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"Fake News" - Novos desenvolvimentos da bicha-gay ameaçada no Mac Donald’s de Barcelona. A história foi mal contada: o agressor de preto queria transformar a bicha-gay em heterossexual para finalmente poder ser comido por um heterossexual a sério, e não por bichas-gay vestidas de paneleiras, como é cada vez mais moda e flagelo dos chats e aplicações de engate. O agressor tinha um ar horrível, de arrumador de carros das Amoreiras, embora se perceba que, ao longo do minuto e meio de conversa mole, a bicha-gay, daquelas muito palavrosas das mãos, até o acabaria por “fazer”, lá terá de ser, há tão poucos homens, hoje em dia, e tão poucos homens agressivos, mas a coisa não deve ter evoluído assim: como a história é mesmo má, e não queremos fazer previsões a não ser a partir do final do jogo, ainda assim avançamos que o mais certo é a bicha-gay e a paneleira heterossexual passiva de preto terem acabado, “ambas as duas”, com a velha das riscas a ver, a ser comidas pelo segurança, nas sombras do parque de estacionamento. (Pormenor: o de preto trazia uma cuequinha de racha atrás, por baixo do fato de treino. Que segurança barrigudo lhe ousaria resistir?...)
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Foi-se mais um escritor da família. Estava a escrever as memórias de um certo tempo, como eu hei de escrever as memórias de um outro. Em nenhum momento são memórias de bons tempos, mas sempre memórias repletas de más pessoas, capazes de maus atos, sempre movidas por maus pensamentos, a semearem infelizes em seu redor e a nunca cumprirem aquele velho preceito do profeta Jesus, do vive e deixa viver. São memórias cheias de gente que não viveu e também queriam que os outros não vivessem. Um dia tudo será claro. Que o Armando repouse em paz