domingo, 23 de novembro de 2014

vozes de rato

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Gostava de ser jornalista, jogador de râguebi ou pai de família numerosa para escrever um livro de culinária, confidencia-me ele. Cem gramas de pelo, os dentes de fora a rapinar-me o cebolinho das floreiras. Não estou muito certa de que seja um rato, mas é ambicioso.
Falo-lhe da concorrência, da mediocridade, do excesso de oferta. Ele encolhe as orelhas e diz, quero lá saber, sou rato.
Afinal, é.



 
 

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