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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): Correio da Lola - "Qual a diferença entre a providência divina e uma providência cautelar?..."




Querida Lola: Li ontem na Revista "Maria" que a minha escritora favorita, Margarida Rebelo Pinto, tinha posto uma "providência cautelar", e depois falavam também da Páscoa e da "providência divina". Querida Lola, qual a diferença entre providência cautelar e providência divina?

(leitora devidamente intoxicada do Farelão)




Querida leitora:

A Providência Divina manifesta-se, por exemplo, sempre que caduca uma dívida monumental ao fisco, sempre que alguém com um I.R.S. de Salário Mínimo compra um apartamento nas Torres do Vasco da Gama, sempre que prescreve um processo de Pedofilia ou de contaminação de hemofílicos. Pelo seu próprio carácter divino, a Providência Divina está em todo o lado e em todo o tempo, ao contrário da providência cautelar, que, como o próprio nome diz, passa a vida a vender cautelas e a apostar no euro-milhões, para conseguir, com um golpe de sorte, tudo aquilo que a outra dá diariamente. Com o correr dos tempos, foram declaradas, no Concílio de Niceia (325 D.C.), de uma e uma só natureza, dando origem à Previdência Social, a qual, como se sabe, se encontra tecnicamente falida... sim, falida, mas mais uma vez, só para alguns, pelo que se supõe que o séc. XXI voltará a trazer a novidade da separação entre a Providência Divina e a Providência cautelar. Querida, nunca ouviu dizer que a História não se repete, mas adora imitar-se? Kisses.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers I" (2006/07): "A Cornucópia da Abundância, seguido de um Elogio do Capachinho"




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas 



Portugal é um país em risco.

Há 800 anos que ele está para ser barbaramente devorado pela España, e só escapou da coisa, porque os estados de Sua Majestade Catolicíssima têm medo de não ter dinheiro para o Alka-Seltzer necessário: reza a História que tentaram uma vez, mas que o vómito foi tal que, desde então, decidiram tratar-nos com longas pinças...
De aqui para ali, são terras de Portugal, despejemos o entulho e fomente-se o consumo do monturo.
Palavras sábias: já temos as prateleiras do El Corte Ingles cheias de tanques de guerra, muito bem blindados e camuflados em latas de sardinhas: um dia em que, em Madrid, toque altissimamente a rebate, elas subitamente insuflar-se-ão, e marcharão sobre o Quartel do Carmo, para dizer que a farsa acabou, e que nos tornámos, para sempre, numa pobre província espanhola.
Obviamente que um país debaixo deste permanente risco tem de apostar em fortíssimas Forças Armadas, e no mais moderno equipamento. As fortíssimas não discuto, porque nunca andei a jogar braço-de-ferro com elas. Apenas sei que, de aqui a dezoito anos, já todos os mancebos terão nascido em Badajoz, terra do cruel inimigo: o Sultão dos Turcos usava a mesma táctica, e recrutava as suas tropas de "elite", os Janízaros, entre os jovens nascidos no seio de famílias cristãs. Tremei, pois. Quanto ao equipamento, ele oscila entre a sucata de parada e o pretenso moderno, mas tão moderno, que, às vezes, até acaba a ser vendido, ainda antes de ser estreado.
Luxos de países ricos, e até os submarinos da "Fardas", que entraram para a heráldica do imaginário reles de todas as anedotas porcas a que Paulo Portas, durante o seu curto pontificado, tão bem se prestou, deu o flanco, e, parece, até adorou,
dizia eu
de
que
até esses célebres submarinos corremos nós o risco de ver um dia destes à venda, nos cobertores inclinados da Feira da Ladra.
No meio disto tudo, de tanta Crise e necessidade de defesa contra o papão invasor, subitamente aparece o Nuno Severiano Teixeira, mais um cangalho do Regime, para afirmar que "iria dar continuidade à política do seu antecessor". Como nunca se soube qual era a política do antecessor, passou imediatamente a estar protegido pela transitividade do raciocínio: dar continuidade a uma coisa sólida, mas imprecisável, logo para durar para sempre.
Há nisto tudo um pouco do Princípio da Incerteza, de Heinsenberg, mas eu até preferia nem ir por aí, e morder directamente o osso, pelo lado da Fisiognomonia.
Acontece que o Severiano Teixeira, mais o seu alarve sorriso de auto-complacência, tem tudo escrito na cara, ou, mais claramente ainda, tem escrito na cara que é daqueles capazes de tudo: do meu ponto de vista, fortemente marcado pela humildade de raciocínio deformado pelo sistema de ensino português, ele pertence, mesmo, ao terrível Clube do Capachinho, e devia ser imediatamente arrumado ao lado do Armando Vara, do celebrado Fernando Gomes (que é feito desse?...) ou do Luís Filipe Menezes, daqueles que me lembro, e lembro-me de poucos, porque hoje, por acaso, até nem estou em dia de Cena do Ódio.
Já tínhamos a Severa, e a Severina: suponho que o Severiano deva ser o glutão que vem papar as duas, e à canzana. Portanto, pior do que o capachinho exterior do Severiano, só o seu capachinho interior.
A verdade é que perfis e faciés destes nunca deveriam passar das bordas do simples alguidar autárquico, o que até já seria bastante, com o seu típico pendor para arranjar poleiros para familiares, desviar fundos, e manter a Cultura ao nível da Filarmónica.

Filarmonique-se, e, pelo Princípio de Peter, promova-se, promova-se, daquela já alta patente de Cara-de-Capaz-de-Tudo ao ainda mais alto posto de "Condottieri", defensor de Portugal, nesta horrenda Guerra das Latas de Sardinhas.


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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Efeméride: o décimo aniversário de "The Braganza Mothers" :-)



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Há dez anos, arrancava, num mês de fevereiro, o primeiro "The Braganza Mothers". Motivos alheios à sua equipa inicial, levaram ao seu encerramento abrupto, em julho de 2007. Sucessor do defunto "The Great Portuguese Disaster", "The Braganza Mothers" formou-se, continuou e continua a ser, o blogue anti-Cavaco, por excelência. Dentro de um mês, o maior flagelo da Democracia Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, vai desaparecer de cena, justamente quando nós completamos dez anos, os dez anos do maior desastre português de sempre, dez anos que iriam ser muito especiais, para o que há dez anos alertamos leitores e críticos. Há dez anos, começamos a tratar por criminosos nomes como o de Dias Loureiro e Duarte Lima, enxovalhamos José Sócrates e a sua Câncio a soldo, lutamos contra o "Lobby Casa Pia" e a negra tendência de ter pedófilos instalados no aparelho do Estado; apontamos o dedo da corrupção absoluta ao Futebol; tratamos Lurdes Rodrigues como a miserável nódoa sociológica que é; desmascaramos Carrilhos e Bárbaras Guimarães, Pilares del Rio e Universidades Independentes; cantamos os lindos olhos de Mariano Gago, e dissemos aos "Gatos Fedorentos" que eram o próprio cheiro do Sistema; apontamos um holofote à Maddie e aos que viviam do seu cadáver; arruinamos o diploma de Sócrates e pusemos uma albarda na testemunha de Jeová, Dona Adelaide Monteiro. Dez anos depois, assistimos a uma guerra, a uma bancarrota, ao colapso de todo o sistema financeiro, à prisão e à penalização de muitos dos trastes por nós denunciados, à queda de ministros e governos, à desvalorização e encerramento de fachadas "universitárias". Muito antes de se prenderem governantes, alertamos, com todo o fogo de artifício, para a necessidade de o fazer. Os ódios que acumulamos são memoráveis, só comparáveis com a estima e o receio que continuamos a levar à frente, enquanto lugar único da Blogosfera Portuguesa (rótulo que a "Wikipédia" odeia, e onde travamos múltiplas guerras). Partimos com a ideia de instaurar, na sociedade portuguesa, o permanente clima de escândalo e sobressalto de que  ela tanto precisava. Creio que não falhamos, embora fique para o leitor o juízo final de se terá valido a pena. Para nós, valeu, e por isso aqui estamos.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

2016, Ano do Macaco Vermelho, ano da fortuna



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Ano do Macaco


"Tudo será exequível este ano. Ao menos o macaco ágil não desistirá antes de tentar cada ângulo. Haverá um sucesso mesmo em riscos impossíveis, haverá algumas invenções e alguns improvisos. A política, a diplomacia, as finanças elevadas e o negócio serão acoplados num grande jogo de poker com todos os que tentarem fazer bluff. Uma época um tanto divertida e emocionante em que todos terão a oportunidade de tentar a sua mão no jogo. Nenhuma confrontação directa está aqui prevista, porque o macaco é daqueles que consegue rir dos seus erros e melhora o seu orgulho negociando no círculo seguinte".

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Saint Saëns: Carnaval da Hanaé dos Ossos

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

domingo gordo

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Comeu duas lérias de Amarante e uma queijada de Murça ao pequeno-almoço. Uma alheira de Mirandela às treze horas e trinta minutos. Merendou Sericaia com ameixas de Elvas e para evitar azias, tomou pelas vinte e uma horas uma canja leve de galinha do campo com ovos, miúdos, arroz e uma gota de sumo de limão.
Só muito depois se lembrou das flores de pessegueiro lá fora
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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Constantino IX, Monómaco

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Diário da Zika - Carnaval no Palácio de Queluz, com máscaras e danças. Parece que o Daesh não gosta nem quer. Temos pena

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Diário da Zika - Colossal aumento de impostos nada nos diz sobre a saúde das Finanças Públicas, nem sobre as doenças próprias da Caixa Geral de Depósitos, do Banco Insular e do Montepio: alguma febre, inchaços e resultados microcéfalos

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Diário da Zika - António Costa e Angela Merkel chegam a acordo sobre colossal aumento de vagas no Ensino Superior Português, destinadas a "migrantes". Depois de estarem formados cá, migram para a Alemanha, como todos os outros

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Diário da Zika - Steve Duarte, um monte de merda, subproduto do Cavaquismo, foi assassinar gajos para a Síria. Esperemos que tenha vida tão curta como os outros

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Diário da Zika - Colapso da Caixa Geral de Depósitos está mais perto, e até poderá vir antes do do Montepio, se deus quiser

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Raquitismos da Hanaé dos Ossos - "Querida Hanaé, por onde anda agora o "Tempo Novo"?...."





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Querida Hanaé:

A televisão está-me a pôr bué doido, fui daqueles que acreditou no Tempo Novo, no Governo de "Esquerda", na baixa da idade de reforma, no aumento dos subsídios, nos cegos que iam ver, nos paralíticos que começavam a andar, nos maratonistas da artrose, nos mortos que iam ressuscitar... e... agora..., de repente..., de repente..., as coisas começam a parar, a paralisar, que vai ser de nós, minha querida Hanaé?...

Duarte Parente, Baías de Prata do Paraty


Querido Duarte Parente:

Antes de morrer conceda-me as coordenadas dos ossos, para eu dar Paz às mães!!!...  Já não peço meu Amor... Eu imploro!... Antes de morrer... me conceda... por favor!!! Por Favor Duarte Parente! Jamais o seu nome será um nome ignóbil, jamais... Prometo! Sabe que sou digna, e o Duarte Parente, sabe!!!...  Hoje até poderia estar na prisão... E o "Meu" Miguel??? Como seria do "meu" Miguel???... Por Amor de Deus... Conceda os ossos à mãe!!!... Eu imploro Duarte Parente, não lhe peço, imploro-lhe... E sabe como eu sou tão Boa Pessoa, que só teve a Infelicidade de um dia se cruzar consigo para um café sem açúcar... Conceda-me as coordenadas dos ossos, na serra... Jamais lhe farei mal... Jamais.... Apenas darei Paz a uma Mãe!!!... Por favor meu Amor... Por Favor... Pela Vida dos seus Filhos que Jurou e me Prometeu... Conceda-me as coordenadas e para Sempre me vou render aos seus pés... Ajoelho-me... em Humildade e Gratidão... Tão Grata ficarei.... Por favor meu Amor... Por Favor... Conceda-me os ossos!... E quando é que me envia uma travessa de ossos?... Quando é que o Duarte me avia uma cesta de omoplatas?... Quando é que o Duarte Parente me desenha um cesto de tíbias?... Duarte, eu peço-lhe para me pintar a manta, e peço-lhe que avie um caixote de bacias, por que eu quero ser a dançarina, a louca, a desvairada, a Hanaé das Omoplatas todas, e quero descer nua e despida, e pelada, et à poil & stark naked, o Chiado todo, a bater castanholas com as minhas tíbias, por entre as passivas decadentes, de barba e brinco, por que eu quero ser a Salomé das Sinóvias, a Mata Hari dos Fémures, e passar depois pela carrinha da Amália, aquela que tanto canta, e mais canta, e canta, a cantadeira dos fados, a voz depois de morta, e eu quero dar-lhe as coordenadas dos meus perónios, e eu quero ser a costela menina que canta ali sem microfone, a cantadeira das vértebras desconjuntadas, a enjeitadinha do truz, truz que truz, a do ai, este batuque que me embala as ancas, por que nós precisamos de tão pouco para ser só ossos, Duarte Parente, nós ocupamos tão pouco espaço no Metro, mesmo quando nos empurram e nos espalhamos como um dominó pelas escadinhas todas do El Corte Ingles, Duarte Parente, oiça-me espirrar com a Zika e cair desfeita no chão, diga-lhe que vai buscar a vacina, que vem aqui uma desvairada, uma louca, uma microcéfala, a Tíbia de todas as Tíbias, por que eu quero ser hoje a Ode Triunfal da Coluna Vertebral, e o tique tique apaixonado deste cóccix, ser um cimbalinho do cimbalão, toda eu a assobiar-me pelas minhas vértebras em mim!... Fale-lhe dos ossos, Duarte Parente, peça-lhes para me pintarem toda, que eu não sou mais hoje do que um teto arruinado, um teto para me caíram em cima as ogivas curvas do Convento do Carmo, tivesse eu gengivas e não só salivas, dê-me aqui as coordenadas do hospício, Duarte Parente!... Dê-me as coordenadas e o porta chaves, para me arranjarem por lá um quartinho low cost, por favor, Duarte, lembre-se agora deste sentido poema de osso e cálcio... 


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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Correio da Lola - "Tenho muito medo de que o meu marido apanhe o Vírus da Zica..."


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Querida Lola:

"Vivo em pânico, agarrada à televisão. Qualquer canal que abra, só aparece o Cristiano Ronaldo e o Vírus da Zica. Eu sou casada há cinco anos, e tenho um pavor horrível de que o meu Márcio apanhe o Vírus da Zica... Que posso eu fazer?..."

Maria Adelaide Poiares Verde, Vagos



Querida Milai, minha rica Milai, como eu a compreendo: a televisão, hoje em dia, está reduzida ao Cristiano Ronaldo, ao Vírus da Zica, aos "migrantes" que violam gajas descompensadas, e sei lá que mais. Para dizer a verdade, tem mais sorte do que eu, que quando ligo a televisão só me aparece o Mário Centeno, coitadinho, o desgosto que aquela mãe, a Yvette Centeno, deve ter tido, com um filho com aquela cara... É por essas e por outras que elas depois se refugiam na Literatura, com tantos desgostos da maternidade... mas olhe, adiante, coisas do passado, se só lhe aparece Cristiano Ronaldo e Vírus da Zica, ligue para a Correio da Manhã TV, CMTV, que é o único sítio de Portugal onde ainda se podem ter novidades. Eu agora ando doida com aquela telenovela da Câncio e daquele que diziam que era engenheiro, mas não era, o Sócrates, todos os dias há uma novidade, parece que ela recebia 10 000€ por cada notícia em que era apresentada como "namorada" do figurão, meu deus, estas jornalistas andam mesmo ao preço do saldo, embora eu goste muito mais daquela parte em que ela era paga para fingir que ia de viagem com ele. Parece que havia avenças com a Groundforce, ela era carregada com ele no portão VIP, mas depois nunca chegava a entrar no avião, já que vinha para trás, no riquexó, e voltava a ser depositada nos hangares de arrumação dos aviões, para ser despejada num táxi da Segunda Circular. Quando ele voltava de férias, enfiavam-na outra vez pelos fundos, coisas que já não seriam possíveis hoje com o Terminal 2, e depois aparecia na "Caras" e na "Lux", já de braço dado com ele, por amor da santa, cada um deles a frequentar o seu colo próprio, quanto custa manter uma mentira na Opinião Pública, deve ser isto o Progresso, também, se não for, por onde andará ele, não é?... A realidade é uma coisa muito difícil hoje em dia, e real, real, só mesmo o Vírus da Zica, embora, querida, eu acho estranhíssimo que ande preocupada com o seu marido apanhar isso, já que só as mulheres de cabeça em cone, que estão grávidas de filhos microcéfalos, é que apanham o Vírus da Zica. Ora o seu marido não é mulher, quer dizer, penso que não, também não deve ter a cabeça em cone, e portanto também não deve estar grávido, muito menos de microcéfalos, pelo que certamente não deverá integrar um grupo de risco. Agora, uma coisa é certa, isso veio para ficar e ficará, pelo menos, até arruinar o Carnaval do Rio e as Olimpíadas, depois, devem arranjar outra doença que dê lá para os lados da Rússia. A verdade, meu amor, é que estas doenças de conveniência, para além de manterem viva a indústria farmacêutica, que tanto precisa, sempre introduzem um certo frisson e uma certa adrenalina no novo monótono quotidiano. Se me perguntar se o Vírus da Zica já afetou o Conde Redondo, mentiria se dissesse que não, claro que afetou, minha querida, mas já tivemos tantos vírus aqui que, mais um, menos um, é como quem diz. A Vanessa, uma das nossas mais loucas, uma genuína Mato Grosso, na forma e no conteúdo, uma querida, que ataca na esquina da Luciano Cordeiro, foi talvez a primeira a achar que tinha os sintomas, mas ficou uma semana na dúvida de saber se aquilo eram febres, se calores, e quando chegou ao pé de nós com os olhos todos inchados, por amor da santa, se cada uma de nós que por aqui anda tivesse Zica, de cada vez que aparece com os olhos inchados... Querida, imagine se, em vez de aparecer com os olhos vermelhos, você aparecesse, como a nossa Diana, com os olhos todos negros?... Querida, violência doméstica pura, o homem dela bate-lhe muito, explora-a, trata-a como uma cadela, mas ela não chora, adora-o e anda com os olhos todos numa pasta, mal seria que nós pensássemos que ela tem Zica, aliás..., já viu que epidemia que teríamos neste país, se, de cada vez que uma mulher aparecesse esmurrada nos olhos tivesse sido picada pelo mosquito?... Os piores mosquitos deste país são os punhos dos homens, querida, que odeiam as mulheres e estão sempre ansiosos por se virem entregar nos nossos braços, para lhes darmos todo o consolo de que precisam. Só em Portugal seria possível o êxito da nossa querida Sheilinha, com as legítimas, tanta vez, a telefonarem-lhe para o 927362484, completamente doidas, a chamarem-lhe "puta e vaca", e ela a dizer, "pois sou, amor, pois sou...", que vidas tão duras que nós temos, não é, minha querida Milai?..., deixe-se de preocupações, deixe as coisas incertas e concentre-se nas coisas certas, naquilo que todas temos, e de que não podemos escapar, a Morte, a bancarrota e a virgindade (de mulheres) da Senhora de Mota Amaral, concentre-se nisso, já que não vai ser um pobre de um vírus que agora nos vai perturbar, querida, aliás, no fundo, já imaginou se o seu Márcio pudesse apanhar, e apanhasse, mesmo a Zica, talvez ele ficasse mais ardente e a consolasse com os calores dele, coisa que há cinco anos decerto não faz, não é, minha fofa?... Vá embora, e kisses na sua zica sumarenta.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

"The Braganza Mothers", na semana em que a Comissão Europeia começou a suspeitar de que o totó Mário Centeno tinha mesmo apanhado o Vírus da Zica

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Diário da Zika - Depois de terem tirados selfies com a Porteira da Alemanha Comunista de Leste, "Migrantes" do iPhone também já foram atacados em Estocolmo

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Diário da Zica - Raul Castro, o chefe de um regime de assassinos, é recebido em Paris, e só não taparam as estátuas por que ele gosta de chichinha adolescente

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