pestanas, para tentar fazer os "cadeirões" do Curso de Engenharia Civil: sempre que digo a alguém, da área, que o cavalheiro acabou "Betões" e "Estruturas" com 17 e 18, só oiço gargalhadas, mas daquelas sinceras.



Há um enigmático comentário, nas caixas do
"Portugal Profundo", que, infelizmente não consegui localizar, mas onde alguém dizia "comecem por investigar em Coimbra, é lá que a história toda começa..."


Há semanas que fiquei a matutar nisto, e talvez seja uma pista fantástica. Aqui fica lançado o repto, para os apreciadores das investigações dessas baixarias...
A verdade é que, como já ontem referi aqui, José Sócrates foi ocupar o seu devido lugar no Anedotário Nacional, e desse MBA já não se livra, mas esse não é assunto central deste "post". Soou-me um passarinho, que o "Engenheiro", ainda mal Bacharel era, já se fazia pagar, na Câmara da Covilhã, pela tabela do grau acima. Agradece-se a quem disponha de dados sobre isso que os insira nesta caixa de comentários, porque podem ser altamente cruciais, nesta fase do Processo Público de (Des)acreditação do Carácter do Homem que é Primeiro-Ministro de Portugal: a ser verdade, pago, pelas Câmaras, por um Grau acima, foi mais dinheiro que saiu da carteira do contribuinte...
Também desconheço quanto ganha um Motorista de Secretário de Estado. Suponho que ficar à porta de uma "Universidade" de cambalhachos, à espera do Sr. Sócrates, deva ter custado bastante, à hora, sobretudo nocturna, ao Pagador Português. Quem desses dados disponha, também agradeço que os ponha aqui.
Também gostaria de ver o Projecto-Final do Sr. Sócrates. Deve ser uma coisa pomposa, tipo a Tese de Doutoramento do auto-didacta, Príncipe Louis de Broglie, paradigma de todas as Grandes Teses do início do Séc. XX. Para bem e sorte da nossa Cultura, devia ser publicada na Net, e passível de ser imediatamente acedida por qualquer sedento de Obras-Primas.

Quanto aos motoristas, terminarei assim: o da Lady Di conduziu-a a um malogrado destino, era uma mulher bonita, e nada há de mais triste, no Mundo, do que a morte de uma criança, ou de uma mulher bonita. O seu derradeiro acto foi conduzi-la do "Ritz" para a Morte. Quanto ao motorista do Sócrates, foi mais modesto: limitou-se a transferi-lo da sua invulnerável Vaidade para o actual palco comum do Ridículo.
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domingo, 15 de outubro de 2017

as outras cores

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Definiram o território comum e o que não pode ser partilhado, cigarraram loas às noites quentes e aos dias mornos, vestiram-se de outras cores
Alheadas, as folhas insistiram em cair, mas eles não perderam o sul. Delas fizeram barcos e diz-se que navegam ainda em águas calmas.
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sábado, 14 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2011), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "L'affaire KAOS, seguido de Madame Miriam e o agente técnico de engenharia José Sócrates, passando pelos talheres perdidos de Isabel dos Santos"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


Suponho que já toda a gente tenha percebido que isto está em pura rota de colisão, ou seja, por dias, semanas, ou meses, como queiram, façam vocês as contas que eu sou péssimo em cálculo mental: sou infinitamente mais dado ao qualitativo do que ao quantitativo. Deixo o quantitativo para os vítores constâncios deste mundo, que só tenho pena que não tenha sido fuzilado às centésimas, na devida altura: a Grande Loja não deixou, mas ele que se cuide, porque há braços mais extensos do que os Regulares.

Hoje, pela primeira vez, estive 100% de acordo com aquela doméstica que (ainda) governa a Alemanha, quando disse que os países portugueses de corrupção oficial europeia deviam ceder parte da sua soberania, como penalização pelo incumprimento dos seus deveres de dignidade. É verdade. Ainda a Senhora Merkel andava a fazer fretes aos filhos da puta da Alemanha de Leste, onde o solzinho, dos amanhãs que cantavam, dançava, todos os dias, como no idolatrário de Fátima, e já eu defendia uma coisa exemplarmente simples, que nos teria evitado chegar onde chegámos. Vou ser mais explícito: um pouco como fazem os militares, quando são chamados a intervir em infraestruturas de interesse público, como a edificação de uma ponte, e isso acontece em muitos países civilizados, ao contrário do Quartel de Queluz, para onde as fufas vão, só para poderem ter cenas noturnas de camarata, ou os quartéis da Ajuda, onde os mancebos vão ser buscados pelos senhores das altas cilindradas, para lhes aliviarem os excessos de hormonas dos colhões,
dizia eu de que,
mal os fundos comunitários começaram a vir para certas entidades nacionais de perfil duvidoso, como Portugal, a coisa se deveria ter processado assim: quando, nessa hiperestrutura iluminista, chamada Espaço Económico Europeu, os órgãos competentes decidiam que vinha uma dose de dinheiro para uma determinada função, Educação, por exemplo, que é uma coisa que distingue os países civilizados do nosso, a par do dinheiro, vinha logo uma equipa de técnicos, a tempo inteiro, que zelava, no terreno, pela chegada do capital, pelos alicerces das obras, os primeiros pisos, e o telhado, metaforicamente falando, Quando a coisa estivesse concluída, entregavam-na aos nativos, e mantinham um fiscal, que zelava para que a coisa estivesse, em campo, durante o tempo vital, à altura do projeto inicial.
Adorava que esta perda de soberania tivesse sido aplicada logo em 1986, quando o bando de criminosos, encabeçado por Cavaco Silva, Mira Amaral (o cérebro do desvio dos Fundos Comunitários), Couto dos Santos (que nem merece comentários, sobre os célebres fundos da formação), Arlindo Cunha (que vendeu a Agricultura por 5 tostões), Eurico de Melo (que apanhava, em grande, no cu, dos prostitutos, que lhe roubaram a mala com os documentos secretos da Cimeira da NATO), Leonor Beleza (a assassina dos hemofílicos), Miguel Cadilhe (um ranhoso de golpes baixos, em redor do arquiteto dos enrabamentos, Tomás Taveira), Miguel Beleza (irmão da puta), Oliveira Martins (a "Lola", de barba, voz grossa, e fios de esporra juvenil nos cantos da boca), Ferreira do Amaral ( o das estradas da morte, dos elefantes brancos, e da ponte que desembocava no Deserto da Margem Sul, em cima de terrenos de família, mais os que o Mineiro depois comprou, para sacar milhões nas expropriações) Carlos Borrego (uma besta que queria reciclar alumínio nos hemodialisados), Fernando Real (que já lá está, esse cabrão, Ministro do Ambiente, cujo primeiro ato governativo foi aplicar fundos para encher as suas herdades com eucaliptos(!)...), João de Deus Pinheiro (o que "apagou" as faltas injustificadas do cabrão seu mestre), Cardoso e Cunha (um mafioso ligado a todos os negócios sujos, e que foi a Comissário Europeu, e desviador de fundos da Expo-98), Dias Loureiro (o escroque que mandou disparar sobre os Portugueses, na Ponte sobre o Tejo, amigo próximo da Al-Qaeda), Marques Mendes (o célebre advogado do Alto do Parque, que era sempre o último a chegar às comitivas do "Grande Timoneiro", porque a noite tinha sido demasiado longa...), Diamantino Durão (o "Boca Podre", "Pé de Chulé", tio do "Cherne"), Braga de Macedo (uma artrose de pai in cornos, nascida da coxa da Virgínia Rau), Eduardo Catroga (o dos deficits astronómicos), Silva Peneda (o que levava no cu do chefe de gabinete, no... gabinete), Azevedo Soares (que liquidou as Pescas, e implantou as frotas da Coca), e mais uns anormais, cujos nomes já teria esquecido, não fosse a gloriosa "Wikipédia".

Todos essas criaturas tinham uma coisa em comum: vinham da sarjeta, passaram pelos governos do Senhor Aníbal, e transformaram o País na presente sarjeta.

A coisa é muito complicada, porque vinte e tal anos de reflexão, assim por alto, como eu agora os fiz, não apontam para governos legítimos, mas para um desfile de cadastrados e pré-cadastrados, que hoje se arrogam os vocalisos senatorais, de quem tem soluções para a "Pátria".

Ao contrário, a Pátria é que tem uma boa solução para eles, que é um muro de encosto, e tratamento, urgente, e adequado.

Quando o Senhor Sócrates chegou, depois do Guterres ter sentido o fedor do Pântano, para o qual contribuiu, integrando no seu Governo renegados comunistas, com a escola e os métodos todos, uma espécie de infindável fileira de ritas seabras da puta que as pariu, e do "Cherne", um porco maoísta, que desertou, para se ir instalar na Alta Corrupção Europeia, só teve de aplicar o Cavaquismo das segundas vias, já que a estrada estava aberta.

Talvez se interroguem sobre o por quê da violência deste discurso, mas vamos aos factos: Portugal está à beira da rotura, porque NUNCA chamou estes bois pelos nomes, NUNCA os levou a tribunal, NUNCA os meteu na cadeia, e NUNCA lhes pediu contas do que tinham roubado. Tudo o que roubaram, prezados concidadãos, está a ser chupado dos vossos bolsos, por esta incapacidade de uma sociedade civil se mobilizar, para mandar prender os responsáveis pelo Colapso de uma Nação com 900 anos de digna História, envenenados por uma República completamente podre, desde Afonso Costa até Jorge Sampaio e Cavaco Silva. Isto já não é para remendar, é para julgar, condenar e punir.

Os sinais são evidentes, mas já que esta fogueira está a arder, eu vou lançar mais gasolina: o que tem acontecido com vários espaços da Blogosfera, presentemente introduzidos com pseudoameaças de vírus iminentes, com o blogue do KAOS, à cabeça, é um sinal sinistro de que o livre pensamento, o riso e o sarcasmo atingiram o ponto em que podem fazer colapsar o Regime, e quando falamos de livre criação e pensamento estamos a falar de um das mais duras e graves conquistas das sociedades democráticas.
Por todo o lado se morre, por se dizer o que se pensa, e por todo o lado nascem mais dez, por cada um que vai ao chão.
Dir-me-ão que o KAOS não é o Bordallo (pois não, se calhar, até é melhor...), nem o ARREBENTA um... um... um..., bom, não me lembro agora, pesquise você, mas a verdade é que os tempos de hoje também não são os tempos de então, embora as analogias sejam inquietantes, e fica aqui o severo aviso, aos medíocres Relvas e outros quantos badochas que ainda não perceberam que não há machado que corte a raiz ao pensamento, citando o outro, que coitado, também já lá está: esses senhores que leiam a História e se lembrem de que, quando a censura apertou, o Regime, a desgraçada Monarquia, estava à beira de cair. De cada vez que infetarem um espaço de liberdade, estão a dar um tiro no pé,
mas eu ainda vou lançar mais lenha na fogueira, porque o País precisa, aliás, precisa de muitas coisa, como o Zezé Castel'Branco de apanhar na peidola, e meter a velha ao barulho, a ver, ou a ser minetada por só deus saberá quem. 
Quanto menos claras ferreiras alves, melhor, mas o sexo porco e  a coca dominam, como já se sabia, desde os célebres vídeos do Carlos Cruz, que, aliás, nunca existiram: eram como a Ponte de Entre os Rios e o BPN, ergueu-se, caiu, e desapareceu, por obra e graça do senhor santo espírito, a quem todos os dias a Bosca de Mota Amaral -- a Inês de Medeiros da AD -- reza, para não lhe tirarem o vibrador, em forma de motorista.

Eu sei que ninguém sabe quem é Madame Amélie, mas vai ficar a saber hoje, sobretudo a minha cara amiga, Portas, que tutela o Palácio das Necessidades (de levar no cu). A Madame Amélie é daquelas que já está como a Amália, na fase terminal, e aparece em tudo o que é televisão, para fazer missa de corpo presente de assuntos interessantíssimos, como aquela choldra da "Quadratura das Bestas", ou o "Eixo do Mal", da oxigenada de Bilderberg.
Acontece que Madame Amélie, na sua fase terminal, foi chamada à Embaixada de Paris, para lhe ser apresentada uma... pessoa.
Acontece que a pessoa não era uma pessoa, era um ex primeiro ministro de Portugal, ligado a redes criminosas de alto risco, chamado José Sócrates, e como a Madame Amélie está ligada aos Hautes Études, Sua Excelência o Ministro de Portugal em Paris, Seixas da Costa, também muito conhecido nos... "meios", queria que a velha apadrinhasse os estudos de "Filosofia" do Agente Técnico de Engenharia.
É evidente que les Hautes Écoles estão para a Universidade Independente como a Imperatriz do Japão para os joanetes da Maria Cavaca, e a senhora, embora em fase terminal, e entre aqueles sorrisos diplomáticos que escondem as piores mentiras, olhou para a certidão de estudos do de Vilar de Maçada, e achou que aquilo, para converter em Filosofia... só com um despacho à maneira da Lusófona ou da Universidade de Cacilhas, e disse que, talvez, se pudesse sacar qualquer coisinha, no... Inglês Técnico, mas achou que era melhor ser o Embaixador a tratar do assunto, e pirou-se, porque a França tem uma tradição aristocrática, que não se compadece, mesmo na fase terminal, com ai ais de filhos da mãe jeová.
Fique Sua Excelência, o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a saber para que pinotes servem as Embaixadas de Portugal no Estrangeiro...

A segunda história é igualmente boa, velha, e atual, já que o Aníbal, uma mente estreita e com 100 anos de atraso, com medo de ser envenenada, e com razão, a toda a hora, mandava a criada, ou lá o que era, comprar, sempre, carcaças em padarias diferentes, não fosse alguém lembrar-se de enfiar lá dentro 605 Forte, e a Maria ficar viúva de tão linda coisa. A coda da história é pior, porque, sendo o mesmo unhas de fome, que compra meio queque para os netos, na pastelaria "Carossel", da Infante Santo, e tanto amor tem aos graciosos sorrisos das vacas da Graciosa, enquanto o País agoniza, o pão lá o comprava em sítios diferentes, não fosse vir envenenado, mas o resto da comida era sempre no mesmo sítio, porque era... mais... mais... mais... baratucho.

A chave de ouro vai para Angola, que é um país em vésperas de estoirar, mas em grande, nada que se compare com aqui: a Isabel dos Santos, com os diamantes de sangue, os petrodólares das mutilações, os yuans dos degolados e euros das criancinhas esfomeadas, tem um enigma na sua vida, que eu tanto gostaria que vocês me ajudassem a resolver: tudo o que é talher e adereço ligado aos seus repastos é imediatamente destruído, no prazo de uma hora!...
Já pensei em Cleópatra, mas isso era o mesmo que comparar a Inês Pedrosa com a Florbela Espanca: para além de imoral, era amoral.
Se tiverem alguma chave para tudo isto, avisem, antes de 15 de outubro, ou até ao final da semana, que parece que a Grécia não pode aguentar mais do que este fim de semana, como já avisou o porcalhão do Obama, um caneco do caneco, que agora até se lembrou de culpar a Europa pelo gigantesco fracasso da sua investida racista. Esse era outro que levava um justíssimo tiro nos cornos, mas as mãos são fracas, pois são.





(Quarteto do já faltam poucos dias, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers"
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2009), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Três mulheres numa só vida de Sócrates"




Imagem KAOS


Eu sei que é estranho vir, a esta hora da noite, falar de "mulheres" com Sócrates, já que é o mesmo que tentar fazer um "cocktail" de água e azeite, mas, como o Governo ainda está no seu período de estado de graça, resolvi dedicar esta minha meia horinha, depois da meia noite, para o nosso bem amado agente técnico de engenharia de Vilar de Maçada.

A primeira mulher de Sócrates acabou no Parlamento, como prémio de consolação, depois de ter descoberto que não podia competir com o legítimo, já que gostavam ambos de pernas peludas. Partiu-lhe um braço com um candeeiro, quando descobriu a mentira em que vivia, mas é hoje como Deus: não se vê, mas sabe-se sempre que está lá, e bem instalada.

A segunda, mais polémica, diz-se que o ajudava a vestir, mas ao contrário da primeira, que, entre bocejos de frete e tédio, lá o deve ter conseguido ajudar a despir, pelo menos duas vezes, não o conseguiu, depois, despir nunca. Condoo-me, com sinceridade e emoção, com Fernanda Câncio, nessa sua dor de não conseguir tirar a farda, ao boneco de lata que ajuda a mascarar. Têm muito bom gosto, os dois, exceto na batata que ele tem na ponta do nariz, e não há Armani que a disfarce.

A terceira é mais complicada, e chama-se Lena, um verdadeiro avião, com umas mamas brutais, e uma cona sempre húmida, e ávida de receber encomendas. A prima, a Abrantina, é mais dada ao lesbianismo, o que fica sempre bem entre duas gajas, e é o sonho de qualquer homem, que é o de ver aquelas línguas castro-laboreiras a laborarem vorazmente nos grandes lábios umas das outras.
Tudo isto seria brilhante, e erótico, não tivesse vindo, via mais um daqueles passarinhos que me amam, e que me disse que era, hoje em dia, abertamente, conversa de contentor, na sujeira das obras: o impoluto e honesto Secretário de Estado do Ambiente, o tal que deixava o motorista do Estado parado à porta da "Independente", enquanto fingia que ia acabar um curso, e era "um dos pilares do Governo PS e (...) tido como a integridade em pessoa (!)", parece que dava uns jeitos de modo a que a Lena, sempre húmida, fosse ganhando concursos por esse mundo fora.

Não me perguntem como, por que não sei.

Dizem as más-línguas que o Paulo Pedroso, um gajo sério, e vereador da Câmara de Almada, andou pela Roménia, nos intervalos dos rapazinhos, a construir, mais a Lena, essa vaca, autoestradas, embora a coisa já esteja agora disfarçada em capitais franceses, porque Sua Excelência, "a integridade em pessoa", é extremamente hábil em usufruir e imediatamente apagar pistas, embora me tenham garantido que não foi tão rápido que a coisa não estivesse já para estoirar. Acontece, não é?...

Ao pé disto, o Armando Vara vai parecer uma história de porteiras.

Acho que me vou calar por aqui. A minha especialidade nunca foram investigações, e vou odiar quando a Procuradora Cândida Almeida for nomeada, para branquear, mais uma vez, o assunto. Sobretudo, com o desemprego que grassa em Portugal, o que menos eu quereria ver era a Lena fechar as pernas, e acabar com ainda mais gente no olho da rua, ou até -- horror dos horrores -- a Abrantina deixar de ser fufa, porque eu adoro fufas.



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domingo, 8 de outubro de 2017

sete de outubro

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Não fora este calor, ia para a escola outra vez. Sujar as mãos de tinta, esconder uma folha vermelha entre as páginas treze e catorze do livro de leitura, jogar à barra, saltar o plinto, comer pão com marmelada e chá gelado. Eventualmente, aprender a escrever.
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Lua cheia de outubro

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domingo, 24 de setembro de 2017

retrato de raposa no outono

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Chegou ontem, com o outono. Vestida das cores da terra e do branco das nuvens. Saltou o muro, bateu à porta e perguntou, tens um quadradinho de chocolate? Não tinha, não tenho, respondi-lhe. Apenas cacau amargo, três castanhas, uma beterraba. Ela torceu o focinho afilado e espetou um pouco mais as orelhas. Aceito um ovo cru, condescendeu. E bebeu-o.
Não estás muito longe de casa? perguntei. Depende, respondeu a raposa. De quê? Insisti eu. Ah, isso não te conto. E regougou um riso descarado. 
Como não parecia ter pressa de partir, fui buscar um bloco e os lápis e para não me esquecer dela, fiz-lhe o retrato. Mostrei-lhe. E as patas e a cauda? disse a raposa. Ah, isso não te faço, respondi. Está bem, então volto pelo Natal
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