domingo, 23 de março de 2014

. da pacificação à sabedoria .

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

E nesse instante, as aves deram as asas aos peixes, os peixes estenderam as barbatanas às tartarugas e estas aos tigres, aos elefantes, aos homens e às girafas e a todas as plantas que dão flor e as que não dando, emprestam tanto verde e compaixão.
Os fios soltam-se para os voltarmos a juntar e cada nó é a perfeição do que o antecedeu. Um dia conheço ainda tão pouco e no outro e no outro e serei sempre eu e o infinito a rodar.

Por aqui e também por ali.

4 Responses so far.

  1. Viajar é viver, não viajar é morrer.

    Felizes de nós, artistas, que podemos viajar interior e exteriormente, sempre em bysca daquela plenitude que só se alcança nos zénites, a calma, o luxo e a serenidade.

    Não é isso a Eternidade? :-)

  2. E isto seria o título de um outro poema: a Ocidente, florescem os primeiros bonsai,
    na sua serena pacificação

  3. assim, por outra mão,

    a viajar palácios

  4. Saudade dessas paisagens

 
 

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