domingo, 25 de maio de 2014

Mentes criminosas: direito à identificação versus direito ao esquecimento, cirurgicamente tratado pela mão do "Público"

3 Responses so far.

  1. Luis says:

    Quando as coisas ultrapassam os limites do racionalmente suportável, supomos estar perante a terra incognita do Mal. O "Jornal i" aborda presentemente este tema: "A encíclica “Guadium et Spes” é clara: “Um duro combate contra os poderes das trevas atravessa, com efeito, toda a história humana. Começou no princípio do mundo e durará até ao último dia”. Os demónios são anjos. Maus, claro, porque escolheram revoltar-se contra Deus. O mal tem menos poder que o bem (se Deus quisesse podia acabar com o demónio) e os diabos divertem-se a fazer cair os homens em tentação e no pecado. Tudo o que querem é ganhar almas para a sua causa de rebelião contra Deus."

    Isto explicaria os saltos a meio do sono, às 3, às 4 e às 5 da manhã, a necessidade compulsiva de agredir, a linguagem escatológica, as convulsões e a perturbação do pensamento e das emoções, e os subterrâneos, terríveis, da obsessão pedófila, o incesto, a coprolalia sobre tudo e sobre as suas vítimas.

    Um caso que vai acabar muito mal

  2. Arrebenta says:

    Desde 2007, esta gangrena, todos os dias, todas as noites, sem descanso, monocórdica, obsessiva, compulsiva.

    PORRA!

 
 

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