domingo, 8 de março de 2015

Correio da Lola - "No Dia Internacional da Mulher será possível que José Sócrates tivesse cinco?..."


Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas


Querida Lola:

Hoje é Dia Internacional da Mulher, e, como sempre, o meu legítimo jantou, e saiu de fininho... Há anos que não lhe pergunto para onde vai, só sei que volta tarde, todo transpirado e a cheirar a cavalo, mas, no fundo, isso até é bom, por que me dá uma folga para lhe escrever toda a inquietação que aqui me vai na alma. Li, no "Sol", que o Sr. Agente Técnico de Engenharia, José Sócrates, tinha tido cinco mulheres, uma Fava e até uma condessa... Fiquei tão inquieta... Será que, com um harém desses, ele também é do ISIS?..."

Maria Aparecida do Serzedelo, Afurada



Querida Maria Aparecida:

Antes de mais, os meus parabéns, por este dia lindo, que é de ambas, embora mais de mim do que de si, já que eu sou a mulher completa, e a minha querida não passa da mulher incompleta, que Freud tão bem descreveu, no seu Complexo de Castração. Quanto às mulheres de Sócrates, eu sou a pessoa menos indicada para falar disso, filha, por que a versão que tenho é de que ele frequentava outros colos, logo, se frequentava outros colos, portanto... não podia ter cinco mulheres, mas, sim, cinco colos, e quem se arrima com cinco colos, mais se arrima de cinco para cima, o que, enfim... prefiro não comentar. A verdade é que, ao contrário daquela pessoa que está em agonia no Palácio de Belém, eu leio jornais, e acredito em tudo o que lá vem. Sei, por exemplo, que havia um amigo do Sócrates que pagava à irmã da minha amiga Mara, a Sofia, para fazer de Fava, e pagava bem, na casa dos milhões de euros. Sabendo, como a minha querida sabe, que as mulheres preferem o dinheiro aos homens, pelo que o Dia Internacional da Mulher se devia chamar Dia Internacional do Dinheiro, não a espanta que a outra tenha aceitado fazer o papel da fava, só para ser bem paga, neste país onde o bolo-rei serve para tudo, até para ser morfado por pessoas com degenerescências neurológicas graves, não acha?... Já a "Condessa", enfim, tratada nas escutas, com aquela pronúncia típica dos bimbos do Norte, pela "Condensa", olhe, não sei bem, por que pode identificar-se com duas personagens, uma, também minha amiga, de longa data, que tem o "escritório" no Bois de Boulogne, onde monta uma tendinha de chinês, pendurada no galho, uma coisa muito discreta, de meio metro quadrado, plástico fino, daquele que só paga imposto neste país miserável, mas que ali apenas serve para a proteger da chuva, enquanto recebe nas nalgas a fecundação dos árabes de terceira geração, que lá vão despachar-se, quando estão muito, muito, aflitinhos. Nada de aviar passivos como cá, que quando eles querem jogar-lhe a mão ao malho, ela afasta-os logo com um empurrão, e solta o seu célebre "arrête!!!... tu n'appartiens-pas à ma géographie!!!..." A verdade é que também ficando o Bois no Seizième, onde o Badochas de Vilar de Maçada tinha o apartamento, só Alá e o embaixador Seixas da Costa saberão se a dita "Condensa" não é esta minha amiga, mas, se estiver mesmo curiosa, posso skypar-me com ela, e tirar as teimas todas. A hipótese dois é que seja uma que ataca na Latino Coelho, ali, mais acima, e a quem tratam pela "Condensa", por que costuma estar, de cinto de ligas, a fumar de cigarrilha, em cima da bomba de incêndios, mas, tanto quanto sei, é do Ceará e chama-se Joseline, e faz tudo sem camisinha, como eles gostam, para depois irem com as cuecas manchadas atrás, para a mulher as lavar. E já lá vão duas!... Parece que há outra esquisita, com um nome estranho, a Dynamicspharma, que parece que atacava com uma amiga, a Octapharma, mas dessas até eu tenho medo, por que são daquela raça das que lhes metem máscaras de poppers, e depois os põem de joelhos, a comer caca de um prato, para depois ainda fazerem o beijo negro e as chuvas douradas, do Master Chef, Nicolau Breyner, deus me perdoe, essas gajas, das parafilias, estão com uma saída bué grande, parecem as sombras de Grey do Conselho de Estado, eu cá, sou mais modesta, gosto de mamar e engolir, ao natural, quando há, e quando não há, gosto de dar, como as brasileiras, embora só me calhem daqueles que ainda gostam mais de dar do que eu, mas já nos estamos a desviar do assunto... Havia a Lena, mas essa parece que era das dominadoras, que gostam de pagar, e a Abrantina, um pouco lésbica, portanto, em potência, a preferida do nosso querido "Engenheiro", já que gaja que não quer sexo é sempre a preferida de quem só precisa de conas como pretexto para aparecer no retrato da "Lux"... Dizem que havia umas secretárias do Guterres, mas ao contrário do Sócrates, que adorava Otas e obras, o Guterres era muito mais dado à Obra, e não me parece que as secretárias dele... enfim, se as havia, deviam ter o mesmo ar da Aura Miguel, cabelo frígido, ripado com escovilhão de caniches, e fixado com UHU, aquilo não fazia vista, e o papel da mulher de aluguer é sempre o de fazer vista, como fazia a Bárbara, antes de levar os enxertos da Hiena Carrilha, meu deus, já falámos de tantas mulheres, e esquecemos a mãe, que não fica nada bem falar da mãe a um edipiano, e... e parece que eram só cinco, e já vamos em dez!... E, ah, sim, ainda nos estavamos a esquecer da melhor, a Cância, que perdeu, nos tribunais o direito de ser tratada por "namorada de José Sócrates", ou ganhou, ou foram os jornais que ganharam, olhe, não sei, acho que já estou a baralhar tudo... Essa eu conheço bem, por que eu trabalho na esquina de baixo, e ela trabalha naquela ali de cima. O que nos distingue é que eu ganho muito menos do que ela, e sou muito mais procurada pelos homens por quem ela gostaria de ser, embora ache que acabava mesmo por lhes dar um chuto, quando percebesse que eles vinham mas era para ser comidos, e não o contrário... e acho muito feio que ainda o não tenha ido visitar a Évora, mas sabe como são as fêmeas, quando lhes deixam de pagar, cessam as gentilezas, e... olhe, filha, já estou farta de lhe responder, só para acabar, não, o Sócrates não é do ISIS, os únicos negócios que tinha com essa região era fechar os olhos e sacar a comissão dos urânios e plutónios que iam a caminho de Teerão, águas passadas, agora, deve estar no mesmo estado do Passos Coelho, já nem disso se lembra, e é melhor não se lembrar, e quanto a si, querida, que estava tão preocupada sobre o paradeiro do seu marido, no Dia Internacional da Mulher, pois olhe, acabou de chegar aqui, ao pé de mim, está a abraçar-me pela cintura e a mandar-lhe um beijo. Se não levar a mal, vamos ali, para o vão de escada do 65, para comemorar, com contacto de mucosas desprotegidas. E deixe que lhe diga que tem em casa um macho todo jeitoso, ui, ui!... Acho que o deve é soltar mais vezes, que só de o ver já estou toda úmida, querida, nesta noite de luar de lua cheia, do 6 de março, em que vai ficar mais uma vez em casa a chupar no dedo. Kisses nessa sua xoxa cheia de mofo, 'mor...


 
 

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