skip to main |
skip to sidebar
popular
-
-
-
Diário da ascensão da simplificação do nome de Tiago Brandão Rodrigues para Lourdes Rodrigues II, "Lurdes Rodrigues Deux" (só para os amigos) - Então, o Poucochinho Monhé, António Costa, veio finalmente declarar, e muito bem, que não tinha 600 milhões de euros para investir nos alicerces do Ensino, os professores, e é verdade que até não tem, por que não se pode ter ao mesmo tempo 600 milhões para pagar para ensinar, 600 para pagar ao BES/Novo Banco, para fingir que não faliu, 600 milhões para pagar ao BPP, ao BPN e ao Banif, que faliram, 600 milhões para enfiar no Montepio, que ainda vai falir, e muitas vezes 600 milhões, para continuar a injetar na Caixa Geral de Depósitos, para financiar todos os negócios fracassados dos grandes amigos do Sistemão, ah, sim, e vocês até sabem quem eles são: comprem, comprem, meninas comprem, falências de Barcelona, vão das bordinhas do Vara às bordas da Celeste Cardona. E, como se isto não bastasse, se se derem 600 milhões aos professores, não se poderiam continuar a dar 600 milhões às Parcerias Público-Privadas, dos amigos do Cavaco, e o que seria das gorduras mórbidas do Ferreira do Amaral e da sua Lusoponte, hein?..., não, isso, não, o Estado deve continuar a respeitar todos os seus encargos e os muitos 600 milhões de euros que isso lhe saca dos bolsos anualmente. O resto, que é a cereja em cima do bolo, já não passa pelo Poucochinho Monhé, mas sim pela fêmea do Poucocinho Monhé, a Fernanda Tadeu, uma brava, que se, em 2014, não tivesse embarcado na rescisão amigável de contratos dos professores (!), estaria agora no topo da carreira, com o descongelamento da contagem de tempo,de janeiro, e ela até acha que se os professores todos fossem como ela, todos os professores estariam agora no topo da carreira, e não precisavam de andar a contar tempo de serviço para nada, e ela até tem razão, no estado em que estão, todos os professores gostariam de ter estado casados com o seu Poucochinho Monhé, e poderem todos ter rescindidos os seus contratos, para se dedicarem à jardinagem. E os que não pensam isto, e continuam a ser muitos, cada vez mais lamentam viver num país onde ficarão para sempre pelo meio da carreira, o país da Fernanda Tadeu e do seu Poucochinho Monhé, que deram um golpe nos resultados eleitorais para chegarem ao Poder
-
-
-
-
-
-
-
Porca
Vcs precisam de um bom remédio
Sou a Carla, esteticista nas Merces, junto à Sintra.
Tenho 37 anos, tenho 1,60 e sou gordinha. Tenho umas boas mamas e um cu grandinho. Ando de leggings gastos entre as pernas para que fique ainda mais visível o contorno da minha passarinha totalmente depilada. Quando posso abro as pernas no cafe para sentir os lábios a separarem ao pé de todos. Sou casada e mãe o que torna mais difícil ser eu mesma.
Desde que me conheço que me masturbo a pensar que eu sou uma simples escrava e que todos que eu conheço só tem que passar por mim, mandarem abrir a boca e tirarem o pénis para eu chupar. Com os joelhos em cima das minhas mãos e boca aberta, todos eles pegam na minha cabeça com força e comessam a foder a minha garganta sem dó nem piedade para depois despejarem o leitinho.
Não chegava o crime, também teve de assinar :-\
Assinaturas por todo o lado, assinaturas todas as noites, assinaturas desde há muitos nos. A miséria dos monstros não tem fim... :-\
Em apresentação, hoje, dia 21 de julho, na Fundação Calouste Gulbenkian: o Projeto "Care", contra o abuso de menores,
muitas vezes em família...
Fátima Filipe Ramos, nome maldito: não é só em Arouca que há monstros :-\
Em 2017, há em Portugal um tribunal que impede o pai de contactar com os filhos, por causa da violência que se pode inferir dos desenhos.
Em 2017, em Portugal, continua à solta este monstro, que apregoa aos sete ventos o que faz e o que põe o filho a ver fazer. Se não for realidade, é imaginação.
Qual a segurança de um filho menor, exposto à "imaginação" (?) de uma mãe destas?...
Incesto
Exibicionismo
Abuso de menores
E abuso de menores
E mais incesto
E mais exibicionismo
E mais abuso de menores
E pedofilia e até coprofagia (!)
E um menor em risco
E mais o mesmo menor em risco
E mais "IMAGINAÇÃO" (?)
E muita "IMAGINAÇÃO" (!)
Com assinatura e "Imaginação", nome e tudo
Um monstro afundado nos traumatismos da sua doença "religiosa". Saiu da Opus Dei, mas a Opus Dei nunca saiu dela...
Um monstro que apenas aguarda pela polícia e pelos tribunais
Portugal inteiro aguarda pelo fim disto :-|
Doente, com seu atrelo da Opus Dei para sustentar, muitas frustrações no trabalho e em sua vida e as obsessões sexuais com filho menor.
Uma vida horrível
Inferno com ela!!!!
Cresceu e deve arrastar consigo o trauma.
Vidas silenciosas, terror escondido. Digitarás o teu nome na Internet e encontrarás:
"As melhores classificações da Categoria ESTUDANTE no Canguru Matemático 2018: Turma-12A5, Pedro Ramos, posição 158, ESTUDANTE, Externato Ribadouro, no Porto"
Fatima :
"UM DIA O TELEFONE TOCOU
Um dia, era já tarde, o telefone tocou: era a Zizita. A Zizita é uma numerária e falava-me, na altura, de Lisboa:
-Está, Fátima? Sou eu, a Zizita. Estás boa?
-Estou- respondi com ar de espanto (tinha-me desligado da Obra havia talvez seis meses).
- A Maria da Purificação morreu... ( e ouço um choro em convulsão do outro lado da linha).
Tentei acalmá-la. Continuou a chorar sem conseguir controlar-se. Indicou-me que o funeral seria no dia seguinte, numa igreja perto do lugar onde então eu vivia.
Na tarde seguinte dirigi-me para o velório da Maria da Purificação.
Lá estava o corpo, rezei. Vi quem estava presente: algumas supranumerárias e poucas numerárias, para além de outras pessoas. A missa de corpo presente foi celebrada por um sacerdote da Obra, o Dr. Matoso.
No final, a directora de S. Gabriel, a Carina, disse-me:
-Olá princesa! Já há muito que não te via... A brincar, a brincar...
- ...( não lhe respondi)
A Maria da Purificação morreu...
Conheci-a num dos centros do Opus Dei.
A Maria da Purificação frequentava os meios de formação, pelo menos, havia uns dez anos. Tinha um plano de vida: confessava-se , missa diária, oração, círculo...
E conheci outras: uma que frequentava, talvez, há sete anos, outra há nove..."
"Não, não eram membros. Então o que eram? Eram cooperadoras.
Pois. São cooperadores ( independentemente do credo, ou não credo) aqueles que ajudam nas tarefas apostólicas da Obra através da oração, de dinheiro ou do trabalho desenvolvido.
Estas pessoas rezavam e ... vai-me custar dizer, mas é a verdade... e pagavam.
Uma espécie de membros “Y” ( como no “Admirável Mundo Novo”, do Aldous Huxley), de intocáveis, que não serviam para nada.
No entanto, mantinham-se fiéis aos seus compromissos.
Uma vez, no início da minha aproximação à Obra, falei com duas delas - falamos todas dos nossos desejos ( todas acalentávamos a esperança de vir a ser membros do Opus Dei).
Porquê? É que, qualquer uma de nós sentiu o “arrepiante” apelo de se dar a Deus, mantendo-se no meio do mundo (o que não torna a proposta da Obra, em nada, original - só mais tarde soube disso).
E não era legítimo esse anseio, atendendo a que nada nos foi comunicado que tornasse inviável a Admissão? Legitimíssimo.
Uma directora conversou comigo dizendo-me que eu não tinha nada que ter falado da “minha vocação” às demais pessoas: elas não estavam no mesmo patamar que eu (Fantástico!). E não percebi. O que percebi, sim, foi que usaram um argumento que visava afagar-me o ego.
E lá seguia eu, toda contente, com as normas, a conversa, etc. , pensando que faria (reparem só na originalidade) a vontade de Deus.
Mas o meu caso não acabou em Admissão...
Mês de Maio, mês de romarias. Lá fiz algumas e a primeira foi ao Carmelo do Porto. Disseram-me que TODAS AS MONJAS CARMELITAS SÃO COOPERADORAS.
Desculpem. É que não percebo nada de Direito Canónico, mas causa-me estranheza que todos os membros de uma ordem possam ser nomeados cooperadores.
Uma vez, falei com uma delas sobre isto, que me adiantou:
- Então...não havíamos de rezar por toda a gente?...
E sorriu.
Não me pareceu nada esclarecedor.
Depois há aqueles que contribuem muito, muito, muito – não apenas em géneros...
E há os ex-membros também, claro... cooperadores.
Então, quem são os cooperadores do Opus Dei?
Poderão ser os que estão numa espécie de ante-câmara de entrada para a instituição, os indiferenciados, os "Y's", as monjas Carmelitas, os ex-membros... ou seja: são tudo o que não cabe nas quatro categorias de membros: numerários, agregados, supranumerários e numerárias auxiliares. Ou seja, NADA.
Suspeito que alguns dos responsáveis da Obra têm consciência do sofrimento que provocam ao alimentar nas pessoas que se aproximam do Opus Dei , expectativas de realização espiritual - e até pessoal - que só poderão vir a ser frustradas.
Sempre me perguntei que significava o choro convulsivo da Zizita – arrependimento? Não sei .
E outro dia, na Igreja da Lapa, vi passar outra “Y”: a Alberta".
Fátima Filipe