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quinta-feira, 7 de março de 2013

Cavaco Silva trabalha 10 a 12 horas por dia, muitas delas gastas a fotografar a desgraça que tem lá em casa, para memória futura da vergonha em que se tornou Portugal...

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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A Opus Dei deve ser "mais transparente", para tornar-se quase invisível, e invisíveis todas as suas teias e os crimes que, em Portugal, praticam

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sábado, 9 de junho de 2012

Maria Cavaco Silva escolhe o verde alface, para nos envergonhar no 10 de junho

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domingo, 27 de maio de 2012

Maria Cavaco Silva chega a Singapura, para envergonhar Portugal, e fica espantada com a altura dos edifícios: "tão altos, parecem a Torre de Belém!..."

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domingo, 29 de abril de 2012

Maria Cavaco Silva: não são caricaturas: são mesmo fotografias :-)

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Bomba junto do Ministério da Administração Interna, em Atenas, leva Miguel Macedo a pedir reforço da segurança dos palácios de S. Bento e Belém

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Solidão de Lucy mantem o seu código genético até hoje, em Portugal

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terça-feira, 20 de março de 2012

João Filipe Rebelo Pinto terá recebido um relógio, no caso "Freeport", e compara a sua situação às comissões descaradas que a Swatch paga à Cavaca

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sábado, 17 de março de 2012

Cavaco Silva: das Presidências Abertas às presidências completamente fechadas

Imagem especialmente encomendada, para o evento, ao Kaos
                                                                                                                                                                                                                                              Andante molto cantabile, Allegro sanguineo



Quando Garibaldi teve aquelas pretensões de unificar a Itália, para que Berlusconi, quase século e meio depois,  já a encontrasse unificada, embrutecida e putificada, Sua Santidade Pio IX, um dos papas mais estúpidos, ignorantes e reacionários, de toda a longa história de crimes da ICAR (hoje declarado "Santo" (!) pelo pedófilo nazi, Ratzinger), declarou-se "prisioneiro" do Vaticano, situação de que, para aqueles que gostam de História, só o Tratado de Latrão, assinado entre a Santa Sé e os Papas-Reis dos Estados Pontifícios, os libertou, entregando, doravante, na situação de monarca absoluto, o Vaticano, S. Pedro, uns jardins e sanitários anexos, onde a Guarda Suíça, durante dia e noite, se entrega a atos contra a natureza, e Castel Gandolfo, uma quinta destinada a repousos e retiros pedófilos, como a Casa de Elvas, onde Carlos Cruz nunca esteve, mas só costumava ir.

Toda a gente sabe que os abismos que separam Itália de Portugal, para lá dos milénios de Civilização, e de Neanderthal nunca ter escolhido o ninho de Leonardo, Rafael e Dante, para a sua postura fora de época, são flagrantes, ao ponto de toda a Europa culta sentir alguma vez, a necessidade de fazer a "Viagem a Itália", e, só com o cinto já muito apertado, a viagem a Portugal, exceto em caso de absoluta necessidade, ou para ajustes de contas familiares, como os McCann, que não sabiam onde livrar-se da sua Maddie.

Portugal, curiosamente, tornou-se agora muito Italiano, ou, melhor, mesmo muito pontifício, com um "Presidente" que se encontra tecnicamente prisioneiro dos Jardins do Palácio de Belém, com algumas escapadelas para a Quinta da Coelha, ou idas à campa do Cavaco pai, a Boliqueime, terra que até produziu duas aberrações, uma, na política, e outra, na Língua, a Lídia Jorge, que chegou ao estrelato por não saber escrever, mas levar porrada do Capitão de Abril que lhe pacobandeirava a boca da servidão, mas é melhor eu não me esticar muito sobre isso, não vá a Escandinávia nobélizá-la, para mais uma vergonha nossa.

Voltando ao tema, o Sr. Aníbal, cuja senilidade é uma verdadeira preocupação para os notáveis conselheiros que o cercam, e, sobretudo, a equipa clínica do Doutor Lobo Antunes, que já lhe introduziu um chip no cóccix, para saber, por GPS, com uma aproximação de 1 metro, se Sua Excelência está a conseguir circular regularmente, de sala em sala, sem se borrar pelas pernas (abaixo), apesar daquela casa de banho intermédia, que já teve de ser incrustrada no Palácio, não tenha ele uma daquelas aflições que o poderiam levar ao estádio do fraldário presidenciado avançado.

Ora, dado o estado de penúria da Nação, e o avançado estado de degradação do seu Supremo Magistrado, é sabido que o orçamento da Casa Presidencial dificilmente suportaria a construção de retretes de metro a metro, não fosse o Palácio de Belém começar, penosamente, a assemelhar-se à Fundação Amélia das Marmitas.


Decidiram, então, os Doutores que era melhor, mal por mal, pôr a carcaça do Sr. Aníbal a arejar de vez em quando, com o pretexto de a sua Maria, de Centro Esquerda ir inaugurando presépios, ao logo do Portugal dos Pequeninos, sob a tutela do Anísio, ou Anaísio, ou lá como é que o gajo se chama, que, quando não está nisto, anda a apanhar no cu com um ar de compungido, mas isso seria um mero escólio deste texto, e não é para hoje, que o tempo é grave.

O Sr. Cavaco Silva, prisioneiro da sua senilidade, das insustentáveis intervenções públicas, que puseram em causa a magistratura que exerce, ao ponto de os Militares, enquanto garantia da Soberania Nacional, estarem à beira de ter de intervir, e substituir a III pela IV República, pela obscena repetição de um Américo Thomaz, mas incapaz de despertar qualquer humor ou anedota.

Matematicamente, o fenómeno Cavaco Silva, se alguma coisa essas criaturas pardas, que nós pagamos para manterem de pé um cadáver, percebessem de Matemática, já entrou na fase irredutível da Catástrofe da Cúspide, de René Thom, ou, para os apreciadores de Engenharia dos Materiais, de acordo com a Lei de Hook, o Aleijão de Boliqueime já passou da fase elástica para a fase plástica, ou seja, já não é preciso mais nenhum esforço de tensão, para que se deforme e afunde, por si mesmo: basta, agora, sociologicamente falando, que apareça, ou tente aparecer, em público, para imediatamente se desencadearem imprevistas reações sociais, como iremos assistir, nos tempos breves que nos separam do fim da coisa.

Em Democracia é insustentável que exista um Presidente que está impedido de sair à rua, pelo que o colapso da situação, que, a mim, indefetível inimigo da criatura que gangrenou o Regime e destruiu económica e financeiramente Portugal, já tem uma ampulheta a correr, variando as apostas sobre o tempo, mas sendo todas coincidentes na sua iminência, está a dar particular prazer.

Para os que são de memória curta, o gasolineiro filho foi o único primeiro ministro de Portugal que se enfiou dentro de uma viatura blindada, ato de pavor e cobardia, a quem nem Salazar, que muito mais teria, pelas evidências, a temer. A Maria, pelo seu lado, mal o aborto conjugal se tornou primeiro ministro de Portugal, mandou pôr vidro à prova de bala, nas miseráveis salas de aulas que frequentava na Católica, nas raras vezes que lá, nos intervalos das faltas, como se alguém se desse ao trabalho de desperdiçar uma bala, que fosse, com tão patética figura...



Acontece que os tempos mudaram radicalmente. O Portugal do respeitinho ao Sr. Doutor, ao Sr. Engenheiro e ao Sr. Arquiteto, colossalmente estrangulado por um Sistema, que dia após dia, se revela impiedoso com os fracos, e cada vez mais submisso com os fortes; o Portugal da Senhora de Fátima, cobarde por essência, e que prefere violar crianças, espancar mulheres, e esquartejar avós, em vez de se voltar para os carrascos, que estão acima, tem assistido aos sucessivos trambolhões do Sr. Aníbal, um cúmplice de uma das maiores fraudes e assaltos de há memória no Regime, o BPN; que foge de adolescentes, em idade escolar; incapaz de viver com 20 000 € de reforma, e que se dessolidarizou dos problemas reais, de uma população envelhecida e de faca escolaridade, que era a sua base eleitoral de apoio, como o fora, durante décadas, do Vacão de Santa Comba Dão, que nunca se atreveria a humilhar o seu povo, dizendo-lhe que, ao contrário da outra, roesse côdeas, já que o Sr. Aníbal mal tinha dinheiro para meio brioche, desse Senhor Aníbal, cujos poderes constitucionais teriam atempadamente permitido que demitisse o "Engenheiro" Sócrates, quando a sua cáfila estava a dar cabo do que restava da má saúde do país, mas prefere, cobardemente, aparecer a lamentar-se, num prefácio de um livro que nunca ninguém lerá, e que dificilmente ele terá escrito, mas que já lhe serve de epitáfio, pelo grotesco da forma e a prova de insanidade de quem subscreve tal conteúdo, sem, mais grave ainda, se retractar. Cavaco Silva vive imerso num delírio de neurocompensadores, para a sua degenerescência neurológica, coisa que já vem de muito atrás, como refere a raposa Soares, que revela que, o então primeiro ministro, Cavaco Silva "tinha visões (!)" (procurem a entrevista, que hoje não me apetece...), e ainda não percebeu que já resvalou para aquele limiar perigoso, onde o povo português, turvo, sonso, e falso, já não o vê como uma figura "acima", mas alguém que rasteja no patamar dos seres fracos sobre os quais costuma exercer os seus atos de vingança sádica.

Cavaco Silva caiu naquela zona crepuscular dos que incendeiam os gatos, apedrejam os vidros dos comboios, e queimam os caixotes do lixo. É natural que, de um povo turvo, se esperem, pois, perigosas reações turvas, mas os dados já estão irremediavelmente lançados: aparentemente, os conselheiros querem agora fazer um derradeiro esforço, e levar, no seu "Cavacamóvel", o cadáver político a inaugurar, este sábado, mais um presépio..., perdão, um passeio a Mirandela. Com as instabilidades barométricas em curso, pode ser que as secretas, ou um comissário da polícia, mais avisado, se lembre de o fazer recuar, à última hora, como aquando da António Arroio. De qualquer maneira, está irremediavelmente condenado.

É dramático, e pungente, quando um povo perde o respeito pelos seus governantes, mas é totalmente lícito, quando os seus governantes também deixaram de os respeitar.

Sinceramente, não tenho pena nenhuma do Sr. Aníbal, mas, por favor, se se decidirem livrar dele hoje, por favor, evitem imagens chocantes: no estado em que ele está, basta que puxem, silenciosa, e piedosamente, o autoclismo.

Sim, até pode ser em Mirandela, pois pode, aliás, neste momento, qualquer sítio serve, desde que seja eficaz...

(Quadrado do adeus Cavaco, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
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quinta-feira, 15 de março de 2012

Maria Cavaco Silva: o teu tempo... esgotou-se :-)

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Imune à Crise, Maria Cavaco Silva continua a inaugurar presépios

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Maria Cavaco Silva esteve na manifestação dos 300 000, a representar a Associação Sindical do Croché

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Cavaco Silva vai à Finlândia envergonhar, mais uma vez, Portugal

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A miserável reforma de Maria Cavaco Silva, mais os seus "miseráveis" rendimentos (a que temos de acrescentar as comissões que a "Swatch" lhe paga...)


Sim, a "Swatch", corre e é público, paga, para ela andar com os relógios deles, nas artroses, de cada vez que vai envergonhar publicamente Portugal. Depois... depois... depois... vem o resto... :-)

Imagem gentilmente cedida pela galeria de horrores de Maria Cavaco Silva

Ações no BPI - 6287

Comundo - 12

Brisa - 500

Zon - 436

Jerónimo Martins - 15.000

Conta à ordem no BCP 882022 (1ª titular) - 21.297,61 euros

Ações no BCP - 70.475

Depósito a prazo - 350.000.00 euros (vencimento 04/04/2011)

Obrigações - BCP Finance - 330 unidades (juros perpétua 4.239%)

Fundos de investimento Fundo de Portugal - 2.340 unidades

Millenium euro carteira - 4.324.138 unidade

Fundes euro band equity fund - 118.841.510 unidades

PPR - 52.588,65 euros

BPI - conta nº 60933.5 depósito à ordem 6.557 euros

Depósitos a prazo 140.000.00, juro 2,355% (vencimento 21/02/2011)

70.000.00 euros, juros 2.355% (vencimento 20.03.2011)

(Via "Ponte Europa")
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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Torres Vedras vem cantar as Fevereiras, no Carnaval, a Maria Cavaco Silva

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Maria Cavaco Silva quebra o silêncio, e diz que, para ela, é Carnaval, em cada dia

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Da Infanta sem rosto, às 20 000 léguas lamparinas, de Maria Cavaco Silva




Imagens retiradas da página oficial da Presidência da "República Potuguesa"

Esta semana foi pródiga em surpresas. Descobriu-se uma grande Portuguesa, Maria Adelaide de Bragança, uma mulher capaz de viver uma vida grandiosa e centenária, com um rosto, quase desconhecido, que foi uma agradável surpresa, para a enorme massa dos Nacionais, e revirou o rumo da farsa histórica que nos estavam a tentar vender, enquanto, concomitantemente, se descobriu um "Presidente", vergonha do Estado, que se estava a dissolver, a conta gotas, numa petição de cidadãos que lhe pediam, simplesmente, que se fosse embora e deixasse de envergonhar a Nação.

O homenzinho nunca perceberá o que lhe está a acontecer, ou então, como algumas más línguas afirmam, percebe bem demais, e está naquele nirvana do bolo rei, em que tudo acabará por passar, e ele lá inscreverá o segundo mandato na sua miserável carreira de gasolineiro de província, criando permanentes conflitos, pondo a circular boatos de atritos com os governos, para, logo a seguir, se refugiar na sua proverbial cobardia, de nunca assumir um gesto que lhe possa colocar a segurança pessoal em risco.

Hoje em dia, Cavaco Silva já não representa ninguém, exceto a decadência do "si mesmo", em que diariamente se afunda.
Depois da calamidade que foi, enquanto Primeiro Ministro, em que desbaratou os Fundos Comunitários e arruinou o aparelho produtivo, o Sistema de Ensino, as infraestruturas culturais, e permitiu a imigração dos escravos de todas as raças, que apodreciam em contentores, criando, depois, irremediáveis bolsas de tensão social; em que permitiu que a droga se transformasse num flagelo à escala global, deste pequeno quintal, Cavaco Silva, presentemente, é o rosto da cumplicidade de dois governos cujo principal entretimento foi destruir Portugal.

Com Sócrates, andava preocupado com a sua soberania (!) sobre os Açores, e se as bichas deviam, ou não deviam, casar-se, franja problemática que só interessava aos próprios e nunca deveria ter alcançado foro de assunto de Estado. Entretanto, o País afundava-se num deficit glorioso, enquanto Sua Excelência preparava o segundo mandato, custeado pelos dinheiros sujos do BPN, da SLN e da Opus Dei.

Chegado Passos Coelho e os facínoras que o rodeiam, Miguel Relvas e Miguel Macedo, entre outros, que, de alguma forma, estão a fazer ao Estado Social tudo aquilo que ele, enquanto títere de duas maiorias absolutas, sonhou, mas nunca ousou, finge estar na "Oposição", com medo de que os próximos tumultos populares, a ameaça de insurreição nas Forças Armadas e nas Forças de Segurança, o transformem num segundo Américo Thomáz, embarcado à força, para um exílio de uma situação insuportável.

Pelo meio, o País perdeu a face, e arrisca a sua própria viabilidade, enquanto Nação independente, depois de 900 anos de história.

Cavaco Silva é o cobarde por excelência, e o inimputável, por essência. Tem muitas caras, mas os comportamentos são lineares: sempre que um dos criminosos que o rodeia é apanhado em falso, defende-o até ao fim, chame-se ele Leonor Beleza, Duarte Lima, ou Dias Loureiro. Depois, quando a peça cai, de "per si", mergulha numa profunda amnésia e silêncio, e volta à célebre frase, que será o seu epitáfio: "o não ser a altura própria para se pronunciar sobre o que quer que seja", tirando as vacas da Graciosa.

Dir se ia que isto era o fundo do poço, mas não é: abaixo de Cavaco Silva, ainda existe Maria Cavaco Silva. Ao contrário da Infanta Adelaide, cujas fotos são escassas na Net, a ridícula mulherzinha do Grande Timoneiro de Boliqueime deu se ao luxo de abrir um canteiro na página oficial da República Portuguesa, onde todos os seus penosos passos são seguidos pelo olhar de um fotógrafo, que, já que estamos numa de analogias, é uma espécie de Natália de Andrade do visual, já que, de tantos milhares de fotos, consegue o prodígio de nunca acertar uma que seja.

Até aí, tudo bem, já que o universo da mulherzinha parece ser exclusivamente constituído de presépios de mongolóides, aleijados e atrasados mentais, crê se para que, sendo o cenário muito mau, ela melhor possa sobressair, como exemplo e lição de vida para os que sofrem. Acontece que os que sofrem sofrem mesmo, e não há o direito deste permanente insulto e exposição de quem já é marginalizado, pela sua deficiência, pelo gueto físico ou mental a que foi confinado, com um traste que, saltitante, os vai utilizando como palco e adereço de uma pseudo vida caritativa.

Maria Cavaco Silva, um vergonhoso exemplo de arrogância, impertinência, vaidade e estupidez natural, não tem o direito, nesta fase de acentuado declínio em que se encontra, de utilizar os Portugueses, que sofrem, como figurantes de uma pretensa carreira caritativa. A verdadeira solidariedade, como Adelaide de Portugal ensinou, não anda com um fotógrafo sempre atrás. Indo mais além, sucede que o fotógrafo até nem é mau, é realmente péssimo, e consegue o prodígio de nos fazer rir, ao caricaturar os pontos de vista e as perspetivas com que capta a enorme desgraça das vidas isoladas dos Portugueses, nossos irmãos, a quem a menor fortuna tocou. No meio disto tudo, impante, patética, grotesca, escandalosamente ostensiva, Maria Cavaco Silva é uma reles papa hóstias da miséria alheia, sem perceber que gygas e gygas de imagens acumuladas apenas despertam mais ódio, ira e revolta relativamente a quem não tem pudor em fixar, para a eternidade do ridículo, todas as suas miseráveis pegadinhas.

Eu sei que isto pode parecer a despropósito, mas não é: esse fotógrafo do grotesco da "Dama" Presidencial é pago com os nossos impostos; o espaço de alojamento de milhares de testemunhos do caricato e do mal feito é suportado com o corte dos nossos salários. Mais, ainda, a estupidez dessa mulher é um crescente Museu da Aberração, acrítico e inflacionado, onde os seus goyas de pacotilha insistem em multiplicar uma indecente iconografia, que eu, cidadão português, ao abrigo da Direito de Indignação, penso que deveria ser IMEDIATAMENTE retirada de um espaço oficial de uma República, ainda que agonizante.

Poupe nos, Dona Cavaca, e tente desaparecer, o mais rapidamente possível, a bem da Nação!...

(Trio do crescente, e imparável, descontentamento, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", e em "The Braganza Mothers")

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Vasco Graça Moura pretende transformar o CCB numa sala de exposições dos presépios de Maria Cavaco Silva

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Maria Cavaco Silva e a sua medonha galeria de fotos continuam a envergonhar Portugal e a Nação

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