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"Fake News" - Novos desenvolvimentos da bicha-gay ameaçada no Mac Donald’s de Barcelona. A história foi mal contada: o agressor de preto queria transformar a bicha-gay em heterossexual para finalmente poder ser comido por um heterossexual a sério, e não por bichas-gay vestidas de paneleiras, como é cada vez mais moda e flagelo dos chats e aplicações de engate. O agressor tinha um ar horrível, de arrumador de carros das Amoreiras, embora se perceba que, ao longo do minuto e meio de conversa mole, a bicha-gay, daquelas muito palavrosas das mãos, até o acabaria por “fazer”, lá terá de ser, há tão poucos homens, hoje em dia, e tão poucos homens agressivos, mas a coisa não deve ter evoluído assim: como a história é mesmo má, e não queremos fazer previsões a não ser a partir do final do jogo, ainda assim avançamos que o mais certo é a bicha-gay e a paneleira heterossexual passiva de preto terem acabado, “ambas as duas”, com a velha das riscas a ver, a ser comidas pelo segurança, nas sombras do parque de estacionamento. (Pormenor: o de preto trazia uma cuequinha de racha atrás, por baixo do fato de treino. Que segurança barrigudo lhe ousaria resistir?...)
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Estes filhos da puta continuam a ter publicidade, e os jornais a alimentar essa merda, pá, a solução é ai és a mãe da cabrona que anda a degolar inocentes e a violar criancinhas?..., anda cá, que a gente faz-te o mesmo.
Está escrito no Corão, na Bíblia e em todos os receituários da violência.
Há uma teoria que diz que matar estes gajos não serve, por que pensam que vão para as 20 000 virgens, portanto, a única solução é agarrar-lhes nas mães e rebentar-lhes a peida, fazer um vídeo e mandar-lhes, em nome de Alá,
tanto
lá,
como
CÁ
Foi esta permanente permissividade, esta promiscuidade entre subúrbios, tráficos, drogas, Futebol e essas merdas todas que nos conduziu à beira do Abismo.
Não é só o ISIS que tem de ser exterminado, mas toda a teia política e cultural que a ele conduziu, no próprio coração do Ocidente..
É necessário um Tribunal de Nuremberga para julgar a gangrena dos nossos tempos