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quinta-feira, 7 de março de 2019

Diário da recuperação do tempo de serviço da Teresa Girona: pois, a Teresa Girona está a sair do Carnaval, e relembra que de aqui a uma semana, dia 12 de março, somada aos dois anos, nove meses e dezoito dias propostos pelo ex colega de governo da Lourdes Rodrigues, o Poucochinho Monhé, António Costa, iria mudar de escalão, e chegar ao topo da carreira, e ficar já despachadinha nesta incarnação. Acontece que o Mário Nogueira continua a usar os colegas e colegas na sua campanha eleitoral, para ir substituir o Arménio Carlos, à frente da CGTP, e a contagem do seu tempo de serviço está parada há um ano e oito dias. A pergunta é, quando é que o Arménio Carlos se reforma mesmo, e se vai embora, e se não há outro meio de o Mário Nogueira ir substituí-lo, sem estar a usar os professores como arma de arremesso, e se todo este processo se resolve brevemente, ou vai durar mais nove anos, quatro meses e dois dias a consumar-se?... Please, respondam-me… :-\

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Os últimos cem dias de Cavaco Silva, com cheiro de caril, sabor de paprika e licor de fel



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos


O facto mais relevante da vida política portuguesa terá passado despercebido, ao espectador de Lineu, e refiro-o aqui, apenas com o carinho ditado pelas efemérides, e também por que o saber não ocupa lugar. Falo, evidentemente, dos últimos cem dias da agonia de Cavaco Silva. Para mim, talvez dos portugueses para quem a vida foi ditada pelo maior desastre daquela Democracia em que acreditei, o ocaso cronológico da estirpe de Boliqueime é importante, existencial e obsessivo. Se o mundo não acabar antes, em março de 2016, essa criatura terá sido empurrada para o limbo crepuscular de onde nunca deveria ter saído.

Como muitos sistemas estelares, a época que estamos a viver é uma era de dois sóis, um algarvio, que já está a acabar, e um prodígio estelar de Goa, que pensa estar a nascer em força. Para mim, situado nas bancadas da Terra, ambos não passam de um espetáculo, é certo, ditado pelo ágon, mas substancialmente desfasado da realidade intelectual em que me movo. Une Cavaco Silva, a António Costa, a mesma obsessão de que iriam chegar a qualquer lado, com as diferenças de que o primeiro aspirava chegar a um posto do Antigo Regime, e chegou, numa bolha temporal que a paciente Democracia consentiu, de fingir que continuava lá, enquanto o outro delira com ser o Fim da História, e assumir o lugar de condottieri do Parlamentarismo do faz de conta. Deve-se-lhe a lufada de ar fresco de ter devolvido, ou ter tentado devolver, à Assembleia, o poder de legislar, depois de décadas de caixa de ressonância de governos autoritários e dirigistas. 

Sobre Cavaco Silva, tudo, ou quase tudo já foi dito. Repito "tudo, ou quase tudo", por que ainda há mais bancos para falir, e em três meses ainda pode acontecer muita coisa. O Cavaquismo, uma coisa que minou a Liberdade, arrastou-se, grosso modo, entre 1985 e 2016, o que é muito tempo. Correspondeu ao desmantelamento da Agricultura, das Pescas e da Indústria; à ascensão do novo riquismo e da insignificância, e à proliferação das soluções locais do neo liberalismo chão. Na fase final, o seu entretimento favorito foi levar à falência bancos, e não banqueiros, e tornar o país num pântano de incredulidade. A Islândia prendeu-os, o Cavaco medalhou-os. Cavaco Silva, um algarvio típico, autista e miserável, nunca percebeu que estava em Democracia, e menos ainda percebeu que tinha arruinado o país, para os próximos cem anos. A História se encarregará de o reposicionar, com palavras mais duras do que as minhas.

Cavaco Silva foi o ovo da serpente do poucochismo monhé, uma corrente local, que, depois de muitos flagelos, Portugal ainda teve de aguentar. O poucochismo monhé é uma forma de nasrcisismo equivalente à anterior, mas com manifestações mais suaves, mais up to date, e com maiores pretensões. Enquanto um foi a York sacar um doutoramento em arruinar países, o outro ficou por cá, e, entre tirar as putas do Intendente, para entregar o Intendente aos amigos, resolveu transformar o restante país num incidente camarário. A coisa é interessante, já que abalou a monotonia em que o país estagnara com Aníbal, para quem as maiorias absolutas eram um sucedâneo do monocordismo da Câmara Corporativa, e introduziu um novo paradigma, onde os ganhadores das eleições não são os mais votados, mas os arranjismos do dia seguinte, de acordo com os projetos conjugados.

Sendo a Democracia um lugar das surpresas, António Costa mostrou-se supreendente, e conseguiu surpreender-nos. Ficamos, pela primeira vez, a saber que havia um gajo em campo que, quer ganhasse, quer perdesse, ganhava sempre. Suponho que seja isto o estalinismo, enunciado na célebre forma de que o que conta não é quem vota, mas quem conta os votos. António Costa contou os votos, e não os contou sozinhos. A diferença é que o eleitor ficou a assistir à contagem, e percebeu que, doravante, devia votar de modo a que não acontecessem marés de segundo plano. Supõe-se que, esgotado o modelo político de António Costa, também nos devamos acautelar contra os perdedores da segunda fila.

Ao contrário de Cavaco, figura deplorável, desde sempre, e para sempre, não se pense que sinto o mesmo por António Costa, por que não sinto. Matematicamente falando, acho-o uma figura surpreendente de um tempo monótono, já que afastou o espetro da cardinalidade dos resultados eleitorais e introduziu um novo paradigma em rede, muito mais próximo da Teoria dos Conjuntos. Doravante não ganhará que se enumera em crescendo, mas quem melhor se reúne em grupo, e eu diria que a Democracia é mesmo isso, ou, melhor, também pode ser isso. A coisa ameaça pegar, alastrar às presidenciais, onde ninguém ganhará, mas nos arriscamos a ter um punhado de candidato fracos, muito chegados à primeira fila, e até deixar de ser portuguesa, para ser peninsular, ibérica, e por aí fora, o que ainda concederia ao António Chamuça uma maior singularidade e uma estranha oportunidade histórica. Mais uma vez, enquanto intelectual, e, portanto, incompatível com as frágeis razões da Política, remeto-me ao lugar do espectador, e limito-me a conceder-lhe o benefício do lúdico, mas com uma irremediável reprovação do ético, e quem entender estas palavras que medite bem nelas, pois são clarividentes. Como diz a voz do povo, o mestiço não serve ninguém a não ser a si próprio, com a exceção de Cavaco Silva, um reprovável mestiço de raça única, algarvia.

Após uma primeira planagem, António Costa prepara-se agora para atingir a altitude demagógica do cruzeiro, com os teclados das diferentes sensibilidades: foi erguido ao pódio pelos vencidos da linha de trás, e, agora, sempre que os derrotados da segunda fila imergirem nas suas idiossincrasias próprias, ele escolherá a razão de estado, que mais genericamente rege as correntes conservadoras. Utilizando palavras simples, governará à esquerda, sempre que puder, e encostará à direita, quando tal convier. De um certo ponto de vista, isto é brilhante, e eleva-o à condição de condottieri, já que transforma a tradicional oscilação das alternâncias numa mera questão de sabores, entregues aos paladares do líder único. Na essência, poderia ser uma aspiração a governar muito tempo e para sempre. Creio ser isto o lado Jabba de António Costa, mas a sua Guerra das Estrelas é muito pobre, e muito cheia de banifs, e durará tão só o tempo que durarem as efemérides e as ocorrências.

Mais surpreendente do que tudo, vai ser um cenário em que os próprios partidos do monolitismo vão poder permanecer idênticos a si mesmos. Para os incautos e nefelibatas, o Partido Comunista Português tinha, finalmente, dado o grande salto no sentido do aggiornamento, mas a verdade é que não deu: Cavaco Silva sempre se serviu a si mesmo, António Costa está a aprender como se pode servir, e o PCP continua-se a ser autofágico, através de quem calha. Geometricamente, sempre que o âmago ideológico dos neo estalinistas o leve a dar esticões de veto e de niets, cá estarão os papalvos coelhistas para o suportar, e, quando lhe convierem algumas inovações, lá embarcará na sinistra. Na essência, continuará o mesmo, já que se o povo não quer, ou não pode, mudar, muda-se o povo.

À margem disto, ou, em quarto com vista para isto, o grande mérito de António Costa será o de ter evitado um Bloco Central, através da emergência de um estranho Bloco Descentrado, e nós iremos pagar isso ao preço das inovações.

Como não é interessante perder tempo com previsões, nós vamos deixar as coisas correr, e a realidade banifar-se. Os islandeses puseram todos na prisão, mas nós somos mais modestos, e vamos contentar-nos com pôr todos cá fora, como de costume. Como dizia o outro, creio que já nem um segundo vinte e cinco de abril chegaria para limpar todos estes estorvos.

Reentro na realidade, e relembro ser este um tempo natalício, um tempo da família, daquele primo do Mourinho que deu sem secretário de estado, e lembro que nos devemos preocupar com as coisas íntimas, as coisas do coração, aquelas que verdadeiramente nos tocam, e, se muito não for pedir-vos, por favor, votem a favor da conservação, na Torre do Tombo, do formidável espólio imagético de Maria de Boliqueime, teras de fotografia, que, entre a ternura e apelo do coração, polvilharam de profundidade, de carinho e de muito engenho, estes dez anos de desastre português.

Muito boa noite, e umas festas felizes, sim, muito na graça de Deus.



(Quarteto da teoria dos conjuntos, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
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domingo, 8 de novembro de 2015

Lenda do Poucochinho Monhé e da Múmia Má de Boliqueime




Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Imagem do Kaos

A melhor qualidade da Democracia é a sua infinita capacidade de adaptação, por contraposição às enormes limitações, demonstradas pelos seus políticos voláteis. Sendo que esta frase constitui o lugar implícito de um ad libitum, fica para vocês declinarem os adequados corolários, e eu vou só aos que me interessam, começando pelo Quisto da Democracia, Aníbal de Boliqueime. Se fizermos um cronograma do período democrático, verificamos que há uma janela, entre 1974 e 1985, no qual se dá uma rapsódia de tendências, uma enorme panóplia de experiências, uma sucessão infantil de sucessos e fracassos, umas quantas coisas gloriosas, e outras tantas tenebrosas. Quando chega 85, chega a anomalia de Boliqueime, e cai uma cortina de cinza e silêncio sobre a experiência das agitações: Cavaco Silva foi a SIDA da Democracia, e com plena consciência e usufruto.

O resto já também sabem, e a coisa só poderia, como pode, piorar, com o seu regresso, em 2005, sendo que, dos 40 anos de Democracia em Portugal, 20 deles foram gangrenados por uma coisa que ninguém desejaria, insomne, perversa e estagnada. Tem este período a particularidade de ter constituído um para autismo nacional, já que enquanto a Europa navegava em plena Guerra Fria, nós davamo-nos ao luxo de andar a contar cravos e a fazer arruaças pelo campo; quando as trevas do reaganismo, do tatcherismo e do woytilismo caíram sobre o Velho Continente, nós já estavamos razoavelmente adaptados, e alinhamos, com uma múmia algarvia, na paralisação das frentes hippies. Os seus eleitores andam agora a uivar, às portas do Novo Banco.

O Sr. Aníbal, "integrado (no então) actual regime político", teve a estranha coerência de continuar integrado nele, mesmo depois de extinto, e esta é a primeira manifestação de complacência da nossa democracia, a de continuar a encenar uma bolha de neomarcelismo, para que o frequentador das escolas profissionais do Antigo Regime, e doutorado por York (!) -- as bolsas da Gulbenkian pagaram tudo neste país, até isso... --, pudesse viver na ilusão de que o "antigamente" tinha continuado, e ele podia, por imprevisto milagre post mortem, vir a exercer as funções com que sonhara, no País do Cabeça de Abóbora. A coisa nada tem de extraordinária, já que ao António de Santa Comba, já depois de caído da cadeirinha, e substituído pelo Caetano, também continuaram a assegurar pseudo conselhos de ministros, para que não percebesse que o seu tempo tinha acabado. Aparentemente, esta sucessiva folga para a farsa parece assentar numa espécie de saco azul dos orçamentos, e tem um lado pietista, já que permite a grandes cadáveres viverem num estranho verão indiano do seu autismo.

O Verão Indiano de Aníbal de Boliqueime durou 20 anos, e custou demasiado caro à Democracia. Veremos o que lhe vai agora suceder.

A seguir a Aníbal, não vêm os políticos, mas, curiosamente, os comentadores políticos. Os comentadores políticos dividem-se em três espécies, os muito bons, os correntes e os maus. Como dizia Satie, esta última espécie não existe. Na verdade, o nosso ecossistema necessita de uma recalibração e qualificação da espécie: há os comentadores políticos de direita, os que acham que conseguem convencer o público de que não são de direita, os que têm dias, e os chatos de esquerda. Na cauda disto tudo, estão o Luís Delgado, o Marques "Magoo" Mendes e a Ana Gomes, quando o álcool bolsa nela, ou cretinos absolutos, como o "Dona Coisinha", Álvaro Barreto. Sobre esta fauna, curiosa, insuportável e impulsionadora de bocejos, caiu um raio, em outubro de 2015. Como atrás disse, as Legislativas de 2015 ficaram marcadas no meu coração como o último momento em que a Democracia se podia exprimir, para poder dizer ao Cancro de Boliqueime quão nefasto ele lhe tinha sido. Creio que arranjaram uma solução elegante para lhe provocar mal estar, e mostrar que a Democracia, é, de facto, mais forte do que todas as neoplasias cavacais e marianas, e é, pois é. Não vamos entrar no domínio das suposições, e imaginar que uns poderiam ter perdido por um pouco mais, e os outros ganhado por um pouco menos, a verdade é que, para grande desilusão das infeções da comunicação social, as coisas não correram como previsto. Isto, apesar de uma gloriosa última noite de injeção, a que assisti, boquiaberto: a garganta funda de Portugal, Maria João Avillez, de sotaque de barril, de um lado, e o Júdice, sinistro, do outro, a fingirem que eram os matizes do Centro, um mais de um lado, o outro, mais do outro, mas, na verdade, a carburarem o pleno das madrassas balsemânicas. Puseram-se nos bicos dos pés, embalaram as serpentes dos votantes, mas não conseguiram o prodígio das maiorias absolutas. Tiveram azar.

Como democrata, intelectual e artista, detesto as maiorias absolutas. As maiorias absolutas são a expressão parlamentar da intolerância, e o governo ostensivo da arbitrariedade, ao contrário dos jogos palatinos do entendimento, da superação e da cordialidade. Creio que se fosse necessário resumir numa frase o que me separou de Cavaco Silva, para sempre, mentiria, e diria que foi exatamente isto, e nada mais do que isto. Ao contrário dele, estou sempre desintegrado de todas as soluções políticas, e sempre à espera de que os regimes iniciem uma rota de ascensão, de modo a chegarem ao patamar elevado das nossas reflexões. Curiosamente, em outubro de 2015, o regime, depois de ter sido substantivas vezes dado como agonizante, resolveu surpreender-nos, mostrando que a Democracia estava ativa, efervescente e queria renovar-se. Não vou entrar em considerações sobre o que agora está a acontecer: António Costa, o homem do momento, está a jogar uma extraordinária cartada histórica, e, ou é bem sucedido, ou arrasta para sempre, e para um limbo indescritível, um pano inteiro do multipartidarismo. Vamos ser otimistas, e acreditar que a experiência será revitalizante: o resto são considerações humorísticas. Por um lado, as considerações do ecossistema alteraram-se: como as criancinhas foram todas obrigadas a emigrar, os comunistas já não têm que comer ao pequeno almoço, pelo que me parece igualmente arriscada uma libertação condicional do Carlos Cruz. O Bloco cumpriu o desígnio para que Guterres o criou, o de se aliar ao Partido Socialista, e ainda agora a procissão vai no adro. O resto são alianças com animais.

Poderia, e depois escreverei, como um governo que venha a integrar o Galamba, tal como aquele que integrou o Carrilho, é, por essência, uma nado morto. Enquanto durar, todavia, cumprirá o ditame da folga das costas, tal como a enuncia o ditado, e permitirá os verdadeiros aconchegos dos bastidores, como o arranque para catedrático do mestre do Galamba, o filho do Outro: o concurso está aí, e nós vamos pagá-lo, tal como pagamos as nomeações, in extremis, do Coelho da despedida. O país não mudou em nada, e não há reformas estruturais que logrem alcançar este patamar do sarro nacional: é endémico e sistémico, e só gemem os que ficam sempre de fora. Curiosamente, toda a gente dá o Aníbal como manietado, mas eu sou mais prudente. A criatura é sinistra e já deve ter percebido que a aliança de "esquerda" é um recado envenado para que ele, que julgava ir inscrever-se na História como um tempo mais pardo da Democracia, lá acabe associado a uma linha em que se dirá que teve de dar posse a um Governo dos "comunistas". Pelo que conheço das suas limitações, isso é demasiado para o seu poder de encaixe, limitado à Assembleia "Nacional", ao Dia da Raça e à Mocidade Portuguesa. Quem lhe fez isto fez-lhe muito bem feito, nem que tenha sido apenas para o folclore.

Este texto iria para o infinito, e não pode. Esta semana será gloriosamente eloquente e autodefensiva. Esta breve é apenas um esboço, e poderia estender-se por muitas outras mais. Para mim, que não estou afeto a clubismos políticos, apenas vejo o filme passar com o ar divertido das novidades. Espero que faça mossa, muita mossa, ao aleijão de Boliqueime, e lhe torne pesados os derradeiros meses do mandato. Curiosamente, acho que ele ainda nos reserva surpresas, nenhumas delas, obviamente, positivas, como nunca reservou. Pessoalmente, preferia que cometesse o gesto extremo de se demitir, para não dar posse a um governo contra a sua vontade, já que o cargo apenas foi ocupado para lhe fazer as vontades, mas a Democracia é demasiado poderosa, sobretudo agora, para olhar para ele com mais do que com uma reservada complacência.



(Quarteto do poucochinho monhé, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")


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