domingo, 12 de julho de 2015

no verão

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
 
A casa era a mesma, mas também já não era. Talvez fossem as cortinas de cassa branca nas portadas abertas, ou as tábuas corridas do soalho a cheirar a cera, ou o reflexo do sol nas ameixas.
Numa tarde qualquer, escondíamos no sótão a rede de apanhar borboletas. E elas nunca se deixaram apanhar.

8 Responses so far.

  1. says:

    Quem olha pra mim, aborboletece!

  2. Kika says:

    Kriu?

    O reflexo do sol nas ameixas é um bocado erótico e onde moras a vizinhança vê!

    Kriu|

  3. Manuela BaPtista, santa súbita, santa já!

  4. .

    .

    . manuela baPtista . do panteão nacional . não se safará . e numa charr.ete marginal a.fora . um dia lá chegará . :) .

    . entre.tanto .

    . um charro e de menta um chá ? . pode ser já . :) .

    .

    .

  5. Essas são as melhores borboletas, as que nenhuma rede impede de voarem.

    Fica para os raros/as :-)

    Bom domingo

  6. chá já!

    quem me conhece, não ensombrece

    :)))

  7. Quem a conhece engrandece

 
 

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