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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

União Europeia prepara-se para a desintegração descontrolada do Reino Unido, da qual as primeiras vítimas serão o palhaço Boris Johson, que voltará a ter de mostrar o passaporte nas escalas em Madrid, sempre que desça a Marraquexe, para ir buscar a morcela morena que lhe consola as tripas, e o arenque fumado, Theresa May, que vai começar a pagar "full price", impostos e tudo, o conforto amigo da Bayer para as suas cifose e escoliose, já que, se deixar de o tomar, arrisca-se a começar varrer o chão com a ponta da penca, não como um novo Corcunda de Nôtre-Dame, mas sim como uma verdadeira Marreca de Monsan..., perdão, uma autêntica Marreca de Westminster

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Primeiras imagens de praxes violentas na Escola Naval indiciam uma terrível mistura entre sexo e violência, que enche os motores de busca e se vai tornar viral nas redes sociais

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Estrasburgo, a Nuremberga de Marine Le Pen

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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O Reino Unido começou o seu "Theresexit", e vai livrar-se da mulher bichona: ciao, ciao, Theresa May, vai arranjar macho por outras bandas, e leva o Boris Johnson contigo, por que ele também anda a precisar do mesmo

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sábado, 8 de dezembro de 2018

Gilets jaunes au pouvoir :-)

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Alegrai-vos, gentios, vai ser eleita a nova (e última) administração do Montepio, antes da falência: grande é o senhor deus Jeová :-)

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

OS SUSPEITOS E OS PATRIOTAS

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Se no Iluminismo eram os franceses que transformavam a Europa, agora só podemos ser nós a transformar e a “enviar” as nossas formas de pensamento para França, resto da Europa e quiçá para o Mundo.

Ora veja-se: os franceses, aqueles dos coletes amarelos, querem o seguinte:

- Acabar com os sem-abrigo;

- Pagamento mais fatiado do imposto sobre o rendimento;

- Mais estacionamento gratuito no centro da cidade;

- Que os grandes paguem muito e os pequenos pouco;

- Proteger a indústria francesa, proibindo as deslocalizações;

- Sistema de segurança social igual para todos;

- Fim do aumento do imposto sobre os combustíveis;

- Nenhuma pensão abaixo dos 1200 euros e aumento do salário mínimo para 1300 euros;

- Os salários de todos os franceses, bem como as pensões e subsídios, indexados à inflação;

- Fim do trabalho desvinculado;

- Limitar mais o número de contratos a termo nas grandes empresas;

- Fim da política de austeridade, interromper o pagamento da dívida considerada ilegítima sem fazer cobranças aos mais pobres e arrecadar 80 mil milhões de euros perdidos devido à evasão fiscal;

- Resolução das causas que geram migrações forçadas;

- Política de integração real com curso de francês, de história da França e de educação cívica;

- Rendas mais baratas, sobretudo para estudantes e trabalhadores precários;

- Mais meios para o sistema judicial, polícia e exército;

- Todo o dinheiro gasto nas portagens deve ser investido na manutenção e desenvolvimento das estradas;

- Nacionalização do gás e da eletricidade e a respetiva redução dos preços;

- Incluir o referendo na Constituição e consulta mais frequente do povo a nível nacional e regional;

- Voltar ao mandato presidencial de 7 anos;

- Idade da reforma a partir dos 60 anos para todos e dos 55 anos para trabalhadores de trabalho físico;

- Fim do imposto retido na fonte.

- Fim dos subsídios vitalícios dos Presidentes.

Estas são as ideias do Povo Francês que se reuniu nas ruas, tudo porque o Governo aumentou o imposto sobre os combustíveis e assim esta revolta fez o Povo criar um autêntico programa de governo.

Então o que é que os portugueses têm para ensinar ou oferecer aos franceses? É fácil, ora vejamos:

- Aceitar baixar ordenados para ficarmos ao nível ou abaixo da China;

- Reduzir os direitos dos trabalhadores para ficarmos ao nível da Indonésia;

- Aumentar a idade da reforma para níveis de qualquer país da América do Sul;

- Combustíveis com tantos impostos que nem dará para sair de casa;

- Subsídios vitalícios não só para o Presidente, mas para todos os políticos com uma lista bem escondida;

- Acesso à justiça só para ricos em que podem “engonhar” e com “engenharia jurídica” serem presos quando tiverem mais de 150 anos, quer dizer, nunca;

- Portagens com valores elevados, mas, quando for necessário existir manutenção nas estradas e nas pontes que se cobrem mais impostos;

Estas são algumas das ideias que os portugueses podem transmitir aos franceses e estes aplicar, pois são as melhores. Ah… Falta uma boa:

- quando cair uma estrada, árvores ou qualquer outro tipo de catástrofe e envolva responsabilidade civil do Estado e necessidade de meios da proteção da civil a resposta do Estado só pode ser: “o que é que temos a ver com isso? Não sabíamos de nada…” – A amnésia resulta sempre e muito bem.

Finalmente, outra boa lição que os portugueses podem dar, quando não estão inteiramente satisfeitos: basta irem ao Facebook a um grupo qualquer seja de política, seja de ocorrências e escrever “coisas” contra os políticos, esperar que uns tímidos cidadãos o apoiem e a grande maioria dos concidadãos gozem com ele e outros o chamem fascista ou comuna e aguardar… Ah… os portugueses mais revoltadinhos podem sempre ligar para programas de televisão ou rádio e até escrever para qualquer coisa num periódico a reclamar. E pronto… Aí só resta aguardar serenamente, pois tudo irá ficar como sempre esteve e o Governo fará sempre o que lhe der na real gana.

Até que um dia, surjam não cravos, mas sim os coletes amarelos!

Publicado no JM-Madeira - Siga Freitas
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Num desabafo que vai ficar para a História, Elma Aveiro, toda nua, desnuda, pelada, à poil & stark naked -- mais uma da prole da barraca de Santo António do Funchal --, resume o Futebol, e toda a vida do irmão, Cristiano Ronaldo, "The Special One... percent", numa única frase: “Infelizmente isto é o mundo (em) que se vive da podridão, (da) máfia e do filha da puta do dinheiro”…, ao que nós acrescentamos todo o tipo de tráficos e branqueamentos. Quanto às indemnizações que brevemente começarão a ser pedidas por residentes, pessoas decentes e turistas, quando, em voo para a Madeira, lhes for anunciado que o avião se prepara para aterrar em cima do nome de um gajo suspeito de violações e anal rape, a Elma é omissa, mas nós levantamos a lebre. Talvez agora se deva aos madeirenses, e a todos os portugueses, a reparação da urgente alteração de nome de um aeroporto internacional. Para vergonhas, já basta terem-lhe dado, em vida, o nome de um produto de um mundo de podridão, de máfias e da filha da puta de todos os dinheiros sujos… :-\



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



“Mas eu e muita gente irá ver uma coisa, justiça, e o poder de Deus é muito maior que essa podridão toda. Deus tarda mas não falha”. Ela e nós vamos lutar até ao fim para que o aeroporto de Santa Cruz volte a ter um nome que não apele à indecência... :-\
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Estudo revela que a média dos fretes sexuais feitos entre macho e fêmea dura, em média, 5,4 minutos, com forte incidência nos casos de 33 segundos. Dado o estudo, é agora possível afirmar que os 5 a 7 minutos em que, em 2009, "The Special One... percent", Cristiano Ronaldo, esteve a violar analmente ("anal rape") Kathryn Mayorga estão claramente acima da média dos outros machos, o que explicaria as muitas vezes em que ela gritou "no, no, no!...", justificaria os hematomas e as nódoas negras, e também as manchas de cuspo na cama e as feridas na mucosa anal. E o mais terrível disto tudo é que, dada a ineficácia da coisa, ele ainda teve de "tocar ao bicho", para fazer sair as borras. Foi terrível, e o que aí vem ainda vai ser pior... :-\

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

"Der Spiegel" tem mais novidades sobre a noite de estupro e "anal rape" de Kathryn Mayorga por Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”: afinal, enquanto ele tentava enterrar-lhe o pau na bunda, ela guinchava como uma americana, e dizia “no, no, no!...”, mas como o inglês do “The Special One… percent” é tão fraquinho como o português, ele pensava que estava na anedota da japonesinha a levar com o mangalho todo do navegador africano, e só fazia “hi, hi, hi!...”, e o negrão pensava que, com o “hi, hi, hi” dela, ela estava a pedir ainda mais, e dava-lhe mais, e assim fez, até ela ficar toda em sangue, e cheia de nódoas negras, e ele com umas borras de leitinho deslavado nas mãos. Em sua defesa, só encontramos que foi sincero em tudo o que fez, já que o amigo marroquino Badr Hari lhe tinha ensinado que com as “gaijas” é assim que se faz sempre, mete-se primeiro e só se pergunta depois, por que elas gostam todas, sobretudo se forem gajos pesados, como eles, e com as carteiras ainda mais pesadas, por que, quando elas dizem que não querem é por que se estão a fazer de esquisitas, e é mentira, por que as “gaijas” são todas iguais, querem sempre é "dar a rata" e levar com ele. Preocupa-nos que “The Special One… percent” se tenha sentido diminuído com uma simples “cal-girl” de Las Vegas, uma "gaija" batidona das noites ao balcão, e não lhe tenha conseguido transmitir a intensidade do seu desejo de macho lusitano, que era muito, e ele até sabia como fazer tudo, que é como aquela camaradagem do balneário faz toda, quando está à rasca e não há “gaijas” por perto, “vira-me esse cu, e aí vai uma “mãozada de cuspo”, chavalo, uma “bola de cuspo”, para escorregar melhor, o que custa é a cabecinha, tudo o resto é pescocinho, vou-te rebentar com a bilha, filhota, no fim vais curtir bués… vá, anda, “toca-me aqui ao bicho”, para ele ficar rijinho, e eu depois como-te esse cagueiro todo… O maravilhoso disto foi a conversa ter sido acompanhada em direto pelos advogados, e eles, o Francisco Cortez e o Osório de Castro poderem ter trocado impressões “live” sobre a tradução da “mãozada de cuspo”, do “tocar ao bicho” e do “partir a bilha”. Infelizmente, o inglês é uma língua fraca, da qual o “Brexit”, felizmente, nos vai afastar para sempre, e a “bola de cuspo” e o “tocar ao bicho” empobreceram muito na versão final, e deram em “spit” e “touch my dick”, que depois ainda foram disfarçados em “saliva” e “tocou-lhe no pénis”. No fim, se a coisa for bem tratada, tudo acabará com a Dolores Aveiro, que bem sabia o que eram nódoas negras a sério, nos tempos em que o marido entrava completamente tocado na barraca deles, a vir a defender o seu aleijãozinho no Facebook, e a dizer que nem percebe do que é que essa Kathryn se está a queixar, já que em Portugal todas gostam daquilo que ele lhe deu e ela, e se ela não quer, que se enxergue e entenda que há muitas que gostariam e não têm… A vida é muito injusta…

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domingo, 2 de dezembro de 2018

adventus

Esboço, aproximação, experimentação, exaltação, princípio 
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sábado, 1 de dezembro de 2018

Foi-se o George Bush I, "o homem sem qualidades, que conduziu o Mundo até ao fim da Guerra Fria, sem disparar um único tiro"

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Afinal, a casa da Ericeira, onde o Vigarista de Vilar de Maçada, José Sócrates, se refugiou com uma mulher-a-dias (?) para todo o serviço, é do Bernardo Pinto de Sousa, mais um do grupo dos primos, meios primos, tios e meios tios do "Engenheiro", e apesar de arguido na "Operação Marquês", que levou o país à última bancarrota -- antes da que se vai seguir a esta -- e apesar de muito conhecido lá como "O Leitão da Palenca", nunca lhe puseram a mão em cima: prevemos que acabará amnistiado pelo Ivo Rosa, antes do próximo aperto financeiro. Grande é o Senhor Deus Jeová, e longo o seu braço de justiça :-)

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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Insight Mars

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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Arrivederci, Bertolucci

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domingo, 25 de novembro de 2018

antemanhã

balada entre pai e filho
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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Reina uma imensa emoção em redor das touradas: o "Pan" já ameaçou, através do seu braço armado do "Ira", sequestrar toureiros e forcados, e fazer implodir a arena do Campo Pequeno. Até o Garrafão de Águeda, Manuel Alegre, já entendeu estender o seu bafo de aguardente sobre a questão, a tourada é como a Poesia, quando é boa lê-se, quando é como a dele, é melhor não consumir, e como o barulho é muito, eu venho aqui, enquanto lésbica e fressureira, exprimir o que penso, dado eu e a Ministra da Cultura termos muito em comum, sobretudo o nosso gosto pela fêmea, e achamos que as touradas se devem manter, mas só parcialmente: aquele coisa do touro, a babar-se, e a fazer ruídos horríveis, bem pode dispensar-se, os touros são animais horríveis, terríveis, asquerosos para mulheres como nós, que gostam muito mais da esfrega, e de passar a coisa a pano de chão… coisa medonha, vem lá do fundo, a bufar, o pior nem são os cornos, é aquela quinta pata, sempre muito rija, sempre de pé e insaciável, uma fufa vê aquilo e sente logo vontade de fugir. Portanto, é assim, a tourada é uma coisa cultural, aliás, é uma coisa que nos vem cá do fundo, mesmo muito do fundo, muito atávica, muito uterina, a nós as duas, eu, Biatraz Batida, e a ela, Graça Fonseca -- mais uma doutorada do ISCTE, onde certamente privou com a Vaca Mor, Maria de Lurdes Rodrigues --, do que nós, “ambas as duas”, realmente gostamos, é da parte do fim, em que entram as chocas e impera aquele imenso calor humano da toura em manada e com cio…, isso, sim, o que nós queríamos mesmo era uma tourada cultural, uma tourada, mas só de chocas, e até nem precisa de ser cultural… ai, meninas, tantas, ao mesmo tempo?... será que eu me aguento?... por amor da santa, vê lá se te enxergas e vês onde estás a enfiar a mão!... Ai, as três, não!... uma de cada vez… hmmmm…. Tão bom… Essa tua linguinha, pareces um touro a babar-se… que quentinha que tu és… Ai, nem consigo falar… tenho a boca tão cheia!... S’côrro, que agora vieram todas!... Ai, nem posso continuar a escrever!... Ciao, amores, que desta tourada é que a gente gosta, grandes aficionadas da choca e do linguado!... Ciao, queridas!... Já voltamos, mas só na próxima legislatura!... kisses…

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