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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
"Durante o Estado Novo, o analfabetismo era bem visto pelo Estado, pois desta forma contribuía para manter intactas as tradições e os costumes do povo português.
Durante o Estado Novo, o ministro da Educação, Eusébio Tamagnini, numa entrevista dada ao jornal “Diário de Notícias”, publicada no dia 21 de Novembro de 1934, explicava como se iria extinguir o analfabetismo, apesar de não ter verbas suficientes para atender a todos os casos de adultos e crianças que não sabiam ler nem escrever. Para ser resolvido, afirmou que o problema teria de ser simplificado, de acordo com as modernas descobertas pedagógicas, dividindo a população portuguesa em cinco grupos, a saber: 1.º Ineducáveis, que correspondia a 8%; 2.º Normais estúpidos - 15%; 3.º Inteligência média - 60%; 4.º Inteligência Superior - 15%; 5.º Notáveis - 2%".
Os professores deviam estar cansados disto, não é?... Mas, se calhar, não sabiam desta história, passam agora a saber...
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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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"Fake News" - Novos desenvolvimentos da bicha-gay ameaçada no Mac Donald’s de Barcelona. A história foi mal contada: o agressor de preto queria transformar a bicha-gay em heterossexual para finalmente poder ser comido por um heterossexual a sério, e não por bichas-gay vestidas de paneleiras, como é cada vez mais moda e flagelo dos chats e aplicações de engate. O agressor tinha um ar horrível, de arrumador de carros das Amoreiras, embora se perceba que, ao longo do minuto e meio de conversa mole, a bicha-gay, daquelas muito palavrosas das mãos, até o acabaria por “fazer”, lá terá de ser, há tão poucos homens, hoje em dia, e tão poucos homens agressivos, mas a coisa não deve ter evoluído assim: como a história é mesmo má, e não queremos fazer previsões a não ser a partir do final do jogo, ainda assim avançamos que o mais certo é a bicha-gay e a paneleira heterossexual passiva de preto terem acabado, “ambas as duas”, com a velha das riscas a ver, a ser comidas pelo segurança, nas sombras do parque de estacionamento. (Pormenor: o de preto trazia uma cuequinha de racha atrás, por baixo do fato de treino. Que segurança barrigudo lhe ousaria resistir?...)
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Rui Machete, um homem sério, limpo e honrado, uma espécie de Maria Luís Albuquerque, não, melhor, uma espécie de Leonor Beleza, de calças, trabalhava, para além da CIA, em cinco bancos rivais (Isto é que são homens com colhões). Por isso tem o coração naquele estado, e nós a carteira no estado a que chegou
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Em Saint Tropez, Cristiano Ronaldo, nu, desnudo, pelado, à poil, го, гол, обнаженный, оголений, עירום, أنا تشارلي, 裸, 벌거벗은 & stark naked, começa finalmente a sair do armário, deixa de olhar para o espelho, e descobre todo o potencial do corpo do macho negro. Parabéns :-)
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A minha única alegria de carreira e deste enorme cansaço que tenho são os meus repetentes de 19 anos, da Cova e do Bairro da Boavista, que não me deixam dar aulas, e me fecham à fora na sala, com a porta bem trancada e me levantam as saias em grupo, ainda não decidi se vou, ou não, fazer participação ao diretor de turma, por favor, ajudem-me... :-\
Quantos dos sindicalistas não estão nesta situação?...
... a dos "mestres", não a dos repetentes, que desse eu não me queixo, quer dizer, vou ainda pensar se faço participação, com o calor que está :-)
agora é que acertaram na mouche!
mestres, bacharéis, licenciados com o 9ºano, sindicalistas, eu nem sei porque é que não lhes contaram o tempo em foram escuteiros, monitores de colónias de férias e catequistas :)
Este título anda a dar a volta ao mundo :-)
Quando estes gajos chegam a diretores, a escola fecha em três anos.
Puta que os pariu!...