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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Diário da Guerra da Síria - Ministério dos Negócios Traseiro..., perdão, Estrangeiros Português garante que intervenção na Síria não afetará os valores nacionais mais profundos, como a inocência de Carlos Cruz, a virgindade da Senhora de Mota Amaral, a falência do Montepio e a queda de audiências da "Casa dos Segredos/Goucha". Quer-se que a guerra seja rápida, e voltem todos bem, a tempo de ver o solzinho a dançar, no dia 13 de maio (profecias inéditas daquela Lúcia, que nasceu pastora, mas de quem a Senhora não resistiu e quis depois fazer santa, e fez)



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Não fossem os químicos, como veríamos nós o solzinho a dançar, e não é preciso irmos para a Síria, basta rastejar-se até Fátima... :-)
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

MOAB

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terça-feira, 22 de março de 2016

Bélgica

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Diário da Zika - Carnaval no Palácio de Queluz, com máscaras e danças. Parece que o Daesh não gosta nem quer. Temos pena

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Daesh ataca professor em Aubervilliers, e relembra que a batalha tem de começar a ser travada na banlieu

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Diário da Guerra - Marine Le Pen lidera a luta contra o Daesh, e procura agora uma vitória nas Presidenciais

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Anonymous pedem ajuda aos serviços secretos, para combater os porcos suburbanos do Daesh

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Diário da Guerra - Terroristas de San Bernardino tinham pedido empréstimo, antes dos atentados. A entidade bancária considerou que eram "fiáveis", mas agora não vão poder pagar. Crê-se que os contribuintes americanos vão ter de ser chamados, já que a entidade nunca pode sair prejudicada, não é?...

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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Daesh, enquanto selfie da Decadência do Ocidente



Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas



Dedicado a José António Saraiva, pela proeza de conseguir manter, durante décadas, espaços de expressão plural, em pleno Fundamentalismo Lusitano



Tal como 1914, 2015, o Ano da Luz, ficará marcado pelo regresso da Guerra. O móbil é simples, e vai como uma epígrafe oscarwildeana, a de apenas darmos valor a boa reputação, só depois de a ter perdido. Só este seria um bom epitáfio para a paz na Europa, e já poderíamos seguir adiante, embora nada indique que esta guerra seja marcado por qualquer possibilidade de ir adiante, pois que, como previsto por Sun Tzu, ela estará a ser diferente, substancialmente diferente e demasiado inesperada, pois esta é a Guerra dos cavalos de tróia menos convencionais.

Na genealogia dos desastres, todas estas coisas radicam sempre muito atrás, como já as deixava adivinhar "O Ovo da Serpente", de Bergman, mas Bergman era tão só Bergman, e nós, algures mais ao lado, teríamos de nos contentar com situar a coisa um pouco depois, na década do desastre dos famigerados Anos 80. Os Anos 80, que passaram para a História como o tempo em que o Cristianismo, com balofas aspirações à universalidade, se tornou numa religião fundamentalista, na forma de uma crendice difusa. Socialmente, os valores do egoísmo marcaram o declínio do Iluminismo, e como nada disto poderia ser vivenciado por um corpo saudável, toda a década passou a padecer de uma generalizada imunodeficiência adquirida. Na altura não se percebeu, mas tínhamos acabado de mergulhar numa nova idade média.

Os protagonistas deste fracasso civilizacional, como repetidas vezes invocados, tem nomes, papéis, e lugares de decisão tragicamente bem definidos, por que esta voragem provocou milhões de mortos e a difusão generalizada da miséria. Do macro para o micro, também nós tivemos a versão caseira deste declínio, e um arrastado protagonismo de figuras politicamente miseráveis, cujo consulado, como é o caso de Cavaco Silva, agora atingem o triste ocaso.

Este período gerou legiões de suburbanos, que, um dia, resolveram marchar contra as cidades e os núcleos fragilizados da Civilização.

Se precisavam de ideias, bastaram duas ou três coisas chãs, ruminadas nas madrassas dos quatro cantos do Mundo. Pois, quando as religiões já se julgavam confinadas aos templos e ao ceticismo, João Paulo II, um piores dos rostos do crime do séc. XX, inventou o patamar da crendice, e voltou a arrastá-las pelos cabelos, para o meio do palco. Também Roma, na transição para o declínio, tinha processado as coisas assim, com o intelectualismo pagão a ser brutalmente substituído por uma religião de trazer pela rua, que entregou a civilização à barbárie. Portanto, até aqui, nada de novo, se excetuarmos ter havido, pelo meio, uma longa deriva da História. Mas esta é  História, traçada, a Ocidente, pelos três papas fundamentalistas, Woytila, Ratzinger e Bergoglio. A Oriente, a coisa não foi talhada de modo menos brando, e, no mesmo hiato temporal, vimos deslizar ayatolahs, talibans, alqaedistas e daeshistas.

Se, na euforia hippie, se perguntasse qual ia ser o lugar das crendices religiosas, quarenta anos depois, ninguém poderia adivinhar que a resposta seria triádica: será sufocante, global e decisiva.

O irónico desta guerra, vivenciada na indecência dos epígonos, Obama, Bergoglio e Merkel, é que se desenrola em duas diferentes frentes de batalha, e ainda numa terceira, que, de tão difusa, não tem frente. As duas primeiras não coincidem, embora os adversários em campo sejam os mesmos, e a coroa de glória desta guerra dos suburbanos seja ter conseguido que os dois exércitos estejam permanentemente de costas voltadas, a provocar estragos, e a nunca alcançarem vencer-se: enquanto nós insistimos em ir para a Síria soltar bombas, as verdadeiras trincheiras estão na retaguarda, nos subúrbios de todas as nossas grandes cidades.

O Daesh é um reflexo inesperado de todas as coisas que passamos décadas a varrer para debaixo da cama. O Daesh é uma imprevista selfie da mais naturalista Decadência do Ocidente.

Não é previsível o tempo de duração deste conflito, já que não se trata verdadeiramente de uma guerra, mas de uma implacável operação de extermínio: quanto mais demorarmos a percebê-lo, e a afinar a estratégia da nossa intervenção, mais o mal se disseminará. As vozes vão-se multiplicando, e são consonantes, esta invenção do Fundamentalismo teve raízes muito prosaicas, e lugares muito precisos, que convém circunscrever e intervencionar, essa Arábia Saudita, um estado islâmico inventado pelos Ingleses, há quase 100 anos.

Mais uma vez, este texto é circunstancial, e evita a grande reflexão, cujo tempo ainda não chegou. Todos os dias, essa ideologia do Daesh encontra lugar entre nós, na cobardia, na marginalidade e nos ditames do extermínio. Politicamente, as vitórias vão-se multiplicando, já que nesta guerra das selfies, vamos aproximando, pelos votos, as nossas "decisões" políticas das previsões sufocantes do Fundamentalismo, e não adianta virar as costas, pois esse modus faciendi já impera por toda a parte, e já está tragicamente instalado, um dia, degolando repórteres de guerra em Palmira; outro, bem perto de nós, como agora aconteceu, decapitando mais de cem jornalistas, nos jornais "Sol" e "i".


(Quarteto à beira do ocaso, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" em em "The Braganza Mothers")
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Como distinguir a Bíblia do Corão?... Elementar: lembrar-se de que está no séc. XXI e começar a dedicar-se a leituras mais atuais

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Empresa de Penamacor explora nicho de mercado, e dedica-se ao tráfico, a jusante, dos "refugiados" e migrantes", trazidos, a montante, pelas redes mestras mundiais

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Navios fantasma, com cadáveres decapitados anunciam nova forma de terrorismo

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Diário da Guerra - Irão descobre a porta facilitista de Portugal, para chegar a Londres. Não faz mais do que o seu dever: junta-se a todos os outros que já tinham descoberto...

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Diário da Guerra - Marinha antecipa-se ao mercado de trabalho, e proíbe admissão de tatuados. Espera-se uma decisão sustentada, que, em cinco anos, apenas permitirá aos ditos, o ingresso em concursos da Teresa Guilherme e afins

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Diário da Guerra - Romana, completamente nua, desnuda, descascada, pelada, à poil e stark naked sofre com rejeição de Santiago, muito mais do que com a separação da filha, Ísis (Isis!?... Isola, isola, isola...). Nós também estamos a sofrer :-)

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Diário da Guerra - Há 5000 "refugiados" que acham que Portugal não é um bom destino, "Portugal?!... foda-se, isso tem má fama!... Já tinha, no tempo do Profeta!... Portugal não, isso nunca, pá!... E olhem lá, os gajos a quem pagamos os bilhetes para ir nunca nos falaram de Portugal!... Fosga-se, então antes o Daesh, fosga-se, antes desmanchar um pé!... Ó, Fatiha, mete lá a burka, que nós voltamos já para trás!..."

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