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segunda-feira, 20 de março de 2017

O Ponto Vernal

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domingo, 19 de março de 2017

em breve, as cerejas

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Estava ali numa esquina, apoiada na parede. Era bem mais alta do que ele, o pé escondido num saco de plástico atado com um cordel, alguns ramos despidos de folhas. Ele parou, olhou à sua volta e foi perguntando a quem passava, é sua? A maioria das pessoas nem respondia, outros diziam que não, apressados e cansados nesse fim de dia. E pensou, se não aparecer ninguém que a reclame dentro de quinze minutos, levo-a comigo. O tempo avançou devagar, aos quinze minutos iniciais acrescentou outros quinze. Ainda abordou um polícia e um taxista. O primeiro propôs-lhe redigirem um auto, o que ele recusou. Do taxista recebeu um resmungo, vai chatear outro, pá.
Estava decidido, pegou-lhe pelo tronco e levou-a para casa. Plantou-a no terraço, num vaso três vezes maior e mais profundo que a esfera da sua raiz. Regou-a de manhã bem cedo, falou-lhe baixinho de coisa nenhuma, mas não lhe sabia o nome e ela calou-se no balancear suave do ramo mais fino.
A árvore foi crescendo, dois centímetros apenas. Dos ramos magros brotaram pequenas folhas verdes e tenras e os vizinhos subiam ao terraço para verem a árvore que tinha sido abandonada numa esquina e sentavam-se com ele e conversavam um pouco sobre os segredos da terra que não tinham. Quando o tempo aqueceu surgiram as primeiras flores e mudavam de cor conforme a inclinação solar e o alinhamento dos planetas.
Num sábado de manhã, chegou o pássaro. Pequenino, acinzentado, vivaz. Esvoaçou à roda da árvore e num grito alegre posou num ramo, depois fugiu. O homem gostava de pássaros, no entanto, temendo a fragilidade das folhas novas e dos botões, esfarelou um pedaço de pão e espalhou-o pelo chão. No domingo de manhã o pão tinha desaparecido e o homem substitui-o por sementes e colocou ao lado um prato com água e esperou silencioso e quieto. O pássaro aproximou-se, rasou-lhe a cabeça, brincou com as sementes, comeu-as e equilibrando-se na borda do prato abriu as asas e cantou. E as penas formaram um manto amarelo-torrado e o cinzento da ave era apenas uma ilusória condição. 
O homem desconhecia a identidade do pássaro, mas falou-lhe como se ele fora árvore, de tudo e coisa nenhuma. E numa tarde quente comeram cerejas os dois.
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sábado, 18 de março de 2017

Cerejas para amanhã :)

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Maroneia

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Pelo 90.º aniversário de mon ami Manuel Cargaleiro :-)

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Diário do Mark Rutte - Suicídio do Carlos, com a caçadeira familiar, no BPI da Rua Brancaamp, é um alerta vermelho para a degradação geral das condições de trabalho nos bancários a soldo dos caciques locais portugueses. Ai, eles aguentam, aguentam, pois não aguentam, não aguentam, não, e quando se matam é para chamar a atenção aos outros, de quanto custa passar de uma secretária com computador e tarefas, para uma cadeira exposta, no meio do corredor, enquanto os donos do BPI, o António Domingues, o Rui Vilar, o Tiago Ravara e o Leitão, entre outros, são sondados para ir arruinar o que resta da CGD, e entretanto são apanhados com as calças na mão. Olha que belo enredo, e que resumo tão curto do País da Geringonça, não?...

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domingo, 12 de março de 2017

linhagem

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Regressaram os chapins-azuis, os verdilhões, os piscos-de-peito ruivo, as estrelinhas-de-cabeça-listada. Duas ou três mãos cheias de sementes e deixaram-se cativar pela abundância de água a tombar os vasos
E contudo, perene é a erva-príncipe filha de um rei a crescer ao deus-dará.
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Última lua cheia de inverno

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sábado, 11 de março de 2017

Diário do Geert Wilders - Caixa Geral de Depósitos, o novo BPN do Regime, conseguiu, em seis anos, chegar aos 4 000 000 000 € de prejuízo, e dizem que foram muitos a trabalhar na falência, comprem, comprem, meninas, comprem, falências de Barcelona, vão das bordinhas do Vara às bordas da Celeste Cardona :-)

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Diário do Geert Wilders - José Sócrates, o Vigarista de Vilar de Maçada, que arruinou Portugal, vai ser julgado por corrupção

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sexta-feira, 10 de março de 2017

Diário do Geert Wilders - Zita Seabra, da Opus Dei, anuncia a boa nova, para 2017, da Santa com Cara de Saloia, de Fátima

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quarta-feira, 8 de março de 2017

Diário do Geert Wilders - "Vault 7", "Wikileaks" 3.6: o big broter anda mesmo por sua casa, e só não se entende como com tanto big brother os maiores criminosos do mundo ainda continuam a agir em impunidade

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domingo, 5 de março de 2017

Lord Buddha

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sábado, 4 de março de 2017

Templo do Amanhecer

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

domingo disfarçado de pássaro

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Acordou tarde, abriu todas as janelas da casa, bebeu três chávenas de café sem açúcar e inesperadamente o domingo acertou-lhe em cheio na cara. Se fosse cágado, gostava do domingo e não gostava do sábado. Mas não era. 
Foi então que se vestiu de pássaro e foi para a rua assobiar.


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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Oliveira das Mourisca, o ser vivo mais antigo do território nacional. Ainda assistiu à partida de Nefertiti, a mais bela

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Diário do Geert Wilders - 1917, o ano de estágio da Europa para a II Guerra Mundial

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Diário do Geert Wilders - Uma noite num saco cama com o Papa Francisco já custa 1000 €, e para o mês que vem ainda vai ser mais cara. Reserve já

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