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quinta-feira, 11 de julho de 2013

O Presidente das Falácias

Portugal é uma sociedade que vive na mentira e da mentira numa corrupção contínua onde quem melhor mente é quem ganha por o povo desmiolado nem se dar conta e em lugar de reflectir pelos seus próprios meios se limitar a papaguear o que os que o usam lhe impingem. As falácias deste mostrengo já vêm de há décadas. Os desmiolados papam-nas e querem mais. Ele dá.

Coelho e Seguro, dois imbecis saídos da escória formada pelos Jotas, agarrados e capazes de pôr as mães numa casa de passe para acudir aos interesses partidários. Dos interesses nacionais nem se fala.

Claro que eleições agora, ao contrário do que o Coveiro Cavaco ladra, seriam úteis porque acabariam com a instabilidade do governo e com a crise política que criou no seu seio, mas que estava escrita na sina deste governo e que jamais conseguirá ultrapassar. Pelo que se observa é este um constato inegável, pelo que os que afirmam o contrário só o podem fazer na clara intenção de salvar o partido em prejuízo do país e dos seus cerca de 10.000.000 de habitantes. Uma oligarquia contra 10.00.000. Daí, o discurso desse miserável energúmeno que afundou Portugal só poder ter sido uma orquestração da mais ordinária qualidade mentirosa com a sua conhecida baixeza e vil falsidade.

Não é provável, mas certo, que qualquer outro governo, independentemente da sua política, acabaria com a instabilidade que este gerou. Qualquer governo capaz e que não estivesse apenas obcecado para se aproveitar da situação para aplicar os seus princípios neoliberais, que superam de longe as exigências da Tróica, como um dos seus membros contestou às inculpações do Cavaco no ano passado (também foi abafado pela desinformação jornaleira e anti-social), desenvolveria o país em lugar de lhe cortar as pernas para mais facilmente alcançar os seus objectivos neoliberais. Não são incompetentes, mas muito capazes e preferem que assim os julguem para evitarem uma oposição muito mais forte às suas obras. Ainda ouvimos de novo o psicopata a falar de si na terceira pessoa, e manter a crise política! Perguntem de que sintoma se trata a qualquer psicólogo ou psiquiatra.

Por outro lado, os portugueses esforçam-se em dar razão à ideia que que psiquiatras e os outros europeus têm deles: atrasados mentais. Choram, lamentam-se, reclamam, mas em lugar de tomarem as medidas necessárias para a exterminação da corrupção, do roubo e da impunidade dos políticos, aprovam a escumalha votando nela, convencidos de que a substituição de um governo por outro poderá melhorar alguma coisa ao descalabro a que chegámos. Chegaram a um ponto que nem nisso acreditam, mas como atrasados mentais que são, continuam a insistir em perpetuar aquilo de que se queixam e reclamam. [Este facto é independente da necessária substituição do presente governo pela instabilidade interna que ele próprio gerou e pela sua política neoliberal em aumentar desmesuradamente o já maior foço entre mais ricos e mais pobres da UE]

Dizer que Portugal é uma democracia representativa é outra causa de sermos tomados por atrasados mentais. As eleições são burlas, tão conhecidas que se auto-explicam pelo tão conhecido uso das listas e de promessas até contrárias à doutrina ou crença daqueles que as fazem, como se viu no burlão do Coelho, prometer tudo aquilo que sempre renegara. Aliás, foi a única ocasião em que mentiu a esse propósito, tendo até então, a esse propósito, sido sempre honesto aos seus pruncípios.

Não há representação em que os representantes (mandatários) façam o contrário do que querem aqueles que representam (os seus mandantes) e eles propuseram durante as eleições em forma de burla, pois que foi nessas bases que neles votaram e os elegeram. Pode, pois, afirmar-se como provado que Portugal não pode ser, deste modo, uma democracia representativa. Os eleitos não representam os eleitores Crer que sim é outra razão a juntar às que nos fazem ser tomados por atrasados mentais.

Para acabar com a corrupção, a ladroagem e a impunidade politicas só há um caminho: aquele que seguiram os países que conseguiram obter resultados positivos nesse sentido. Se se copia tudo o que está errado, porque não copiar o que está comprovado como certo? Resposta fácil: só se copia aquilo que não seja contra os interesses partidários, e a adopção deste caminho certo iria matar a galinha dos ovos de ouro dos políticos, acabando-lhes com a impunidade garantida no roubo, decisões tomadas às escondidas da nação e só conhecidas depois, etc. Controlo dos políticos, julgamentos pelos seus crimes e responsabilizá-los pelas suas acções e crimes? Jamais eles o admitirão! Só à força. Sobretudo por estarmos num país de autênticos atrasados mentais, em que os eleitores votam incondicionalmente porque «é democrático votar» e votam estupidamente convencidos que substituir um governo por outro pior trará melhoras ao país. É realmente estupidez crassa que após tantos governos que votaram, os novos são geralmente piores do que os anteriores. Desta última vez, após o indesejável e arrogante Sócrates veio um bem pior ao lado do qual o próprio Sócrates parece um santo. Por este caminho, que se seguirá ao Cavaco e ao Cadastrado?

Sem controlo dos governantes pelo povo não há, nunca houve nem pode haver democracia, pois que é isso que a palavra significa. O que temos é um sistema oligárquico em que associações de malfeitores organizados em famílias mafiosas sob a forma de oligarquias políticas controlam o país. Como não o vemos nem compreendemos, é outra causa de sermos atrasados mentais. Um povo a quem o marketing político em defesa duma classe criada ao arrepio da democracia — a dos políticos — sugou a pouca capacidade de reflexão que ainda havia nos seus cérebros já atrofiados, amplamente demonstrado pelos seus gritos de liberdade, não deles mas dos que se preparavam para lhes pôr a grilheta. Porque quem viveu anos no regime anterior conheceu e sabe que havia muito mais liberdade, excepto para uma minoria de políticos e jornalistas. Ora são precisamente os que agora mais nos prejudicam usando da sua liberdade para nos tirar a nossa, os segundos entregando-nos nas mãos dos primeiros por nos ocultarem como funciona uma verdadeira democracia e nos fazerem crer que democracia é o que a nova classe nos dá. Um povo de cobardes dos mais fáceis de domar com a mais simples grilheta mental. «Cada povo tem o governo que merece» e «quem morre porque quer não se lhe reza por alma». Sofrerão pela sua cobardia profundamente na carne e por gerações. Se esta classe não que abdicar a bem terá que que ser a mal.


Discurso integral do Coveiro da Nação

Estranhamente, ou talvez não, algum miserável servente da presidência colocou, na página de entrada, um link para esta página com o seguinte texto: «Comunicação ao País do Presidente da República». Iletrado ou a querer dizer que o pais era propriedade do PR (ao País do Presidente da República)?


Adenda

Analise-se a opinião sobre aquilo a que os portugueses chamam democracia — razão principal por que são considerados atrasados mentais pelos outros europeus — e como os políticos se comportam, exprimida por um conhecido e rico filantropo, simpatizante do PSD do tempo em que este era socialista (tal como o nome e a tradição definiram) e depois se virou neoliberal ferrenho.
Entrevista da RTP


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

O Grande Bluff dum Pulha

A página do Cavaco no Facebook utiliza um filtro que encobre os comentários contra por escolha manual. Eles aparecem apenas para o autor desde que ele tenha feito o login no Facebook.

Por exemplo, colocou um comentário onde menciona verdades inquestionáveis, com ou sem referência a um artigo ou semelhante, publicado num jornal ou televisão, que prove factualmente o modo desastroso e cheio de consequências funestas para o país como ele se comportou ou comporta, o seu partidarismo ou qualquer outro caso idêntico que tire o verniz daquela chaga nacional. Alguém a seu mando aplica o dito filtro e o comentário continua lá mas invisível para todos à excepção o autor, desde que este tenha feito o login.

O porquê é elementar. O autor continua convencido de que o seu comentário se encontra à vista de todos, mas afinal é como se tivesse sido apagado, pois que só ele o vê. É como ter escrito algo e queimá-lo logo de seguida, mas ficando convencido que foi publicado em todo o mundo. Um desabafo do género do lobo nos desenhos animados do Tex Avery da década de 1950. O comentador é gozado até mais não poder.

Há duas maneiras muito simples de verificar o que aconteceu ao seu comentário.

Para uma delas, primeiro coloque um comentário do género realmente indesejável para o Cavaco. Não com insinuações tolas nem termos menos dignos, mas que contenha verdades incontestáveis, como o que ele fez aos fundos de coesão europeus, um link para o vídeo ao fundo deste artigo ou outro do género. Volte à página dentro de algum tempo, talvez uma ou duas horas, menos ou mais, dependendo da azáfama do operador do tal filtro em Belém. O seu comentário continua lá. Agora log out do Facebook e volte à página: o seu comentário desapareceu. Faça de novo log in e lá está ele! Pode também pedir a um amigo para ver o seu comentário e contar-lhe o resultado. Não tem nenhum «gosto», claro, que ninguém mais o viu nem verá.

Outra maneira simples que lhe permite avaliar o número de comentários que foram maliciosamente filtrados e escondidos. Ao chegar à página do Cavaco, olhe para o seu último post e leia quantos comentários contém, clicando no link Ver xxx comentários, entre o post e os comentários, para os expandir. Conte-os. Não se aflija se lhe parecerem muitos, que verá que será rápido e fácil: falta uma quantidade enorme que corresponde ao número de comentários filtrados apenas visíveis para os autores. A certa altura, no post da sua mensagem do 10 de Junho, listava 216 comentários, mas após desdobrar a lista completa só apareciam 34. Os restantes estavam eclipsados e só eram visíveis por quem os escreveu ao fazer log in. É obra!

Todos os comentários favoráveis são visíveis, até mesmo os contra que contenham palavreado parvo, oco ou inócuo.

Tudo isto é tão visível e elementar que nem merece aprofundar qualquer investigação nem procurar justificações. Este semi-bloqueamento é permanente, ou seja, o comentador continua a poder inserir comentários, mas só para si. É um bluff do presidente que se enquadra perfeitamente na falsidade da sua personalidade e no seu modo de governar que reconhecemos de quando foi primeiro-ministro, em que, entre outros sucessos, chegou a enganar a nação inteira, ao impingir a ilusão de riqueza súbita com o esbanjamento dos fundos de coesão europeus para conseguir votos e ser reeleito.

Como classifica esta acção aliada ao seu comportamento e discursos? Pode-se pegar num dicionário e copiar todos os sinónimos de impostor, aldrabão, vigarista, etc., tudo o que se quiser, mas nenhum deles chega para classificar um tal traidor, um nojento filho da puta da mais baixa estirpe a ocupar e a desonrar a mais alta e nobre magistratura de qualquer nação com truques de baixeza. É aquele em quem votaram. Portanto, que os que o fizeram jamais se queixem, porque o voto não significa democracia nem controla nada nem ninguém e deixa toda a liberdade a qualquer reles canalha, como se vê.

Há que compreender que votar não define uma democracia e afirmá-lo para convencer é mentir, e em Portugal devia saber-se melhor que em qualquer outro país, pois que se votava durante a maior parte do tempo do Estado Novo. É evidente que o voto de per si nem é imprescindível a uma democracia nem a justifica. Essencial e básico é a colaboração e participação de facto do povo, assim como o exercício do seu controlo sobre os governantes, os quais poderão ser escolhidos de qualquer outra forma.

Democracia consiste naquilo que se lê em qualquer dicionário e mais nada; o resto é lavadura para porcos – aquilo que os políticos todos nos têm dado desde a Abrilada, de que se apoderaram. Oligarquia é o estado de uma nação em que a preponderância de alguma família dispõe do governo. Os partidos são perfeitamente assimiláveis a esta definição, por demais que sem controlo são constituídos em famílias mafiosas de associações de malfeitores. A recordar que não existe nenhuma democracia em que os políticos e governantes não sejam submetidos a qualquer tipo de controlo. Foi assim em Atenas, a cidade-estado fundadora da democracia. A mais antiga democracia dos tempos modernos assim funciona também desde a sua fundação, em 1291, na Suíça, e é a isso que se deve tanto a sua existência como a recusa do povo à adesão à União Europeia.

Os políticos e os governantes são tão humanos quanto aqueles que os elegem e administram; seria profundamente estúpido acreditá-los como imunes aos pecados comuns dos outros humanos. Sem controlo não pode haver democracia. Em Portugal nunca houve democracia, mas apenas logro dos políticos para poderem roubar à vontade e impunemente e se alguém acredita que vão largar a galinha dos ovos de ouro a bem ou sem os forçarem ainda é mais estúpido.

Para ajudar a fazer uma ideia do panorama actual e do fumo da podridão intoxicante que paira sobre Belém, transformada numa casa de porcos, e se estende sobre o país, veja o vídeo do comentário da jornalista Constança Cunha e Sá, que segundo parece não está a ser paga para encobrir corruptos, ladrões nem traidores:

«O Presidente da República fugiu do país».
















Apêndice

Alguns se perguntarão pela razão da falta de publicação de artigos pelo autor. É bem simples. Tudo o que havia para dizer sobre o estado do país já foi dito e agora temos um facto novo. Tudo doi dito, tanto sobre aquilo a que se assiste como sobre o que há-de vir. Antes havia uma possível escolha de caminhos a seguir que podiam ser discutidos; agora não há, que a desgraça está instalada. Está tudo publicado e quem tiver dúvidas sobre o futuro pode ir acompanhando e verificando. As justificações estão lá. Ser incrédulo é ser cego e neste caso paga-se em sofrimento.

O pior está ainda para chegar, mas a preparação já foi feita. Não é polémica, mas consumação. Os ditos «investimentos» estrangeiros garantem a miséria futura para décadas. Chamavam caixeiro viajante ao Sócrates, e era justo porque andava de porta em porta a tentar impingir os miseráveis produtos nacionais devido à impreparação pelo extravio dos fundos de coesão que a isso se deveriam ter destinado. Foi um péssimo primeiro-ministro devido à sua arrogância, mas agora temos muito pior dum sonso que parece dócil e que chegou ao governo por encobrimento do seu cadastro pelos responsáveis da desinformação. Desinformação a tal ponto que em Portugal nem se sabe bem como funciona uma democracia.

Não havia em quem votar? Pois não, com este regime seria uma excepção e se não se quiser mudar assim continuará para bem da canalha. Há uma constituição e legislação feitas à medida e conveniência duma elite de salteadores. Agora, em lugar de caixeiros viajantes temos os liquidadores da nação a viajar à procura de sanguessugas para extorquirem os lucros do que cá investirem a troco de salários miseráveis. Sai o dinheiro e fica a miséria. Não é preciso ser adivinho e qualquer um pode discorrer. Basta usar a própria cabeça em lugar de beber as ideias das cloacas de mentira que nos põem à boca.

Só há uma solução, como ficou acima. Greves, demonstrações, cantarolas parvas e outras tretas só servem para perpetuar o mal e a razão dos queixumes. Nos países mais democráticos as greves são raras e na Suíça até foram terminantemente proibidas durante uma eternidade. Se não aceitam acordos civilizados obriga-se a uma mudança de regime a fim de que os acordos se possam alcançar. Os interesses também não podem ser apenas daqueles que reclamam, pisando indiscriminadamente os dos outros, mas no interesse comum do país e aí é também o povo no seu conjunto que deve ter a última palavra.

Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Voltei Girassos!

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas








Olá Giros e Girassas Ando muito desaparecida porque ando num retiro espiritual há muitos anos. Todos os meus amigos sabem como sou devota à Nº Srª de Tudo e mais Alguma Coisa e nunca os deixo 










Sou um orgulho do Myself!!!! (Queriam, queriam? Rezem…ajoelhem-se )



Não sabiam que sempre que há uma crise as aparições Marianas e novas receitas de cozinha aparecem? Estejam atentos.
Pois bem, tenho estado no Vaticano, sim no Vaticano! A ajudar o Papa Bento, o que ainda olhava para os pés e sabia a cor dos sapatos.



Era chefe de cabine dele, tinha um casarão muito monstruoso e eu é que lhe dava conforto e companhia. Tinha comigo as conversas importantes sobre o futuro da humanidade e outras coisas. Jantávamos à luz da vela com o Obama, Putin, Durão Barroso, Bin Ladem, com todo o jet set mundial! Ele gostava que eu estivesse porque era uma anfitriã primorosa devido ao meu passado, entendia-me com todos os géneros.
Bélicos, assanhados, fingidos, tesão out, etc….

Mas o meu querido confidente só em mim confiava.




Mas o meu Santo queria basar antes que o basassem, o homem sabia muito. Até sabia que se tinha que ter cuidado com as Papisas! Sim Papisas.









Há muitos anos, uma gaija daquelas que não quer ser boa (também já não era nem com pedra .pomes), meteu-se lá no meio dos Cardeais e foi eleita Papisa, a Joana.
Agora andam todos muito esquecidos, bem a gente já sabe, porque mandaram construir umas cadeiras com um buraco no assento, para um cardeal fofinho, passa-se a mão e confirma-se que todos tinham ovinhos!






Foi muito doloroso para o Bento saber que tinham despedido os serralheiros todos!
Nunca mais seriam candidatos a cardeais fofinhos, só a Papas.
Eles que tratavam tão bem os candidatos a papisas e papisos!






E agora foi cumprido o desígnio de Nostredamus.
Ou era preto, amarelo, vermelho e vem destrambelhar tudo!
Não sabe o que calça nem onde dorme.
Não tem fuso horário e reactou a velhas amizades.




É amigo da malcriada da Ana Gomes, da Lagarde e tem acções com ela, tem os 2 a casa sob os olhares da CIA, FBI e PSP de Chelas.




O Mundo inteiro vai ser arrasado pelos seus perdigotos


Nem uma aparição mariana o salvará para entregar 3 segredos:

É que o tempo do comunismo já deu-

1-O Cavaco é panasca
2-O passos Coelho é um promíscuo
3-Que veio à terra para dizer que o Gaspar é um grande janado



Quem vos vai aparecer sou eu meus amores, giros e girassas. E aí sim!
Será a salvação eterna!


Arrivederci alla prossima, con l'amore





Besos e Besos

Tânea Vanessa

Notai: Fiz isto muito ilustrado para o Sr Presidente da República entender. Espero a vossa compreensão.






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