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sábado, 4 de novembro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2010), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Novas Escutas do "Face Oculta" - A Ceia dos Robalos, de Manuel Godinho"



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do KAOS




Do CD 227, da série mandada queimar pelo Orelhas de Bode do Supremo Avental de “Justiça”



(Protagonistas: o Sucateiro, Manuel Godinho, e a sua Boca da Servidão, Dona Idalina Godinho – por detrás de um grande sucateiro, há sempre uma grande sucateira fêmea)




Manuel Godinho – Lina, querida, vem aí o Natal, e precisava de fazer a lista das prendas…

Dona Idalina – Sim, amor, queres começar por quem?... Pelo “Chefe”, pelo “Major”, ou pelo “Dragão”…

M.G. – Vamos pela classe A, que é a mais barata… Como se chamava aquele taxista que mandaste subir, no outro dia…

D.I. – (suspiro) Que delícia, Manel… para esse, podemos pôr uma corrente de ouro, 200 €. Se voltar, dou-lhe também uma figa, porque tinha a figa bem (suspiro)… grossa…

M.G. – O que damos ao Lello, este ano?...

D.I. – A “Lena” ficou de negociar com ele uns custos a mais, nos IPs da Roménia… Acho que eles podem dar a prenda...

M.G. – (silêncio) O “Chefe” não gosta muito que se fale da “Lena”, de maneira que podemos pôr um bidé de prata, aí coisa para…

D.I. – para?...

M.G. – Classe AA – 2500 €

D.I. – Já escrevi, podes continuar, querido…

M.G. – Que é que damos ao Armando?... Essa dos robalos está muito gasta…

D.I. – Podia ser um livro?...

M.G. – Por amor de deus, o homem mal sabe ler, olha... põe umas bandas desenhadas…

D.I. – Mas isso é muito barato…

M.G. – Sim, mas assenta aí, “bandas desenhadas do Tonecas”. O resto vai em “quilómetros”…

D.I. – Damos alguma coisa ao Sousa Tavares este ano?...

M.G. – Também pode ser um livro, mas com muita bonecada, porque o gajo também lê mal… Olha, até tive uma ideia: damos uns “Astérix” a esse, e, em troca, uns “Equadores” à Ana Paula Vitorino

D.I. – “Equadores”, versão copiada, ou o original?…

M.G. – A copiada, porque ela é como o “Chefe”, mazinha, em Inglês Técnico…

D.I. – E para o Vitorino?...

M.G. – O Vitorino adora passes para as saunas: põe aqui um catálogo de “gay-bears”: álbum de fotos, redondos, peludinhos e de pila pequena…

D.I. – Credo, que nojo!... Isso custa quanto?...


D.I. – O Jorge Coelho leva o quê?...

M.G. – Esse gajo já mamou muito. Põe-lhe um Translator de Bolso, para evitar que ele diga “há dem” e “há des”… 250€, Classe A

D.I. – Ai, amor, é tão chato estar nesta lista…

M.G. – Ainda falta o “Pidá”… Acho que o gajo ia gostar duma metralhadora, mas ainda não sei o preço, vou ter de telefonar ou ao “Major” ou ao Júdice…

D.I. – Fica então em aberto?...

M.G. – Sim, deixa em branco, mas escreve AAA, à frente. Convém ter esses gajos da Noite sempre do nosso lado...

D.I. – O Pedroso leva alguma coisa este ano?...

M.G. – Sim põe um Menino Jesus de Prata, coisa aí para 400 €, AA

D.I. – E o “Major”?...

M.G. – O “Major” vai com o Figo e o Pinto da Costa. Temos de falar com o “Chefe” e ver se obtemos um perdão fiscal. O ideal era que os gajos pagassem para aí, sei lá, 5% do que puseram nos “offshores”, e o resto vinha em perdão fiscal, para enganar o pagode…

D.I. – Isso são montes de robalos, amor…

M.G. – Pois são, querida, mas o populacho é analfabeto, está tudo no nível da Lurdes Rodrigues, mas para o perdão fiscal, no estado em que esta merda está, mais robalo, menos robalo, é tudo uma questão de meses, ate à Bancarrota... mas tenho mesmo de falar com o Gajo das Finanças, e tem de ser às escondidas da “Bruxa”, que essa gaja anda a esticar-se muito no que diz para a Imprensa...

D.I. – Não achas que se podia pregar-lhe um… susto?...

M.G. – Não, a gaja tá de saída e o Balsemão já negociou com o Avental pôr aquele chavalo tonto, o Passos Coelho, no lugar da Velha, para esta merda não oscilar muito.

D.I. – Mas damos alguma coisa à Velha?...

M.G. – Sim, põe aí um Galo de Barcelos, mas baratucho, segunda escolha, que ela depois vai ganhar uma pipa de massa, quando for para Governadora do Banco de Portugal

D.I. – A Maria Barroso?...

M.G. – Ai, filha, essa ainda está pior: dá-lhe uma prenda A… Olha, melhor, nem gastes dinheiro: manda-lhe aquele catálogo de “La Redoute” do ano passado… Não deitaste fora, pois não?... Assim, a gaja fica a ver os bonecos, lá em Nafarros, e não chateia.

D.I. – E o “Chefe”…

M.G. – (silêncio)

D.I. – (silêncio)

M.G. – … o “Chefe”?...

D.I. – É sempre um grande problema… Um problema do caralho...

M.G. – Vamos deixar para o fim, mas não te esqueças, amor…

D.I. – Temos a Câncio… Que achas?...

M.G. – Vocês é que são mulheres, sabem melhor do que eu…

D.I. – Querido, eu acho-a nojenta, de maneira que preferia que fosses tu…

M.G. – (risos) olha, por mim… (risos) Por mim… era já um vibrador…

D.I. – Manel, por amor de deus, não sejas ordinário…

M.G. – Querida, EU estou a falar a sério… Acho que lhe faz falta. Há uns da Ferrari, com cinco mudanças, dizem que faz maravilhas de jornalismo…

D.I. – (silêncio) ... amor…

M.G. – Pronto. Tive uma ideia genial: vamos gastar uma pipa de robalos, mas vamos matar dois coelhos de uma só cajadada… (risos)

D.I. – Como assim?...

M.G. – Mandamos a gaja para Barcelona, para falar com o Rubén Noé Coronado, para a aconselhar a fazer um implante de pénis…

D.I. – Amor, isso vai sair AAAAA, caríssimo!…

M.G. – Não vai, querida, ela faz o implante, toma umas hormonas, é um investimento, como qualquer outro, (risos) saiu mais caro mandar matar o Sá Carneiro, e depois… (risos)

D.I. – … depois o quê?...

M.G. – (risos) Ficamos com o problema do “Chefe” resolvido: quando ela estiver … “transformada”…, oferecemo-la como prémio (risos) ao “Chefe”… (risos)

(fim da escuta)


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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2010), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Novas Escutas do "Freeport": da Coleção de Rejeitados da Popota Cândida Almeida"


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas






CD 12 – 1h 12m 14 s




Elisabeth II – Ohhhh, darling… (smile)

Dona Adelaide Pinto de Sousa – Como está, minha querida?...

E. II – I am a bit of pain in the ass…

D.A.P.S. – Dores nas cruzes?... Isso já lhe passa, querida, quem me dera que as minhas dores fossem todas nas cruzes...

E. II – And your son?... Do you know that “eu já dei ordem” of blocking here “Freeport’s” process?...

D.A.P.S. – Sim, “my son” já me disse...

E. II – You know, I don’t want dirty things envolving MY son!...

D.A.P.S. – Nem o meu!... O meu Zé é tudo para mim, aliás, o meu Sócrates, e o outro, que se ia chamar Platão, e um terceiro, que se Jeová quisesse, seria Aristóteles...

E. II – So, what about “Freeport”, in Lisbon?...

D.A.P.S. – Cândida Almeida “is just trying” to arquivá-lo. Fique descansada, que já não aparece lá o nome nem do seu filho, nem do meu, nem do meu irmão, nem dos meios-irmãos, nem dos meus sobrinhos, nem dos meios sobrinhos, nem de ninguém da sua família, nem da minha, e a palavra "offshore" e "Parkinson" foi apagada de lá!...

E. II – God is great!...

D.A.P.S. – (silêncio) No, dear… Yahvé “is great”!...

E. II – Yes, yes, Yhavé too. And Allah, and all gods are great (smiles)

D.A.P.S. – Tudo, na Terra, é grande e grosso (risos)

E. II – So, now, we can begin thinking on something greater than “Freeport”… (silence)

D.A.P.S. – José “is trying to build the BIGGEST airport” no Mundo. (silêncio) Quer dizer, está a arranjar maneira…

E. II – “arranjar maneira” is what?...

D.A.P.S. – “He is trying”…

E. II – Ah, that’s all right, dear (smiles)

D.A.P.S. – … “He is trying” to have more robalos?...

E. II – What is that... “robalos”?...

D.A.P.S. – (silêncio)

E. II – (silence)

D.A.P.S. – (silêncio)

E. II – Is it what?... a fish?...

D.A.P.S. – “Well, IT is not fish, not… It is…”

E. II – Bass fish?...

D.A.P.S. – Não, not “snuff” (silêncio), é… (silêncio)… dinheiro

E. II – Oh, darling, I see, “dinheiro”, money… It' s so, so... sweet, money. I like money very much!... Money is my… blood!...

D.A.P.S. – Querida, não me fale de “blood”!...

E. II – Why not, my dear?...

D.A.P.S. – “Because I’m” Testemunha de Jeová. Posso receber dinheiro mas não posso receber sangue.

E. II – Ohhhh, I’m so sorry, darling, so I can imagine how you are “sofrendo”, now...

D.A.P.S. – Sim, sou uma sofredora, estão a tentar linchar moralmente o meu filho...

E. II – But has your child any morals?

D.A.P.S. – Não, mas uma mãe acredita sempre que sim

E. II – And he will get married now? ...

D.A.P.S. – (silêncio)

E. II – I’m not talking about gay marriage. I’m talking about a woman, you know you can always buy a woman to pretend to be his wife. I’ve done the same, with Sophie and Edward… My son is also a… faggot...

D.A.P.S. – “So, you are a fag-mother…” (risos)

E. II – (silence)

D.A.P.S. – (silêncio)

E. II – No, I’m the Queen, and you are a… (silence)

D.A.P.S. – …

E. II – … anyone can help me?... Richard, please, call me the translator!... (silence)

D.A.P.S. – …

E. II – (silence) So... “Você é uma javardona transmontana, mãe dominadora, que fez a vida negra ao seu marido, antes de se divorciar, e o seu filho tinha de dar num paneleiro de Vilar de Maçada, o maior aldrabão que os Portugueses já tiveram como Primeiro-Ministro, portanto, “fag-mother” é a puta que a pariu, sua ordinária!...”

D.A.P.S. – (chora)

(Ouve-se outra voz na linha)

Cândida Almeida – Importam-se de manter alguma decência na conversa, porque isto está tudo a ser gravado?... E, já agora, ou falam em Português, ou é melhor estarem caladas, porque eu sou fraquinha em Inglês Técnico!...

E. II – Oh, yes, darling, of course!...

D.A.P.S. – Ai, sim, querida, pedimos já desculpa… Mas podemos continuar?...

E. II – What’s about raining, in Madeira?... And Cristiano... Cristiano Ronaldo?...

D.A.P.S. – “Do you love too” Cristiano Ronaldo?... Passo o dia a “dar ao dedo”, “esfolheando” revistas com ele…

E. II – “Dar ao dedo?...”

D.A.P.S. – “Yes, darling”, como é que se diz, em Inglês... esfregar o dedo no clítoris, com toda a força?...


(Fim da escuta)

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Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2010), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "Transcrições das Escutas do "Face Oculta" - "Um pouco de sexphone, se faz favor..."



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Imagem do KAOS

Dedicado ao Semanário "SOL", pela ousadia de me atribuir o galardão de "Blogue da Semana"




CD 37 – minuto 5, segundo 12 (Da série mandada queimar pelo Aventalinho do Orelhas de Bode, do Supremo Tribunal de Justiça)

Zé - … é porque eu hoje estou de ressaca. Voltou o meu primo de Shaolin, só conversas de gajos e de coca, ele foi para lá, pensar que ia aprender aqueles truques todos do “Matrix”, parece que deslocou duas vértebras, a minha mãe tem estado nas rezas dela…

Mano – A tua mãe continua nas cenas do Jeová?...

Zé- Sim, e isso é uma coisa que me faz sofrer bués, aqui, na vizinhança, quando ela bate à porta, a anunciar o Fim do Mundo, fazem um grande sorriso, mandam-na entrar, começa tudo como se já se conhecessem há muito tempo… Perguntam-lhe logo se ela já sabia que o Fim do Mundo ia ser comigo, a cota fica horrorizada, diz que não é isso que vem na “Sentinela”, mas as pessoas insistem que é isso que ouvem dizer por todo o lado, no talho, na padaria, no café…

Mano – E a velha?...

Zé – Pá, a velha anda fodida, como é natural, já foi de urgência para o hospital, e agora decidiu que já não vai bater de porta em porta, a falar do Fim do Mundo, mas da Retoma que vai vir a seguir. Entrou em depressão, porque batem-lhe com a porta na cara, como faziam antigamente. Isso, mais a Câncio, que quer ser aumentada, por cada notícia em que o nome dela aparece colado ao meu, nas revistas do Abel e do Carlos Castro..., pá..., ando mesmo mal, como no período da “Independente”…

Mano – Então, queres falar de quê?...

Zé - Pá, tudo menos de robalos, de sacos de dinheiro, de “Freeport”, de concessões à Mota-Engil…

Mano – Podemos falar da “Lena”. A cena está bem orientada com o consórcio francês. O Pedroso cumpriu bem a missão na Roménia, e, se calhar vai agora para o Báltico. Os gajos precisam bué de autoestradas, e nós sabemos sacar o alcatrão e… (risos) transformá-lo em… robalos (risos)

Zé – Mano, já te disse que não me apetecia falar de coisas sérias… Apetecia-me qualquer coisa de especial…

Mano – Tipo o quê?... Queres umas anedotas das pielas do Alegre?... Dos ataques de epilepsia do Cavaco?... Há umas boas, que me chegaram ontem de Belém (risos) O gajo parece que se mija pelas pernas abaixo!... (risos)

Zé – Não, queria outra coisa, sei lá... (silêncio)... Sabes fazer sexphone?...

Mano – Sei, mas com gajas russas, daquelas com mamas grandes e muita chichinha (risos) pachachas seminovas, como diz o Putin (risos). Queres que faça de gaja?...

Zé – (silêncio)

Mano – Pronto, já percebi… Queres que faça de gajo?...

Zé –(silêncio)

Mano – Escuta, eu sei imitar a voz do Diogo Infante… do teu primo…

Zé - Consegues imitar o meu primo?...

Mano – Yeah… os dois, os três, todos os que tu quiseres. (silêncio) Mas tens alguma fantasia com os teus primos?...

Zé – (silêncio)… (silêncio)… (silêncio)… tenho…

Mano – Com qual???...

Zé – (silêncio)… com… todos... Os primos, os meios primos, os tios... eu curtia uma bacanal com eles todos...

Mano – Então, vamos nessa, para começar, eu faço de Hugo Monteiro, e tu (silêncio)…

Zé - … eu posso fazer de... Câncio?...

Mano – Bute nessa, meu, bute nessa (risos). Vá, começa lá… Anda, chavala, põe-me essas tetas todas cá para fora…

Zé – (silêncio. Abre a camisa Boss) … assim, está bem?...

Mano – Yeah, meu, vamos já a uma “espanholada”?... Abre-me essas mamas e roça agora o telemóvel no rego… isso… estás a senti-lo todo, muito quentinho, para cima e para baixo?... Isso, vá, mais devagarinho, e roça mesmo o teclado, para eu te sentir toda… Queres gemer para mim?...

Zé – (Sócrates geme)… hmmmm… tão bom… Queres que meta o Blackberry onde?...

Mano – Onde quiseres, passa-o no rego do cu… Isso… devagarinho… Agora, põe no vibrar, que eu vou desligar e voltar a ligar… (desliga o telefone)

Zé - Hmmm, tão bom… Apetecia-me um Venezuelano daqueles morenões, como o Chávez me costuma arranjar, nas visitas de Estado… Mano, estou cheio de tesão… Não queres vir aqui, para fazermos os dois, ao vivo?...

Mano – foda-se, ainda se fosses uma Lituana boa, fazíamos o “Hostel” aí, em tua casa, com a Mãe do Herman a cortar-te a picha e a dá-la de comer aos cães aí da rua, que ela costuma envenenar…

Zé - … vá, mano, já nos conhecemos há tanto tempo… Aqueles dias em que ficávamos sozinhos na “Sovenco”… (suspiro) Tantas vezes que eu pensei que me ias encostar à parede, e tratar como uma cadela… Até podíamos casar, quando eu aprovasse o Casamento “Gay”… (silêncio) Eu iria lindíssima, de véu branco e flor de laranjeira, e depois podíamos adotar uns daqueles putos sem família da Roménia… O Paulo conhece tantos… E o meu nome ia ser, no Registo Civil, José Sócrates Pinto de Sousa Vara… (suspiro) Lindíssimo… (suspiro)

Mano – Nâ, chavalo, isso não… Regras da Loja. Somos como irmãos: irmãos da Loja negoceiam, traficam e manipulam, mas nunca fodem. Isso ia ser incesto, Zé, quer na Regular, quer na Irregular...



(Fim da escuta)
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sábado, 21 de outubro de 2017

Grandes êxitos do "The Braganza Mothers" (2014), a propósito da acusação da "Operação Marquês": "O Napoleão de Goa, ou as pré primárias do PS, na forma da prisão de José Sócrates, seguidas das primárias monhés, de António Costa, para finalmente desaguarem nas raposas secundárias, do João Constâncio, filho do dito"



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Imagem do Kaos



Para mim, leitor da Irmã Lúcia, desde o tempo em que era analfabeta, foi com as lágrimas nos olhos que ontem cheguei à pág. 46 do volume III dos seus"Diários", onde ela escreveu a célebre e piedosa frase "sempre que um político é preso, nasce uma nova estrela no céu". E é por estas e por outras que eu acho que a verdadeira poesia só poderá sempre sair das almas simples, como era a Lúcia, o José Rodrigues dos Santos, a Inês Pedrosa e os inéditos do Jardel, por que tudo o resto não passa de saramagos, mas daqueles mesmo maus.

Estava eu neste engano de alma ledo e cego, vejo passar no rodapé do plasma que Sócrates tinha sido preso, e pensei que o Schindler não fazia só listas, mas também elevadores que encravavam entre dois andares, e pensei, "lá vai ficar a dengosa à espera de que lhe desalavanquem o ascensor", mas era bem pior do que isso, era mesmo passar diretamente da executiva de Roissy para o banco de trás do 67-PD-03... minto... esse era o de hoje, o de ontem era 57-SG-36, ou o 70-BU-71... olha, já não sei, para mim, os carros são como os Chineses, são todos iguais... quer dizer, não são, por que os Chineses até se dividem entre os que já têm visto "gold" e os que ainda não têm. Na verdade, disse-me um passarinho, aquilo são tudo viaturas caçadas à Mafia da Noite, do Pinto da Costa, ou da frota do Autarca das Putas, o Menezes, que tem uma grande quinta, lá em Gaia, senão não vinham de matrícula à mostra, portanto, a serenidade impera e é isso que é preciso, como dizem aqueles olhinhos permanentemente dormentes, e cativantes, de antidepressivos, da nossa Paulinha Teixeira da Cruz.

A realidade é que finalmente prenderam o Sócrates.

No entanto, não entendo como a prisão de Sócrates possa ter sido surpresa, já que estava anunciada desde que foi para Primeiro Ministro de certos interesses, disfarçado de Primeiro Ministro de Portugal, coisa que o distingue de Passos Coelho, que veio ao mesmo, mas já na versão 2.0, ou seja, assumidamente disfarçado de coisa nenhuma, mas pressuponho que este progresso seja aquilo que Marx considerava o desígnio da História e as minissaias prenunciaram, ou seja, a lei dos amanhãs cada vez mais nus.

Como homem da Academia, tenho muito carinho por Sócrates, já que era como Átila, por cada Universidade por onde passava nunca mais a erva crescia, e deixou vários lutos atrás de si, como a defunta "Independente", morta por um "fax" fraudulento, nas palavras da nossa querida colega Tânia Vanessa, inventado com a mesma ligeireza com que se inventou "a roda e o fogo", e ele só não fechou a "Sobronne" -- como pronunciava ontem um dos jornalistas aleijados mentais do Futebol... -, onde ele andou a treinar a Sofística, para poder citar Górgias, e fazer crer ao Sistema Judicial que a virtude de um escravo não era igual à virtude de um estadista, ou invertendo a forma, o crime do escravo nunca poderia coincidir com o do estadista, já que o escravo ia invariavelmente dentro, e o estadista continuava cá fora, e continuava, e continuava, até chegar ao Conselho de Estado e à Presidência da República,
dizia eu de que,
só não fechou a "Sobronne" por que passava mais tempo nos "slings" do "Keller", ajoelhado, a fazer de Fernanda Câncio, e por que a Madame Myriam, apesar de ter recusado à cunha do Seixas da Costa converter Estruturas II em Ontologia, e Betão I em Fenomenologia, sempre o tratou com o carinho devido pelas madames francesas às potenciais porteiras portuguesas, sobretudo, com o pedigrée de terem andado a fingir dirigir um país, quando não passavam de uma cortina para tapar interesses e cambalachos.

Infelizmente, esta história toda misturou-se com a cretinice, os atavismos e a ignorância típicas do país mais atrasado da Ibéria, e quando começaram a falar de 3 000 000 € de um apartamento no Sezième, suponho que os jornalistas ficassem confundidos, já que o topo dos topos dessas mentes que chegaram ao topo da base são os 120 000 dos rés do chão de Massamá e de Mem Martins, e, portanto, nem vale a pena falar-lhes de quanto vale um apartamento de cobertura da Avenue Foch. Na realidade, nem percebo por que estamos a discutir isto aqui, já que uma entrada no offshore do "Keller" não vai além de 15€, mas com dress code, por causa das chuvas douradas...

(Estão-me a fazer ali sinais ao fundo de que a loura burra e descolorada do "Eixo do Mal" está a defender assanhadamente o Sócrates, pelo que suponho que haja comissões ocultas, como recebia a Câncio, por se fazer passar por pau de cabeleira do gajo mais homeoerótico que já desfilou pelos "outros colos" do Largo do Rato...)

E, já que se falou do Largo do Rato, tenho de referir a angústia política que mais me atravessa, neste momento negro de dissolução da III República: até hoje, tínhamos sempre aquela vaga sensação de que estávamos perante o pior governo de sempre, até que dei comigo a desejar que o de Passos Coelho, o pior governo de sempre, não caísse já, com receio de que venha o pior governo de sempre que se lhe vai seguir, uma coisa subtilmente preparada nas sarjetas da Nação, já que as célebres Primárias do PS, e sei de quem o fez, e gaba de ter feito, foi uma multidão de aficionados de outras cores politicas que se inscreveu, apressadamente, para poder ir votar no próximo chefe de governo mais a jeito para abate fácil. António Costa, o sorriso mais rancoroso e vingativo da sociedade portuguesa, entendeu que o país inteiro lhe estava a estender a mão, mas não era, era, sim, o país inteiro a empurrá-lo, para ver se o despachava, rápido, e com carinho, muito carinho.

Não por acaso, a Sexta Feira Negra foi um aviso do Ministério Público, e da minha cara amiga Joana Marques Vidal, incorruptível, desde o tempo dos "charros", que, a par com o Carlos Alexandre, parece ter arrancado com uma mudança de paradigma, que João Guerra, com o "Casa Pia" tentou, mas não conseguiu, dado o horroroso poder das sombras detida pela sinistra Rede Pedófila, que domina Portugal, e que agora está avidamente, à espera de que António Costa chegue ao Poder, para poder recomeçar o seu interrompido regabofe.

Para os incautos, António Costa é uma tentativa de taxativo regresso ao pior do Socratismo. Na verdade, António Costa é muito pior do que isso: é a tentativa de regresso ao ciclo interrompido por Jorge Sampaio, um aventalado que acha que o não é, e que percebeu que a fuga para a frente de Durão Barroso, um cobarde neo maoista, e enfiado no negócio dos submarinos até ao pescoço, poderia levar a uma vitória, em caso de eleições antecipadas, de Ferro Rodrigues, enfiado nos escândalos de pedofilia até ao pescoço... mas do pescoço do Gastão. Nesse tempo, era Ferro o Secretário Geral do PS, e Costa o mentor da bancada parlamentar. Viraram os lugares, e a merda instalou-se na mesma, a deixar prever o pior dos cenários possíveis. O resto já vocês sabem: as lojas maçónicas lançaram um sério aviso, e ditaram uma sentença salomónica, Ferro Rodrigues não era, como Paulo Pedroso -- que o tinha puxado para aquelas vidas... -, detido, mas, em contrapartida, também teria de ser inibido, dada a gravidade do clima atingido, de chegar a Primeiro Ministro. Esse interregno chamou-se Santana Lopes, e acirrou a opinião pública ao ponto de Sampaio desencadear o Golpe de Estado Constitucional que conduziu às insuportáveis maiorias de Sócrates. Como se diria, no Efeito Borboleta, a Teoria do Caos levou a que, de um ato simples, como enrabar putos, se chegasse, em três tempos, à Bancarrota.

Este é, portanto, o resumo do que aí pode vir, já que António Costa não é um neo socratismo, mas um neo ferrismo, gente que vem ávida de vingança, e que parece ignorar que a História enterrada já não é recuperável, senão através de um atropelo de todos os valores, e a coisa não é figurada, é literal. Para quem tenha dúvidas, veja o que ocorreu no melhor acervo de imagens satíricas do nosso Bordallo contemporâneo, o Kaos, mal se soube que vinha aí a maré pedófila encavalitada no Costa. Vale a pena verificar o que vai acontecer à liberdade de expressão, como muito bem avisou a Maria Antónia Pila..., perdão, Palla, mãe do dito cujo, quando avisou que o PS convive muito mal com a Liberdade de Imprensa.

Eu acrescentaria, de Imprensa e não só, e diria que ela lá sabe o filho que tem, e, brevemente, todos nós o viremos a saber, pelo mal, e por igual...

A instabilidade é, portanto, inequívoca. Em termos técnicos, estamos a assistir ao Fim da III República, entre o exercício do braço judicial, e a possibilidade, não meramente teórica, de quase toda a Classe Política acabar na prisão. Aqui, ao lado, ascende o "Podemos", e o "Syriza" poderá governar a Grécia. Por cá, como usual, fomos apressadamente aos sucedâneos, não viesse a espontaneidade instalar-se, e os órgãos de intoxicação social imediatamente tentaram ocupar o espaço possível de um movimento emergente de cariz comparável, empurrando apressadamente para a frente aquela anedota do "Livre", um fogo fátuo das entrelinhas dos amigos dos telejornais e das penumbras etílicas do "Frágil".

Até agora, todavia, todo este texto foi regido pela epiderme, pelo que agora vamos ter de ir à derme. Há evidências de uma rotura de paradigma, como altos funcionários do Estado presos, ministros demissionários, e Sócrates, a cabeça de um polvo que ainda nos vai surpreender -- há vozes que dizem que está conectado com o Irão e o ISIS -- mas as causas dessa rotura talvez não sejam as evidentes. Na verdade, o conflito latente, entre as Lojas Regulares e as Irregulares acentuou-se, sendo que as Regulares andarão mais pelas bandas do PS, e as Irregulares pelo PSDeísmo. Como os bastardos, os das Irregulares anseiam agora pelo ingresso nas Regulares, e os irmãos de LÁ começaram a estender as mãos aos irmãos de CÁ (com o carinho com que Soares abraçou Isatilno, e mais não é preciso acrescentar...). Em princípio, o grande golpe seria a tomada de assalto da Madeira, com o novo Napoleão de Goa a fazer da ilha a sua Córsega, pela mão do Albuquerque, uma coisa de que é melhor fugir antes que venha, como avisa, e bem, o nosso Eduardo, o "Braganza" da Ilha mais Bela, mas só o Diabo saberá em que estado de avanço já estará essa gangrena: prefiro não me pronunciar, já que quem se mete com o Aventalinho leva...

Descendo da derme à carne, os rumores são ainda mais sinistros: na sua avidez de atropelo, Costa lesou o irmão de Coja, esquecendo-se de os níveis mais baixos têm de respeitar os graus iniciáticos mais elevados. Não se pode subir mais do que deve, nem fazer descer quem já subiu. A vingança será atroz: António Costa é já o primeiro caso de Primeiro Ministro demissionário, antes de ser empossado. A sua sombra chama-se João Constâncio, e a sombra de João Constâncio chama-se João Galamba, e não precisamos de dar mais nenhum passo para entender, que, então, muito brevemente, estaremos em pleno autoritarismo.

Olhem, acho que já falei demais. Não se importam, mas vou ficar por aqui, por que, se depois da epiderme, da derme e da carne quiserem ir aos ossos, vão vocês, tá?...


(Quarteto do aventalinhos às riscas, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")


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